As tintas convencionais liberam compostos orgânicos voláteis (COVs) — substâncias tóxicas e potencialmente cancerígenas — que continuam sendo emitidas por semanas ou até meses após a aplicação, prejudicando a qualidade do ar interno e a saúde dos ocupantes. As "tintas ecológicas", por outro lado, são formuladas para eliminar ou reduzir drasticamente esses componentes nocivos, oferecendo uma alternativa mais segura para você e para o planeta. O que realmente define uma tinta ecológica? Nem toda tinta à base d'água é ecológica. Para ter esse apelo de verdade, ela precisa: - Ser "livre de COVs" ou ter níveis extremamente baixos; - Não conter solventes derivados do petróleo, metais pesados, formoldeído ou amônia; - Utilizar "pigmentos naturais ou minerais" em sua composição. Geralmente, as linhas ecológicas de marcas conhecidas já trazem essa indicação no nome ou na embalagem e são encontradas facilmente em lojas especializadas. Tintas naturais: tinta ...
O CicloVivo já noticiou diversas pequenas casas, feitas com muito pouco dinheiro e até com materiais reciclados. Mas, a “La Petite Maison” tem uma história especial. A moradia começou a ser construída por uma garota norte-americana no auge de seus 12 anos de idade. Dois anos, algumas mudanças e muito esforço depois, a casa de madeira estava pronta.
A ideia surgiu para um projeto escolar, que foi tomando grandes proporções. Para construir uma casa é necessário ter habilidade com diversas ferramentas e boas noções de arquitetura. Não era esse o caso da estudante Sicily Kolbeck. Mas seu pai, Dane Kolbeck, entendia bastante do assunto e foi quem a ensinou os primeiros passos.
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Toda a construção custou apenas dez mil dólares. Em seu blog, Sicily explica como conseguiu guardar esse dinheiro. Segundo ela, a maior parte, sete mil dólares, foi obtida com uma troca de investimentos feita pela mãe. Como a garota não pagava mensalidade na escola, essa economia foi direcionada à construção. Ela também contou com outros US$ 1.660 obtidos por financiamento coletivo. Os US$ 700 restantes foram presente.
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A casinha tem 38 metros quadrados e começou a ser construída em 2012. No início do ano seguinte, o pai de Sicily faleceu em um acidente de carro. Isso não foi o suficiente para fazer a menina desistir do projeto. Pelo contrário, deu um incentivo ainda maior e a construção virou uma espécie de tributo.
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A “Le Petite Maison” possui praticamente tudo o que uma causa comum necessita. Uma pequena cozinha, equipada com fogão, forno, pia e armários; um banheiro, com banheira; uma pequena área comum e um quarto, localizado no topo da casa.
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Além de demonstrar que é possível construir uma residência com pouco dinheiro, a norte-americana exalta o fato de ter adquirido habilidades que levará por toda a vida, como o manuseio de ferramentas usadas na construção, e, principalmente, a valorização do espaço em que está vivendo. “Eu também queria mostrar que, quando me deram limões, eu não só fiz uma limonada. Eu fiz um bolo de limão. Eu comi e estava delicioso”, declarou a menina ao jornal Huffington Post.
Fonte: CicloVivo
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