Translate

Google Translate
Arabic Korean Japanese Chinese Simplified Russian Portuguese
English French German Spain Italian Dutch

Quem sou eu

Minha foto

Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

Fale Conosco

- Deixe seu comentário ou envie um e-mail: celinalago@hotmail.com
- Se desejar receber as novidades do site seja um seguidor que o envio é automático.
- A sua participação é muito importante. Só assim, unidos conseguiremos reverter o processo de destruição planetária pelo qual estamos passando e encontrar um equilíbrio saudável.

Muita Luz e Amor,

Celina Lago

8 de jun de 2013

Qatar planeja ilha artificial para receber turistas na Copa de 2022


O Qatar está na fila dos países que sediarão os jogos da Copa do Mundo de Futebol nos próximos dez anos. Para receber um evento de tão grande porte, a nação árabe projetou a construção de uma ilha artificial, a ser usada como centro de hospedagem provisório.

A ideia é construir a ilha ao longo da costa de Doha, a capital do Qatar. Para que o projeto se torne realidade será necessário investir, em média, US$ 5,5 bilhões. Apelidado de Oryx Island, o projeto é assinado por dois escritórios de arquitetura, o HOK e o ABS.

A nova estrutura deve contar com cinco hotéis flutuantes, um teatro ao ar livre, zona comercial, áreas de lazer e várias opções de espaços residenciais. Conforme explicado pelo chefe executivo de Barwa, Abdulla al-Subaie, em declaração à Reuters, a ilha deverá acomodar de 20 a 25 mil pessoas.

Além dos hotéis, a faixa de terra será planejada para permitir que os cruzeiros ancorem, encaixados na ilha, durante o período em que durar o evento. Essa opção oferece maior flexibilidade aos visitantes e reduz a quantidade de novas acomodações que não serão necessárias após a Copa de 2022.

A Oryx Island estará situada em uma área de fácil acesso ao aeroporto, para facilitar o deslocamento dos turistas. Além disso, a ilha deve ser uma comunidade em que as pessoas se locomoverão de maneira sustentável, as opções são: a pé, com veículos elétricos, táxis aquáticos e balsas, que substituirão os transportes tradicionais.

O legado deixado para a comunidade local serão três dos cinco hotéis e também uma Faculdade Marítima, em que serão ministradas aulas sobre a biodiversidade marinha, entre outras coisas. Com informações do World Architecture News.

Via: CicloVivo