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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

21 de jun de 2013

Inglês constrói escritório flutuante para estudar impactos das mudanças climáticas





As mudanças climáticas e suas consequências serviram de inspiração para que o artista inglês Stephen Turner projetasse um escritório flutuante. Apelidada de “Exbury Egg”, a estrutura é ideal para oferecer abrigo em locais de inundações ou que sofrem com o aumento da maré, rios, lagos, entre outros.

O projeto do artista também tem cunho educacional e conta com um programa de ensino extensivo que atinge desde estudantes primários até os universitários e trabalha temas como arte, ciência, construção, ecologia e engenharia.

Para ser condizente com a proposta, o Exbury Egg seguiu algumas premissas, como a de ter um design limpo e verde, ao mesmo tempo em que preza pelos 3 R’s: reduzir, reutilizar e reciclar. A estrutura é simples, como o nome já diz, tem formato de ovo e é feita inteiramente de madeira.

Como o programa completo inclui uma viagem de um ano do próprio artista nesta estrutura, foi necessário criar sistemas para a recarga de equipamentos elétricos, eletrônicos e iluminação. A fonte utilizada para suprir essa demanda será totalmente limpa, a partir de placas fotovoltaicas.

O “escritório flutuante” será centro para diversas pesquisas realizadas com o intuito de estudar a relação entre os seres humanos e a natureza e a forma como ambos são afetados pelas mudanças climáticas. “Tenho a intenção de monitorar, acompanhar e registrar todos os acontecimentos dentro de uma grande área do rio Beaulieu”, diz Turner em seu site.

O estudo se concentrará na catalogação de tudo o que for encontrado no percurso, junto com desenhos de novos mapas geográficos e também sobre as espécies da fauna e flora identificadas no caminho do artista.

Via: CicloVivo

Grupo constrói jardins verticais em prédios de São Paulo


Com a força que a agricultura urbana vem ganhando em São Paulo, um grupo de arquitetos, paisagistas, engenheiros e ativistas decidiu criar o Movimento 90º, responsável pela construção de jardins verticais com materiais reciclados nos prédios da capital paulista. A solução sustentável diminui a temperatura dos ambientes e melhora a qualidade do ar – e a cidade já conta com prédios residenciais e lojas que possuem plantas nas paredes externas.

"Temos a intenção de transformar a cidade, ocupando essas paredes de prédios sem janelas", explica Guil Blanche, diretor-executivo do Movimento 90º. Para construir os jardins, o grupo utiliza módulos leves feitos de materiais reciclados, como caixas de leite e tubos de pasta de dente, forrados com camadas de um tecido parecido com o feltro. O jardim é composto por módulos presos na parede, que contam com sistema automático de irrigação, e instalado por especialistas em andaimes.

Os jardins construídos nas fachadas dos prédios vêm sendo encarados por especialistas do setor imobiliário como um bom recurso estético, que também diminui o barulho e a temperatura interna do edifício. Na Vila Madalena, zona oeste de São Paulo, já foi construído um empreendimento residencial com o jardim vertical. Além disso, a solução foi instalada em uma escola e também faz parte da fachada de algumas lojas adjacentes da rua Augusta, região central da capital paulista.

Agora, os participantes do Movimento 90º concentram esforços para levar os jardins verticais aos principais prédios do centro de São Paulo. Ao substituir por jardins verticais as paredes sem janelas nas edificações, a expectativa é melhorar a qualidade de vida na metrópole. "Essas paredes catalisam os problemas da cidade, refletem o barulho, esquentam. O jardim vertical poderia habitar esses lugares", argumenta o diretor-executivo do movimento. Com informações do G1.

Via: CicloVivo

Nova York ganha horta gigante para combater obesidade

 
Uma horta urbana foi inaugurada em Nova Iorque para estimular a população a adotar hábitos de alimentação mais saudáveis. Criada pela prefeitura da cidade norte-americana, a horta fica no distrito do Brooklyn e tem cerca de quatro mil metros quadrados. O espaço ainda conta com um centro educativo, que dará orientações à população para combater a obesidade.

Parte das frutas e verduras cultivadas será distribuída entre os mais pobres, e outra quantidade será vendida, para financiar o funcionamento da horta urbana e captar recursos de manutenção do espaço comunitário.

Para a encarregada de Saúde de Nova Iorque, Linda Gibbs, o espaço vai melhorar a distribuição de alimentos de origem natural entre a sociedade, além de fortalecer a tendência das hortas comunitárias. "Esta horta urbana permitirá aos moradores ter acesso a produtos saudáveis", explicou Linda. Além disso, o projeto visa o desenvolvimento socioeconômico na região. "Representará também um caminho para a educação e emprego para os jovens", completou.

Segundo dados oficiais, em Nova Iorque, uma em cada cinco crianças nos primeiros anos de vida sofre de obesidade, transtorno que afeta com maior frequência as camadas mais pobres da população. Foi comprovado que 22% dos adultos que vivem em Nova Iorque são obesos, e 34% dos nova-iorquinos maiores de idade estão acima do peso ideal.

Nos EUA, muitos alimentos de origem natural são mais caros do que as versões industrializadas ou encontradas nas redes de fast food – assim, nem todos conseguem adotar uma dieta saudável. Além disso, umestudo recentemente produzido pela ONU afirma que o tamanho das refeições servidas nos restaurantes norte-americanos vem aumentando desde 1970. Com a prática, os estabelecimentos estimulam os consumidores a comprarem porções maiores por preços acessíveis, o que aumenta o número de obesos. Com informações do New Straits Times.

Via: CicloVivo

10 de jun de 2013

Calçadão da Praia West Beach Promenade - Benidorm - Espanha

West Beach Promenade
Carlos Ferrater e Xavier Marti Gali


West Beach Promenade
Benidorm, Espanha
A belíssima e premiada releitura do famoso "calçadão" compõe a paisagem do litoral de Benidorm, na Espanha. As curvas similares às ondas e montanhas, seguem na verdade um estrito padrão geométrico, ao mesmo tempo em que separam areia e asfalto de forma harmônica e inteligente. 

A estrutura permite escoamento de água, acesso à praia, circulação de pessoas e garante até sombra para os banhistas, através de seus beirais. O esquema gradual de cores é, além de um atrativo, uma forma de sinalização e localização.

Os materiais também foram cuidadosamente empregados. Os ladrilhos foram feitos especialmente para o empreendimento, são resistentes à descoloração, manchas e água. A sinuosidade e cor branca do concreto reduzem os custos de iluminação, já que aproveitam ao máximo a luz solar. Os bancos são feitos de madeira e o longo corrimão de aço inoxidável.

O projeto não só recebeu vários prêmios - European Award of Urban Public Space, VIII Ceramics Awards for Architecture , ASPRIMA - como também foi estendido em 500 metros.

Fonte: BimBon

9 de jun de 2013

Prefeitura do Rio quer levar coleta seletiva para 104 bairros neste ano


A prefeitura do Rio de Janeiro apresentou na última quarta-feira a equipe de garis e os novos caminhões de lixo que entrarão em ação para tentar levar a coleta seletiva na cidade a 5% do lixo aproveitável ainda neste ano. A meta é inaugurar três centrais de triagem e levar o serviço a 104 bairros em 2013.

Atualmente, 44 bairros cariocas contam parcialmente com a coleta seletiva, que atinge 1,4% do lixo reciclável. Até 2016, a Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) espera aumentar esse percentual para 25%. Com os novos caminhões, de cor azul, e os garis contratados para se dedicarem exclusivamente a esse serviço, esses bairros ficarão totalmente cobertos ainda neste mês, segundo o Executivo Municipal. "A prefeitura e a Comlurb deviam isso à cidade", disse o prefeito Eduardo Paes.

Ao todo, serão 144 novos garis e 24 novos caminhões dedicados à coleta seletiva, que será ampliada de pouco de duas mil para nove mil e quinhentas ruas da cidade, envolvendo dois milhões e seiscentos moradores, de um total de seis milhões de habitantes. Dos novos garis, 85% serão mulheres.

O prefeito do Rio destacou que é necessário o engajamento da população, e disse que, em seu primeiro mandato, concentrou-se em extinguir o Lixão de Gramacho, que ficava em Duque de Caxias e recebia grande parte do lixo da cidade, que agora tem como principal destino o Aterro de Seropédica. A coleta seletiva no Rio tem financiamento de R$ 22 milhões do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), anunciado em 2011.

"A gente perdeu muito tempo. Eu dediquei meu primeiro governo a acabar com a vergonha maior, que era o Lixão de Gramacho às margens da Baía de Guanabara. Agora, depois de ter organizado o destino final do nosso lixo, [vamos] olhar para o futuro e ter coleta seletiva como uma cidade com um ativo ambiental que o Rio tem", acrescentou o prefeito. Ele disse que, por causa desse atraso, as metas precisam ser ousadas.

Cada caminhão contará com um palmtop, em que serão registradas informações sobre a coleta, como a adesão dos moradores. Quem não aderir será notificado uma primeira vez, por meio de um selo que será colado ao saco de lixo, que não será recolhido. Na segunda notificação, um agente da Comlurb fará uma visita de conscientização, explicando detalhes do projeto e advertindo que, na terceira, haverá multa, cujo valor ainda está em estudo. Os palmtops estão em fase de teste e devem começar a ser usados em julho.

Um sistema informatizado vai monitorar a coleta e o processamento do lixo nas centrais de reciclagem, gerando informações como a economia de água, de energia e a redução nas emissões de gás carbônico.

Para trabalhar nas centrais de reciclagem, catadores de 28 cooperativas serão capacitados pelo Serviço Nacional de Aprendizado e Cooperativismo (Sescoop), com aulas práticas e teóricas que devem começar em julho e durar dois meses. Além de instruções como operar as máquinas da central, os alunos aprenderão noções de gestão, contabilidade e segurança no trabalho, focadas em cooperativas. Até mil e quinhentos catadores devem ser preparados para atuar nas três centrais, previstas para serem inauguradas até dezembro.

A primeira a entrar em funcionamento será a de Irajá, que já está pronta. Gamboa, Penha, Bangu, Campo Grande e Vargem Grande também receberão centrais de triagem, totalizando seis.

Por Vinícius Lisboa, da Agência Brasil      Via: Ciclo Vivo

8 de jun de 2013

Qatar planeja ilha artificial para receber turistas na Copa de 2022


O Qatar está na fila dos países que sediarão os jogos da Copa do Mundo de Futebol nos próximos dez anos. Para receber um evento de tão grande porte, a nação árabe projetou a construção de uma ilha artificial, a ser usada como centro de hospedagem provisório.

A ideia é construir a ilha ao longo da costa de Doha, a capital do Qatar. Para que o projeto se torne realidade será necessário investir, em média, US$ 5,5 bilhões. Apelidado de Oryx Island, o projeto é assinado por dois escritórios de arquitetura, o HOK e o ABS.

A nova estrutura deve contar com cinco hotéis flutuantes, um teatro ao ar livre, zona comercial, áreas de lazer e várias opções de espaços residenciais. Conforme explicado pelo chefe executivo de Barwa, Abdulla al-Subaie, em declaração à Reuters, a ilha deverá acomodar de 20 a 25 mil pessoas.

Além dos hotéis, a faixa de terra será planejada para permitir que os cruzeiros ancorem, encaixados na ilha, durante o período em que durar o evento. Essa opção oferece maior flexibilidade aos visitantes e reduz a quantidade de novas acomodações que não serão necessárias após a Copa de 2022.

A Oryx Island estará situada em uma área de fácil acesso ao aeroporto, para facilitar o deslocamento dos turistas. Além disso, a ilha deve ser uma comunidade em que as pessoas se locomoverão de maneira sustentável, as opções são: a pé, com veículos elétricos, táxis aquáticos e balsas, que substituirão os transportes tradicionais.

O legado deixado para a comunidade local serão três dos cinco hotéis e também uma Faculdade Marítima, em que serão ministradas aulas sobre a biodiversidade marinha, entre outras coisas. Com informações do World Architecture News.

Via: CicloVivo

Galpão abandonado vira escritório de vidro em Amsterdã


O Crystal Forest é um complexo sustentável de escritórios planejado pelos arquitetos do Except Integrated. A estrutura foi projetada em um galpão abandonado na capital holandesa, Amsterdã. O local é confortável, espaçoso e leva a natureza ao ambiente de trabalho.

Conforme informado no site da empresa de arquitetura, a ideia surgiu quando a equipe buscava um novo espaço para a sua sede. Durante as visitas, eles estiveram em um estaleiro abandonado e logo se apaixonaram. A sugestão era transformar o grande galpão em um espaço de trabalho inspirador. Durante o processo, eles perceberam que isso poderia ser replicado para diferentes locais.

Como o nome já diz, as plantas são parte essencial deste complexo. Elas estão espalhadas por toda a parte. Além de auxiliarem no controle da qualidade e umidade do ar, elas também servem para produzir alimentos através de sistemas hidropônicos. Para mantê-las sempre abastecidas, os arquitetos utilizaram um sistema de capitação da água da chuva, que leva automaticamente água e nutrientes às plantas.

A estrutura é feita basicamente em vidro, o que permite maior aproveitamento da luminosidade natural e oferece aos usuários a sensação de liberdade e contato direto com a natureza. Por isso, o complexo não tem paredes dividindo os ambientes. As separações são feitas a partir da disposição das mesas e cadeiras. Mesmo assim, existem espaços para convivência, reuniões, trabalhos individuais, recepção e até um café.

Apesar de toda a beleza do Crystal Forest, não é na aparência que está o seu principal diferencial. Os arquitetos explicam no site do escritório que esta é uma opção prática para tornar habitáveis os grandes armazéns abandonados, algo bastante comum na Europa pós-revolução industrial. Originalmente essas estruturas não foram planejadas para abrigar pessoas, portanto, não possuem bons sistemas de ventilação, aquecimento e os métodos tradicionais de adequação seriam muito caros. Já o Crystal Forest é uma solução modular, que pode ser facilmente transportada e construída em outro local e que oferece diversas opções de uso. De acordo com o site, é possível replicar a estrutura em qualquer ambiente que tenha, ao menos, 400 metros quadrados de espaço disponível. 

Fonte: CicloVivo

6 de jun de 2013

Telhados verdes ajudam a preservar biodiversidade em áreas urbanas


A eficiência dos telhados verdes para o controle da temperatura interna e global já são bastante conhecidos. Agora, um grupo de pesquisadores norte-americanos decidiu estudar o seu impacto na biodiversidade, até então um mistério.

Os cientistas fazem parte de quatro instituições: Barnard College, Columbia University, Fordham e da Universidade do Colorado. Em seus estudos, os pesquisadores perceberam que os jardins plantados em telhados podem suportar espécies diferentes dos jardins localizados ao nível da rua.

O grupo começou a fazer testes em 2011 e, desde então, foram analisadas as composições do solo em dez telhados verdes espalhados por cinco distritos de Nova York. Para mensurar as diferenças, eles também coletaram amostras de parques localizados nas proximidades dos telhados verdes.

A principal divergência entre os cenários é a presença massiva de fungos nos “jardins suspensos”. Conforme publicado no site “The Atlantic Cities” a principal descoberta foi a presença de 109 espécies diferentes de fungos nos telhados. Apesar de parecer estranho, esse é um dos pontos positivos dessas áreas verdes, pois contribui para a biodiversidade em meio às cidades.

Outro benefício percebido pelos pesquisadores é a relação com os poluentes. Nos parques analisados, os níveis de micróbios e metais presentes foi considerado alto, isso pode tornar as hortas urbanas cultivadas nesses locais impróprias para o consumo. Esse é um problema que os cultivos nos telhados não têm.

Essas áreas verdes também atraem diversas espécies. Os insetos são os mais comuns, mas existem casos de animais maiores, como répteis, morcegos e diversas aves. Um caso curioso ocorreu em Brighton, no Reino Unido. Gaivotas e cervos acabaram destruindo parte da grama do telhado em busca de comida. Uma grande coruja e uma águia dourada foram usadas para espantar esses animais.

Fonte: CicloVivo