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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

22 de mar de 2013

Sul-coreanos planejam transformar lixo do oceano em continente habitável


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 Os arquitetos planejam levar vida ao continente artificial. | Imagem: <a href='http://inhabitat.com/the-kinetic-islands-are-floating-structures-that-help-clean-the-great-pacific-garbage-patch/kinetic-islands-2/' target='_blank'>Divulgação</a></p>
Os arquitetos planejam levar vida ao continente artificial. | Imagem: Divulgação
Em consequência da enorme quantidade de plástico produzida e descartada constantemente, os oceanos estão repletos de resíduos deste tipo. O Pacífico possui inclusive um ponto chamado de ilha de plástico. Uma dupla de arquitetos sul-coreanos planejou uma alternativa que deve minimizar este problema.
O projeto criado por Park Sung-Hee e Na Hye Yeon consiste em transformar essa enorme quantidade de plástico em uma base para a construção de um novo “continente”. Os arquitetos chamam a ideia de “Ilhas Flutuantes” e, se depender do lixo que está em movimento nos oceanos, é provável que a ideia se torne real.
A estrutura seria dividida em módulos, cada um deles contando com três coletadores, que além de permitirem a navegação pelo oceano, também coletam o lixo encontrado no caminho. Após estarem completos, os módulos são fechados e se conectam ao “continente”.
Os arquitetos planejam levar vida à superfície destes módulos, tornando-os verdadeiras ilhas habitáveis. Por isso, o módulo central deve ser coberto com solo, para permitir o cultivo de alimentos. Os módulos vazios seriam utilizados como um complemente para o ecossistema local, com mangues e pradarias.
O continente artificial ainda teria um resort e hidrovias que permitiriam a prática de atividades náuticas. Para deixar o local confortável e autossuficiente o complemento seria feito através da inserção de criações animais e vegetais. Com informações do Inhabitat.
Via: CicloVivo