As tintas convencionais liberam compostos orgânicos voláteis (COVs) — substâncias tóxicas e potencialmente cancerígenas — que continuam sendo emitidas por semanas ou até meses após a aplicação, prejudicando a qualidade do ar interno e a saúde dos ocupantes. As "tintas ecológicas", por outro lado, são formuladas para eliminar ou reduzir drasticamente esses componentes nocivos, oferecendo uma alternativa mais segura para você e para o planeta. O que realmente define uma tinta ecológica? Nem toda tinta à base d'água é ecológica. Para ter esse apelo de verdade, ela precisa: - Ser "livre de COVs" ou ter níveis extremamente baixos; - Não conter solventes derivados do petróleo, metais pesados, formoldeído ou amônia; - Utilizar "pigmentos naturais ou minerais" em sua composição. Geralmente, as linhas ecológicas de marcas conhecidas já trazem essa indicação no nome ou na embalagem e são encontradas facilmente em lojas especializadas. Tintas naturais: tinta ...
As algas marinhas têm alto potencial energético e os métodos aplicados para aproveitá-las não agridem o meio ambiente. | Foto: Splitterwerk
Um escritório de arquitetos alemães projetou o primeiro prédio do mundo que usa algas marinhas como fonte de energia. As plantas, que ficam na fachada da estrutura, também podem resfriar a temperatura interna, reduzindo o uso do ar condicionado nos aposentos.
O edifício será apresentado na Exposição Internacional da Construção, que acontece este mês em Hamburgo, na Alemanha. Batizado de Biarritz, o projeto foi elaborado em conjunto com outras empresas de arquitetura e construção, as quais afirmam que a nova solução sustentável já é produzida em larga escala, e, em breve, estará disponível no mercado.
A estrutura conta com uma fachada ecológica composta por algas e um sistema chamado de persianas biorreativas, que são responsáveis por confinar as plantas e fazer com que elas cresçam num ritmo mais rápido, ao mesmo tempo em que refrescam o interior do prédio. O mecanismo também garante a geração da eletricidade, que será utilizada por quem estiver dentro do edifício.
As algas marinhas têm alto potencial energético e os métodos aplicados para aproveitá-las não agridem o meio ambiente. Embora pouco usadas para abastecer circuitos elétricos, já há estudos avançados sobre a aplicação das algas nos processos de geração de biocombustíveis. Com informações do InHabitat.
Via: CicloVivo
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