Imagem Gerada por IA Um ambiente é muito mais do que paredes, móveis, cores e objetos. Cada espaço possui características que podem influenciar a maneira como nos sentimos e nos relacionamos com ele. Quando entramos em uma casa, escritório ou outro local, muitas vezes temos uma impressão imediata: sentimos acolhimento, tranquilidade, desconforto, agitação ou simplesmente vontade de permanecer ou sair. Nem sempre conseguimos explicar racionalmente essa sensação, mas ela faz parte da nossa percepção do ambiente. O ambiente também carrega uma história As pessoas deixam marcas nos lugares onde vivem e convivem. Hábitos, emoções, acontecimentos e a própria maneira como o espaço é utilizado contribuem para criar uma atmosfera característica. Um ambiente onde predominam tranquilidade, organização e cuidado pode transmitir uma sensação muito diferente de um espaço marcado por conflitos, excesso de objetos, desorganização ou abandono. Essa percepção não está apenas relacionada àquilo que p...
As algas marinhas têm alto potencial energético e os métodos aplicados para aproveitá-las não agridem o meio ambiente. | Foto: Splitterwerk
Um escritório de arquitetos alemães projetou o primeiro prédio do mundo que usa algas marinhas como fonte de energia. As plantas, que ficam na fachada da estrutura, também podem resfriar a temperatura interna, reduzindo o uso do ar condicionado nos aposentos.
O edifício será apresentado na Exposição Internacional da Construção, que acontece este mês em Hamburgo, na Alemanha. Batizado de Biarritz, o projeto foi elaborado em conjunto com outras empresas de arquitetura e construção, as quais afirmam que a nova solução sustentável já é produzida em larga escala, e, em breve, estará disponível no mercado.
A estrutura conta com uma fachada ecológica composta por algas e um sistema chamado de persianas biorreativas, que são responsáveis por confinar as plantas e fazer com que elas cresçam num ritmo mais rápido, ao mesmo tempo em que refrescam o interior do prédio. O mecanismo também garante a geração da eletricidade, que será utilizada por quem estiver dentro do edifício.
As algas marinhas têm alto potencial energético e os métodos aplicados para aproveitá-las não agridem o meio ambiente. Embora pouco usadas para abastecer circuitos elétricos, já há estudos avançados sobre a aplicação das algas nos processos de geração de biocombustíveis. Com informações do InHabitat.
Via: CicloVivo
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