Trazer o verde para dentro de casa é uma das maneiras mais agradáveis de transformar os ambientes. E não é preciso ter um grande quintal para isso. Mesmo em apartamentos, varandas pequenas ou áreas com pouco espaço, um jardim vertical pode ser uma excelente alternativa para aproximar a natureza do dia a dia. Além de valorizar a decoração, os jardins verticais aproveitam paredes e espaços que muitas vezes ficariam vazios, criando uma solução funcional, bonita e alinhada aos princípios de uma habitação mais sustentável. Por que investir em um jardim vertical? Em cidades cada vez mais urbanizadas, a presença de plantas nos ambientes pode contribuir para criar espaços mais agradáveis e acolhedores. Um jardim vertical transforma uma simples parede em um elemento vivo, trazendo textura, cor e uma sensação de conexão com a natureza. Entre as principais vantagens estão: melhor aproveitamento dos espaços; valorização estética de paredes internas e externas; possibilidade de cultivar diferentes ...
Em consequência da enorme quantidade de plástico produzida e descartada constantemente, os oceanos estão repletos de resíduos deste tipo. O Pacífico possui inclusive um ponto chamado de ilha de plástico. Uma dupla de arquitetos sul-coreanos planejou uma alternativa que deve minimizar este problema.
O projeto criado por Park Sung-Hee e Na Hye Yeon consiste em transformar essa enorme quantidade de plástico em uma base para a construção de um novo “continente”. Os arquitetos chamam a ideia de “Ilhas Flutuantes” e, se depender do lixo que está em movimento nos oceanos, é provável que a ideia se torne real.
A estrutura seria dividida em módulos, cada um deles contando com três coletadores, que além de permitirem a navegação pelo oceano, também coletam o lixo encontrado no caminho. Após estarem completos, os módulos são fechados e se conectam ao “continente”.
Os arquitetos planejam levar vida à superfície destes módulos, tornando-os verdadeiras ilhas habitáveis. Por isso, o módulo central deve ser coberto com solo, para permitir o cultivo de alimentos. Os módulos vazios seriam utilizados como um complemente para o ecossistema local, com mangues e pradarias.
O continente artificial ainda teria um resort e hidrovias que permitiriam a prática de atividades náuticas. Para deixar o local confortável e autossuficiente o complemento seria feito através da inserção de criações animais e vegetais. Com informações do Inhabitat.
Via: CicloVivo
O projeto criado por Park Sung-Hee e Na Hye Yeon consiste em transformar essa enorme quantidade de plástico em uma base para a construção de um novo “continente”. Os arquitetos chamam a ideia de “Ilhas Flutuantes” e, se depender do lixo que está em movimento nos oceanos, é provável que a ideia se torne real.
A estrutura seria dividida em módulos, cada um deles contando com três coletadores, que além de permitirem a navegação pelo oceano, também coletam o lixo encontrado no caminho. Após estarem completos, os módulos são fechados e se conectam ao “continente”.
Os arquitetos planejam levar vida à superfície destes módulos, tornando-os verdadeiras ilhas habitáveis. Por isso, o módulo central deve ser coberto com solo, para permitir o cultivo de alimentos. Os módulos vazios seriam utilizados como um complemente para o ecossistema local, com mangues e pradarias.
O continente artificial ainda teria um resort e hidrovias que permitiriam a prática de atividades náuticas. Para deixar o local confortável e autossuficiente o complemento seria feito através da inserção de criações animais e vegetais. Com informações do Inhabitat.
Via: CicloVivo
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