A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Em consequência da enorme quantidade de plástico produzida e descartada constantemente, os oceanos estão repletos de resíduos deste tipo. O Pacífico possui inclusive um ponto chamado de ilha de plástico. Uma dupla de arquitetos sul-coreanos planejou uma alternativa que deve minimizar este problema.
O projeto criado por Park Sung-Hee e Na Hye Yeon consiste em transformar essa enorme quantidade de plástico em uma base para a construção de um novo “continente”. Os arquitetos chamam a ideia de “Ilhas Flutuantes” e, se depender do lixo que está em movimento nos oceanos, é provável que a ideia se torne real.
A estrutura seria dividida em módulos, cada um deles contando com três coletadores, que além de permitirem a navegação pelo oceano, também coletam o lixo encontrado no caminho. Após estarem completos, os módulos são fechados e se conectam ao “continente”.
Os arquitetos planejam levar vida à superfície destes módulos, tornando-os verdadeiras ilhas habitáveis. Por isso, o módulo central deve ser coberto com solo, para permitir o cultivo de alimentos. Os módulos vazios seriam utilizados como um complemente para o ecossistema local, com mangues e pradarias.
O continente artificial ainda teria um resort e hidrovias que permitiriam a prática de atividades náuticas. Para deixar o local confortável e autossuficiente o complemento seria feito através da inserção de criações animais e vegetais. Com informações do Inhabitat.
Via: CicloVivo
O projeto criado por Park Sung-Hee e Na Hye Yeon consiste em transformar essa enorme quantidade de plástico em uma base para a construção de um novo “continente”. Os arquitetos chamam a ideia de “Ilhas Flutuantes” e, se depender do lixo que está em movimento nos oceanos, é provável que a ideia se torne real.
A estrutura seria dividida em módulos, cada um deles contando com três coletadores, que além de permitirem a navegação pelo oceano, também coletam o lixo encontrado no caminho. Após estarem completos, os módulos são fechados e se conectam ao “continente”.
Os arquitetos planejam levar vida à superfície destes módulos, tornando-os verdadeiras ilhas habitáveis. Por isso, o módulo central deve ser coberto com solo, para permitir o cultivo de alimentos. Os módulos vazios seriam utilizados como um complemente para o ecossistema local, com mangues e pradarias.
O continente artificial ainda teria um resort e hidrovias que permitiriam a prática de atividades náuticas. Para deixar o local confortável e autossuficiente o complemento seria feito através da inserção de criações animais e vegetais. Com informações do Inhabitat.
Via: CicloVivo
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