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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

23 de set de 2012

Pesquisadores desenvolvem tecnologia que transforma calor desperdiçado em eletricidade



O material termoelétrico foi apresentado como o mais eficiente para aproveitar o calor em novas fontes de energia. | Foto: Mercouri Kanatzidis / Northwestern University
 
A nova técnica foi desenvolvida por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Northwestern (Evanston, Estados Unidos). Eles afirmam que conseguem transformar entre 15% e 20% do calor residual, que é desperdiçado nos centros urbanos, em eletricidade útil.

O material termoelétrico desenvolvido pela equipe foi apresentado como o mais eficiente do mundo para aproveitar o calor em novas fontes de energia. Os detalhes foram publicados em um artigo da revista britânica Nature, na última quarta-feira (19).

A tecnologia faz uso de nanoestruturas e tem como base o telúrio de chumbo, um semicondutor utilizado pela primeira vez para fornecer energia renovável, termoelétrica, para as missões lunares Apolo.

Diversos especialistas ajudaram na fabricação deste novo material, que pode ser aplicado em diversas áreas, entre elas as indústrias automotivas, as refinarias, usinas de carvão ou de gás.

"O nosso sistema é o melhor desempenho do sistema termelétrico, em qualquer temperatura", afirma Mercouri Kanatzidis, o cientista que liderou a pesquisa, no site da Universidade de Northwestern. "O material pode converter calor em eletricidade na maior eficiência possível. A este nível, há perspectivas realistas de recuperação de calor de alta temperatura para transformá-lo em energia útil", completou.

O pesquisador Vinayak Dravid que também participou da elaboração da nova técnica acredita que este foi um importante contribuição para o desenvolvimento de novas alternativas. "As pessoas muitas vezes perguntam: qual é a solução de energia? Mas não há uma solução única. Essa não é a resposta para todos os nossos problemas de energia, mas é uma parte importante da equação". Com informações do iG.

Rio promove fórum para incentivar uso da bicicleta como meio de transporte



O Rio de Janeiro quer chegar a 2016 com 450 quilômetros de ciclovias. | Foto: BiciRio/Divulgação
 
Reforçar a cultura da bicicleta como meio de transporte é o principal objetivo do 2º Fórum Internacional da Mobilidade por Bicicleta (BiciRio), que a Secretaria Municipal do Meio Ambiente promove a partir do próximo domingo (23), na capital fluminense.

Na última quinta-feira (20), o subsecretário municipal de Meio Ambiente do Rio, Altamirando Moraes adiantou à Agência Brasil que o evento vai começar informalmente nesta sexta-feira (21) com o lançamento do primeiro mapa cicloviário da cidade, destinado aos turistas nacionais e estrangeiros.

“Você tem todas as atrações turísticas do Rio de Janeiro e como chegar até elas de bicicleta. Tem todas as rotas. Se você tiver algum problema, há indicação de onde está delegacia, hospital, onde você pode consertar a bicicleta”. O mapa terá distribuição gratuita e informará também as regras para uso da bicicleta no município. “O mapa vai entrar no portfólio da cidade”, disse.

Segundo Moraes, a partir do próximo sábado (22), a SuperVia, concessionária que explora o transporte ferroviário urbano, a exemplo do que ocorreu com o Metrô do Rio, vai permitir a entrada gratuita de bicicletas nos trens, nos fins de semana. “A pessoa poderá entrar com sua bicicleta no trem, saltar em uma estação e fazer a complementação [do percurso] com a bicicleta”.

A programação do fórum será aberta no domingo (23), pela manhã, com um passeio ciclístico que sairá do Museu de Arte Moderna, no Parque do Flamengo, até o Mourisco, em Botafogo, retornando ao parque. O passeio já tem mais de 20 mil inscritos até agora. “Vai ser um grande passeio para incentivar e consolidar cada vez mais a questão da bicicleta como meio de transporte complementar e alternativo na cidade”.

Já na segunda-feira (24), serão feitas visitas técnicas para mostrar aos participantes do fórum que é possível fazer a integração da bicicleta com os demais meios de transporte público, “na tentativa de retirar mais veículos individuais da cidade”. No dia 25, haverá palestras e debates técnicos, no Centro Empresarial Rio. Na oportunidade, serão apresentadas experiências de projetos implantados em outras cidades do Brasil e do mundo.

A cidade do Rio de Janeiro é líder no país em quilômetros de ciclovias construídas. De acordo com Moraes, o município conta atualmente com 282 quilômetros de malha cicloviária em operação e deverá alcançar 300 quilômetros antes do final do ano. O objetivo a cada ano é somar mais 50 quilômetros, de modo a chegar a 2016 com 450 quilômetros de ciclovias. “A meta é chegar, pelo menos, a 10% das pessoas que usam a bicicleta como meio de transporte na cidade. Isso dá mais de 2 milhões de viagens de bicicleta por dia”. Hoje, são feitas um milhão de viagens diárias de bicicleta no Rio de Janeiro, considerando o sistema de bicicletas de aluguel e o deslocamento das pessoas com suas próprias “magrelas”. 

O secretário lembrou, ainda, que além de constituir uma alternativa de transporte, a bicicleta contribui para a redução dos gases de efeito estufa. Metodologia desenvolvida pelo Banco Mundial (Bird) está sendo aplicada pela secretaria para ver como o uso da bicicleta está reduzindo a emissão de gases poluentes na cidade. “A gente tem uma meta de chegar até o final do ano emitindo menos 8% do que emitia em 2005”.

O objetivo é mostrar que a cidade pode crescer de maneira sustentável. “E o uso da bicicleta contribui para isso”. Um estudo que está sendo elaborado pela prefeitura, em parceria com o Banco Mundial e a Coordenação de Programas de Pós-Graduação de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ), vai calcular a diminuição de gases poluentes alcançada com a utilização da bicicleta, nos últimos anos. 

O 2º Fórum Internacional da Mobilidade por Bicicleta (BiciRio) ocorre dentro da Semana Nacional do Trânsito. A agenda técnica terá mais de 300 participantes. Ela será aberta pelo vice-presidente da Federação Europeia de Ciclismo (ECF, na sigla em inglês), Frans Van Schoot. A entidade representa mais de 100 cidades europeias e responde pela organização da Conferência Internacional Velo-City Global. O secretário acredita que a vinda de Van Schoot ao Rio pode levar esse evento mundial a ser realizado, pela primeira vez, fora da Europa, na capital fluminense. “A gente está planejando fazer isso até 2016”. 

Alana Gandra, da Agência Brasil.           Via: Ciclo Vivo

Casa na Coreia do Sul gasta 1/8 da energia de uma construção comum



A ênfase do projeto é mostrar como é possível construir residências verdes com menos custo e sistema otimizados de fabricação. l Foto: Sergio Pirrone
 
Os arquitetos do escritório sul-coreano Unsangdong, juntamente com o Instituto Kolon de Tecnologia, projetaram uma casa passiva e certificada. Uma residência nesses padrões deve ser eficiente energeticamente e requerer baixo aquecimento e arrefecimento.

A casa foi chamada de E + Green Home e recebeu a certificação PH do instituto alemão Passivhaus. Para conseguir a aprovação do órgão é necessário que a estrutura ofereça um ambiente interno confortável a seus ocupantes gastando apenas, no máximo, 1/8 da energia dos edifícios tradicionais.

O processo de certificação da E + Green Home durou 15 meses, mas a equipe de arquitetos conseguiu alcançar os 33 itens rigorosos necessários para conseguir o selo. A casa ainda conta com outros conceitos e tecnologias sustentáveis. A ênfase do projeto é mostrar como é possível construir residências verdes com menos custo e sistema otimizados de fabricação.

A estrutura conta com 95 tecnologias diferentes para deixá-la o menos impactante possível. O primeiro ponto apresentado é o isolamento de alto desempenho e a utilização de várias janelas de densidade tripla, que proporcionam redução nos gastos energéticos. A iluminação e ventilação natural foram priorizadas para elevar a qualidade de vida dos moradores.

Os projetistas aplicaram sistemas que evitam a saída de ar pelas janelas, mantendo a temperatura interna em uma constante. Além disso, a obtenção energética é feita a partir de tecnologias que aproveitam o calor natural e a luz do sol.

A casa é inteligente e conta com monitores que controlam a concentração de CO2. Outros 450 sensores são instalados para monitorar o funcionamento das tecnologias, enquanto um sistema especial pode guardar ou combinar a produção e gasto energético para aumentar a eficiência.
Fonte: Ciclo Vivo

20 de set de 2012

Embalagens sustentáveis vão além da capacidade de reciclar

Uma ideia do Unplug Design, no qual a embalagem vira uma bola

Apesar de pouco importantes para muita gente, as embalagens são grandes vilãs da natureza. A produção, utilização e descarte delas implicam em impactos ambientais, visto que a embalagem, ao final de seu processo de consumo, inevitavelmente acaba como lixo urbano. A questão é: existem maneiras possíveis de torná-la sustentavelmente bem sucedida, seja pelo uso de materiais, seja pelo processo de fabricação ou pelo seu consumo consciente?

Segundo a designer Babi Tubelo, os materiais, a logística e a reciclabilidade estão entre as principais ferramentas a caminho de um design de embalagem visando a ecologia ambiental, imprescindível no mundo moderno. Quanto mais diversidade de material em uma mesma embalagem, mais será seu impacto para o meio ambiente. Já o uso de apenas um material facilita sua reciclagem.

A embalagem sustentável deve atender pelo menos a três dimensões:
Garantir a proteção ao produto;
Escolher aquela que implica menos impactos ambientais, medidos segundo a Análise do Ciclo de Vida (ACV) do produto;
Saber como os materiais de embalagens são destinados no fim de vida útil, seja por compostagem, aterro sanitário, reciclagem química, reciclagem mecânica ou reciclagem energética.

Segundo especialistas, o ato de projetar produtos em prol da sustentabilidade é tecnicamente possível. Para que isso ocorra são necessárias mudanças de comportamento e alterações nos padrões da sociedade, a fim de que alternativas inovadoras de design sejam, de fato, bem aceitas.

Economia em material e logística

Embalagens de ovos utiliza menos material e pode ser melhor empilhada

Economizar no material e facilitar a logística são aspectos essenciais para uma embalagem ser considerada sustentável. E muitas vezes não se dá muita importância a esses dois pontos. Mas, não é assim que pensa a designer húngara e estudante de graduação Otília Andrea Erdelyi. Ela redesenhou a embalagem de ovos, tornando-a ainda mais minimalista, materialmente eficiente e visualmente atraente.

Além de economizar matéria-prima, a caixa de ovos, chamada de Erdelyi, foi projetada para ser empilhada facilmente. Os ovos são colocados em forma de elipse e para o consumidor retirar os ovos da embalagem basta inclinar uma das laterais.

Embalagens recicláveis

Para transformar a embalagem em cúpula de abajur, basta desdobrar a caixa, 
vira-la ao contrário e instalar a lâmpada Foto: Divulgação

Outro ponto mais conhecido e também essencial, para se alcançar uma embalagem sustentável, está no seu poder de reciclabilidade, ou seja, a capacidade que ela tem de ser aproveitada depois de utilizada.

Atualmente, com a grande preocupação ambiental, muitas indústrias estão inovando os seus produtos, fabricando embalagens que podem ser recicladas após serem utilizadas.

Um exemplo está na lâmpada de última geração Lemnis Lighting, já mostrada no EcoD, que desenvolveu uma embalagem capaz de se transformar em uma luminária para acomodá-la.
Fonte: Portal EcoD

Equipamento aproveita água do chuveiro para lavar roupa



A invenção tem função dupla, além de servir para o banho ele também é capaz de lavar roupas. | Imagem:Divulgação
 
O Washit é um chuveiro inteligente criado por quatro estudantes turcos. A invenção tem função dupla, além de servir para o banho ele também é capaz de lavar roupas, reduzindo os gastos com água.

Inicialmente o projeto foi pensado para fins acadêmicos, no entanto o equipamento atingiu níveis mais altos ao vencer um prêmio internacional de design. A valorização se deu pela concepção do Washit e por sua eficiência e praticidade.

A criação possui um sistema de canalização fechada, com duas bombas de água, três filtros (de carbono, orgânico e de produtos químicos), uma fase de limpeza UV, um aquecedor e uma unidade de armazenamento de água.

O equipamento funciona da seguinte forma: enquanto o usuário está usando o chuveiro, o Washit recolhe a água residual do banho, que passa pelos filtros e é encaminhada a uma unidade de armazenamento. Depois de passar pelo processo de purificação, a água pode ser usada novamente para o banho ou para a lavagem de roupas, através da estrutura acoplada ao boxe.

O principal motivador para o projeto foi o enorme gasto de água para as duas atividades: banho e lavagem de roupa. De acordo com o site dos criadores, um banho de 15 minutos gasta aproximadamente 150 litros de água, enquanto a máquina de lavar gasta, em média, 38 litros por lavada. A solução foi juntar as duas atividades e tornar ambas mais eficientes.

De acordo com os estudantes, é possível utilizar o Washit em escala doméstica e também aplicá-lo a banheiros públicos. O equipamento ainda é apenas um conceito, portanto não está disponível comercialmente. Com informações do Inhabitat.

Fonte: CicloVivo

14 de set de 2012

Italiano cria forno solar capaz de dessalinizar água



De acordo com o criador, a estrutura é capaz de produzir até cinco litros de água potável por dia. | Foto: Divulgação
 
O designer italiano Gabrielle Diamanti criou uma tecnologia simples para transformar água salgada em água potável. O projeto foi apelidado de Eliodomestico e também funciona como forno solar.

A inspiração do designer veio a partir de uma comoção frente à crise mundial de água e pela intenção em criar um equipamento que pudesse auxiliar comunidades em todo o mundo, que sofrem por não terem acesso à água limpa.

Nem sempre as tecnologias precisam ser complicadas para serem eficientes. A criação de Diamanti é a prova disso. O Eliodomestico funciona como um coador de cabeça para baixo, que dessaliniza a água salgada.

O forno cerâmico é divido em três partes principais. O recipiente preto é o local onde a água salgada é armazenada. Assim, com o calor do sol a água cria vapor, que é empurrado pela pressão através de um tubo de seção. O vapor é condensado contra a tampa do forno, na parte inferior, e em seguida escorre para a bacia de coleta.

De acordo com o criador, a estrutura é capaz de produzir até cinco litros de água potável por dia. Outra vantagem é o preço para a fabricação, estimado em US$50, aproximadamente R$100. O forno foi projetado com um design ideal para ser carregado na cabeça, forma comum à África subsaariana.

O designer pretende criar projetos que permitam que famílias necessitadas em todo o mundo tenham acesso ao Eliodomestico. Com informações do TreeHugger.

Edifício eficiente tem cobertura externa que protege as janelas do sol



As condições climáticas locais foram responsáveis pelo aspecto arquitetônico mais inusitado desta construção. | Imagem: Divulgação/Aedas
 
O escritório de arquitetura Aedas foi o responsável pelo projeto dos prédios da Sede do Conselho de Investimentos de Abu Dhabi. A construção possui duas torres de 25 andares, design contemporâneo e diversos conceitos sustentáveis.

A primeira preocupação da equipe foi em projetar um edifício eficiente. Por isso os telhados foram equipados com placas fotovoltaicas, capazes de gerar aproximadamente 5% da energia necessária para abastecer toda a estrutura. Eficiência energética também consiste em criar estratégias para reduzir o consumo. Assim, os arquitetos priorizaram o uso de vidro, para permitir a entrada da luminosidade natural.

As condições climáticas locais foram responsáveis pelo aspecto arquitetônico mais inusitado desta construção. Concluído em junho deste ano, o projeto é praticamente envolvido por uma proteção que impede que os raios solares incidam diretamente sobre as janelas dos escritórios.

A cobertura é composta por um conjunto de triângulos, feitos em fibra de vidro, programados para responder ao movimento do sol. Ela está aplicada a dois metros da superfície do prédio e permite maior conforto térmico interno. Durante a noite, a tela externa é fechada, tornando a abrir assim que o dia amanhece e os raios solares voltam a brilhar.

A estimativa é de que a tecnologia seja capaz de reduzir o calor em até 50%, minimizando assim a necessidade do uso de sistemas de resfriamento interno. Peter Oborn, vice-presidente do Aedas, explicou que o projeto mescla o uso de uma técnica antiga de forma moderna e deve contribuir para que os Emirados Árabes criem tecnologias a fim de assumir um papel de liderança na área de sustentabilidade. Com informações do Archdaily.

Compositor Paulo Jobim fala sobre sustentabilidade


Essa postagem vai é  para as minhas amigas Arquitetas, que se formaram comigo na USU, e com o Paulinho. Apesar da vida afastar as pessoas fica sempre o carinho e a lembrança dos tempos de faculdade. Bom rever nossos amigos mesmo que seja através da net, esse meio de comunicação que alcança o mundo, não tem fronteiras.

Fonte: Ciclo Vivo

Rio plantará 34 milhões de mudas para reduzir emissão até Olimpíadas



O número de mudas a serem plantadas é mais do que o dobro da necessidade real do estado. | Foto: Fabiano Osorio/SXC
 
A Secretaria Estadual do Ambiente pretende plantar 34 milhões de mudas de espécies de Mata Atlântica até 2015. O programa de replantio foi anunciado na última quinta-feira (13) por Carlos Minc, Secretário do Ambiente do Estado do Rio de Janeiro.

O reflorestamento faz parte do plano de encargos assinado pelo governo do estado para a realização dos Jogos Olímpicos de 2016. Uma das obrigações estabelecidas no documento trata da redução das emissões de gases de efeito estufa no período do evento.

Foram demonstradas, por meio de um mapa, as áreas que receberão as mudas. Empresas que, por algum motivo, precisaram desmatar alguma área de preservação ficarão responsáveis pelo replantio. Para fiscalizar os envolvidos no reflorestamento, o cidadão terá uma página na internet com acesso a essas informações no próximo mês.

Minc informou que o número de mudas a serem plantadas é mais do que o dobro da necessidade real do estado, que está em aproximadamente 15 milhões de árvores. Ele disse que, para aumentar a precisão dos dados, uma empresa foi contratada para fazer a análise imparcial das áreas degradadas, com previsão de conclusão até dezembro.

A secretaria estima que, com a iniciativa, cinco mil empregos diretos sejam criados. Para suprir a necessidade da produção das mudas, 15 viveiros estão sendo construídos na região noroeste do estado e no Vale do Paraíba. Essas duas regiões vão ganhar também um projeto de criação de renda com a plantação de seringueiras para extração de látex.

“Além de preservar, nós vamos criar muitos empregos. Não é só plantar, é preciso fazer também a manutenção dessas árvores. Isso é um benefício que vai além da redução dos gases [de efeito] estufa durante as Olimpíadas”, destacou Carlos Minc.

De acordo com a secretaria do Ambiente serão investidos, até o final de 2015, cerca R$ 500 mil na iniciativa. A quantia envolve investimentos dos governos federal e estadual, além de recursos de empresas privadas.

Fonte: Agência Brasil        Via:  Ciclo Vivo

6 de set de 2012

Arquiteto francês projeta edifício com vasos de bambu na fachada



A maior parte da fachada do prédio é coberta por vasos em que crescem bambus. | Foto: Divulgação
 
A Tower Flower (Torre Flor, em português) foi construída na França, em 2004, e reserva uma visão inovadora a todos aqueles que passam pelo edifício parisiense. A maior parte da fachada do prédio é coberta por vasos em que crescem bambus.

O projeto é do arquiteto Eduard François, com a proposta de dar um tom verde ao prédio residencial instalado em meio a um mar de concreto que é a capital francesa. A ideia deu certo. Os 380 vasos espalhados pela fachada levam um ar de floresta aos moradores locais.

A arquitetura do prédio é bastante tradicional, sem grandes aplicações tecnológicas ou inovações em termos de design. No entanto, o uso do bambu oferece uma visão totalmente diferente do edifício. Os ambientes internos ficam mais frescos, por conta da vegetação, e a iluminação natural passa pelas folhas do bambu, contribuindo para uma economia energética.

Os bambus são dispostos em vasos instalados em fileiras ao redor do prédio. O espaçamento não é uniforme e à primeira vista parece que os vasos estão no limite das sacadas, prontos para cair a qualquer vento mais forte. Porém, este perigo está descartado, já que os vasos de mais de um metro estão incorporados à estrutura.

O bambu é um importante aliado às estratégias de absorção dos gases de efeito estufa. As florestas de bambu retêm 70% mais CO2 que as árvores comuns, além disso, ele tem crescimento rápido e pode ser usado como matéria-prima para diversas produções. Com informações do Inhabitat.

Via: CicloVivo

Bairro da zona leste possui maior índice de uso de bike em São Paulo



De toda a população residente no Jardim Helena 9% utiliza bicicleta. | Foto: CicloFaixa
 
Os moradores do bairro Jardim Helena, da zona leste de São Paulo, lideram o ranking dos distritos que mais usam a bicicleta como meio de transporte. Pedalar nas ruas planas é fácil e não custa nada, aliás, apenas a energia do próprio corpo.

Levar os filhos à escola de bike é uma prática bastante comum no bairro. Mas, por ser uma região periférica, nem todos têm condições de comprar uma bicicleta para os filhos. Mas, isso não é problema. Eles são levados nas garupas, nos quadros e até dentro de caixas plásticas amarradas ao bagageiro.

Algumas pessoas utilizam a bicicleta para trabalhar e quando o emprego é longe demais para traçar o caminho pedalando, a bike é deixada na estação de trem da CPTM. Elas ficam guardadas no bicicletário, enquanto o proprietário segue viagem.

No Jardim Helena também é crescente a moda de grupos de jovens ciclistas. Como parte de uma nova tribo, os adolescentes saem às ruas com bikes personalizadas para serem identificadas pelos usuários. Há grupos com até 50 bicicletas customizadas.

De toda a população residente no Jardim Helena 9% utiliza bicicleta. O índice foi comparado à Europa pela reportagem da Folha. Em Berlim, por exemplo, o percentual de uso é de 14%. Se por um lado o bairro possui índice de países europeus nesse quesito, por outro ele esta classificado com o sexto pior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).

Na capital alemã, o uso da bike é muito incentivado. A cidade possui uma estrutura com cerca de 700 metros de vias exclusivas por quilômetro quadrado, já em São Paulo a média é de 30 metros por quilômetro quadrado.

O bicicletário da estação de trem próximo ao bairro está lotado. São 256 vagas para 1.403 usuários cadastrados. Diferente da estação Villa-Lobos, na zona oeste, que possui 266 vagas para apenas 60 cadastrados. A CPTM afirma que estuda ampliar as unidades da zona leste.

Um projeto cicloviário para as regiões da zona leste, Jardim Helena, Itaim Paulista, Itaquera e Guaianazes está pronto, mas não saiu do papel. O mesmo ocorre com projetos das zonas norte e sul. Todos eles foram substituídos pelas ciclorrotas não programadas da Mooca, Lapa e Butantã.

A CET não tem um prazo para que os projetos da zona leste sejam colocados em prática. Com informações da Folha.

Via: CicloVivo

Cientistas norte-americanos aumentam potência de placa solar usando espinafre



Já foi criado na universidade um protótipo da placa solar com espinafre. | Foto: Amrutur Anilkumar / Vanderbilt University
 
Pesquisadores da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos, encontraram uma maneira de aumentar a eficiência da energia solar. Utilizando a proteína da fotossíntese do espinafre, eles tornaram a célula solar 2,5 vezes mais potente.

A técnica foi detalhada em um estudo publicado no periódico científico "Advanced Materials", na última terça-feira (4). O professor de química David Cliffel, um dos responsáveis pelo projeto, explica que foi realizado um experimento combinando espinafre e silício. O vegetal possui uma proteína que permite transformar luz em energia, enquanto o silício é um material usado em placas solares.

O resultado é que com essa combinação houve uma produção de corrente elétrica duas vezes e meia maior do que outras células solares e também a uma voltagem maior. "A combinação produziu corrente elétrica quase mil vezes maior do que se usássemos a proteína com outros tipos de metal", afirmou o professor Cliffel, em entrevista ao site da Universidade Vanderbilt.

Os pesquisadores estudam agora construir uma placa solar totalmente funcional com os mesmos componentes. De acordo com o projeto, o painel terá 60 centímetros e produzirá energia suficiente para acender pequenos aparatos elétricos, como lâmpadas.

Segundo a Universidade Vanderbilt, a tecnologia dos cientistas norte-americanos já foi premiada duas vezes, uma pela Agência de Proteção Ambiental dos EUA e outra por uma feira nacional de design sustentável.

A pesquisa deixa claro que a ideia de utilizar proteínas da fotossíntese para produzir energia elétrica não é nova. Há pelo menos 40 anos a tecnologia foi descoberta, porém vêm se aperfeiçoando ao longo do tempo. Já foi criado na universidade um protótipo da placa solar. Com informações do G1.

Fonte: CicloVivo