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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

22 de mai de 2012

Conheça projetos de cozinhas inteligentes para facilitar o preparo de refeições especiais

Elas podem ser as protagonistas de uma residência. Principalmente quando são inteligentes, ou seja, planejadas para se destacar não só pela beleza, mas também pela eficiência. Montadas com elementos modulares pré-fabricados ou com projetos feitos sob medida, ascozinhas trazem equipamentos com design moderno que facilitam a execução de tarefas. A disposição dos utensílios também contribui para deixar a cozinha mais esperta e proporcionar todo o conforto para quem curte fazer refeições especiais. Veja:


A LCD Cuccina da Treselle faz parte de uma linha de armários que já vem a TV camuflada na porta de 
um dos módulos. Quando o aparelho está desligado, passa despercebido (Fotos: Divulgação)

Na cozinha da Bontempo, as gavetas são abertas com um leve toque


A designer de interiores Roberta Devisate utilizou armários que simplificam e facilitam a organização da cozinha, com gavetas que possuem espaços definidos para cada utensílio.


O projeto da arquiteta Estela Netto possui gavetas com freios que facilitam a vida do usuário. Além disso, o forno embutido é outro recurso que traz mais conforto aos usuários, pois possui uma altura ergonômica ideal, se comparado ao forno tradicional.

Nova York terá maior "fazenda de telhado" do mundo

Foto: BrightFarms

A cidade mais populosa do Estados Unidos, à procura de ser uma das mais sustentáveis também, vai abrigar a maior fazenda de telhado do mundo. Sim, isso mesmo: o telhado verde, já difundido pela sua capacidade de mitigar ilhas de calor e melhorar o ar urbano, ganhou uma nova versão mais produtiva.

A fazenda, localizada no terraço do edifício Sunset Park no Bronklin, Nova York, terá 100 mil m² e será administrada pela BrightFarms, empresa que se especializou a administrar hortas urbanas em estufas e telhados.


O empreendimento, iniciado em março, produzirá até mil toneladas de produtos por anos, entre eles tomates, alfaces e ervas. Estima-se que a quantidade seja o suficiente para satisfazer o consumo de vegetais de 5 mil nova-iorquinos. Os produtos serão cultivados por meio da cultura hidropônica, utilizando água captada da chuva para desenvolver os alimentos. Aproximadamente, 1,8 milhões de galões de água serão desviados dos esgotos da cidade.

A agricultura urbana é inovadora uma vez que gera empregos e reduz a extensão e a complexidade da cadeia de abastecimento dos produtos, trazendo ao consumidor vegetais mais frescos e sustentáveis. A previsão é que a primeira colheita da fazenda do Sunset Park ocorra na primavera de 2013.

Fonte: Portal EcoD

Capital da Coreia do Sul busca criação de espaços sustentáveis

O projeto, que deverá ser concluído até 2016, pretende atender os clientes 
internacionais de negócios de Seul/Imagens: Divulgação

O governo da capital da Coreia do Sul, Seul, está interessado em criar novos conceitos de arquitetura para transformar o ambiente atual. Para isso, o órgão criou o projeto “Project R6”, com a ideia de desenvolver um espaço sustentável.

Projetada pela empresa REX, sediada em Nova York, e mais de 15 escritórios de arquitetura, a torre terá o formato de um armário de arquivamento com as gavetas abertas. Ao puxar as camadas da torre em direções opostas, as pequenas unidades manterão seus tamanhos, mas serão esticadas em proporções favoráveis que oferecem pontos de vista, além de maximizarem a luz do dia em ambos os lados e proporcionar uma excelente ventilação cruzada.

A torre terá o formato de um armário de arquivamento com as gavetas abertas

Segundo o portal Deseen, o edifício com 144 metros de altura terá um pátio com jardim e um centro oco para permitir que os residentes se misturem e interajam. Os andares superiores da torre serão compostos por um conjunto de apartamentos com vista para o pátio, já os níveis inferiores serão cercados por lojas para atender as necessidades dos ocupantes, evitando assim deslocamentos.

O edifício terá um pátio com jardim e um centro oco para permitir que os residentes se misturem e interajam

Ao contrário de muitos apartamentos, a torre projetada pela REX será mais utilizada por ocupantes de curto prazo. Por isso, os designers limitarão o interior da maioria dos apartamentos em 40 m². Paredes móveis serão postas no intuito de economizar espaço, assim como cortinas dos interiores de black-outs para ajudar a controlar o brilho.

Os apartamento terão paredes móveis 

O projeto, que deverá ser concluído até 2016, pretende atender os clientes internacionais de negócios de Seul.
Fonte: Portal EcoD

21 de mai de 2012

IKEA lança câmera digital reciclável

A IKEA criou uma câmera reciclável feita de papelão do tamanho de um cartão de crédito que funciona com 2 pilhas AA, registrando fotos com resolução de 2.3 MP e com capacidade de 40 fotos. Ideia genial para pessoas que precisam tirar fotos de algum momento especial mas esqueceram sua câmera em casa.

Fonte: Nosso Impacto

20 de mai de 2012

Fotos incríveis: conheça três piscinas suspensas pelo mundo

Transparente, no teto, na varanda do apartamento... A criatividade dos arquitetos parece não ter limites, quando o assunto é piscina. O único problema é que muitas ficam em residências de luxo e fora de alcance para quem sonha em dar um mergulho nelas. Abaixo, você encontra três tanques suspensos, localizados em hotéis nosEstados Unidos, na Austrália e em Dubai. Quem sabe você não realiza esse desejo nas próximas férias?

INTERCONTINENTAL FESTIVAL CITY, EM DUBAI, NOS EMIRADOS ÁRABES 
Famosa por seus arranha-céus modernos, com estilo futurista, a cidade não poderia estar fora da lista. A piscina que você vê na foto é enorme, mas esta pontinha é a parte mais atrativa. Isso porque ela ultrapassa o limite do prédio e a parte extra é de vidro. Como é transparente, quem passa na rua e olha para cima pode ver as pessoas dentro da piscina e vice-versa.



JOULE HOTEL, EM DALLAS, NOS ESTADOS UNIDOS 
O Joule é um dos hotéis mais luxuosos de Dallas, no Texas. A piscina, localizada na cobertura do edifício, se destaca entre os pontos altos da arquitetura. Assim como a do Intercontinental, de Dubai, um pedaço do tanque também ultrapassa o limite do prédio. A diferença é que, apesar de ter a lateral de vidro, o fundo não é transparente. À noite, a área ganha uma iluminação especial.

ADELPHI HOTEL, EM MELBOURNE, NA AUSTRÁLIA 
Este projeto também se estende além da estrutura do prédio e fica localizado no topo. Com piso e laterais transparentes, a parte suspensa também é segura por vigas, que receberam pintura vermelha. Um dos serviços do hotel permite que uma pessoa alugue a cobertura para uso privativo. Nada mal para uma festa em volta da piscina, não é?

15 de mai de 2012

Novo México irá construir cidade para testar tecnologias sustentáveis


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A cidade teste não será habitada/Imagem:Divulgação

A empresa norte-americana Pegasus Global Holdings especializada em desenvolvimento internacional de tecnologia, anunciou planos para construir uma cidade ao longo de 20 km no deserto de Lea County, região do Novo México (Estados Unidos), que servirá para testar infraestrutura e tecnologias sustentáveis.

Com capacidade para 35 mil pessoas, a cidade chamada de Cite (Centro de Avaliação Testes e Inovações) não será habitada, mas cada casa será projetada como se fosse, incluindo sistemas cotidianos, como aparelhos eletrônicos e sanitários.

Segundo o portal ArchDaily, ela terá o porte de uma cidade americana moderna, e vai integrar ambientes urbanos e suburbanos do mundo real, juntamente com todos os elementos típicos de infraestrutura que compõem as metrópoles de hoje. Isso irá fornecer aos clientes uma oportunidade única para testar e avaliar tecnologias em condições que simulam mais aplicações da realidade.

Os pesquisadores pretendem testar tudo, desde sistemas de tráfego inteligentes para a próxima geração de redes sem fio em máquinas de lavar automáticas até auto-descarga em sanitários.

A construção está prevista para começar em 30 de junho. O custo inicial de desenvolvimento é estimado em US$ 400 milhões, mas o investimento total deverá superar os US$ 1 bilhão. O projeto pretende criar 350 postos de trabalho permanentes.

Algumas das principais aplicações previstas para serem testadas e avaliadas dentro do Cite incluem:
Sistemas Inteligentes de Transportes (ITS)
Energia Verde: Geração de Energia Alternativas de Energia (por exemplo, geotérmica, solar)
Smart Grid Technologies
Telecomunicações
Desenvolvimento de Recursos (por exemplo, Dessalinização)
Segurança

Assista o vídeo do projeto:





Fonte: Portal EcoD

Economia solidária gera renda para 2,3 milhões de brasileiros


Avemare é exemplo de sucesso na área da reciclagem de resíduos sólidos/Foto: Divulgação

As cooperativas de trabalhadores tornaram-se, nos últimos anos, uma boa alternativa para milhares de brasileiros que encontram dificuldades de entrar no mercado de trabalho. A economia solidária, que passa praticamente despercebida por boa parte da sociedade, gera renda para 2,3 milhões de pessoas no país e movimenta, em média, R$ 12,5 bilhões por ano.

Segundo levantamento da Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes), existem no país 30.829 empreendimentos econômicos solidários e o faturamento deles chegou a 0,33% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2010 (R$ 3,7 trilhões).

Um bom exemplo de economia solidária é a Cooperativa de Catadores Autônomos de Materiais Recicláveis da Vila Esperança (Avemare), criada há seis anos por 40 pessoas, em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, após a prefeitura fechar o lixão da cidade. Hoje, a Avemare tem 90 cooperados, que conseguem uma renda média mensal de R$ 1,5 mil.

De acordo com Iraci Alves, de 57 anos, que deixou a Bahia há 19 anos com seus três filhos, a situação dela e dos cooperados melhorou muito após a criação da Avemare. “Vim buscando uma condição de vida melhor, mas acabei indo trabalhar no lixão de Santana de Parnaíba. Conseguíamos tirar nosso sustento, mas era uma situação muito perigosa para a nossa saúde”, lembrou. A história de Iraci é muito parecida com a da maioria dos associados.

A cooperativa começou reciclando 60 toneladas de materiais e, hoje, alcança uma média de 375 toneladas por mês, mas já teve pico de 500 toneladas, de acordo com Iraci. “Com 60 toneladas não dá nem pra rodar uma esteira”, relembrou. Agora, a cooperativa conta com duas esteiras, além de empilhadeiras e prensadeiras, totalizando R$ 1 milhão de reais em equipamentos. “A verba veio de parceiros, da prefeitura, mas também de investimentos próprios”, explicou. A cooperativa é responsável pela reciclagem de 12,5% das 3 mil toneladas de resíduos produzidos na cidade.

“No início, a principal dificuldade foi trabalhar em grupo, porque antes, no lixão, era cada um por si”, relatou. As dificuldades encontradas no começo, no entanto, fazem com que a cooperada valorize ainda mais as conquistas alcançadas por meio da organização dos colegas catadores. Assim como Iraci, a maioria dos cooperados é formada por pessoas vindas de outros estados e com baixo nível de escolaridade.

“Agora trabalhamos com itens de segurança, fazemos as refeições na cooperativa, temos uma creche municipal pertinho, temos horário fixo de trabalho e podemos sair para ir ao médico, se precisarmos, por exemplo”, pontuou Iraci. Contribuição para Previdência Social e licença maternidade foram outros benefícios trabalhistas assegurados. “No lixão, as mulheres voltavam ao trabalho apenas um mês depois de dar a luz, porque precisavam do dinheiro para sustentar a família”.

Iracilda Alves, de 28 anos, é filha de Iraci e começou a trabalhar no lixão aos 9 anos de idade, junto com a mãe e os irmãos. Ela conta que na cooperativa, mais do que conseguir seu sustento, se sente valorizada como profissional. “Aqui aprendi a usar computador e conquistei a casa própria. Jamais pensaria em voltar para o lixão. Por outro lado, não penso em sair da Avemare”, destacou.

Nova realidade

Hoje, Iracilda é responsável pelo setor administrativo da cooperativa. Com o crescimento profissional, ela pensa em retomar os estudos, que foram abandonados na 8ª série do ensino fundamental, e se capacitar na área administrativa. Agora, ela pode ver as filhas Eduarda, de 7 anos, e Isabela, de 2, crescerem sem enfrentar as dificuldades pelas quais passou. “Elas vão ter uma infância completa e ter oportunidades de crescer com os estudos”, comemorou.

Atualmente, a cooperativa conta com uma lista de espera de cerca de 200 pessoas interessadas em trabalhar lá. Um dos recém-chegados é Jonas dos Santos, de 35 anos, que chegou há apenas três semanas e comemora a vaga conquistada. “Antes recebia mais ou menos R$ 500 como borracheiro e agora espero ganhar mais. Além disso, você ajuda a natureza, porque a cidade avança e acaba com tudo”, observou o cooperado.

De acordo com a Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes), houve um acréscimo de 88% de pessoas inseridas na economia solidária entre 2005 e 2011. O Ministério do Trabalho define a economia solidária como uma forma “diferente de produzir, vender, comprar e trocar o que é preciso para viver. Sem explorar os outros, sem querer levar vantagem, sem destruir o ambiente. Cooperando, fortalecendo o grupo, cada um pensando no bem de todos e no próprio bem.”

Fonte: Portal EcoD

Museu do chocolate


A intenção ao projetar as estruturas de visitação pública da fábrica de chocolates da Nestlé é a de marcar a paisagem genérica da rodovia de ligação entre São Paulo e Rio, revelando a presença do espaço de visitação. Essa visibilidade se dará pela construção de torres de acesso ao novo percurso, em vidro e aço, que além da forte marca no entorno resolvem funcionalmente os fluxos conflitantes entre produção e visitação. A geometria estrutural e os materiais usados foram projetados para provocar uma experiência sensorial e perceptiva e contribuir para a apreensão das informações sobre a história e produção do chocolate distribuídas ao longo do percurso.
  
    
  
  
  
 Fotos Leonardo Finotti

O projeto é uma intervenção dentro da fábrica de chocolates da Nestlé. Construída na década de 60 foi planejada para receber publico externo porém de uma maneira precária e sem caráter museológico.
A intervenção resolveu três questões principais: conflito de fluxos entre o publico externo e trabalhadores, tornar o simples percurso num museu com conteúdo interativo e por fim demarcar com forte caráter a edificação existente e até então genérica.
Foram criadas duas torres e passarelas exteriores à fabrica, uma de acesso [menor] e outra na saída [maior e de frente à rodovia dutra], ambas compostas por conjunto de escada e elevador.

Esquema do conjunto - Metro Arquitetos Associados

A estrutura metálica das torres e passarelas é composta por perfis tubulares de 100mm de diâmetro com variações na espessura das paredes internas proporcionado com isso o mesmo detalhe de fixação dos vedos ora painéis de vidro laminado com película vermelha [face sul], ora chapa de aço expandida tipo brise [face norte]. Os pisos são em chapa de aço perfurada e contribuem para a ventilação natural e a drenagem, as coberturas são em chapa de aço lisa superior e inferior com EPS no miolo para melhor desempenho termo acustico. A estrutura é composta por módulos triangulares não-coplanares de 2.5m que se repetem a cada 10m, essa configuração além de auxiliar estruturalmente no contraventamento e com isso permitir uma estrutura mais esbelta faz com que os planos de vidro reflitam diferentes figuras da paisagem. Os vãos da passarela I são de 10 metros [apoiada sobre pilares e vigas metálicos de sessão variável] e no trecho entre a torre I e a fabrica 27.5metros. Já na passarela II o vão entre a torre e o pilar é de 15m e o balanço ate a fabrica é de 5m.

No interior do percurso foram projetados 10 núcleos temáticos em função da produção da fábrica, desde a matéria prima, passando pelos diferentes estágios de produção até a etapa final de embalagem. Foram abertas janelas circulares em pontos estratégicos. Cada núcleo tem cores, matérias e caráter distintos como trilha sonora, narração e cenografia específica.
Fonte: Vitruvius

Tramas e tecituras


Essa parede é a prova de que um material muito simples e tido para muitos como "pobre" consegue criar um efeito muito interessante através de sua repetição.

Neste caso, além da simples repetição, ele foi instalado em diferentes ângulos criando, além da textura, uma volumetria diferente, que fica ainda mais valorizada pelos efeitos de luz criados ao longo do dia.

Um outro projeto que explora essa idéia é a Casa Kimball, projetada pelo escritório Rangr Studio. Placas retangulares dispostas umas sobre as outras na diagonal criam uma trama leve que protege da incidência do sol e possibilita a ventilação.



Como no outro projeto, vistas de perto, as paredes são mais "brutalistas", mas de longe criam texturas leves que enriquecem as fachadas.

Fonte: Arch Daily2         Via: Arquitetando

10 de mai de 2012

Designers criam cadeiras de rodas recicladas para países subdesenvolvidos


Cadeiras de rodas são caras e muitas vezes inacessíveis para as pessoas que vivem em países de terceiro mundo. Para reduzir o custo das cadeiras, os designers catalães Josep Mora e Clara Romaní construíram cadeiras de rodas a partir de várias cadeiras baratas que estão disponíveis localmente.

Para criar as cadeiras os designers reciclaram cadeiras de rodas velhas. Suas rodas foram retiradas e anexadas em cadeiras disponíveis no local, tais como as de plástico e madeira. Na oficina de Inkuru Nziza os vários modelos estão sendo testados atualmente com pacientes de hospitais locais.


O objetivo é reduzir, tanto quanto possível, o custo das cadeiras de rodas. Ao comprar apenas as rodas e reciclar os materiais disponíveis localmente, o custo é reduzido drasticamente.

Para se certificar de que os usuários saberão como reparar o produto ele é convidado a assisti a fabricação em uma oficina local. A equipe do hospital também está sendo treinada para fazer cadeiras de rodas para continuar o trabalho uma vez que os designers irão regressar ao seu país.


Segundo o portal TreeHugger, as cadeiras podem não ser tão confortáveis de usar como as cadeiras de rodas padrão, mas elas são definitivamente melhor do que nada.

A dupla de designers está atualmente em Ruanda para testar a idéia e criar oficinas no intuito de incorporar as cadeiras de rodas finais no processo de produção.

Fonte: EcoD                      Via: Eco4planet

Argentino cria bicicleta de bambu



Foi o argentino Nicolás Masuelli, de 29 anos, quem criou essas bicicletas-com-natureza-embutida. O estudante de desenho industrial montou o quadro com bambu, um agregado de fibra de carbono e epoxi, usando metal apenas para os demais componentes como pedais, cambio e assento.

Meu lado cético diz que é preciso analisar a origem do bambu, mas enquanto não for um produto de série, vamos apenas apreciar a beleza da magrela.


Fonte: Eco4planet   via VidaBinária, dica de @alinelemos

Google Street View entra na floresta amazônica

Ano passado, o Google anunciou que estava explorando a Amazônia para nos trazer imagens da floresta e dos rios no Street View. Agora você pode conferir o trabalho, feito em parceria com a Fundação Amazonas Sustentável (FAS), no computador ou celular. O Google conseguiu acesso a várias áreas com acesso restrito ao público, então até mesmo quem já foi à Amazônia deveria conferir: clique aqui.

Google e FAS capturaram mais de 50.000 fotos para criar panorâmicas da floresta, rios e comunidades, pedalando o famoso triciclo do Street View pelos caminhos de terra, e navegando pelos rios em barcos com o equipamento do Street View instalado – GPS e câmera com lentes olho-de-peixe (fisheye). Você pode até entrar em comunidades locais e navegar pelo Rio Negro.



Fonte: Street View     via Official Google Blog              viaGizmodo US

6 de mai de 2012

Filtros de luz - Brise-soleil


O brise-soleil, palavra francesa que significa quebra-sol é uma boa opção para barrar parte da incidência solar, além de transformar as fachadas das edificações - de dia, agregam textura e à noite transformam as edificações em verdadeiras caixas de luz.
O brise pode ser feito de diversos materiais, como madeira, concreto, alumínio, zinco e até mesmo o vidro, com lâminas fixas ou móveis. Segundo Vassilios Pantazis, gerente da 
Refax Fachadas e Forros, nas versões móveis, o acionamento pode ser feito por controle automático ou fotocélulas.O tamanho, o material, a posição das lâminas (horizontais ou verticais) e seu espaçamento é definido pelo ângulo de incidência dos raios solares e pela quantidade de luz que se queira barrar.
No Brasil, o primeiro projeto a utilizar o brise-soleil foi o emblemático edifício Gustavo Capanema (1936-1945), no Rio de Janeiro, projetado pelos arquitetos 
Lucio Costa, Carlos Leão, Oscar Niemeyer, Affonso Eduardo Reidy, Ernani Vasconcellos e Jorge Machado Moreira.
Em São Paulo, sua utilização mais famosa se dá no Copan (1951-1966), projetado por Niemeyer.


Edifício Gustavo Capanema - brises protegem a fachada norte
Detalhe dos brises
Copan - brises de concreto se moldam à curvatura da edificação
Casa na praia de Juquehy, em São Sebastião, projeto de Álvaro Puntoni
Casa na praia de Juquehy, em São Sebastião, projeto de Álvaro Puntoni
Casa Schaeffer-Novelli, em São Paulo, projeto do escritório Nave Arquitetos
Casa Schaeffer-Novelli, em São Paulo, projeto do escritório Nave Arquitetos

Casa em Itu, projeto de Reinach e Mendonça

Casa em Itu, projeto de Reinach e Mendonça

Clínica de Odontologia em Orlândia, projeto do escritório MMBB 
Clínica de Odontologia em Orlândia, projeto do escritório MMBB
Clínica de Odontologia em Orlândia, projeto do escritório MMBB
Agência Loducca, em São Paulo, projeto de Triptyque
Brises verticais de madeira - execução de HC Madeiras
Brise de madeira (Wood Brise) - Imagem de divulgação Hunter Douglas
Termobrise - Imagem de divulgação Hunter Douglas
Metalbrise - Imagem de divulgação Hunter Douglas
Brise utilizado como pergolado - Imagem de divulgação Hunter Douglas

Algumas empresas que trabalham com o material: Hunter DouglasRefaxZetaflexSul Metais e Novo Rumo Metalúrgica.

Fonte: Arquitetando oficina de projetos