As tintas convencionais liberam compostos orgânicos voláteis (COVs) — substâncias tóxicas e potencialmente cancerígenas — que continuam sendo emitidas por semanas ou até meses após a aplicação, prejudicando a qualidade do ar interno e a saúde dos ocupantes. As "tintas ecológicas", por outro lado, são formuladas para eliminar ou reduzir drasticamente esses componentes nocivos, oferecendo uma alternativa mais segura para você e para o planeta. O que realmente define uma tinta ecológica? Nem toda tinta à base d'água é ecológica. Para ter esse apelo de verdade, ela precisa: - Ser "livre de COVs" ou ter níveis extremamente baixos; - Não conter solventes derivados do petróleo, metais pesados, formoldeído ou amônia; - Utilizar "pigmentos naturais ou minerais" em sua composição. Geralmente, as linhas ecológicas de marcas conhecidas já trazem essa indicação no nome ou na embalagem e são encontradas facilmente em lojas especializadas. Tintas naturais: tinta ...
Michael Buck, um professor de arte aposentado da universidade de Oxfordshire, na Inglaterra, em seus plenos 59 anos de idade decidiu usar seu tempo livre para inovar e nos presentear com mais um belo exemplo de arquitetura sustentável de baixo custo. Com um orçamento de 150 libras (Cerca de 600 reais), o professor utilizou os princípios básicos da construção em COB para levantar uma pequena moradia no jardim de sua casa. A construção hoje serve como inspiração para qualquer um que sonha com uma casa própria.
Antes de começar a construção, Buck passou cerca de dois anos coletando materiais locais que pudessem ser reaproveitados. Entre eles, pedaços de ferro, madeira, vidros retirados das janelas de um caminhão abandonado e até mesmo o assoalho de um barco abandonado por um vizinho.
A casa tem um estilo natural e pode ser a solução ideal para quem deseja uma vida mais simples. Seu interior é aquecido por um fogão à lenha que enquanto cozinha, produz calor suficiente para o conforto dos habitantes da casa. Já a água utilizada vem de um pequeno riacho que corre na proximidade do local.
O objetivo de Buck era mostrar que para se morar não é necessário pagar uma fortuna e nem viver escravo de hipotecas. “A casa não tem custo para a terra , você só precisa da terra para construí-la. Eu queria mostrar que as casas não precisam custar tanto. Vivemos em uma sociedade em que passamos a vida para pagar nossas hipotecas.”
Com cerca de R$600,00, o professor aderiu aos princípios básicos da construção em COB para construir uma pequena moradia no jardim de sua casa. COB é um material de construção composto por terra, areia e palha, similar ao adobe. O COB é a prova de fogo, resistente a atividade sísmica e com custo quase nulo. Pode ser usado para criar formas artísticas, esculturais e tem sido divulgado recentemente pelos movimentos de ecológicos, como a permacultura e a bioconstrução.
Antes de colocar o projeto em prática, Michel Buck passou cerca de dois anos selecionando materiais que pudessem ser reaproveitados. Como exemplo, temos: madeira, assoalho de um barco abandonado na vizinhança, vidros retirados das janelas de um caminhão também abandonado e pedaços de ferro.
Para quem deseja uma vida mais simples, este estilo de casa pode ser a solução ideal! A água utilizada pelos habitantes da casa é proveniente de um pequeno riacho que passa pela vizinhança. O interior da casa é aquecido por um fogão à lenha que, além de auxiliar na cozinha, gera calor suficiente para o conforto dos moradores da casa.
O intuito de Buck era ensinar e provar que, para se morar, não é necessário gastar muito e, muito menos, viver escravizado pelas hipotecas:
“A casa não tem custo para a terra , você só precisa da terra para construí-la. Eu queria mostrar que as casas não precisam custar tanto. Vivemos em uma sociedade em que passamos a vida para pagar nossas hipotecas.”
Fonte: Construir
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