Pular para o conteúdo principal

Detalhes construtivos com a taipa de pilão

Arrimo de solocimento traço 10:1, altura de 1,65 m, espessura de 25 cm, estruturado com pilares de madeira reutilizada. Campinas/SP – 1998.

Fundações para paredes estruturais em solocimento com espessura de 14 cm, traço 12:1. Pilares-guia de concreto nas quinas e vãos modulares para as aberturas. Casa do Arquiteto, Campinas/SP – 1993.
 

Arrimo de solocimento ensacado, com altura frontal de 3 m, 3000 sacos de farinha de trigo empilhados e compactados por fiada, drenos de PVC. Valinhos/SP – 1989.
 

Corte do oitão de solocimento monolítico. Espessura da parede com 16 cm, traço 12:1. Campinas/SP – 1993. 

Residência em paredes estruturais de solocimento monolítico, espessura 16 cm, traço 14:1. Aberturas em arcos feitas in loco com formas de madeira, com vergas embutidas no maciço. Campinas/SP – 1997.
 


Pilares-guia em madeira aparente com amarração macho-fêmea nas paredes estruturais em solocimento, traço 16:1, espessura 16 cm. Campinas/SP – 1987.
 


Parede com espessura de 16 cm e altura de 5,60 m. Em solocimento monolítico, traço 20:1. Verga de madeira e viga embutida com cimento e arame farpado (a mancha de cimento na horizontal logo a cima da verga de madeira). Fachada do escritório ArquiTerra, Campinas/SP – 1995.

Procedimento de compactação manual com formas de madeira, espessura 20 mm, nas dimensões de 0,55 m x 2,20 m com 8 parafusos. Campinas/SP – 1993.

Compactação manual com pilões de madeira para valas de fundação em solocimento, traço 10:1. Treinamento e capacitação de mão - de – obra. Salvador/BA – 1989.

Compactação mecânica de valas de fundação em solocimento, traço 10:1. Ribeirão Preto/SP – 1992.

Amarração em “T” de paredes de solocimento. Detalhe de pilares-guia de concreto macho/fêmea. Ribeirão Preto/SP – 1992.

Procedimento de corte das paredes para o apoio dos telhados. Espessura das paredes de 20 cm e traço de 12:1. Ribeirão Preto/SP – 1992.

Painéis de solocimento monolítico, com 5 m de altura e espessura de 16 cm no traço 12:1, possibilitando um mix de materiais e desenhos. Campinas/SP – 1997.
 

Visão geral do canteiro de obras da residência com 725 m² em solocimento monolítico. Ribeirão Preto/SP – 1992.

Sistemas de gabaritos de madeira travados por dentro e desmontáveis, para embutir nas formas e criar as aberturas nos painéis de solocimento. Acima do vão maior, uma verga de cimento e arame farpado, embutidos na estrutura.

Possibilidades de modelagens das taipas a partir do desenvolvimento do projeto das formas: resistência ao empuxo, eficiência no travamento e facilidade de desforma são os principais aspectos a serem considerados para as formas das taipas de pilão.
 

Tijolos prensados de solocimento ou blocos de terra comprimida – BTC, empregados estruturalmente para a construção de residências.
n
 

Casa popular com 54 m² como modelo para programas habitacionais de interesse social.
Sistemas construtivos empregados:
Paredes estruturais de solocimento com espessura de 12 cm;
Pilares-guia 12 cm x 12 cm de concreto fundido in loco com formas metálicas;
Paredes de vedação com BTC em junta seca;
Estruturas do telhado com madeira de 2ª linha – sarrafos de 15 cm x 2,5 cm. 
 

Sistema aparente para as instalações elétricas em painéis monolíticos.

Tampa de uma “guia removível” empregada para desenhar o rebaixo tipo fêmea nas paredes, para facilitar os travamentos das janelas e portas.
 

Detalhe do procedimento de amarração de paredes transversais de solocimento. Os grampos de aço 3/16’’ foram embutidos durante a construção da primeira parede, depois puxados para dentro da forma e compactados.


Detalhe da construção de painéis monolíticos de solocimento com altura de 7 m, espessura de 16 cm e traço 12:1.

Projeto de habitação popular com 48 m², nos sistemas construtivos: Paredes monolíticas de solocimento e coberturas em cascas de argamassa armada.
 

Detalhe do apoio das vigotas de laje pré-moldada em parede estrutural de solocimento com espessura de 14 cm. Carpintaria para concretagem da laje.
 

Paredes monolíticas de solocimento com 30 cm de espessura, 6,60 m de altura maior, traço 14:1; apoiando lajes maciças de concreto armado com vão interno de 7 m. Valinhos/SP – 1989.

Para extração de pigmentos coloridos dos solos, inicia-se com peneiramento em malha de 2 mm.

Misturados demoradamente com água e após 24 horas de decantação extrai-se a camada sobrenadante (argila/limo/pigmentos).
 

Em grandes quantidades repete-se a extração da camada sobrenadante por várias vezes.

Adicionam-se os pigmentos a uma tinta a base d’ água com aglutinante (Pintafix) até a tonalidade de cor desejada.

As paredes devem ser preparadas com lixa fina e cada demão aplicada a um intervalo de 24 horas.


Pintura aplicada em fundo branco à base de cal. As cores vermelhas dependem do conteúdo de óxidos de ferro não hidratados, enquanto que as cores amarelas e cinza-amareladas dependem do conteúdo de óxidos hidratados.

Pinturas de painéis e muros de solocimento. Itaparica/BA – 1996.

Pilar de solocimento com altura de 2,75 m, nas dimensões de 34 cm x 53 cm, traço 10:1 e capa impermeabilizante na base e no topo. Campinas/SP – 1994.

Pilar de solocimento com altura de 3,25 m, nas dimensões de 45 cm x 45 cm, traço 8:1, com barra de aço ½’’ embutida e soldada na base e no topo. Ribeirão Preto/SP – 1992.

Pilar-guia de concreto, com ganchos de aço 3/16’’ embutidos, para amarração dos painéis de solocimento. Campinas/SP – 1990.

Tipo de soquete em cunha, apropriado para compactação nas laterais dos espaçadores das formas.

Sequência do trabalho usando dois jogos de formas de 2,20 m x 0,55 m para a construção de painéis de solocimento. O tempo necessário para a desforma corresponde ao tempo de execução (montagem e apiloamento) completa, do jogo de formas acima. Alfenas/MG – 1990.

 

Maquinários elétricos para grandes construções com terra. Da esquerda para a direita: misturador horizontal para 400 kg de terra úmida; destorroador (para o reaproveitamento), betoneira com elevador de caçamba. Guararema/SP – 2000.

Revestimentos e texturas visando um projeto estético para o acabamento das paredes de terra. Argamassas à base de: terras argilosas – cal – cimento – óxidos – areias finas.
 
Fonte: Bioarquiterra

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Casas Sustentáveis

Diversos modelos e ideias ou projetos de casas sustentáveis bem legais! Divirta-se e apreciem os modelos sem moderação! Captação de água e circulação de ar que mantém a temperatura agradável.  Ideias para aplicar em casas já construídas! Telhado verde! Tendência e obrigatoriedade em alguns países! Este modelo apresenta novas tecnologias! Lâmpadas com energia eólica! Captação de água e armazenamento. Fonte: Bioconservation

Política dos 5 R's e Consumo Consciente

A politica dos 5Rs, são as possíveis acções práticas que no dia a dia, podem reduzir o impacto no meio ambiente, através do estímulo ao consumo consciente. São elas: 1 - Repensar os hábitos de consumo Pense na real necessidade da compra daquele produto, antes de comprá-lo. Depois de consumi-lo, separe as embalagens, matéria orgânica e óleo de cozinha usado. Deite no lixo apenas o que não for reutilizável ou reciclável. Evite o desperdício de alimentos. Use produtos de limpeza biodegradáveis. Prefira embalagens de papel e papelão. Adquira produtos recicláveis ou produzidos com matéria-prima reciclada, durável e resistente. Utilize lâmpadas economizadoras e pilhas recarregáveis ou alcalinas. Mude seus hábitos de consumo. 2- Recusar produtos que prejudicam o meio ambiente e a saúde Compre apenas produtos que não agridem o meio ambiente e a saúde. Fique atento ao prazo de validade e escolha as fábricas e empresas que têm compromissos com a ecologia. Evite o excesso de sacos

AQUECEDOR SOLAR DE ÁGUA FEITO COM TUBOS DE PVC

PROJETO EXPERIMENTAL solução barata para aquecer água para banho Nota:  Aquecedor Solar de Água com o coletor solar feito com tubos de PVC: Criação, pesquisa e desenvolvimento por Edison Urbano. Obs.: Esse projeto foi baseado na tecnologia do ASBC - Sigla que caracteriza o Aquecedor Solar de Baixo Custo, projeto originalmente elaborado pela equipe da ONG Sociedade do Sol que, para a confecção do seu coletor térmico solar, usa placas alveolares de PVC (normalmente usadas para construções de forros). ÍNDICE INTRODUÇÃO Energia Elétrica - consumo sustentável. Formas simples para economizar energia elétrica. Estudo do consumo de energia elétrica por um chuveiro elétrico Explicações gerais do projeto experimental do Aquecedor Solar de água feito com tubos de PVC próprios para água potável. Aprendendo a dimensionar um Aquecedor Solar feito com tubos de PVC. MONTAGEM do(s) COLETOR(es) MONTAGEM do COLETOR feito com TUBOS de PVC Obs.: as medidas podem ser alt