A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Os moradores de Seul já podem recarregar smartphones e tablets com energia limpa proveniente de um rio que corta a cidade. A opção é disponibilizada gratuitamente e foi possível graças a pequenas estações hidrelétricas de produção de eletricidade.
O sistema foi inaugurado na última semana, no rio Cheonggyecheon, que já representou um enorme problema público dos sul-coreanos, mas hoje é uma referência em recuperação ambiental. A tecnologia aproveita a corrente natural do rio, sem modificar o seu curso natural.
“A instalação de geração de energia hidrelétrica em pequena escala minimiza os efeitos negativos sobre o meio ambiente, uma vez que produz eletricidade sem barragens. Ela exige apenas turbinas simples”, explicou um dos representantes do projeto, em declaração ao jornal local Korea Herald.
A tecnologia foi patrocinada por sistemas de financiamento coletivo e passará por testes durante três meses. Dependendo de como for a aceitação dos usuários, ele pode ser expandido para outros pontos ao longo dos 5,8 quilômetros de extensão do rio que corta o centro da cidade.
A novidade faz parte de um projeto municipal que incentiva o uso de energia alternativa. Além das centrais que utilizam a força do rio para gerar energia, a capital sul-coreana estuda a instalação de cabines equipadas com placas fotovoltaicas.
Fonte: CicloVivo
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