As tintas convencionais liberam compostos orgânicos voláteis (COVs) — substâncias tóxicas e potencialmente cancerígenas — que continuam sendo emitidas por semanas ou até meses após a aplicação, prejudicando a qualidade do ar interno e a saúde dos ocupantes. As "tintas ecológicas", por outro lado, são formuladas para eliminar ou reduzir drasticamente esses componentes nocivos, oferecendo uma alternativa mais segura para você e para o planeta. O que realmente define uma tinta ecológica? Nem toda tinta à base d'água é ecológica. Para ter esse apelo de verdade, ela precisa: - Ser "livre de COVs" ou ter níveis extremamente baixos; - Não conter solventes derivados do petróleo, metais pesados, formoldeído ou amônia; - Utilizar "pigmentos naturais ou minerais" em sua composição. Geralmente, as linhas ecológicas de marcas conhecidas já trazem essa indicação no nome ou na embalagem e são encontradas facilmente em lojas especializadas. Tintas naturais: tinta ...
Os arquitetos do escritório francês Sitbon Architectes projetaram uma cápsula flutuante e parcialmente submersa que possui uma estufa orgânica de despoluição do ar, um sistema de conversão da água do mar em água potável e uma central de alertas meteorológicos, capaz de avisar a ocorrência ou aproximação de maremotos, tsunamis e outras catástrofes ambientais.
A mitigação dos efeitos do aquecimento global e dos impactos no meio ambiente é o principal motivo para a construção da estrutura. É por isso que a cápsula parcialmente submersa, batizada de Bloom, vai abrigar aquários gigantes repletos de fitoplânctons, seres microscópicos que habitam o oceano e retiram o dióxido de carbono da atmosfera.
Funcionando como estufas orgânicas no interior da Bloom, os aquários de desenvolvimento destas espécies serão supervisionados por uma equipe de cientistas, que poderão utilizar os pequenos seres para regular a concentração de oxigênio nas regiões oceânicas mais impactadas pelo aquecimento global, segundo informou o site InHabitat.
Além do método orgânico de filtragem do oxigênio, a estrutura também vai contar com um sistema capaz de transformar a água do mar em líquido potável, eliminando os sais, as propriedades peculiares e todos os resíduos encontrados no oceano, tornando a água própria para consumo, não apenas dentro da cápsula, mas também em terra firme.
Em linhas gerais, a Bloom pode ser classificada como uma estação ambiental futurística e de estudos de meteorologia, cujos responsáveis pelo projeto conseguiram as melhores classificações em um dos principais prêmios de arquitetura da Europa. O projeto é muito bem sucedido, entretanto, a cápsula flutuante ainda não tem data para ser construída.
Por Gabriel Felix - Via: CicloVivo
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