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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

26 de jul de 2013

Garrafa de cerveja vazia pode ser tocada como um vinil


A agência neozelandesa Shine Limited uniu reciclagem, música e tecnologia para criar a Beck’s Edison Bottle, uma garrafa de cerveja vazia capaz de gravar e reproduzir músicas em um tocador de discos. A técnica usada para executar sons por meio do resíduo é a mesma do vinil tradicional – assim, as informações da música ficam gravadas na superfície da garrafa, que seria jogada no lixo.

Os neozelandeses perceberam que poderiam utilizar o resíduo como um disco de vinil ao observar as semelhanças entre a garrafa e o fonógrafo cilíndrico – primeiro aparelho a gravar e reproduzir músicas no mundo, inventado por Thomas Edison. Para elaborar o equipamento de som, foram utilizadas ferramentas mais sofisticadas, e, de acordo com os críticos e designers, a vitrola feita com garrafa de vidro executa um som de boa qualidade.

Para criar o aparelho, os designers se basearam no contexto histórico – não apenas da marca de cervejas, mas também da invenção do fonógrafo cilíndrico. Durante a segunda metade do século XIX, Edison criou o aparelho nos EUA, na mesma época em que a Beck’s foi fundada na Alemanha.

Segundo o site Hypeness, durante a primeira apresentação do fonógrafo sustentável, foi executada a música “Here She Comes”, composta pela banda neozelandesa Ghost Wave. A má notícia é que o projeto foi apenas um experimento, e, pelo menos por enquanto, a Beck’s Edison Bottle não deverá ser comercializada em nenhuma parte do mundo.

As garrafas de vidro são um dos materiais mais procurados pelo radar da reciclagem – os materiais dão origem a copos, vasos e até mesmo talheres. No entanto, a produção de cervejas não é nada sustentável: uma pesquisa publicada no CicloVivo aponta que, em média, são necessários 115 litros de água para garantir cada litro da bebida.

Veja abaixo o vídeo da criação da vitrola com a garrafa de cerveja (em inglês):

Fonte: CicloVivo

19 de jul de 2013

Novo Chuveiro Econômico usa 50% menos Água


Oxijet é um chuveiro que promete economizar água mantendo a qualidade do banho, ele é uma possível solução para o problema do consumo de água em uma residencia. Na realidade o sistema é antigo, ele é usado nas torneiras a muitos anos, ele injeta pequenas bolhas de ar no fluxo de água, fazendo o usuário ter a sensação do chuveiro estar na pressão total, enquanto na verdade, reduz o uso de água em 50%.

O chuveiro Oxijet pode ser uma solução bem mais viável que outros chuveiros econômicos que já vimos.

Como funciona o Chuveiro Econômico




Cientistas Espanhóis fazem Tijolos a partir de Resíduos de Papel


Cientistas espanhóis da Universidade de Jaén desenvolveram uma maneira de transformar os resíduos de papel em tijolos, embora ainda haja um longo caminho a percorrer antes que os tijolos de papel sejam mais estáveis e poderem ser comercializados, conclui o relatório. Os pesquisadores recolheram resíduos de celulose de uma fábrica de papel, incluindo as lamas e subproduto do processo de fabricação, e combinaram com a argila de construção. A mistura é levada a uma máquina de pressão e finalmente aquecido num forno para tornar o tijolo mais firme e durável.

Enquanto tijolos de resíduos de papel ainda não são tão duráveis quanto os tijolos de argila, eles têm alguns fatores a seu favor como a baixa condutividade térmica, o que significa que seria um isolante eficiente, diz o relatório publicado em Tecnologia de Processamento de Combustível. A única desvantagem é que os tijolos de resíduos de papel não são tão fortes como os de argila, embora a sua resistência mecânica seja superior ao mínimo legal exigido necessário para ser utilizado como um material de construção.




16 de jul de 2013

Geladeira Ecológica e Sustentável Economiza Energia com Baixa Tecnologia





Esta invenção é um tipo de “geladeira ” que mantém os alimentos frescos, sem a necessidade de eletricidade, o recipiente cilíndrico pode funcionar como um refrigerador adicional ou como um compartimento de armazenamento primário para acampamentos ou viagens. Essa geladeira ecológica chama-se KeepCool e foi criada pelo designer belga, Vincent Gerkens, ela incorpora duas camadas de material com água no meio, o arrefecimento no ar exterior refresca através de um processo de evaporação.

“Ao propor este projeto, o seu autor quer defender a mensagem de que todos possam participar na proteção ambiental, usando condições naturais. O objetivo principal é reduzir o uso da geladeira, para encontrar uma alternativa sem substituí-la. Com este produto o criador pretende adaptar o uso de eletrodomésticos com menor consumo de energia. ”

O pote de terracota é para ser um objeto de uso familiar, não é uma tendência temporária, é sim atemporal. KeepCool é de baixa tecnologia, não dependente de uma tecnologia que estará obsoleto em poucos anos, este produto não vai envelhecer e ser substituído, em alguns meses, por uma outra tecnologia, além disso ele é feito de materiais ecológicos e recicláveis.


Keep Cool será produzido numa edição limitada executado e distribuído como parte da estratégia de comunicação do CESE para 2012, comemorando o Ano Europeu da Solidariedade Intergeracional e Envelhecimento Ativo.



Designer cria escada que vira rampa para cadeirantes



O designer asiático Chan Wen Jie criou uma escada conversível para atender às necessidades de acessibilidade de cadeirantes e pessoas portadoras de dificuldades motoras.

Para acionar a rampa basta pisar em uma alavanca, localizada ao lado do primeiro degrau, e todo o piso fica em ângulo e unido para formar a rampa.

As vantagens do equipamento seriam os baixos custos de implantação, fácil instalação e o mínimo de manutenção.


Apesar de interessante, a utilização deste sistema não seria a solução para acessibilidade de edifícios públicos, comerciais, e de condomínios residenciais brasileiros, já que por lei, todos devem proporcionar rampas de acesso com inclinações mais suaves, para que o cadeirante possa subir sem a ajuda de terceiros.

De acordo com a norma brasileira, a inclinação máxima para rampas é de 8,33% (inclinação suave). No caso desta escada conversível, a inclinação seria muito alta, em torno de 48%, dependendo da altura e largura dos degraus, o que exigiria uma pessoa muito forte para empurrar o cadeirante.


Por Mayra Rosa - Via: CicloVivo

10 de jul de 2013

Amazon projeta escritório ecológico com três cúpulas transparentes


A Amazon substituirá seu antigo prédio, em Seattle, nos Estados Unidos, por uma estrutura de três esferas que acolherá diversas formas de vida vegetal, proporcionando um ambiente de trabalho mais natural e agradável.

De acordo com o projeto, as esferas transparentes devem abrigar salas de reunião e de jantar, espaços de lazer e grande variedade de plantas e árvores. Elas serão cercadas por três torres de escritórios com 38 andares, que serão interligados através de vias e espaços abertos.


Cada cúpula de vidro será composta por cinco andares. Embora seu formato lembre uma estufa, o documento ressalta que a construção será feita de maneira que o clima seja favorável ao crescimento e saúde das plantas, assim como das pessoas que vão circular pelo local.

O fato das estruturas serem transparentes também favorece a entrada de luz natural. Uma das metas do projeto, do escritório de arquitetura NBBJ, é conseguir a certificação LEED.


Os sites especializados norte-americanos acreditam que a iniciativa da Amazon deve-se ao fato das empresas Google, Apple e Facebook terem anunciado projetos ecológicos recentemente. Com informações do Archdaily.

Veja o projeto arquitetônico completo aqui.

Via: CicloVivo

Designers apresentam casinhas sustentáveis para cachorros


A Cidade do México recebe a primeira edição da exposição Dogchitecture, que apresenta novas opções de construção e decoração para os melhores amigos do homem. Inspirado no projeto Arquitetura para Cães, do designer japonês Kenya Hara, o evento é realizado na capital mexicana até o fim de julho e conta com soluções sustentáveis para abrigar os bichos que vivem com os humanos.

Ao todo, dez empresas e escritórios de arquitetura e design participam da exposição, mas três delas chamam atenção por seus aspectos de sustentabilidade: a casinha construída pelo Laboratorio de Arquitectura Basica (L.A.B.) utiliza apenas materiais reciclados; já a criação dos arquitetos Taller 13 aproveita o espaço para integrar os cães, plantas e seus donos. O estúdio Broissin aproveitou brinquedos antigos para criar uma casinha para os bichos.

Taller 13

Baseado no conceito de arquitetura regenerativa, o estúdio Taller 13 criou uma casinha que também abriga um vaso de plantas ou uma pequena horta. Além de as plantas tornarem o ambiente mais confortável para os animais, a casinha também tem um espaço convertido em sofá para os donos dos cães.

“Nossas criações restabelecem as relações com a vida. Ao explorarmos profundamente um local e os organismos que ali convivem, nos inspiramos e procuramos nos integrar à rede que forma nosso mundo”, dizem os arquitetos mexicanos.


Laboratorio de Arquitectura Basica (L.A.B.)

O trabalho deste escritório de arquitetura mexicano explora apenas materiais reaproveitados: pallets de madeira, caixas de plástico reaproveitadas e telhas usadas são os recursos de construção desta casinha sustentável.

Broissin

A Broissin apresentou uma casinha de formato convencional revestida por vários brinquedos reutilizados, que protegem os cãezinhos das alterações de temperatura e outros incômodos.

A casa para animais de estimação tem vários furos, onde foram colocados os brinquedos. No entanto, a estrutura pode ser personalizada pelos donos dos cães, que conseguem encaixar diversos materiais reciclados nos espaços, como plásticos, tecidos e papéis.

Fonte: CicloVivo

Artista usa lixo encontrado nas praias de Houston para fazer esculturas


O lixo jogado indevidamente nas praias de Houston, nos EUA, deu origem a várias intervenções artísticas que chamam a atenção das pessoas para este tipo de poluição. As esculturas foram montadas por Jeremy Underwood, fotógrafo que elaborou a exposição “Human Debris” (Restos Humanos) – em que é possível conferir os registros das esculturas produzidas a partir do estrago causado pelos banhistas.

Para elaborar seis esculturas, Underwood se apropriou de milhares de garrafas PET, pedaços de madeiras, latinhas, bitucas de cigarros e vários tipos de plásticos encontrados à beira-mar, nas praias de Houston. A decepção de pisar em uma praia e encontrar tantos resíduos no local foi o motivo que incentivou o fotógrafo a elaborar a exposição, que faz um alerta aos danos causados pela poluição das praias.

“A exposição Human Debris é uma representação dos vestígios dos homens na paisagem natural”, alerta Underwood na sua página na web. Para o fotógrafo, o objetivo da ação é conscientizar os banhistas sobre a importância de não jogar lixo nas praias, pois, além de deixar a água imprópria para banho, os resíduos contaminam a areia e o mar, prejudicando diversos ecossistemas.

Além de construir e exibir as obras de arte, o norte-americano já produziu duas exposições fotográficas sobre os impactos da ação do homem sobre o meio ambiente. No trabalho “Nature’s Scare”, Underwood destaca as “cicatrizes” deixadas pela atividade de extração de minérios na Califórnia. Em outra exposição do mesmo artista, chamada de “Chernobyl”, o norte-americano mostra que as consequências do desastre nuclear ocorrido em 1986 ainda são muito evidentes.

Para produzir a intervenção, o norte-americano se inspirou no fotógrafo britânico Andy Goldsworthy, famoso por retratar imagens de esculturas naturais. Underwood também é influenciado pelo artisita plástico Richard Long e por Robert Smithson, escultor e pintor que produz obras com relevos artificiais. 

Com informações do SHFT.

Via: CicloVivo

9 de jul de 2013

Plantar em casa é tarefa simples e melhora qualidade de vida, diz especialista


Aproveitar o espaço de casa para construir uma horta traz várias vantagens – e a tarefa não é nada difícil. Além de consumir alimentos, chás ou temperos bem fresquinhos, quem planta por conta própria pratica uma atividade terapêutica, gasta menos na feira, deixa o espaço mais bonito e ainda colabora para a preservação do meio ambiente.

Segundo o engenheiro agrônomo Paulo Gonçalves, o primeiro passo é incentivar as pessoas a adotarem o plantio doméstico, mostrando que a prática traz vários benefícios e nem sempre foge da realidade da maioria da população. “É preciso desmistificar a ideia de que ter uma horta é uma atividade que vai dar muito trabalho. Hoje, plantar em casa é uma atividade relativamente simples, mas que exige um pouco de cuidado”, afirma o engenheiro.

As pessoas que nunca tiveram uma horta em casa devem começar aos poucos e não podem deixar de buscar informações sobre o plantio doméstico. “O ideal é sempre começar com experiências simples, estudando as condições do ambiente para o plantio em casa. Precisam levar em conta a luminosidade, umidade e as características do solo em que a planta está se desenvolvendo”, diz Gonçalves.

As hortas domésticas também despertam a consciência sobre a origem dos alimentos consumidos. Em casa, o modo de produção é orgânico, por isso, dificilmente as plantações serão atingidas por agrotóxicos ou fertilizantes, comuns na agricultura convencional. “As pessoas não têm consciência sobre o risco que correm ao ingerir os alimentos comprados na feira. E, como são danos que vão se acumulando no organismo ao longo do tempo, até a pessoa percebê-los, já pode ser tarde demais”, alerta Gonçalves.

As plantas mais indicadas para os iniciantes são as ervas – como alecrim, hortelã, manjericão, cebolinha – que servem para chás e temperos. Tomate, alface, batata e feijão também são culturas simples, que podem ser levadas à mesa dos agricultores domésticos.

Por Gabriel Felix 

Fonte: CicloVivo

Designer francês cria aquário funcional que serve para hidroponia



O designer francês Mathieu Lehanneur cria projetos inovadores com propostas ecológicas. Seu projeto conceito denominado River Plant Aquarium é uma instalação que traz os benefícios da natureza para um ecossistema local dentro de casa.

Este aquário não é apenas uma peça interessante de decoração, mas também uma incubadora de peixes e horta. O projeto foi inspirado no ecossistema natural encontrado dentro de um rio, usando a hidroponia e um aquário refrigerado como uma incubadora de peixes de água doce.

O mecanismo é simples: os vegetais que crescem acima do reservatório usam a água do tanque dos peixes para o sustento, enquanto, filtra e purifica a água para os peixes que estão abaixo. Além disso, os vegetais renovam o ar do ambiente.

Este processo não usa nenhum tipo de nutriente químico, mas baseia-se na Aquicultura (criação de peixes e cultivo de plantas para uso do homem) e usa somente a fração de água necessária para a produção das plantas.

Deste modo, o “rio local” visa substituir a decorativa 'TV aquário' por uma igualmente decorativa, mas também funcional. Para quem não têm espaço para plantar seu próprio alimento no quintal, esta pode ser uma solução eficaz. Com informações My Office.

Fonte: CicloVivo

7 de jul de 2013

Prédio em formato de ovo foca em arquitetura sustentável

Cybertecture Egg fica na Índia (Fotos: Interesting Buildings)

Em formato de ovo, o Cybertecture Egg é um projeto que tem intenção de mostrar como um prédio seria no futuro.

“No culo XXI, os prédios serão muito diferentes do que os construídos noculo passado”, disse James Law, criador do projeto, ao World Architecture News.

O prédio-conceito enfrenta o desafio de criar um escritório diferente de tudo o que já existe em Mumbai, na Índia.

Edifício tem área de 32 mil metros quadrados

Prédio tem 13 andares

Com área de 32 mil metros quadrados, o Cybertecture Egg tem 13 andares com escritórios. Os designers do projeto querem reunir uma arquitetura icônica, design ambiental, sistemas inteligentes e uma nova engenharia para criar um marco imponente na cidade.

O formato de ovo que o prédio tem foi desenhado com um ângulo que cria uma forte linguagem visual, além de ocupar somente de 10% a 20% menos área de superfície do que um edifício convencional.

Jardim no topo tem turbina eólica que ajuda a gerar eletricidade

Sua forma alivia também o ganho solar do edifício. No topo há um jardim que realiza termólise, ou seja, a dissipação de calor a partir da superfície. Ele traz também uma turbina eólica que ajuda a gerar eletricidade.

Para reforçar o conceito sustentável, o prédio traz um sistema que filtra a água para irrigação.

Museu sustentável se destaca em meio às construções tradicionais europeias



O museu de arte moderna da cidade de Graz, na Áustria, é um verdadeiro referencial em arquitetura sustentável. Fundado em 2003 o centro de exposições é uma construção contemporânea em meio às tradicionais edificações europeias.

Apelidado de Kusthaus Graz e popularmente conhecido como “Alien Friendly”, o museu foi desenhado pelos arquitetos Peter Cook e Colin Fournier. Seu design contemporâneo lembra uma bolha e seu interior reserva um enorme arsenal na área de design, novas mídias, cinema e fotografia.

Apesar de ser bastante chamativo pelo contraste que tem com as construções ao seu redor, o prédio foi construído com baixo impacto ambiental, que também se reflete no impacto gerado pelo uso do espaço.

O edifício dispõe de uma área de 2,5 mil metros quadrados, divididos em áreas para exposições, hospedagem e espaços comuns. Toda a fachada do prédio é envolta por painéis de vidro acrílico semitransparente. Ao todo, 1.288 painéis deste tipo estão espalhados pela superfície do museu.


Além de permitir maior aproveitamento da luminosidade natural, este sistema também facilitou a instalação de placas fotovoltaicas, embutidas nos painéis e que produzem energia limpa para o uso interno.


Com informações do Inhabitat.