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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

20 de jan de 2013

Maldivas terá hotel flutuante em formato de estrela



Para a construção da obra, em formato de estrela, será utilizado um espaço de cerca de oito milhões de metros quadrados. | Foto: <a href=‘http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2013/01/maldivas-constroi-hotel-flutuante-em-ilha-com-formato-de-estrela.html‘ target=‘_blank‘ >Divulgação</a>
Para a construção da obra, em formato de estrela, será utilizado um espaço de cerca de oito milhões de metros quadrados. | Foto: Divulgação
O luxuoso “5 Lagoas” terá um campo de golfe. | Foto: <a href='http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2013/01/maldivas-constroi-hotel-flutuante-em-ilha-com-formato-de-estrela.html' target='_blank' >Divulgação</a>
O hotel faz parte do projeto “As 5 Lagoas”, que inclui outras obras aquáticas. | Foto: <a href=‘http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2013/01/maldivas-constroi-hotel-flutuante-em-ilha-com-formato-de-estrela.html' target=‘ target=‘_blank‘ >Divulgação</a>
Serão criadas ilhas artificiais formadas por casas de veraneio de luxo dispostas em forma de flor. | Foto: <a href=‘http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2013/01/maldivas-constroi-hotel-flutuante-em-ilha-com-formato-de-estrela.html‘ target=‘_blank‘ >Divulgação</a>
Um projeto de hotel flutuante é destaque nas Maldivas. A obra é da empresa holandesa Dutch Docklands International em parceria com o governo do país. O Hotel Greenstar também funcionará como um centro de convenções e congressos sobre mudanças climáticas e sustentabilidade.

Para a construção da obra, em formato de estrela, será utilizado um espaço de cerca de oito milhões de metros quadrados. Haverá quartos para hóspedes, salas de convenções, restaurante flutuante, um instituto oceanográfico e um shopping.

O hotel faz parte do projeto “As 5 Lagoas”, que inclui outras obras aquáticas, entre elas, serão criadas ilhas artificiais formadas por casas de veraneio de luxo dispostas em forma de flor. Inclusive, já existem imóveis à venda.

A previsão é que ainda seja criado um arquipélago com 43 ilhas privadas, estas poderão ser moldadas no formato que os proprietários preferirem. O luxuoso “5 Lagoas” terá um campo de golfe, além de quatro ilhas em forma de anel repletas de praias, restaurantes, bares e lojas.

Apesar de tantas recursos, o projeto tem um viés ambiental. Com o "5 Lagoas" será criado uma espécie de refúgio que será útil caso o nível dos oceanos suba e as ilhas naturais fiquem submersas.

A companhia holandesa também prometeu ao governo construir uma ilha extra para abrigar moradores do arquipélago temporariamente, caso haja necessidade em uma situação emergencial. A Dutch Docklands International também garante que as construções levam em consideração a preservação dos recursos naturais do ambiente.

De acordo com o site Green Prophet, o Hotel Greenstar terá 800 quartos e um centro de conferências que poderá acomodar até duas mil pessoas. A previsão é ele fique pronto em 2015. Com informações do G1.

Via: CicloVivo

Aprenda a transformar latas em luminárias


Confira o passo a passo de como fazer a luminária l Foto: www.eigenwerk-magazin.de
Confira o passo a passo de como fazer a luminária l Foto: www.eigenwerk-magazin.de
Foto: profissionalvirtual.blospot
Foto: sonhandoserarquiteta.blogspot
Foto: www.eigenwerk-magazin.de
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Foto: www.eigenwerk-magazin.de
Foto: campoejardim.blogspot
Passo a passo de como fazer a luminária l Fotos: profissionalvirtual.blospot

Muitos alimentos consumidos diariamente vêm armazenados em latas, que após o uso vão para as lixeiras ou para a reciclagem. Porém, existem muitas opções de artesanato para esse material, uma delas é a fabricação de luminárias.

A técnica é simples e o resultado é único, já que varia de acordo com a criatividade de cada pessoa.Os materiais necessários são: lata (qualquer tamanho); martelo; prego; toalha; jornal; arame; alicate; água e tinta spray.

Como fazer:

O primeiro passo é o segredo para que a luminária fique bonita, para isso é necessário encher a lata de água e deixá-la no congelador até que vire gelo. Isso deve ser feito para que a lata não amasse durante as etapas seguintes.

O apoio também deve ser revestido com jornal e uma toalha, para não forçar a lata diretamente em uma superfície dura. A luminária começa a tomar forma quando os furos em sua lateral são feitos. Nesta hora é que entra a criatividade, quanto mais buracos forem feitos mais legal será a maneira como a luz será refletida. Por isso, é possível desenhar formas, como estrelas ou corações, sempre usando o prego e o martelo com cuidado. Faça também dois furos superiores, por onde passará o arame.

Com os furos feitos e o gelo já retirado, passe o spray da cor escolhida, em toda a lata. A pintura deve ficar uniforme e a tinta deve ser aplicada a 25 centímetros de distância. O arame cortado servirá como alça de suporte para a luminária, por isso, deve ser pintado da mesma cor que a lata.

Quando a tinta estiver seca, o arame deve ser passado pelos dois furos superiores e as pontas internas devem ser viradas para dentro, com o uso do alicate. A luminária pode ser usada com velas ou então com lâmpadas.


Fonte: Ciclo Vivo

Artesã cria broches refletivos para segurança de ciclistas



O produto da artesã é prático, divertido e tem um custo acessível. | Foto: <a href=‘http://www.spotme.cc/Page4.html‘ target=‘_blank‘ >Link Aqui</a>
O produto da artesã é prático, divertido e tem um custo acessível. | Foto: Link Aqui
Katie começou a fazer acessórios refletivos para que fossem usados por ela mesma e por seus amigos.| Foto: <a href=‘http://www.spotme.cc/Page4.html‘ target=‘_blank‘ >SpotMe</a>
A artesã também produz cartões com ilustrações em relevo sobre ciclismo. | Foto: <a href=‘http://www.spotme.cc/Page4.html‘ target=‘_blank‘ >SpotMe</a>
É uma ideia simples, mas que pode fazer toda a diferença durante a pedalada noturna. | Foto: <a href=‘http://www.spotme.cc/Page4.html‘ target=‘_blank‘ >SpotMe</a>
A morte de ciclistas que pedalam a noite é, muitas vezes, justificada pela alegação de que o motorista não enxergou a pessoa a tempo de evitar a tragédia. Ser notado na pista é uma questão de sobrevivência, pelo menos foi isso que percebeu a artesã Katie Barton. Ela cria broches com material reflexivo para serem colocados nas roupas.

Foi em seu estúdio, localizado no centro de Londres, que Katie começou a fazer acessórios refletivos para que fossem usados por ela mesma e por seus amigos. A ideia é que, ao usar os bottons, o ciclista fique iluminado e seja visto mesmo à distância. É uma ideia simples, mas que pode fazer toda a diferença durante a pedalada noturna.

O produto da artesã é prático, divertido e tem um custo acessível. Chamado de SpotMe, eles são feitos com todo o cuidado e podem ser colocados em qualquer peça de roupa ou, caso o ciclista esteja carregando uma bolsa, pode ser colocado no acessório que estiver levando.

Além dos bottons, a artesã também produz cartões com ilustrações em relevo sobre ciclismo. O interior do cartão é todo branco para que o remetente possa escrever sua mensagem.

O produto é vendido na Inglaterra, Espanha, Estados Unidos, além da venda pelo site Our Workshop. Cada broche custa apenas cinco dólares e o site “Eu vou de bike” ainda dá a dica: basta um alfinete e uma fita refletiva para fazer um parecido em casa.

Fonte: CicloVivo

Haiti ganha casas sustentáveis contra terremotos

Haiti ganha casas sustentáveis contra terremotos

Desde o terremoto de 2010 e o furacão Sandy que balançaram o Haiti, os esforços para a reconstrução das inúmeras casas destruídas continua, mesmo que lentamente. Um dos projetos de destaque é o Konbit Shelter, cujo objetivo é criar casas sustentáveis que também protegem as famílias dos desastres naturais. 

O diferencial das casas feitas pelo grupo é que elas são estruturalmente construídas sem o uso de máquinas e com o auxílio dos moradores do local. Além disso, o grupo investe em detalhes arquitetônicos, como toldos e janelas feitos à mão e tetos altos. 

Para fazer tudo isso, os criadores usam na construção asuperadobe, uma técnica capaz de erguer paredes com sacos preenchidos 90% por terra e 10% por cimento. Esse método se difunde cada dia mais pela baixa complexidade de construção e rapidez. 

A prática envolve fazer sacos cheios de areia, argila, água, palha, entre outros materiais para montar uma estrutura de compressão resistente a terremotos, furacões, inundações e incêndios. Assim, é possível fazer uma casa durável e adaptada para atender às necessidades de cada comunidade. 

O projeto tem como líder o artista Swoon, cujas obras já ficaram em exposição em São Paulo. Ele e uma equipe de arquitetos, engenheiros e outros artistas formam o Konbit Shelter. Para alavancar o projeto, o grupo se inscreveu no Kickstarter para arrecadar dinheiro com crowdfunding. 

A meta era de US$ 30 mil e eles arrecadaram US$ 31.511. Graças à campanha de sucesso, esse dinheiro servirá para a compra de materiais para a próxima construção e como ajuda de custo aos construtores locais. Com parte do dinheiro arrecadado, o grupo também começará este mês a terceira empreitada do grupo, que já criou duas casas anteriormente: um centro comunitário e uma casa de família.

15 de jan de 2013

Jardins verticais - Ferramenta para resfriar edifícios e recompor a biodiversidade



Ponte na Provence com instalação de parede verde
(crédito: Divulgação)
Observando a capacidade das raízes para crescer ao longo de uma superfície vertical, o botânico francês Patrick Blancpatenteou sua invenção em 1988, chamando-o mur végétal.

Esta aplicação é baseada na constatação de que as plantas não necessitam de terra, uma vez que esta é apenas um meio. Apenas a água e múltiplos nutrientes nela dissolvidos, em conjunto com a luz e dióxido de carbono, são essenciais para as plantas. Aliás, em lugares onde a água é abundante, como nas florestas tropicais, as plantas espalham-se pelos troncos das árvores e pedras dos penhascos, entre outros espaços.

Tais soluções são muito práticas para as cidades, especialmente nas regiões áridas e quentes, além de que, por revestirem as paredes externas dos edifícios, ajudam a resfriá-los e tornam-se um refúgio importante para a biodiversidade, trazendo o natureza para o cotidiano dos cidadãos.

Jardim Vertical de Patrick Blanc
(crédito: Divulgação)

Os elementos que compõem este tipo de intervenção são:

Estrutura metálica: Estrutura monobloco vertical que é a base sobre a qual se estruturam todos os demais elementos do jardim vertical. É constituída por seis torres principais e um sistemade perfis tubulares. Forma uma camada de ar que atua como um sistema de isolamento térmico e acústico muito eficiente.

Painel de suporte: Em espuma de PVC expandido, revestindo a estrutura de metal. Esta camada proporciona rigidez para toda a estrutura tornando-a impermeável.

Camada de irrigação: Composta por uma camada dupla de fibra sintética e uma lâmina de plástico em sua face interna, é fixada por grampos no painel de suporte. É a base de apoio de toda a plantação. O feltro é especial, de modo que não apodrece, ea sua enorme capilaridade permite uma distribuição homogênea da água. As plantas são distribuídas por toda a camada de feltro (a densidade é de cerca de 30 mudas por metro quadrado) e as raízes crescem ao longo dela.

Plantação: é feita inserindo as raízes das mudas entre as duas camadas da manta e fixando-as com grampos.

Alimentação de água e nutrientes e recolhimento de água: uma rede de tubos e bocais de gotejamento, alimentada por uma bomba de água e nutrientes, é fixada sobre a manta de enraizamento. A água de irrigação, enriquecida com nutrientes, é administrada automáticamente a partir do topo da estrutura. A água que escorre pela parede é recolhida por uma calha instalada na base do jardim vertical. Isto irá resolver o problema do excesso de escoamento.

Seu efeito termoisolante reduz o consumo de energia (no inverno, isola o frio e, no verão, atua como um sistema de refrigeração natural) e purifica o ar (partículas poluentes são atraídas para o feltro, onde lentamente se decompõem, tornando-se adubo para as plantas).

Fonte: ecointeligência                Via: Portal EA

Sustentabilidade na restauração de um antigo armazém

Projeto ampliou a capacidade da Universidade de Washington, Seattle




Na restauração, a maior parte dos materiais internos é reciclado
(crédito: Cortesia)
O Joy Building é um edifício histórico de três andares que, construído em 1892, abrigava originalmente um armazém. Localizado na entrada norte da Universidade, o Joy será um farol de boas-vindas e um ponto de entrada para a maior via de pedestres que corre ao longo da Commerce Street - um espaço aberto que conecta todo o campus. Foram adicionados dezesseis salas de aula, salas de seminários e dois grandes salões de leitura para atender às necessidades de crescimento da UW Tacoma, bem como uma nova suíte de escritórios para o departamento interdisciplinar de Artes e Ciências. A disposição do edifício situa as salas de aula no lado leste do prédio, de frente para a Pacific Avenue - com vista para a movimentada paisagem urbana e para a histórica estação ferroviária de Tacoma. Espaços informais de encontros e estudos foram projetados no lado oeste do edifício, de frente para a via de pedestres e para uma praça planejada. Ao longo da Pacific Avenue, restaurantes e lojas de varejo transformarão o armazém histórico em um vibrante centro, reforçando os fortes laços que a Universidade criou com a comunidade de Tacoma.

Graças às janelas operáveis, as salas de aulas são bem servidas de luz natural
(crédito: Cortesia)

Destaques sustentáveis do projeto:

O projeto de restauração do Joy Building, que tem certificação LEED Platinum, incorpora um grande número de estratégias sustentáveis. Além de reutilizar um edifício existente e utilizar, em sua maioria, materiais recicláveis no interior, o edifício usa janelas energéticamente eficientes e operáveis, caldeiras de condensação de alta eficiência, projeto eficiente de iluminação artificial, instalações de água quente de baixo fluxo, climatizadores com fluxo variável de refrigerante e sinalização de LED.

Conclusão: 2011
Arquitetos: THA Architecture
Fonte: Portal E A

13 de jan de 2013

UMA ANÁLISE DE PUERTO MADERO MIMICS FILM


Por Marcelo Gardinetti | dez 2012

Exterior e interior de camadas de imagens icônicas permeáveis ​​é a proposta da Arquiteta Alemã Nora Graw para a área de Porto Madeira, em Buenos Aires. O projeto tem como objetivo criar um ambiente para a indústria cinematográfica, onde cenas extraídas do mundo real provenientes do cinema convencional com o mundo abstrato criado em filmes de animação.

Transferir essas premissas para uma obra de arquitetura não é uma tarefa simples, como demonstrado no resultado.  O projeto se baseia na busca por uma identidade única e referencial, e desaparece em um clichê artificial de linhas dinâmicas e espaços incompreensíveis que não fazem nada mais do que dissolver as boas intenções que deram origem ao mesmo.


Puerto Madero Mimics Films
O volume proposto para o edifício respeita as condições do entorno. Sua figura representa uma continuidade com a série de construções recicladas da área do porto antigo, preservando o acesso do passeio público aos bancos situados ao longo do dique. O respeito pelo contexto vai de encontro a intenção icônica pretendida para o edifício como também para o programa de hospedagem: cinemas e escritórios para pequenas empresas da indústria cinematográfica.

A singularidade do projeto destaca sua identidade contemporânea entre as pesadas estruturas das construções próximas. A conformação etérea da malha estrutural exterior permite descobrir nas entrelinhas formas compactas dos volumes interiores, estabelecendo uma sobreposição de imagens e sombras entre o plano perfurado e os corpos localizados atrás.

O gesto do edifício em um dos cantos externos e as formas especiais do piso externo constituem um efeito que atrai o visitante para o interior do edifício. A pequena praça assim criada, propõe um espaço exato de transição que articula e faz fluir a passagem do passeio público para o hall interno.
Imagens: ©Nora Graw
No interior, o edifício oferece realidades opostas aos claros conceitos vertidos na conformação externa. As formas dinâmicas sugeridas nos volumes dos quartos dispõem de um grande fluxo de circulação em seu interior, dinâmicas de uso e independência funcional. Mas, inevitavelmente, qualquer excesso no projeto leva ao caos, e o interior do Mimics Films transita por esse caminho.
A desnecessária profusão de linhas onduladas é intimidante conduzem ao caos. O projeto põe em cena uma quantidade de espaços não humanizados que incentivam a rejeiçã. O interior assim concebido extinguiu as boas intenções expressas na idéia conceitual, instala a noção de arquitetura emaranhada num capricho decorativo irrelevante.
As camadas que se propõem a revelar qualidades diferentes de superfícies e propor a organização do espaço interior tonam o papel principal do lugar, e sua imagem distinta ofusca não faz mais do que ofuscar uma ideia que a princípio parece suficientemente estabelecido para não precisar deles. Às vezes, ultrapassar os limites necessários de desenho é tão contraproducente quanto sua ausência.



Fonte: TECNNE ©Marcelo Gardinetti














9 de jan de 2013

Green Tower Brasília busca pré-certificação LEED Gold


Edificação foi estruturada no conceito core & shell
(crédito: Tishman Speyer)
O Green Tower Brasília, localizado na capital federal, é um empreendimento corporativo da Tishman Speyer com a Via Engenharia, composto por três torres de edifícios comerciais, construídas em fases, que totalizam 85.000 m2 de área locável.

Com vãos livres de até 16 metros e lajes de 1.600 a 1.800 metros quadrados por torre, estruturado no conceito core & shell, o Green Tower Brasília possui interligação entre os edifícios e flexibilidade para atender um ou múltiplos usuários. No térreo, uma área de conveniência integra as três torres com restaurantes, lojas e serviços.

Projetado pelo escritório de arquitetura americano Arquitectonica, o projeto do sistema de AVAC foi realizado pela Teknika com instalação da Tuma Engenharia.

De acordo com Antonio Almeida, engenheiro da Trane do Brasil, os conceitos aplicados para sustentabilidade e conforto levou o Green Towers Brasília a receber a pré certificação LEED categoria Gold do USGBC.

Composição do sistema

Trata-se de um sistema do tipo expansão direta com a utilização de unidades condicionadoras do tipo self contained de alta eficiência integradas a sistemas de VAVs. As Torres são composta por 17 andares cada, totalizando 34 equipamentos por torre, 2 por laje, num total de 3604 kW (1025 TR) cada. “As unidades condicionadoras de ar do tipo self contained são modulares, de alta capacidade e eficiência, e fazem parte da linha Intellipack Trane, com condensadores resfriados a água. Os circuitos frigoríficos são individualizados, ou seja, totalmente independentes para cada compressor de alta eficiência de fabricação da própria Trane, da linha 3-D® Scroll. Assim, é possível modular a carga de equipamentos por circuito. A especificação desse equipamento foi feita juntamente com o projetista do sistema de AVAC, uma das vantagens que o diretor da Teknika, Raul Almeida, levou ao empreendedor, no caso a Tishman Speyer, foi que este tipo de equipamento possibilita a instalação destes após a locação dos andares, ou seja, de acordo com a carga térmica que terá a ocupação, o que possibilita um ganho de energia para o condomínio, uma vez que o usuário utilizará a climatização de acordo com o número de pessoas dentro do ambiente”, informa Almeida.

No térreo, uma área de conveniência integra as três torres com restaurantes, lojas e serviços

O equipamento dispõe de válvula automática para controle e variação de fluxo de água nos condensadores, ventiladores centrífugos acionados por inversores de frequência e motores de alta eficiência para utilização em sistemas do tipo VAV, painel de controle com display para interface homem - máquina, sensores de temperatura, pressão, umidade e fluxo.

“Para atender os níveis de eficiência do empreendimento os equipamentos possuem ciclo economizador do tipo “water economizer”. Cada serpentina evaporadora possui uma serpentina adicional de pré-resfriamento através de água de refrigeração. Na região de Brasília as condições de temperatura e umidade relativa favorecem esta aplicação. Os equipamentos atendem aos requisitos para IAQ - filtragem de ar classe F5 (Merv 9), bandeja de condensado em aço inox (positive slope) e sensor de pressão de filtro saturado”, diz Almeida.

Ele informa ainda que esta solução é muito similar ao tipo de sistema VRF. No caso do Green Tower Brasília, diz Almeida, as torres de resfriamento distribuem a água resfriada para os self containeds, colocando em operação os equipamentos individualizados por andar à medida que forem requeridos. Dependendo da aplicação esses equipamentos conseguem 1 kW por TR e permitem a variação da vazão de água nos condensadores por meio de inversores de frequência, sendo possível diminuir a potência consumida pelas bombas.

Sistema de climatização possibilita a instalação do equipamento de AC após a locação 
dos andares, de acordo com a carga térmica de ocupação

Tecnologia embarcada

Todo o conjunto possui tecnologia de controle embarcada, com placas eletrônicas microprocessadas com protocolo aberto LCI-Lon interligadas em rede, permitindo integração e leitura de todos os parâmetros de operação do equipamento com o sistema supervisório central utilizando protocolo Bacnet e LonTalk (cerca de 40 sinais analógicos e digitais de supervisão monitorados, incluindo-se ocupação, alarmes de falhas, temperaturas,pressão, fluxo,status de operação de compressores, set-points ajustáveis, etc.).

“O sistema de gerenciamento predial BMS integra a monitoração tanto do sistema de climatização como de utilidades (iluminação, elevadores, controle de acesso, etc.) Através da assessoria predial da Bosco fizemos estudos e integramos os equipamentos ao BMS onde foi possível enxergar todos os parâmetros dos equipamentos (temperaturas, pressões, falhas, os volumes de ar variável, caixas de VAV, etc.)”, explica Almeida.

Ficha Técnica:

Green Tower Brasília

Incorporadora: Tishman Speyer

Construtora: Via Engenharia

Projeto arquitetônico: Arquitectonica

Projeto do sistema de AVAC: Teknika

Instalação – Tuma Engenharia

Equipamentos de ar condicionado e automação embarcada – TRANE

Torres de resfriamento: Semco

VAV – TROX do Brasil

Supervisão predial – Somitec Automação

Fonte: Portal E & A

8 de jan de 2013

FELIZ 2013 A TODOS QUE AQUI CIRCULAM

COMO ANO DE VIBRAÇÃO 6 ( 2 + 0 + 1 + 3), ANO DO AMOR UNIVERSAL
QUE SEJA UM ANO DE MUITA HARMONIA
REPLETO DE PAZ, AMOR, EQUILÍBRIO, SAÚDE E PROSPERIDADE 
SEJA UM ANO ONDE O AMOR UNIVERSAL ESTEJA SEMPRE PRESENTE
O PERDÃO LEVE AO CORAÇÃO DOS HOMENS A SEMENTE DE UMA NOVA ERA
A DO AMOR AO PRÓXIMO E A SI MESMO
ONDE CADA UM POSSA VIBRAR EM HARMONIA COM O UNIVERSO
O MUNDO NÃO ACABOU, MAS É CHEGADO O MOMENTO DE SE ACABAR COM O MEDO E DAR INÍCIO AO AMOR VERDADEIRO, E PARA TANTO É NECESSÁRIO QUE NOS AMEMOS E AO NOSSO PRÓXIMO COMO A NÓS MESMOS.

NA VIBRAÇÃO DE DESARMONIA, DESUNIÃO, DIVÓRCIO, DESEQUILÍBRIO DA SAÚDE FÍSICA, MENTAL E ESPIRITUAL ESTARÃO AQUELES QUE NÃO OPTAREM POR VIBRAR NA ENERGIA DO AMOR UNIVERSAL, MAS QUEM OPTAR POR VIBRAR O AMOR, PERDOAR A SI MESMO E A SEU PRÓXIMO, BUSCAR O EQUILÍBRIO FÍSICO, MENTAL E ESPIRITUAL TERÁ A CHANCE DE CONQUISTAS IMPORTANTES NO DECORRER DESTE ANO.

QUE TODOS COMPREENDAM QUE SOMOS RESPONSÁVEIS POR TUDO QUE NOS ACONTECE. ESTE SERÁ UM ANO PARA ASSUMIRMOS A RESPONSABILIDADE SOBRE NOSSAS VIDAS E ATOS.

                                   

CELINA LAGO
NUMERÓLOGA