A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Nos últimos anos, o hábito de cultivar horta em casa cresceu e está se popularizando no Brasil. No Pará, a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado (Emater) aproveitou o período de isolamento social para elaborar uma cartilha completa de como fazer uma horta em casa. Além de se constituir como um item de segurança alimentar para as famílias, a prática serve também como terapia.
As hortaliças podem ser cultivadas em varandas, áreas de serviço, calçadas e quintais. O importante é se organizar e seguir alguns critérios básicos como: espaço com boa luminosidade, arejado, de fácil acesso, próximo de alguma fonte de água e que não permita encharcamento do solo. Outra dica é evitar que muitas pessoas circulem pelo local para evitar acidentes domésticos.
Para o engenheiro agrônomo da Emater, Valdeides Lima, a preferência é por culturas do grupo das folhosas, já que se adaptam melhor ao estilo de cultivo em vasos e jardineiras, além de serem utilizados como temperos regionais, sendo as mais comuns o coentro ou cheiro-verde, cebolinha, alface, couve e chicória.
“Além de servir para fins terapêuticos, o cultivo de hortaliças em casa proporciona segurança alimentar a família, já que vão consumir alimentos saudáveis. A cartilha é completa e aborda sobre espaço, adubo, culturas, preparo e colheita”, afirma Lima, que é também mestre em irrigação.
O profissional acrescenta, ainda, que uma prática que deve ser adotada é o reaproveitamento de recipientes que seriam descartados e que podem proporcionar um bom local de desenvolvimento às plantas: baldes de tintas, vasilhas de manteiga, garrafas pets, caixotes, estruturas de tábuas, tubos PVC, entre outros.
“É importante também escolher um bom adubo para o plantio. Com isso, basta ter a iniciativa de começar, de aproveitar o tempo livre e se dedicar a construção da horta e seguir os passos corretamente”, ressalta.
Além de Lima, a cartilha também foi elaborada pela engenheira agrônoma Lidiane de Souza Silva, que é especialista em Gestão Pública.
Acesse aqui a cartilha da Emater sobre horta em casa.
Fonte: Ciclo Vivo

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