A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
A coleta seletiva é mais simples do que se imagine e traz muitos resultados positivos
Foto: flavio_boaventura
A coleta seletiva pode resolver parte dos problemas relacionados aos resíduos sólidos, apresentando benefícios ambientais, sociais e econômicos para o Brasil. Apesar disso, segundo a associação Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), apenas cerca de 8% das cidades brasileiras realizam coletas seletivas.
Mas a mobilização em prol da causa pode ser bem maior. É mais simples do que se imagina e traz muitos resultados positivos, basta seguir alguns procedimentos. Conheça-os:
1. Preparar e mobilizar o condomínio para a coleta: seja empresarial ou residencial
Uma comissão deve ser escolhida para coordenar as ações em um condomínio.
Foto: Fora do Eixo
É importante o decreto de uma comissão responsável pelas atividades. Essas pessoas deverão ficar responsáveis por tomar decisões, tais como:
Como a separação dos resíduos será feita? Uma boa opção é a distribuição de sacos com cores diferentes para materiais recicláveis. A decisão evita confusões na hora de retirar o material;
Os funcionários do condomínio irão retirar o material reciclado dos apartamentos/estabelecimentos ou haverá uma lixeira grande, separada por tipo de resíduo? Neste caso, o custo para a compra do recipiente deve ser levado em consideração;
Onde o lixo reciclável vai ser acondicionado até ser coletado e quem irá retirar a coleta seletiva do condomínio? Seja a própria prefeitura, uma ONG, cooperativas ou catadores, o importante é que haja compromisso na coleta dos recicláveis.
2. Conscientização dos condôminos
Cartazes educativos e de incentivo à coleta seletiva devem ser mantidos por, pelo menos, três meses
Foto: Divulgação EcoD
Após tomar as primeiras decisões, sensibilizar toda população local é o mais importante. Palestras, reuniões e cartazes devem fazer parte da ação. Cartazes educativos e de incentivo à coleta seletiva devem ser mantidos por, pelo menos, três meses. Baixe, gratuitamente os cartazes do EcoD.
3. Orientação para que a coleta seja correta
Camapnhas frequentes são importante
Foto: Divulgação EcoD
Campanhas internas frequentes também podem ser um boa pedida. Os condôminos devem ser orientados acerca de como realizar a coleta seletiva de forma certa, reconhecendo a destinação de cada material, de recicláveis a orgânicos. Tire suas dúvidas sobre reciclagem.
Saiba como descartar:
4. Destinação que será dada ao material reciclado
Opte por trabalhar com uma cooperativa que apresente CNPJ
Foto: Maria Guadalupe
Saber a destinação que será dada ao material reciclado é fundamental. É bom procurar saber se, em sua cidade, a prefeitura não oferece algum tipo de coleta seletiva. Caso não, procure uma cooperativa ou uma ONG. Encontre postos de coleta seletiva em todo o Brasil. O ideal é que os resíduos sejam recolhidos de uma a duas vezes por semana, dependendo do tamanho do condomínio. Escolha trabalhar com uma cooperativa que apresente CNPJ.
Via: EcoD
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