A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
O poste dá a luz em cima.. a mulher dá a luz em baixo… e o bambu? O bambu a gente usa pra fazer escolas! Pelo menos em Bali, Indonésia, isso se tornou possível graças aos designers-ambientalistas John Hardy e Cynthia Hardy. Com a criação, a dupla quer dar exemplo para a vizinhança e mesmo para a comunidade internacional sobre como é possível viver apoiado na sustentabilidade.
Na instituição, afiliada à Fundação Meranggi e a PT Bambu, as crianças começam seus estudos ambientais, aprendendo a construir com bambu. Plantar, colher, cozinhar o arroz, e assim aprendem de onde vem os alimentos e como cultivá-los. Também estudam música e artes plásticas.
O prédio em si é uma maravilha arquitetônica, possivelmente a maior estrutura de bambu do mundo. Construído a mão por carpinteiros em duas espirais, a escola levou apenas três meses para ficar pronta, segundo informa o GreenProphet.
As salas de aula não tem paredes então a brisa passa livremente. Quando chove, os funcionários e as crianças cobrem o telhado com uma bolha feita de bambu e de borracha natural.
Estão no currículo da escola temas como ecologia, meio ambiente e artes. Assim, o foco é tornar os pequenos alunos de Bali e de outros países, verdadeiros líderes em sustentabilidade.
Para complementar a vocação ecológica do empreendimento, a escola usa energia obtida por painéis solares e dois vórtices de água, que geram 8.000 watts de eletricidade. As calçadas são feitas de pedras vulcânica retiradas a mão – sem asfalto ou petroquímica.
Fonte: Eco4planet





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