Pular para o conteúdo principal

Como criar espaços confortáveis e sustentáveis sem desperdiçar recursos

A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...

Ladeira acima: Conheça as cidades que driblaram a geografia em nome das bikes

Das soluções simples às mais complexas: o que não faltam são
alternativas às ladeiras / Foto: Hector

Conhecida pela suas colinas íngremes, a cidade de São Francisco, na Califórnia, tem até uma ladeira como um dos seus principais pontos turísticos, a Lombard Street. Mas a geografia acidentada não impediu que o governo local instituísse uma meta audaciosa: fazer com que 20% dos deslocamentos diários sejam feitos de bicicleta até 2020.
A cota, que hoje é de cerca de 10%, terá que dobrar na próxima década, e para isso, o governo pretende fazer altos investimentos e modificar drasticamente o sistema de tráfego local.
No plano do novo sistema ciclistico da cidade, as ruas mais planas e rotas mais diretas foram privilegiadas. Onde a ladeira for impressindível, as ciclovias serão mais largas, para ajudar quem precisar descer e empurrar a magrela. Alguns pontos contarão ainda com elevadores para bicicletas, onde os ciclistas poderão rolar suas bikes ladeiras acima.
Quem já utiliza a tecnologia desde 1993 é a cidade de Trondheim, na Noruega. Assim como em São Francisco, os ciclistas escandinavos também sofrem com o relevo acidentado – o que não impede 18% da população de utilizar a bicicleta diariamente como meio de transporte.
Para vencer as ladeiras, os ciclistas só precisam inserir o cartão de acesso na máquina que controla o "elevador” e colocar um dos pés no suporte metálico. Automaticamente um sistema guiado por trilhos empurra a pessoa ladeira acima a uma velocidade que varia entre 4 km/h e 5 km/h.

Veja como funciona:

Soluções baratas

Para as cidades que não podem arcar com os custos de tanta tecnologia, existem opções mais simples e baratas. A primeira delas, sugerem especialistas, é dar preferência a trechos que cortam vales e seguem o fluxo dos rios.
É o caso da cidade baiana de Salvador. Dividida entre Cidade Alta e Cidade Baixa, a capital é uma das sedes de Copa do Mundo de 2014, e possui planos de multiplicar a malha cicloviária de 18 km para 140 km até o evento.
Uma pesquisa realizada pela Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder) mostrou que o excesso de ladeiras é a terceira maior causa de preocupação dos soteropolitanos quando o assunto é utilizar a bicicleta como meio de transporte. Para amenizar o problema, a malha projetada utiliza as avenidas de vale da cidade, como Paralela, Bonocô e orla, informou o coordenador do projeto, Itamar Kalil.
A adaptação pode ser útil para outras capitais que também sofrem com a topografia. É o caso da cidade mineira de Belo Horizonte. Uma pesquisa do Pedala BH, órgão ligado à prefeitura, mostrou que apenas 35% da cidade tem declividade entre 0% e 10%, tida como apropriada para os ciclistas. A declividade considerada ideal (entre 0% e 5%) só está presente em 15% da cidade.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

CALFITICE

Beleza e harmonia são características intrínsecas desta técnica Calfitice é uma mistura para diferentes aplicações. O próprio nome explica a técnica: Cal + Fibras + Tierra + Cemento (em espanhol). Sua origem é colombiana, onde foi aprimorada pelas mãos de Luis Carlos Rios, Engenheiro especialista em Geobiologia. Diferente das misturas de solo-cimento ou solo-cal onde a mistura é em estado semi-úmido no calfitice o a mistura é em forma de pasta, a fibra é o elemento que evita a trinca. Sua versatilidade em seus diferentes traços permite vários usos: revestimentos de paredes (convencionais, de madeira ou de terra), relevos artísticos, coberturas e também como estruturas. Fonte:  http://www.ecocentro.org/   Telhado em Calfitice Externo Telhado em Calfitice Externo

Casas Sustentáveis

Diversos modelos e ideias ou projetos de casas sustentáveis bem legais! Divirta-se e apreciem os modelos sem moderação! Captação de água e circulação de ar que mantém a temperatura agradável.  Ideias para aplicar em casas já construídas! Telhado verde! Tendência e obrigatoriedade em alguns países! Este modelo apresenta novas tecnologias! Lâmpadas com energia eólica! Captação de água e armazenamento. Fonte: Bioconservation

Como Assentar um Piso Drenante?

O piso drenante não é apenas um piso pré moldado em placas de concreto drenante, é na verdade um sistema que engloba os materiais de assentamento formando uma escala granulométrica que drena as águas pluviais para o solo. As placas de piso não podem ser assentadas diretamente sobre a terra, pois a mesma irá entupir os vazios da placa de concreto evitando o correto funcionamento. A placa drenante deve ser assentada em um colchão drenante da seguinte forma de acordo com o manual técnico da Segato Pisos do Brasil: -Espalhar sobre o solo compactado uma camada de brita de aproximadamente 12cm de espessura. -Sobre a camada de brita, espalhar uma camada de Areia de aproximadamente 7cm de espessura. -Fazer colocação das placas usando uma linha de nylon para orientar no alinhamento e nivelamento. -A colocação tem que ser feita de forma que as peças fiquem travadas. Seguindo essas regras, teremos um piso ecologicamente correto podendo participar dos projetos com princípios...