Nem sempre temos espaço suficiente para criar um jardim tradicional. Em apartamentos, varandas pequenas, corredores e áreas externas compactas, uma parede pode se transformar em um verdadeiro jardim. O jardim vertical é uma solução interessante para aproximar a natureza da arquitetura, aproveitando uma superfície que normalmente ficaria sem função. Além de contribuir para a estética do ambiente, ele pode criar uma sensação maior de acolhimento e trazer mais verde para a rotina. E não é necessário ter uma grande área para começar. Com uma estrutura adequada, vasos bem posicionados e espécies escolhidas de acordo com as condições do local, é possível montar um jardim vertical de diferentes tamanhos. Neste artigo, você vai conhecer uma maneira simples de criar uma estrutura para vasos utilizando uma tela metálica como suporte. Antes de começar: observe o espaço O primeiro passo não é comprar materiais, mas observar a parede que receberá o jardim. Verifique a incidência de sol ao longo do...
Desde a construção das torres Petronas que a Malásia, e mais propriamente a sua capital, Kuala Lumpur, é referência na arquitetura mundial. Assim sendo, não surpreende ali vermos nascerem mais alguns edifícios notórios. Só que, desta vez, o seu interesse não reside na altura – bem pelo contrário! – mas sim no fato de serem bons exemplos de arquitetura bioclimática e sustentável. Oito edifícios invulgares irão prolongar a frente urbana de Putrajaya, zona situada 30 km a Sul da capital e conhecida como Precinct 4.
O projeto nasceu da colaboração entre o Studio Nicoletti Associati e uma firma local, a Hijjas Kasturi Associates, que elaboraram também todo o arranjo urbano da zona privilegiando a relação com o lago circundante.
No entanto estes oito edifícios são, sem margem para dúvidas, a parte mais interessante de todo o conjunto.
A pequena altura e a transparência são, desde logo, os aspectos mais marcantes e a imagem global evoca vagamente ou propositadamente motivos navais, sejam barcos empilhados verticalmente exibindo o seu cavername ou uma frota de veleiros numa regata, razão porque o projeto já é conhecido como a frota de Putrajaya. Mas há também aqui algo de arquitetura islâmica, sugerido pela curvatura dos edifícios. E, no fundo, tudo se resume a habitações como outras quaisquer, que também incluem terraços, sombreadores, ventilação natural, envidraçados com espaços verdes, etc.
Fosse ou não procurada esta imagem, o que é certo é que ela resulta da introdução no desenho arquitetônico de novos elementos e novos problemas para resolver. Estes requisitos exteriores, chamemos-lhes assim, e as suas necessidades específicas, muitas delas de carácter tecnológico, são um estímulo e um fator importante de renovação da linguagem arquitetônica. Os autores deste projeto souberam fazê-lo com mestria.
Fonte: Inhabitat




Comentários
Postar um comentário