A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
O governador Sérgio Cabral sancionou, semana passada, a Lei 5536, que cria o Fundo para a Eficiência Energética do Estado do Rio de Janeiro.O fundo também chamado FEE é destinado a financiar programas e projetos relacionados à eficiência e à segurança energética, bem como à garantia sustentável do estado.
De acordo com o Palácio Guanabara, o principal objetivo da lei é “a proteção, conservação racional, aproveitamento, comercialização e defesa dos recursos energéticos do Rio”.
A aplicação e gestão dos recursos do FEE ficarão a cargo da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do estado.
O dinheiro virá de programas nacionais e internacionais voltados para a melhoria de eficiência energética e redução de impactos ambientais, de programas de pesquisa e desenvolvimento e transferências orçamentárias.
*Via Info.
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