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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

26 de dez de 2015

Guia para instalação de energia solar em casa

Saiba quais as questões envolvidas para instalar um sistema fotovoltaico em casa


Você já pensou em produzir e consumir energia elétrica de forma mais sustentável? Se sim, é bem provável que a instalação de equipamentos de energia solar tenha passado pela sua cabeça. Os benefícios podem ser muitos, mas é preciso ter um direcionamento sobre os processos de compra, instalação e funcionamento da tecnologia. Por isso, mostramos para você os pontos mais importantes na hora de obtê-la em sua casa.
E o sol?

A primeira questão na hora de adquirir e instalar equipamentos residenciais que transformam a energia solar em energia térmica e/ou elétrica deve ser: a localização geográfica da residência.

A duração da incidência da radiação solar pode variar muito de local para local. Mesmo o Brasil sendo um país com pouca variação de radiação solar em seu território, existem locais em que é mais vantajoso o aproveitamento solar para aquecimento de água (Sul e Sudeste) e outros em que o melhor é a geração fotovoltaica de energia elétrica (Norte e Nordeste). Mas isso não significa que nas regiões Sul e Sudeste não seja possível a geração fotovoltaica de energia elétrica e que nas regiões Norte e Nordeste não seja possível o aproveitamento solar para aquecimento de água.
Como funciona a energia solar para casas
Foto: Portal Sol
Aquecer água ou gerar energia elétrica?

Sendo assim, o segundo ponto a ser analisado trata da finalidade da instalação do sistema de energia solar: para aquecimento de água ou para geração de energia elétrica (sistema fotovoltaico). As tecnologias e os custos podem ser diferentes. Dentro do sistema fotovoltaico, existe o sistema fotovoltaico isolado da rede e o sistema fotovoltaico conectado à rede. O sistema isolado da rede requer cálculos mais específicos sobre a quantidade de energia que é consumida na residência e sobre a quantidade de energia necessária para que a edificação não fique sem energia, uma vez que não está conectada à rede.

O sistema conectado à rede utiliza energia elétrica da rede de distribuição quando não gera energia por meio do sistema fotovoltaico, e quando produz energia excedente, esta parcela é devolvida à rede de distribuição. Isso é um grande estímulo, pois os descontos são grandes para quem está conectado à rede, sem contar que o excedente ajuda na descentralização do sistema de produção de energia elétrica - o que pode ser uma saída viável para a produção de energia limpa no Brasil a longo prazo (veja mais).

Para aquecimento de água por meio da radiação solar, existem os sistemas de energia solar térmica formados por coletores solares planos, que podem ser aplicados em residências.
Custo e escolhas

O custo para adquirir um sistema fotovoltaico isolado pode ser maior devido às baterias para armazenamento de energia. E o custo para adquirir um sistema fotovoltaico conectado à rede pode ser menor, sendo a rede de distribuição uma espécie de bateria infinita para o excedente de energia fotovoltaica. O tempo de retorno do investimento, no sistema fotovoltaico, pode variar entre 8 a 10 anos (a conta de energia não precisará mais ser paga).

Muitas vezes para realizar a escolha de um módulo fotovoltaico olhamos somentes para a eficiência do módulo e o seu custo. De acordo com o Centro de Referência para Energia Solar e Eólica Sérgio de Salvo Brito, a eficiência é um ponto importante, mas deve ser considerada como fator decisivo somente quando a área para instalação do painel fotovoltaico for restrita. Se este não for o caso, a vida útil e o custo devem ser analisados primeiro.
Quer instalar energia solar em sua propriedade?

Minha casa suporta um sistema de energia solar?
Foto: Portal Sol

O próximo passo refere-se à estrutura da residência, ou seja, se a edificação e o seu entorno estão adaptados para receber a instalação de um sistema de energia solar, pois isso pode comprometer o desempenho do mesmo.

No caso dos sistemas fotovoltaicos, as instalações urbanas são realizadas no telhado (rooftop). Interferências como ventos, partes da estrutura da edificação, sombras e superfícies reflexivas, podem diminuir a eficiência do sistema. A circulação de ar também é fundamental para que os módulos fotovoltaicos não esquentem excessivamente. Locais muito aglomerados dificultam essa circulação. O ideal é que a edificação esteja em um local cujo entorno seja mais livre. Para suportar o peso dos painéis fotovoltaicos, o telhado deve ser reforçado e não pode apresentar problemas estruturais que comprometam a segurança do equipamento e dos moradores.

Quanto ao espaço, uma superfície inclinada de aproximadamente 10 m² pode gerar até 1 kWp (energia suficiente para suprir a demanda de uma residência inteira que contenha equipamentos elétricos eficientes) e é satisfatória para instalar painéis fotovoltaicos no sistema isolado. No entanto, para os sistemas fotovoltaicos conectados à rede, o espaço requerido pode ser menor, já que a necessidade de energia fotovoltaica gerada irá diminuir. Os sistemas fotovoltaicos não necessitam de espaço adicional além daqueles já existentes nas edificações, portanto, podem se adaptar ao formato dos telhados e superfícies das construções.
Qual a melhor inclinação e orientação do painel solar?

Para não perder eficiência dos módulos fotovoltaicos e melhorar a captação de energia solar, a inclinação dos painéis é uma questão muito relevante. No caso do Brasil, localizado no hemisfério sul da Terra, o painel solar instalado na sua residência deve ter a face orientada para o norte verdadeiro (que não é o mesmo Norte dado pela bússola). Para países do hemisfério norte, o painel solar deve estar orientado para o sul verdadeiro.

Em relação ao angulo de inclinação, este deve ser igual à latitude do local em que o sistema fotovoltaico será instalado. No entanto, variações pequenas na inclinação não diminuem de maneira significativa a energia gerada, sendo que uma variação de 10° para mais ou para menos em relação ao valor da latitude não irá alterar a captação de radiação solar. Para regiões muito próximas a linha do Equador, a inclinação mínima deve ser de 10°.

Devido ao movimento aparente do Sol ao longo das estações do ano, existem controles que orientam os módulos para acompanhar o movimento solar, estes controles podem ser manuais ou automáticos.
Quais os componentes de um sistema fotovoltaico?

Os componentes necessários de um sistema fotovoltaico são:
Bloco gerador: composto pelos módulos fotovoltaicos, cabos e por uma estrutura de suporte;
Bloco de condicionamento de potência: composto por conversores, inversores de tensão, retificadores, controladores de carga, seguidor de ponto de potência máxima, diodos de bloqueio e de passagem;
Bloco de armazenamento (opcional para sistemas conectados à rede): composto por baterias

O bloco gerador deve ser instalado no telhado da edificação. Os blocos de armazenamento e de condicionamento de potência devem ser instalados em um local coberto, protegido e de fácil acesso, assim como na imagem:


É sempre necessária a utilização de equipamentos de proteção para realizar a instalação dos painéis fotovoltaicos como: corda, capacete e estruturas seguras e fixas para prender a corda.
Fonte: Ecycle

23 de dez de 2015

Casa auto sustentável

Imagine usa casa que gera sua própria energia, que oferece sua própria água, e que ainda produz alimentos. Já imaginamos uma construção cara de alta tecnologia. Nada disso. A casa do arquiteto americano Michael Reynolds pode ser construída em qualquer lugar. Ele reutiliza garrafas de vidro, latas de alumínio e pneus usados.

O que é isso:

Michael Reynolds é um arquiteto americano com base no Novo México e um defensor do "viver radicalmente sustentável". Ele tem sido um crítico da profissão de arquitetura por sua incapacidade de lidar com a quantidade de resíduos que o projeto cria construção. As estruturas construídas sob sua direção utilizar itens de lixo diárias como latas de alumínio, garrafas de plástico e pneus usados. Em vez de usar métodos de reciclagem convencionais (e de consumo de energia), no entanto, Reynolds leva o item descartado e recicla-los como está.

Porque é Interessante:

Michael Reynolds nos apresenta o que ele chama de Earthships (naves da Terra), que são casas radicalmente sustentáveis feitas de materiais reciclados. Dentro deste conceito, Michael Reynolds usa os seguintes princípios de design de construção verde:
• Electricidade: A partir do sol e do vento.
• Água: A partir chuva e derretimento da neve, usado quatro vezes.
• Esgoto: tratadas no próprio local em plantadores botânicos.
• Aquecimento e Arrefecimento: A partir do Sol e da Terra.
• Alimentação: crescer dentro e fora.

Assim, estas casas podem ser construídas em qualquer clima, em qualquer lugar no mundo. Do extremo frio dos pólos até o equador. Essas casas permiem viver em harmonia com o meio ambiente, com segurança, amenidades modernas, um maior retorno sobre o seu investimento, com baixo risco e um ativo de alto valor.

Portanto, esses Earthships são um excelente exemplo de como a nossa civilização pode continuar crescendo tendo em mente a nossa própria sobrevivência, enquanto cuidam e adotam esse tipo de casas (com emissões de carbono zero) que vai realmente ajudar a melhorar a várias perguntas cruciais sobre o meio ambiente, e ao mesmo tempo, com economia de dinheiro (uma vez que estas casas são auto-sustentáveis).

Resumindo: Arquitetos que como Michael Reynolds constróem casas semelhantes a essas (chamadas Earthship), são radicalmente os grandes construtores de casas feitas com materiais reciclados:
• Que geram a própria eletricidade
• Aquecem e resfrigeram-se naturalmente através de dinâmica térmico / solar;
• Recolhem sua própria água da chuva, ou do derretimento da neve fazendo reuso de até quatro vezes;
• Usam e reutilizam todo o esgoto doméstico (águas cinzas e águas negras) em células botânicas interiores e exteriores;
• Produzem quantidade significativa de alimentos



Assista o vídeo:

22 de dez de 2015

Casal usa materiais reciclados para transformar cabana de 50 m²

Tudo foi pensado para maximizar o espaço

Muitas vezes, não é preciso muito dinheiro ou grandes investimentos em tecnologia para transformar completamente um ambiente. Foi com esse pensamento em mente que Jessica e Yianni remodelaram uma cabana de 50 m², comprada em 2008, para viver com seus dois filhos.

De acordo com o site Hypeness, o espaço precisava de muitas reformas, mas o casal não queria que isso significasse mais danos ao meio ambiente. Dessa forma, os dois deram início à transformação utilizando apenas materiais reutilizados ou reciclados. Um grande ambiente mistura sala e cozinha em um mesmo espaço, criando uma sensação de amplitude.

Além disso, tudo foi pensado para maximizar o espaço: gavetas sob os sofás guardam os brinquedos das crianças, enquanto uma parede-estante abriga os livros.

O quarto do casal fica em uma espécie de mezanino sobre o banheiro e o quarto dos filhos. Já os hóspedes podem ser facilmente acomodados no enorme sofá-cama da sala. Os pequenos tem o seu próprio espaço, onde dormem em um beliche.

A preocupação da família com a sustentabilidade não é de hoje. Eles estão buscando a autossuficiência em termos de alimentação. Para isso, criaram uma estufa de 110 m² onde plantam frutas e vegetais. O casal também cria galinhas para aproveitar seus ovos, e abelhas para recolher o mel. Com o leite obtido com seus vizinhos, a dupla produz o seu próprio queijo, resultando em uma cozinha quase completa, mas com baixo impacto para o meio ambiente.

GALERIA DE FOTOS (clique na imagem para ampliar)

Fonte: EcoD

21 de dez de 2015

Condições básicas para manutenção da composteira: temperatura e umidade


Durante a compostagem, temperatura e umidade são fatores que, se controlados, favorecem os processos realizados na composteira, proporcionando um ambiente adequado para a sobrevivência e ação das minhocas no sistema.

As minhocas californianas (ideais para compostagem doméstica) preferem habitar ambientes mornos, que têm temperaturas que variam entre 13°C e 27°C.

A temperatura das caixas de compostagem é geralmente alguns poucos graus mais fresca que a temperatura do ar no verão. No inverno, o inverso ocorre e a temperatura das caixas é um pouquinho mais quente.

Se seu sistema de compostagem permanecer muito acima ou muito abaixo do recomendado (13°C - 27°C), com certeza você terá problemas.

Se a temperatura for muito baixa, as minhocas ficam num estado de dormência, o que resulta na falta de atividade dentro do sistema. Em temperaturas abaixo de -4°C, as minhocas congelam e morrem. No caso de a temperatura superar a faixa mais alta recomendada, a população das minhocas aumenta muito rapidamente, fazendo com que o oxigênio seja consumido mais rápido e problemas com a acidez do sistema surjam.
Umidade

A mistura da "cama" (serragem e terra que forram a caixa) das minhocas com os resíduos deve ter umidade em torno de 50%. Mas como chegar a esse nível? Pense na quantidade de água que existe em uma esponja torcida (ela não está seca e nem encharcada). Para verificar se a umidade da sua composteira está num nível legal, basta pegar um punhado do conteúdo e apertar fortemente entre os dedos, se sua mão ficar levemente úmida, significa que está tudo certo, se um pouco d'água, escorrer significa que o conteúdo esta úmido demais e precisa ser ajustado (saiba mais aqui).

9 de dez de 2015

Descarte móveis, eletrônicos, eletrodomésticos e muitos outros objetos velhos sem sair de casa

Com as opções de descarte correto do Portal eCycle, você não polui o meio ambiente e se livra dos itens que estão "juntando teia de aranha" na sua casa. Confira!

"old tv stuff" por Gustavo Devito está licenciado sob CC BY 2.0

Eletrônicos quebrados, eletrodomésticos ultrapassados, móveis antigos e mais uma infinidade de objetos sem uso ficam juntando poeira em casa. E aí vem o dilema: jogá-los fora e correr o risco de contaminar o meio ambiente ou deixá-los mofando no quartinho da bagunça? O que fazer?

Há uma alternativa! Descarte esses objetos sem sair de casa e tendo a garantia de que todos os seus componentes serão devidamente reciclados ou tratados da melhor forma possível para reaproveitamento, sem qualquer risco ambiental.

Para isso, basta solicitar um orçamento online, preenchendo o formulário no site eCycle:
Por que descartar?

A tecnologia avança a passos largos, mas, muitas vezes, não há uma correspondência em termos de conscientização ambiental. Existem empresas que se utilizam da obsolescência programada (saiba mais aqui) para que os itens produzidos por elas percam as principais propriedades em pouco tempo – assim, o consumidor é obrigado a comprar novos objetos. A prática gera lucro para alguns, mas proporciona grande aumento do volume de lixo, consumo de matérias-primas e, consequentemente, da poluição no meio ambiente, devido a possíveis resíduos químicos nocivos.

Para amenizar esse problema, que só seria corrigido com a aplicação de outra lógica por parte de governos e fabricantes, é recomendado utilizar todos os produtos ao máximo e, quando possível, reutilizá-los (veja mais aqui). Após o fim da vida útil, a melhor destinação é o descarte final correto e consciente, que evita danos ambientais.

Mas se livrar de diversos tipos de objetos e equipamentos antigos e sem uso, orientando-se por critérios de sustentabilidade, costuma ser uma tarefa complicada. Os fabricantes nem sempre aceitam de volta os artigos defasados ou obsoletos. E a rede de logística reversa brasileira, que tem como base a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), ainda é incipiente. Resultado: objetos velhos e sem uso vão parar nos lixões e aterros sanitários.

No entanto, quando isso ocorre, pode haver muitos problemas, envolvendo diversos riscos de danos ambientais e à saúde humana, principalmente no caso do descarte de eletroeletrônicos usados. O impacto desses produtos é maior devido às várias substâncias tóxicas presentes em suas composições. Metais pesados, como níquel,chumbo, mercúrio, cádmio, ou outras substâncias nocivas à saúde e ao meio ambiente, como cobre, ouro (cianeto é utilizado em sua fabricação), entre outros componentes prejudiciais estão presentes nos eletrônicos. Além da possibilidade de contaminação de solo e lençol freático, muitas das substâncias citadas são carcinogênicas (potencialmente cancerígenas) e também podem causar outras doenças graves (veja mais aqui). Além de tudo isso, a nova legislação também onera o bolso de consumidores que descartem itens potencialmente tóxicos de forma irresponsável.

Para evitar os prejuízos do descarte incorreto, que, em muitos locais, é crime ambiental passível de multa, uma opção consciente é descartar seus produtos de forma cuidadosa, protegendo o meio ambiente. É simples, basta seguir as sugestões de descarte do Portal eCycle, no início da página. Sem sair de casa, você descarta diversos tipos de itens de forma segura e tem a garantia de estar causando menos impacto ambiental ao planeta. Livre-se de produtos velhos de maneira consciente, saudável, econômica e sustentável.
O serviço

Se você sempre pesquisou em vão onde descartar objetos eletrônicos, eletrodomésticos, móveis e outros de forma sustentável, a sua busca termina agora. Com o Portal eCycle, você encontra uma solução profissional, segura e ambientalmente amigável de descarte de diversos tipos de itens, com grande comodidade.

Basta você verificar no início da página. Disponibilizamos o serviço de coleta e recolhimento dependendo do tamanho e quantidade dos produto a serem descartados.

Com os serviços oferecidos indicados pelo eCycle, há a garantia de um gerenciamento adequado mediante adequadas logística e manufatura reversas dos itens descartados, que após processo de triagem, têm todas as peças e componentes reaproveitados ou reciclados e, ao final, um certificado é expedido, garantindo a destinação final correta dos objetos.

É a maneira mais prática, fácil, rápida e conveniente de se livrar dos itens que estão te estorvando sem causar danos ambientais. Espalhe essa ideia responsável para seus amigos e agende sua cotação online para remoção de itens como geladeiras, fogões, micro-ondas, etc. É só dar uma olhada no início da página. 

Veja no site eCycle a relação de objetos que são recolhidos e os locais de cobertura do serviço.

Fonte: eCycle

2 de dez de 2015

Cinco passos para iniciar a compostagem doméstica

Tem uma composteira doméstica? Tire suas dúvidas sobre como botar as minhocas para trabalhar


A compostagem não é baseada somente em levar os resíduos orgânicos àcomposteira doméstica... Algumas variáveis precisam ser controladas no ambiente interno das caixas, como temperatura, umidade e pH (saiba mais aqui). E é sempre preciso ver se as minhoquinhas estão bem.

Quer tirar suas dúvidas a respeito de como iniciar a compostagem usando uma composteira doméstica? Então dê uma olhada nos cinco passos necessários para começar o processo em sua casa, levando em conta todos os aspectos essenciais:
Passo 1: Escolha do local adequado

A composteira deve ficar em local arejado. É preciso ficar atento para que ela não fique exposta ao sol, à chuva e ao vento.

Passo 2: Monte a "cama" das minhocas

Forre o fundo das duas caixas digestoras com terra misturada com serragem. Insira as minhocas e deixe as caixas descansando por aproximadamente duas semanas antes de iniciar a colocação dos restos de alimentos - isso para que as minhocas se acostumem com o meio.

Passo 3: Alimente as minhocas

Para alimentar as minhocas não é necessário que se dê alimentos frescos, uma vez que elas não têm dentes, apenas sugam a matéria orgânica (mais precisamente quando elas começam a apodrecer). Você pode dar a elas folhas secas, borra de café, casca de ovos e papelão umedecido - tudo em pequenos pedaços.

Passo 4: Introdução dos resíduos

Coloque os resíduos orgânicos amontoados em um canto da composteira (não espalhados pela caixa) e cubra-os completamente com serragem fina (para que não prejudique a oxigenação do sistema) - essa matéria seca pode ser grama, folhas e palha, que proporcionam o equilíbrio na relação carbono/nitrogênio.

Passo 5: Produto final

Para coletar o composto, coloque a caixa cheia da composteira ao sol, para que as minhocas se escondam. Como as minhocas são fotossensíveis, esta técnica facilita a retirada do composto pronto. Tire até deixar uns dois ou três dedos de terra para servir de "cama" novamente para as minhocas. Este composto é usado como adubo orgânico, já que é uma grande fonte de nutrientes e de matérias orgânicas estabilizadas, podendo recuperar solos degradados.

As caixas de compostagem podem ser facilmente encontradas. Veja em nossa lojaqual é a mais adequada para sua casa.

Via: Ecycle