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Celina Lago

17 de jun de 2014

Condomínio de SC utiliza energia solar e repassa excedente ao sistema


O empreendimento tem 28 placas fotovoltaicas que fornecem 90% da eletricidade consumida nas áreas comuns do condomínio - Foto: Diego Redel

Produzir a própria energia, ajudar no abastecimento da região onde se mora e ainda ganhar um desconto na conta no fim do mês. Essas são algumas vantagens das regras criadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica há um ano para conectar as placas solares e hélices privadas na rede de distribuição. A outra está diretamente ligada à sustentabilidade. O primeiro condomínio residencial do Brasil a aproveitar esses benefícios está em Florianópolis.

O empreendimento tem 28 placas fotovoltaicas que fornecem 90% da eletricidade consumida nas áreas comuns do condomínio – o restante é repassado ao sistema que alimenta o bairro. Idealizador do projeto no Vivá Residence Cacupé, Luiz Marchi explica que este é só o começo – um manual de boas práticas entregue a cada novo morador incentiva que as casas construídas no local utilizem o mesmo sistema.

O Vivá Residence Cacupé é um condomínio de casas situado em uma das regiões mais tradicionais e bonitas da Ilha de Santa Catarina. O empreendimento, lançado no final de 2013, é dividido em 43 áreas com metragens que variam de 700 a 900 m². De um total de 99 mil metros quadrados, onde mais da metade são preservados.

Tudo no empreendimento é pensado para que as pessoas vivam em comunidade e de forma diferenciada. Do chão em lajotas permeáveis à horta orgânica em forma de mandala, a ideia é que os futuros moradores experimentem a sustentabilidade e uma vida com mais prazer em convívio com a natureza.

Nesse pacote estão incluídos, além da usina geradora de energia fotovoltaica, neutralização do carbono gerado na obra e reaproveitamento da água da chuva para irrigação de jardins e horta.

O empreendimento tem, ainda, um Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos – PGRS para separação e destinação correta dos resíduos gerados. Além disso, os resíduos orgânicos são transformados em adubo para jardins e hortas, por meio de compostagem.

Fonte: EcoD