A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Plastiki chega a Sydney por volta do meio-dia, horário local
Após 130 dias e mais de 20 mil km, o Plastiki finalmente completou sua travessia do oceano Pacífico e chegou em Sydney, Austrália.
Os dez tripulantes saíram de São Francisco, nos Estados Unidos, e chegaram ao outro lado do mundo a bordo de um veleiro catamaran de 20 metros de comprimento feito de garrafas PET e outros materiais recicláveis e reciclados.
Elaborado pelo ecologista David de Rothschild, inglês descendente da famosa família de banqueiros, o projeto Plastiki é uma tentativa de chamar a atenção das pessoas para o problema do lixo no planeta.
Provando que é possível reutilizar materiais que iriam parar no lixo, a equipe contratada por ele projetou um sistema de flutuação com 12 mil garrafas de dois litros presas ao casco. Preenchidas com apenas 12 gramas de gelo seco, elas garantem que a estrutura, de plástico reciclável, não afunde na água.
Os mastros são feitos de canos de alumínio reciclado, enquanto as velas são fibras de um tipo de PET. As cabines também são feitas de plástico reciclável e são removíveis, podendo ser usadas como estruturas em terra firme.
Enquanto o teto do barco recolhe água da chuva para uso em banho, turbinas eólicas, painéis solares e duas bicicletas ergométricas adaptadas para exercícios da tribulação gerarão energia.
O barco foi a casa para10 membros da expedição nesses quatro meses (Jo Royle, David Thomson, David de Rothschild, Olav Heyerdahl, Graham Hill, Luca Babini, Matthew Grey, Max Jourdan, Singeli Agnew e Vern Moen).
Entre os locais visitados, está a passagem pelo grande depósito de plástico do Pacífico (Great Pacific Garbage Patch), uma região gigante de acúmulo do material logo abaixo da superfície do oceano.
Fonte: info.abril

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