Quem sou eu

Minha foto

Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

Fale Conosco

- Deixe seu comentário ou envie um e-mail: celinalago@hotmail.com
- Se desejar receber as novidades do site seja um seguidor que o envio é automático.
- A sua participação é muito importante. Só assim, unidos conseguiremos reverter o processo de destruição planetária pelo qual estamos passando e encontrar um equilíbrio saudável.

Muita Luz e Amor,

Celina Lago

25 de set de 2014

Central de transporte na Califórnia ganha parque em sua cobertura


O antigo terminal de São Francisco, na Califórnia, está passando por uma reforma radical. O projeto da nova Transbay Transit Center transformará a estação mais movimentada da cidade, construída no início do século 20, em um espaço sustentável e multifuncional para toda a população.

O projeto foi desenvolvido pelos arquitetos da Pelli Clarke Pelli e fará modificações não só na parte arquitetônica, mas também na engenharia, no urbanismo e na própria rotina local. “O Transbay Transit Center será o centro de um novo bairro, um local de atividades que alimentará a vida na rua de uma forma complexa”, dizem os criadores do projeto.


A central de transporte irá abranger cinco quarteirões da cidade, abrigando uma variedade de programas que atraiam tipos diferentes de usuários ao local.

O projeto ainda prevê um parque em sua cobertura com cerca de 22 mil metros quadrados, e irá incluir espaços verdes, com diversas plantas nativas da área da baía, um anfiteatro para mil pessoas, um café, um parque infantil, e um centro de arte cultural e educacional, bem como uma variedade de caminhos para bicicletas e pedestres. “O City Park será acessível e gratuito, com atrações e atividades completas que caracterizem um espaço urbano verde. Ele ainda será um espaço educacional de São Francisco, exibindo diversas atividades ecológicas”, afirmam.

A estrutura da fachada será inspirada no formato das árvores, com “troncos” de aço que se juntarão nas pontas formando pétalas próximas à cobertura. Os corredores do centro de transportes abaixo serão iluminados por luz natural, através de claraboias situadas dentro do parque.


O projeto deve receber a certificação LEED Ouro, em parte porque ele vai ajudar a reduzir as emissões de CO2, pois o edifício será alimentado por turbinas eólicas, terá um equipamento capaz de resfriar o ambiente interno com o ar captado do lado de fora, utilizará a energia geotérmica para regular a temperatura e ainda reciclará a água utilizada no local.

A previsão é de que o terminal, avaliado em US$4 bilhões, fique pronto até 2017.

Confira o vídeo do projeto:


Fonte: Ciclo Vivo

Ciclovia inaugurada há um mês recebe mais de mil ciclistas por dia em SP


As ciclovias e ciclofaixas que têm sido instaladas na cidade de São Paulo estão constantemente no topo dos debates entre paulistanos. Se por um lado os ciclistas comemoram, ainda existem muitos cidadãos contrários às construções. Um dos principais argumentos avesso às estrutura é o de que elas estão quase sempre vazias, enquanto as faixas dos automóveis permanecem congestionadas.

Diante disso, a Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo (Ciclocidade) fez uma pesquisa para analisar o uso e o perfil dos ciclistas que passam diariamente por algumas essas vias. Diferente do que acontece nas ciclofaixas de lazer, as novas estruturas são definitivas e proporcionam um espaço exclusivo para bicicletas durante todos os dias da semana.

A ciclofaixa da Rua Vergueiro, que antes era usada como faixa exclusiva para motocicletas, foi inaugurada há um mês. Apesar de ser recente, no dia dois de setembro a via foi utilizada por 1.021 ciclistas, entre 6h e 20h. Os horários de pico, entre 8h e 9h e entre 18h e 19h, foram os momentos com mais fluxo cicloviário.

A faixa exclusiva da Avenida Inajar de Souza recebeu ainda mais ciclistas. A pesquisa foi realizada na via da Zona Norte de São Paulo em nove de setembro, quando passaram por lá 1.410 ciclistas, uma média de 94 bicicletas por hora.

A terceira ciclovia analisada foi na Avenida Eliseu de Almeida, zona oeste da cidade. Mesmo sem ter o seu percurso total finalizado, a pista, inaugurada há três meses, recebeu 888 ciclistas, entre as 6h e 20h.

A prefeitura de São Paulo promete entregar 400 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas até o final de 2015. Além disso, o secretário de Transportes, Jilmar Tatto, prometeu entregar bicicletários em todos os 28 terminais de ônibus da cidade, para facilitar o uso da bicicleta combinado com o ônibus.

Fonte: CicloVivo

20 de set de 2014

Casa passiva gasta menos energia do que um secador de cabelo


Ter uma casa passiva em locais com clima ameno é muito mais simples do que em regiões em que as temperaturas chegam aos extremos. No entanto, a Sonya’s Newenhouse prova que é possível e os benefícios dessa escolha são enormes.

O maior exemplo do tamanho da eficiência da estrutura é o fato de ela necessitar de menos energia do que um secador para manter os moradores aquecidos. Para chegar a esse nível de eficiência em Wisconsin, um estado norte-americano que passa boa parte do ano debaixo da neve, o projeto arquitetônico foi essencial.

A casa possui 290 metros quadrados. Suas paredes possuem isolamento hermético, janelas e portas feitas com vidraças triplas e um projeto passivo estratégico que norteia todos os detalhes da construção. A aplicação permite que a residência seja até 90% mais eficiente que uma casa padrão.

O telhado da moradia é coberto por placas fotovoltaicas, que combinadas a quatro aquecedores, geram, em média, 1.300 watts de energia. Além disso, as grandes janelas permitem o maior aproveitamento da luminosidade natural.

Os móveis foram criados a partir de materiais reciclados ou provenientes do manejo sustentável de madeira. Não foram usadas porcelanas no projeto. Em compensação, os arquitetos utilizaram sistemas eficientes na gestão da energia e água. Todo esse cuidado rendeu ao projeto uma certificação alemã especificamente destinada às construções passivas.

O bem-estar dos moradores ultrapassa as paredes. A Sony’s Newehouse está localizada em um bairro tranquilo, em uma cidade predominantemente agrícola. Isso permite que os jardins abriguem hortas caseiras e também facilita a compra de produtos naturais, principalmente, orgânicos.

Fonte: CicloVivo

Reservatório de água em SP vira parque


O escritório Levisky Arquitetos, sediado em São Paulo, foi o responsável por transformar um reservatório de água em um parque na região leste da capital paulista. A estrutura foi inaugurada no último final de semana e conta com uma área de 21 mil metros quadrados.

O Parque Sabesp Mooca foi uma estratégia usada pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo para oferecer área verde e de lazer, ao mesmo tempo em que coloca a população em um contato mais próximo com a água.

Imagem: Divulgação

Além do espaço livre, o local também conta com o Museu Aberto da Água, uma rota lúdica de aprendizagem sobre o ciclo das águas, com informações sobre o caminho que esse recurso percorre desde o manancial até chegar às casas.

Imagem: Divulgação

O parque foi construído com sistemas pré-fabricados seguindo o conceito de obra seca. Este formato garante a economia de água e reduz a geração de resíduos. O projeto também contou com a utilização de pisos drenantes nos passeios públicos e pavimentos.

O complexo conta com quadra poliesportiva, área gramada livre, playground infantil, praça de contemplação sobre o reservatório, espaços de convivência, postos de coleta seletiva e bicicletário, para incentivar os visitantes a usarem o meio de transporte alternativo.

Imagem: Divulgação

O Parque Sabesp Mooca está localizado na Avenida Paes de Barros, 2.107 e já está aberto ao público. Para completar o projeto paisagístico, o local receberá o plantio de 142 árvores e três mil arbustos e trepadeiras. 



Fonte: CicloVivo

4 de set de 2014

Carro movido à água do mar recebe autorização para circular na Alemanha

Um carro movido à água do mar (sim, é isso mesmo que você acaba de ler!) recebeu recentemente autorização para circular nas estradas e nas ruas de Munique, na Alemanha. A informação é da nanoFlowCell, fabricante que desenvolveu o sistema.

O esportivo Quant e-Sportlimousine possui uma bateria química que utiliza água do mar para gerar energia elétrica e é capaz de produzir até 920 cavalos de potência. De acordo com a montadora, o Quant e-Sportlimousine vai de zero a 100 km/h em impressionantes 2s8 e tem velocidade máxima de 378 km/h. A autonomia do veículo é de 600 quilômetros.

Apresentado no Salão de Genebra, na Suíça, em março, o veículo pesa 2.300 quilos. A abertura das portas é para cima, no estilo “asa”. O carro tem 5,25 metros de comprimento, 2,2 metros de largura e 1,35 metro de altura.

A nanoFlowCell não confirmou a data de lançamento do carro, mas deve iniciar a produção em massa. Contudo, a inovação não é para qualquer bolso. Estima-se que o veículo seja comercializado por cerca de R$ 1 milhão.

GALERIA DE FOTOS (clique na imagem para ampliar)

Fonte: Ciclo Vivo

3 de set de 2014

Sul-coreanos recarregam celulares com energia vinda de rio despoluído


Os moradores de Seul já podem recarregar smartphones e tablets com energia limpa proveniente de um rio que corta a cidade. A opção é disponibilizada gratuitamente e foi possível graças a pequenas estações hidrelétricas de produção de eletricidade.

O sistema foi inaugurado na última semana, no rio Cheonggyecheon, que já representou um enorme problema público dos sul-coreanos, mas hoje é uma referência em recuperação ambiental. A tecnologia aproveita a corrente natural do rio, sem modificar o seu curso natural.

“A instalação de geração de energia hidrelétrica em pequena escala minimiza os efeitos negativos sobre o meio ambiente, uma vez que produz eletricidade sem barragens. Ela exige apenas turbinas simples”, explicou um dos representantes do projeto, em declaração ao jornal local Korea Herald.

A tecnologia foi patrocinada por sistemas de financiamento coletivo e passará por testes durante três meses. Dependendo de como for a aceitação dos usuários, ele pode ser expandido para outros pontos ao longo dos 5,8 quilômetros de extensão do rio que corta o centro da cidade.

A novidade faz parte de um projeto municipal que incentiva o uso de energia alternativa. Além das centrais que utilizam a força do rio para gerar energia, a capital sul-coreana estuda a instalação de cabines equipadas com placas fotovoltaicas.

Fonte: CicloVivo