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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

30 de jul de 2014

Garota de 14 anos constrói sua própria casa com apenas US$ 10 mil


O CicloVivo já noticiou diversas pequenas casas, feitas com muito pouco dinheiro e até com materiais reciclados. Mas, a “La Petite Maison” tem uma história especial. A moradia começou a ser construída por uma garota norte-americana no auge de seus 12 anos de idade. Dois anos, algumas mudanças e muito esforço depois, a casa de madeira estava pronta.

A ideia surgiu para um projeto escolar, que foi tomando grandes proporções. Para construir uma casa é necessário ter habilidade com diversas ferramentas e boas noções de arquitetura. Não era esse o caso da estudante Sicily Kolbeck. Mas seu pai, Dane Kolbeck, entendia bastante do assunto e foi quem a ensinou os primeiros passos.


Toda a construção custou apenas dez mil dólares. Em seu blog, Sicily explica como conseguiu guardar esse dinheiro. Segundo ela, a maior parte, sete mil dólares, foi obtida com uma troca de investimentos feita pela mãe. Como a garota não pagava mensalidade na escola, essa economia foi direcionada à construção. Ela também contou com outros US$ 1.660 obtidos por financiamento coletivo. Os US$ 700 restantes foram presente.


A casinha tem 38 metros quadrados e começou a ser construída em 2012. No início do ano seguinte, o pai de Sicily faleceu em um acidente de carro. Isso não foi o suficiente para fazer a menina desistir do projeto. Pelo contrário, deu um incentivo ainda maior e a construção virou uma espécie de tributo.


A “Le Petite Maison” possui praticamente tudo o que uma causa comum necessita. Uma pequena cozinha, equipada com fogão, forno, pia e armários; um banheiro, com banheira; uma pequena área comum e um quarto, localizado no topo da casa.

Fotos: Divulgação

Além de demonstrar que é possível construir uma residência com pouco dinheiro, a norte-americana exalta o fato de ter adquirido habilidades que levará por toda a vida, como o manuseio de ferramentas usadas na construção, e, principalmente, a valorização do espaço em que está vivendo. “Eu também queria mostrar que, quando me deram limões, eu não só fiz uma limonada. Eu fiz um bolo de limão. Eu comi e estava delicioso”, declarou a menina ao jornal Huffington Post.

Fonte:  CicloVivo

29 de jul de 2014

Complexo em aeroporto da Nova Zelândia tem telhado verde e design maori


O escritório neozelandês de arquitetura Fearon Hay foi o responsável pela criação de um espaço comunitário no aeroporto de Auckland. Mais do que eficiência, o projeto demonstra uma arquitetura contemporânea, aliada à sustentabilidade.


O pedido era de que os arquitetos criassem um espaço flexível para eventos, reuniões e usos diversos. Mas, o resultado é uma estrutura que consegue mesclar a construção com a natureza, ao mesmo tempo em que resgata valores da cultura local.


Apelidado de “O Manto” o prédio é coberto por uma malha de madeira, que se assemelha a uma grande coberta acima do edifício. O telhado foi aproveitado para trazer o verde a estrutura, com um jardim suspenso.


Internamente o design é limpo, mas ao mesmo tempo um pouco rústico, com paredes em concreto, cortinas claras e pé direito alto. Os arquitetos utilizaram janelas do tamanho das paredes, para aproveitar ao máximo a iluminação natural e permitir maior integração entre a pessoa que esta dentro do prédio e o ambiente exterior.

Fonte: CicloVivo

28 de jul de 2014

Estufa é criada com bambu e garrafa PET


Um novo modelo de estufa foi criado no Vietnã com o objetivo de agregar mais eficiência e sustentabilidade às hortas, jardins e outros tipos de plantação. Intitulada de Vegetable Nursery House, a estufa montada com bambu e garrafas PET ganhou destaque entre as soluções de arquitetura social e sustentável, e não só abriga as plantas, como também serve de dormitório para quem cultiva os vegetais.

A estufa feita com materiais de baixo custo foi criada pelos profissionais do 1+1>2 International Architecture Company, um importante escritório de arquitetura que se uniu ao grupo Ação para a Cidade, com objetivo de criar maneiras de espalhar hábitos de vida sustentável entre os habitantes de Hanói, capital do país asiático. As estruturas que abrigam os vegetais possuem área de 6 por 3,6 metros quadrados e, além de reaproveitarem materiais, também fazem reuso da água da chuva.


O projeto também buscou criar uma alternativa de moradia básica e improvisada para sobreviventes de catástrofes e pessoas em situação de rua, uma vez que a estrutura abriga o espaço de um dormitório ao mesmo tempo em que pode ser aproveitado para a produção de alimentos para a própria sobrevivência.


Assim, além de reduzirem os impactos das construções, as garrafas PET também ajudam no equilíbrio das temperaturas e na iluminação das plantas colocadas dentro da estufa, dando origem a uma atmosfera que também adequada para o descanso das pessoas. Fora isso, como o bambu e as garrafas são leves, fica fácil montar e transportar a estrutura de um lugar para outro. Com informações do ArchDaily.

Fonte: CicloVivo

27 de jul de 2014

Máquina troca garrafas plásticas por ração para cães abandonados


A empresa turca Pugedon teve uma ideia genial para incentivar as pessoas a reciclarem. Através de uma máquina instalada nas ruas, os cidadãos podiam descartar garrafas plásticas e, em troca, alimentar cães e gatos desabrigados.

A ação ocorreu em abril deste ano, com a máquina sendo instalada em um parque de Istambul. O equipamento usado possui espaço apropriado para o descarte do líquido nas garrafas (no caso de ser água, ela é destinada aos próprios animais), enquanto o plástico vai para outro compartimento.

Assim que a pessoa faz o descarte, a máquina libera uma quantidade de ração equivalente à quantidade de material depositado. Ela fica disponível em uma abertura na altura dos animais e qualquer cão ou gato desabrigado pode se servir à vontade.

Veja abaixo o vídeo da ação:


Fonte: CicloVivo

26 de jul de 2014

Bairro solar na Alemanha produz quatro vezes mais energia do que consome


O bairro solar Schlierberg, em Friburgo, Alemanha, é capaz de produzir quatro vezes mais energia do que consome, provando que uma construção ecológica pode ser muito lucrativa.

O condomínio é autossuficiente em energia e atinge isso através do seu projeto de energia solar, que utiliza painéis fotovoltaicos dispostos na direção correta. Parece uma estratégia simples mas, geralmente, os projetistas pensam nas instalações solares tardiamente, e dessa forma os painéis perdem parte de sua eficiência.


A vila, projetada pelo arquiteto alemão Rolf Disch, enfatiza a construção de casas e vilas que planejam as instalações solares desde o início do projeto, incorporando inteligentemente uma série de grandes painéis solares sobre os telhados. Os edifícios também foram construídos dentro das normas de arquitetura passiva, o que o permite produzir quatro vezes a quantidade de energia que consome.

O condomínio, com cerca de 11 mil m2, possui densidade média, tamanho balanceado, acessibilidade, espaços verdes e exposição solar.


Ao todo são 59 residências e um grande edifício comercial, chamado Solar Ship, que criam uma região habitável com o menor impacto ambiental possível. Nove das residências são apartamentos localizados na cobertura do edifício comercial. As residências multifamiliares possuem entre 75 e 162 m2.

Todas as casas são de madeira e construídas apenas com materiais de construção ecológicos. O conceito de cores foi desenvolvido por um artista de Berlim, Erich Wiesner.


As casas têm grande acesso ao aquecimento solar passivo e utilizam a luminosidade natural. Cada casa possui uma cobertura simples, com beirais largos, que permitem a presença do sol durante o inverno e protegem as casas durante o verão. Tecnologias avançadas como o isolamento a vácuo, aumentam o desempenho térmico do sistema da construção.

As coberturas possuem sistemas de captação de água da chuva. A água é utilizada na irrigação de jardins e nas descargas de vasos sanitários. Os edifícios também utilizam lascas de madeiras para o aquecimento no inverno, diminuindo ainda mais o impacto no ambiente.

As instalações permanecem livres de carros, graças à garagem abaixo do edifício comercial, onde é organizado um sistema de compartilhamento de automóveis.


Fonte: CicloVivo   Por: May ra Rosa

25 de jul de 2014

Casa ecológica propõe uma nova maneira de viver

Pesquisadores de universidades brasileiras criam modelo para participar de competição internacional e consolidar a indústria da construção sustentável no país

Por: Rebeca Ramos



Brasília - Depois de abusar, por anos, dos recursos naturais, a ordem agora é minimizar os danos causados ao planeta. A sustentabilidade está em alta, e viver de forma consciente é mais do que uma escolha, é uma obrigação. Pensando nisso, um grupo interdisciplinar com participantes da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) criou uma residência de energia zero (REZ), ou seja, ela não utiliza nenhuma fonte elétrica para funcionar. A Ekó House foi desenvolvida para participar do Solar Decathlon Europe 2012, uma competição internacional de casas ecológicas que terá participação de 20 universidades de vários países.

Bruna Mayer de Souza, arquiteta e urbanista da UFSC, explica que o termo ekó vem do tupi-guarani e significa “maneira de viver”. “Assim, buscamos desenvolver uma habitação que possibilite a vida em maior harmonia com o meio ambiente”, explica. O projeto conta ainda com a colaboração de pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) e das universidades federais do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Rio Grande do Norte (UFRN).

De acordo com Bruna Mayer, a casa utiliza apenas a energia solar, que é transformada em energia elétrica por painéis fotovoltaicos e em energia térmica por tubos evacuados. “A casa é desenvolvida para ser altamente eficiente, com equipamentos de alta eficácia, estudo das condições climáticas e isolamento térmico de alta eficiência”, explica a arquiteta. Dessa forma, é possível atingir as condições de conforto e desempenhar todas as tarefas com o mínimo de energia necessária.

A coordenadora da pesquisa, a arquiteta e urbanista Thêmis Fagundes, explica que a Ekó House é, antes de tudo, uma casa-conceito, um protótipo 4D de uma investigação em andamento. O que se busca é justamente investigar e discutir a validade dessas hipóteses, e a universalidade e a replicabilidade desses princípios na realidade brasileira, explorando os resultados da experiência no desenvolvimento de uma ampla rede de aprendizagem social com foco num modo de morar mais sustentável. “Assim, não se trata tanto da replicabilidade do protótipo em si, mas do conhecimento gerado a partir desse processo e de sua capacidade de multiplicação, especialmente no campo da arquitetura e da engenharia”, afirma.

Harmonia com o meio ambiente 
Totalmente adaptável às diversas condições climáticas, casa utiliza apenas energia solar. Sistemas e tecnologias utilizados podem ser adotados nos diferentes tipos de construção

Segundo a arquiteta e urbanista de Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Bruna Mayer de Souza, a casa foi desenvolvida priorizando as condições climáticas de Madri – local da competição –, mas poderia ser implementada com pequenas alterações em diversas regiões do Brasil. “Inclusive, sua estrutura de suporte dos painéis fotovoltaicos tem a angulação ajustável, o que garante uma boa eficiência deles em diferentes latitudes.”

A casa, com aproximadamente 47 metros quadrados (m²), tem cozinha, salas de jantar e de estar, banheiro e quarto. Contudo, o leiaute pode ser modificado. “Sua estrutura em painéis e módulos permite que o espaço seja aumentado com a inserção de módulos. Além disso, a maioria dos sistemas e tecnologias utilizados podem ser adaptados aos mais diferentes tipos de construção”, ressalta a pesquisadora da UFSC.

A coordenadora da pesquisa, a arquiteta e urbanistaThêmis Fagundes descreve o ambiente ekó como uma arquitetura integrada aos ciclos da natureza, especialmente do sol, do ar e da água, mediado por sistemas automatizados de controle de sombreamento nas varandas e aberturas, sistemas passivos de uso de energias renováveis para conforto e bem-estar, e integração de ambientes internos e externos, tudo adaptado a diferentes famílias. Com isso, consegue-se um modo de morar com novos padrões de relacionamento entre o homem e o ambiente natural.

Políticas públicas 

O projeto está ligado a uma iniciativa maior, que é o lançamento das bases de uma indústria nacional de REZ com tecnologia brasileira e adequação às diversas regiões bioclimáticas. De acordo com o coordenador de projeto, José Kós, já existe uma pressão do mercado para a modernização da indústria da construção no Brasil. Há uma pressão da sociedade por edificações mais sustentáveis
Habitação tem equipamentos de alta eficiência, estudo das condições climáticas e isolamento térmico

. “O projeto não pretende lançar as bases para a indústria nacional de REZ, mas contribuir para essa proposta por meio da reunião de parceiros da indústria que têm uma preocupação semelhante e propostas de soluções voltadas para o nosso contexto climático e da produção local”, afirma.

O objetivo do grupo é influenciar na formação de arquitetos e engenheiros, deixando-os mais preparados para a construção de edificações sustentáveis. “Além disso, buscamos conscientizar os profissionais que atuam na construção civil e o público em geral para adotar algumas dessas tecnologias em suas residências e para a necessidade da modificação de alguns dos nossos hábitos.”

Para Fagundes, projetos desse tipo podem contribuir para alavancar políticas públicas voltadas ao desenvolvimento de construções mais sustentáveis que deveriam estar associadas a redes de desenvolvimento social, priorizando a sustentabilidade humana. “Se existe a possibilidade de um maior controle do consumo de energia não renovável e sua distribuição em nossa sociedade contemporânea para além do controle econômico, ele só poderá ocorrer pelo fortalecimento de relações sociais com uma base ética. Envolve também uma mudança no paradigma do desenvolvimento, que priorize nossa condição humana neste planeta”, acredita.

O Brasil é particularmente positivo no cenário global, pois tem uma matriz energética relativamente limpa, ou seja, tem por base energias renováveis, dado o potencial de reservas naturais. Além disso, o padrão de consumo energético no país é baixo, quando comparado às sociedades do Hemisfério Norte, especialmente na América do Norte e na Europa. “Assim, no caso brasileiro não se trata tanto de diminuir o consumo, mas de criar as condições favoráveis para auxiliar a desenvolver processos de educação ambiental que promovam a sustentabilidade humana e não apenas o desenvolvimento exclusivamente econômico”, diz a arquiteta.

12 de jul de 2014

Banco de Pallets empilhados - Paletes de MDF e fórmica

Fazer um banco empilhando pallets não tem segredo.
Basta empilhar os pallets, certo? Quase isso!
Primeiro, deve-se saber qual profundidade queremos que o banco tenha. Geralmente, pallets compridos são mais largos, quase quadrados, e dependendo do ambiente não cabe um banco grande.
Então, se quiser um banco estreito com medidas usuais, tem que mandar cortar. Assim que conseguimos comprar os pallets, levamos para uma marcenaria e o corte foi feito rapidinho.
Usamos pallets feitos de MDF. Compramos por R$2,00 cada um, no estoque de uma loja de pisos laminado (aqueles pisos que imitam madeira).
A empresa de pisos estoca as tiras de laminado sobre os pallets e achamos muito legal que os pallets já vinham revestidos com fórmica. 
Escolhemos o pedaço em que a fórmica não estava arranhada e colocamos por cima para não precisar se preocupar com pintura nem com acabamento.
Como o banco vai ficar em ambiente interno, sem pegar umidade, não tem problema nenhum em deixar o MDF à vista. É importante lembrar que o MDF estufa e fica mole em contato com umidade.
Outra coisa importante é fixar um pallet no outro. Assim, eles não vão escorregar nem cair e vamos evitar acidentes.
Para dar mais conforto e beleza, um colchonete velho foi cortado e ganhou capinha listrada que a vovó costurou.
Foto e texto: Bianca Barreto


Como fixar um pallet no outro e evitar que esles escorreguem
1-Compre chapas metálicas com furos vendidas em casas de ferragens ou lojas de material para construção.
Existem chapas com 2 e com 4 furos. Dois furos já dão conta de fixar bem, então compre a que for mais barata.
2-Segure a chapa onde irá parafusar e marque o lugar dos furos com um lápis.
3-Martele o local onde marcou, fazendo um furo guia para parafusar.
4-Parafuse.
Pronto!




9 de jul de 2014

Casa italiana é feita com materiais recicláveis e produz 100% de sua energia


A BioCasa_82 foi construída em Treviso, na Itália. O projeto utilizou materiais recicláveis e energia renovável. Além de sua beleza arquitetônica, a construção é mais uma prova de que é possível ter conforto ao mesmo tempo em que se tem uma obra com baixo impacto ambiental.

O escritório Welldom foi o responsável pelo projeto, que contou com a aplicação de um método próprio e exclusivo para maximizar o uso de tecnologias sustentáveis. Todos os sistemas aplicados e o cuidado em todas as fases, da concepção à construção, foram pensadas para a obtenção do selo LEED Platinum, o nível máximo em certificação ambiental.

A casa alcançou 117 dos 136 pontos analisados sobre sustentabilidade pelo Green Building Council. Em termos de inovação e design, o projeto recebeu 10, dos 11 possíveis.


O “Método de Welldom” possibilitou que a BioCasa_82 fosse construída com 99% de materiais recicláveis. A residência ainda conta com sistema de produção fotovoltaica e aquecimento solar. Isso significa que, por si só, ela é capaz de produzir 14mWh/mq de eletricidade, ao mesmo tempo em que o calor do sol é aproveitado para fornecer água quente e arrefecimento.


A casa, encomendada por Enrico Moretti, CEO da marca Diadora, emite 60% menos carbono que as construções tradicionais. Para chegar a este nível, a edificação é independente das redes de transmissão de energia e também possui sistema de aproveitamento das águas pluviais. Além disso, a construção foi pensada para aproveitar ao máximos a luminosidade e ventilação naturais.

Fonte: CicloVivo

6 de jul de 2014

Garrafas PET são transformadas em cobertura para telhados


Ideias bem empregadas podem transformar problemas em soluções. Um bom exemplo vem da organização sem fins lucrativos Reuse Everything Institute, com sede em Pittsburgh (EUA), que criou uma máquina capaz de converter o plástico usado para a fabricação das garrafas (um tipo de resina termoplástica da família dos poliésteres) em materiais de construção com preços acessíveis.


As garrafas PET representam um problema global, pois seu tempo de decomposição é extremamente longo. No Brasil, foram coletadas para reciclagem 331 mil toneladas de embalagens em 2012, segundo dados do Censo da Reciclagem de PET no Brasil, divulgado em 2013 pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet).


Em colaboração com os estudantes da Carnegie Mellon University e Engineers Without Borders, a ONG automatizou essa tecnologia para facilitar a criação de negócios sustentáveis nos EUA e no exterior.

Ela já foi utilizada no teto de uma casa no Equador para testar a resistência do produto - e o resultado é altamente satisfatório. Os responsáveis querem ampliar esse processo para mais comunidades no país, além de promover emprego para a população, que fará a reciclagem do produto.


Fonte: Reuse Everything     Via: EcoD