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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

28 de jun de 2014

Maior usina solar da América Latina é inaugurada em Santa Catarina


A Eletrosul inaugurou nesta sexta-feira (27) a maior usina solar integrada a um edifício da América Latina, localizada em Florianópolis (SC). O complexo, apelidado de Usina Megawatt Solar, é fruto de uma parceria entre a empresa distribuidora de energia e o governo alemão e tem capacidade para produzir 1,2 gigawatts-hora ao ano.

O investimento total do empreendimento foi de R$ 9,5 milhões. Ao todo foram usados 4,2 mil módulos fotovoltaicos, instalados nas coberturas dos edifícios-sede e estacionamentos, o que totaliza uma área de 8,3 mil metros quadrados. A tecnologia transforma a radiação do sol em eletricidade, que é direcionada às redes de distribuição locais.

Foto: Divulgação

“O Brasil tem um potencial enorme para a geração de energia a partir do sol. Projetos como o Megawatt Solar certamente servirão de estimulo para que iniciativas semelhantes se multipliquem pelo país”, destaca o diretor do KfW na América Latina, André Ahlert.

A energia produzida na usina será disponibilizada a consumidores livres, como empresas e shoppings, que poderão comprar a eletricidade através de leilões. Já no primeiro leilão, que será realizado no segundo semestre de 2014, a empresa pretende vender 800 MWh/ano. “Nossa intenção não é somente comercializar o produto. Queremos ajudar a difundir um novo conceito, que atenda à crescente demanda da sociedade por energia renovável”, explicou Eurides Mescolotto, presidente da Eletrosul.

A companhia tem outros dois projetos da área solar em andamento. Um deles busca purificar o silício, que é a principal matéria-prima usada na fabricação dos painéis fotovoltaicos, e o outro consiste em avaliar o potencial do aproveitamento solar a partir de estações solarimétricas.

Fonte: CicloVivo

17 de jun de 2014

Condomínio de SC utiliza energia solar e repassa excedente ao sistema


O empreendimento tem 28 placas fotovoltaicas que fornecem 90% da eletricidade consumida nas áreas comuns do condomínio - Foto: Diego Redel

Produzir a própria energia, ajudar no abastecimento da região onde se mora e ainda ganhar um desconto na conta no fim do mês. Essas são algumas vantagens das regras criadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica há um ano para conectar as placas solares e hélices privadas na rede de distribuição. A outra está diretamente ligada à sustentabilidade. O primeiro condomínio residencial do Brasil a aproveitar esses benefícios está em Florianópolis.

O empreendimento tem 28 placas fotovoltaicas que fornecem 90% da eletricidade consumida nas áreas comuns do condomínio – o restante é repassado ao sistema que alimenta o bairro. Idealizador do projeto no Vivá Residence Cacupé, Luiz Marchi explica que este é só o começo – um manual de boas práticas entregue a cada novo morador incentiva que as casas construídas no local utilizem o mesmo sistema.

O Vivá Residence Cacupé é um condomínio de casas situado em uma das regiões mais tradicionais e bonitas da Ilha de Santa Catarina. O empreendimento, lançado no final de 2013, é dividido em 43 áreas com metragens que variam de 700 a 900 m². De um total de 99 mil metros quadrados, onde mais da metade são preservados.

Tudo no empreendimento é pensado para que as pessoas vivam em comunidade e de forma diferenciada. Do chão em lajotas permeáveis à horta orgânica em forma de mandala, a ideia é que os futuros moradores experimentem a sustentabilidade e uma vida com mais prazer em convívio com a natureza.

Nesse pacote estão incluídos, além da usina geradora de energia fotovoltaica, neutralização do carbono gerado na obra e reaproveitamento da água da chuva para irrigação de jardins e horta.

O empreendimento tem, ainda, um Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos – PGRS para separação e destinação correta dos resíduos gerados. Além disso, os resíduos orgânicos são transformados em adubo para jardins e hortas, por meio de compostagem.

Fonte: EcoD

Norte-americano transforma antigo avião em casa


O norte-americano Bruce Campbell transformou um Boeing 727 em sua própria residência. O avião possui todas as funções comuns em uma casa e mostra que é possível dar novas utilidades a estruturas que perderam seu uso original.

A aeronave está instalada em Portland, EUA, em um terreno totalmente arborizado adquirido por Campbell ainda na juventude. No site do projeto o criador compartilha detalhes da construção para que ela possa ser replicada em outros locais. Ele explica que o mais difícil foi a logística, mas assim que ele encontrou um caminhão grande o suficiente para transportar o avião, todo o resto foi simplificado. Durante o translado foi necessário tirar temporariamente a calda e as asas do Boeing.


A aeronave, que já estava fora de uso, foi comprada em 1999, quando o americano investiu US$ 100 mil. Além do custo com a estrutura, Campbell gastou mais US$ 120 mil com reformas e adaptações necessárias para que o abrigo tivesse todas as características de uma casa tradicional.


A visão do norte-americano é de que esta pode ser uma alternativa simples para a construção, ao mesmo tempo em que soluciona o problema do descarte de aviões fora de uso. Por isso, ele disponibiliza um serviço de atendimento em seu site. Através do canal, qualquer pessoa interessada em replicar a ideia consegue os detalhes da construção, dicas e instruções.


Conforme publicado no site TreeHugger, a Aircraft Fleet Recycling Association (AFRA) estima que, a cada ano durante as próximas duas décadas, 500 aeronaves serão aposentadas. Os números reforçam a necessidade de se pensar em alternativas de reuso para este material tão resiste.

Fonte: CicloVivo

Artista plástica cria objetos decorativos com vidro reciclado


Apaixonada pelo contraste entre a dureza e a leveza do vidro, a artista plástica Márcia Lepage, do ateliê Lepage Verre, escolheu o material para manifestar suas emoções em peças decorativas e sustentáveis.

Reciclando vidros, aparentemente impossíveis de serem reutilizados, a designer partiu do pressuposto que transformar é uma forma interessante de criar. “Sou apaixonada por vidro. Comecei a trabalhar com este material há 14 anos e, até hoje, não parei mais. Sempre tem algo novo a ser descoberto”, ressalta.


Cada criação é resultado de muita experimentação, utilizando desde bolinhas de gude até garrafas de bebida. "Procuro fazer peças que estimulem a curiosidade, que sejam lúdicas, modernas e, ao mesmo tempo, funcionais. Misturo materiais compatíveis para criar objetos com ares contemporâneos e que tenham humor, esta, talvez, minha característica mais evidente", pontua.


A técnica utilizada por Márcia é a fusing, que consiste na junção de diversos fragmentos de vidro, em sobreposição e fundidos, a temperatura acima de 800°C, transformando os pequenos pedaços em uma só peça.

As peças da artista estão à venda no site Fractal.D.

6 de jun de 2014

Arquiteta britânica transforma banheiro abandonado em sua própria casa


Pode parecer estranho, mas a arquiteta londrina Laura Clark mora em um banheiro. O espaço, onde hoje é a casa da jovem, está localizado no subsolo do Crystal Palace Parade, em Londres, e por muitos anos foi apenas um buraco abandonado na capital inglesa.

Após seis anos tentando convencer autoridades locais a vender a área, Laura finalmente conseguiu adquirir o banheiro e a autorização para transformá-lo em uma bela residência. Olhando apenas as imagens da casa pronta, é impossível imaginar como era antes da chegada da arquiteta.



Os trabalhos tiveram início em setembro de 2011, conforme mostrado pela arquiteta em seu blog. Além de ser um buraco abandonado, cheio de entulho e lixo, o local possuía as tradicionais divisórias de banheiros públicos, mictórios, vasos sanitários, e dificilmente seria possível enxergar uma residência em um espaço tão asqueroso. Mas, foi exatamente isso o que a arquiteta fez.


Apenas oito meses depois de iniciar a reforma, a casa estava pronta. Ela tem tudo o que uma residência tradicional possui. Ela também é bastante ampla, algo raro em uma cidade em que o espaço para novas construções são escassos e o metro quadrado é muito caro.


A casa de Laura possui um quarto, banheiro, sala de estar, sala de jantar, cozinha, jardim de inverno e corredores que foram totalmente aproveitados com prateleiras. O design contemporâneo apaga rapidamente a visão do antigo banheiro abandonado e comprova que qualquer espaço pode ter uma nova chance.




Fonte: CicloVivo

Vietnamitas usam bambu para construir restaurante luxuoso


O escritório vietnamita de arquitetura Vo Trong Nghia projetou um grande restaurante e centro de eventos feito inteiramente em bambu. A estrutura foi inspirada nas formas naturais, com o intuito de ser altamente sustentável.

Instalado na província de Vinh Phuc, no Vietnã, o edifício mescla elegância, funcionalidade e criatividade. Os arquitetos optaram pelo uso de materiais sustentáveis e locais, que criaram um ambiente misterioso, praticamente imerso em água.


O local foi apelidado de Bamboo Wings, por sua forma lembrar as asas de um pássaro. Os clientes que visitam o restaurante podem caminhar e se acomodar em volta do espelho d’água, repleto de árvores, que complementam o ambiente natural criado pelos arquitetos.


O uso do bambu é o ponto mais sustentável da proposta. A planta cresce rapidamente e seu uso na construção é bastante comum devido à praticidade e durabilidade que proporciona. Por causa disso, os arquitetos puderam dispensar o aço e outros materiais sintéticos estruturais.


O Bamboo Wings foi desenhado de maneira a permitir a ventilação natural, com seus 12 metros de altura, mantendo o ambiente sempre fresco e arejado independente do uso de sistemas de ar-condicionado.


Fotos: © Hiroyuki Oki. Com informações do Inhabitat e do ArchDaily. Via: Ciclo Vivo