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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

29 de mai de 2014

A impressionante transformação de ambientes ultrapoluídos em jardins radiantes

Vi a postagem de uma amiga e Arquiteta no Facebook e resolvi postar. Realmente ela tem toda razão quando diz que seria muito bom ter os rios, não somente o de Jacarepaguá, mas todos nossos rios despoluidos dessa maneira.

A foto acima circulou recentemente no Facebook e despertou curiosidade e ceticismo. Essa imagem é real?

Conferindo o site ZMEScience, ficamos sabendo que a fotografia demonstra um processo de biorremediação feito em Manila, capital das Filipinas. Nas imagens, o que se vê são canais que levam água ao rio Pasig.

5 fachadas inteligentes que respiram, geram energia e devoram toxinas

A noção de um edifício inteligente que se adapta às condições do ambiente não é tão nova. Mas a ideia contemporânea da “fachada inteligente” existe há poucas décadas, ajudada por recentes avanços na ciência química e dos materiais. Ao longo dos últimos três anos, há ocorrido um crescimento da categoria.

Abaixo, confira alguns dos mais interessantes exemplos da tecnologia, como uma tela de metal térmica que se enrola quando está quente, e uma parede coberta com dióxido de titânio que limpa poluentes do ar.
5. Parede de algas produtoras de energia



Este muro de 200 metros quadrados que fica na Alemanha é resultado de três anos de testes feitos por um grupo de designers da Splitterwerk Architects e Arup. Sua cor vibrante não é apenas uma escolha estética, mas o resultado do florescimento de milhões de algas microscópicas, que estão sendo alimentadas com nutrientes e oxigênio para estimular a produção de biomassa.

Facilitadas por luz solar direta, as pequenas células crescem rapidamente e acabam aquecendo a água. Esse calor é colhido pelo sistema e armazenado para utilização na construção. “É um teste para a tecnologia, mas também representa um enorme passo em frente”, disse Jan Wurm, pesquisador da Arup na Europa. “Se pudermos demonstrar que biofachadas de microalgas podem se tornar uma nova fonte viável de produção de energia sustentável, podemos transformar o ambiente urbano”.

4. Fachada sensível à luz que “respira”


Essas duas torres de Abu Dhabi estão envoltas em uma fina camada de vidro, mas que não são ideais para o clima de deserto. Assim, os arquitetos da Aedas projetaram um “protetor solar especial” que desvia um pouco do brilho sem bloquear permanentemente a vista. Isso é possível graças a uma série de fibras de vidro com desenho baseado na tradicional mashrabiya, que se abrem e fecham em resposta à temperatura da fachada.

“À noite, todas se dobram, por isso se fecham, então você não vê mais a fachada”, disse Peter Oborn, diretor da Aedas. “É uma técnica antiga usada de uma maneira moderna, que também responde à aspiração do país em assumir um papel de liderança na área de sustentabilidade”.

3. Fachada que limpa poluição


Em 2011, a empresa química Alcoa anunciou uma tecnologia notável que poderia limpar o ar em torno dela. O material contém dióxido de titânio, que efetivamente “elimina” do ar toxinas, liberando radicais livres esponjosos que podem acabar com os poluentes. Desde então, a tecnologia fez aparições nas ruas, roupas e arquitetura, mais recentemente surgindo em uma tela de sol de um novo hospital na Cidade do México, a Torre de Especialidades.

O hospital está envolto em uma tela de 90 metros de comprimento chamada Prosolve370e, desenvolvida pela empresa alemã Elegant Embellishments. A tecnologia baseia-se no mesmo processo: conforme o ar é filtrado em torno das estruturas em forma de esponja, os radicais livres ativam luz UV que destrói quaisquer poluentes existentes, deixando o ar limpo para os doentes. De acordo com a Fast Company, mesmo a forma do filtro é importante, porque cria turbulência e diminui o fluxo de ar para baixo em torno do edifício, ao dispersar a luz ultravioleta necessária para ativar a reação química.

2. Uma fachada que imita uma pele humana


Em Melbourne (Austrália), a empresa Sean Godsell Architects revestiu a escola de design do Instituto Real de Tecnologia de Melbourne com milhares de pequenos círculos de vidros, afixados em uma haste central. Baseadas em umidade e temperatura no interior do edifício, estas hastes se articulam automaticamente para facilitar (ou bloquear) o fluxo de ar através da fachada. Uma solução simples, mas inteligente.

1. Malha de metal que reage ao calor


Essa instalação temporária da arquiteta Doris Kim Sung não é tecnicamente uma fachada, mas logo uma técnica semelhante deve ser usada em edifícios.

A professora pesquisa biomimética, ou como a arquitetura pode imitar o corpo humano. Este guarda-sol foi feito com um material de dois metais diferentes, cada um com o seu próprio coeficiente de expansão térmica. Isso significa que cada lado reage de forma diferente à luz solar, expandindo e contraindo em diferentes taxas, criando tensão entre as duas superfícies e, finalmente, um efeito de ondulação. Então, quando a superfície fica quente, os painéis finos na sombra enrolam para permitir mais passagem do ar para o espaço abaixo, e quando esfria, se fecham novamente. [Gizmodo]


Fonte: Hypescience

28 de mai de 2014

Arquiteto russo projeta edifício que ajuda a despoluir o ar


De que maneira a presença humana pode reduzir o impacto ambiental no planeta? Usando a tecnologia, algumas respostas a essa pergunta começam a aparecer. Uma delas é o projeto do Hyper Filter Skyscraper, um edifício que absorve gases poluentes e devolve oxigênio para a atmosfera.

A construção é revestida com uma camada exterior formada por tubos e filtros. Este sistema permite ao prédio desempenhar função semelhante à respiração humana, porém com sentido inverso. A estrutura filtra dióxido de carbono e outros gases do efeito estufa e, após processos químicos, devolve oxigênio para o ar.


As substâncias nocivas resultantes do processo de “limpeza” do ar são armazenados em pequenos reservatórios para uso na indústria química. O projeto é o arquiteto russo Umarov Alexey, saiba mais aqui


Condomínio na Califórnia usa somente energia solar


O Goldrick & Kest é um condomínio construído em Los Angeles, Califórnia, que conta com sistema de energia solar em todos os apartamentos. O projeto foi feito em parceria com a empresa ReGreen, especialista em desenvolver soluções para energia limpa.

O conjunto residencial conta com 34 complexos de apartamentos. Em todos eles existem instalados que aproveitam o poder do sol de duas maneiras. A água é apenas aquecida em um sistema hídrico térmico e painéis fotovoltaicos provêm a eletricidade necessária para abastecer as residências.


De acordo com o site da empresa, foram usados 1.200 sistemas de aquecimento solar e 1.664 paineis fotovoltaicos. Do investimento feito na estrutura, 84% deve ser reavido já no final do primeiro ano de funcionamento.


De acordo com a ReGreen, o sistema fotovoltaico é capaz de gerar 6.840.777 quilowatts de energia por ano e foram necessários apenas seis meses para que as instalações fossem concluídas. 

Fonte: CicloVivo

26 de mai de 2014

5 passos para construir um sistema hidropônico


Hidroponia geralmente significa o cultivo de plantas em água sem o uso de solo. Quando este fenômeno era novidade, era um pouco mais complicado e acabava sendo “confinado” às pessoas experientes, que sabiam sobre jardinagem e tinham conhecimento técnico.

Mas agora, com o avanço no campo tecnológico o cenário mudou completamente e é possível que todos possam criar um sistema de hidroponia a partir do zero, isso também com poucas despesas. Não é necessário ser um técnico para construir este sistema. Se você for capaz de inserir um tubo em uma bomba de água e fixar em um reservatório, o sistema hidropônico poderá ser criado facilmente.

Com informações do site Ecofriend, o CicloVivo separou cinco passos para construir um sistema hidropônico:

Foto: Ecofriend

1. Arranjo

Esta é a parte essencial do procedimento e não é muito difícil ou complicado. Primeiramente é preciso decidir as espécies de plantas a serem cultivadas. O projeto será definido com base nesta escolha. O sistema deve ser executado de acordo com a exigência de cada espécie de planta.

Para as plantas que dependem de água abundante, sistemas hidropônicos de fluxo e refluxo são considerados melhores, enquanto para outros, o sofisticado sistema de gotejamento é recomendado. Uma vez decidido o que será cultivado, é recomendável que se faça uma pesquisa para verificar qual é o sistema mais adequado à sua escolha. Quando isso for resolvido, compre as plantas. Na internet podem ser encontrados alguns sites que oferecem planos de hidroponia gratuitos.

2. Elementos constitutivos

Estes podem ser encomendados online ou comprados em lojas especializadas. Eles formam uma parte importante do sistema. Diversos sites na internet oferecem listas de componentes, além de guia sobre como criar um sistema hidropônico a partir do zero.

Depois de saber quais componentes são necessários, é hora de comprá-los. Escolha os componentes exatos que estão citados na lista. Nunca tente coisas similares. Uma simples mudança pode alterar o funcionamento do seu sistema. Lembre-se que os itens da lista são escolhidos por pessoas especializadas com base no melhor para o sistema.

3. Construção do sistema

Depois das compras, é hora de começar a construir o sistema. Tente construir um que possa durar bastante tempo.

Há certas coisas que você deve saber nesta fase. Procure pelas dimensões, equilíbrio e ângulos corretos. Comece colocando as peças maiores, como um recipiente de nutrientes em um lugar seguro, onde ele permanecerá em equilíbrio. Depois, anexe as bandejas de acordo com a exigência do seu sistema hidropônico. Certifique-se que esteja usando equipamentos de apoio, se sentir que o tabuleiro não está em equilíbrio e seguro para permanecer constante para o recipiente.

4. Não ignore os pequenos detalhes

Muitas vezes, um sistema perfeitamente hidropônico pode ser arruinado por ignorar pequenas coisas. Algumas delas podem passar despercebidas quando se está construindo um sistema. Portanto, é melhor e recomendável fazer uma verificação final e completa quando a fase de construção do seu sistema hidropônico acabar. É melhor examinar os acessórios como tubos soltos, bombas não funcionais, tubos de ar e sistema de drenagem sem limites pelo menos uma vez. No caso de suspensão do sistema que estão sendo usados??, verifique se estão bem e devidamente montados.

5. Diversos

Isto é tudo o que um sistema hidropônico pode oferecer a uma planta: oxigenação e nutrientes, mas um vegetal geralmente requer mais do que isso. É também exigida uma boa temperatura, umidade e luz solar para que a planta cresça bem.

Componentes extras, como umidificadores, luzes hidropônicas, sistemas de refrigeração e assim por diante, não são partes de um sistema hidropônico, como procedimento. A adição destes componentes ao sistema não só é muito necessária, mas benéfica também. 

Fonte: CicloVivo

22 de mai de 2014

Conheça 3 rios que já foram muito poluídos e hoje estão limpos

SE ELES CONSEGUIRAM NÓS PODEMOS CONSEGUIR - O QUE ESTÁ FALTANDO PRA ISSO?


Diversos rios brasileiros têm sofrido as consequências da poluição. O maior exemplo disso é o rio Tietê. As águas que cortam boa parte do estado de São Paulo já foram palcos de inúmeras provas aquáticas e serviram de quintal para a criação de clubes de regata na capital paulista. Há anos, no entanto, autoridades têm elaborado projetos para despoluí-lo e devolver a vida que já existiu neste rio tão importante.

Como incentivo, o CicloVivo separou exemplos de três rios pelo mundo que já foram reconhecidos pela péssima qualidade de suas águas, mas que, após muito esforço, se tornaram referência em recuperação ambiental e esforço político.

1. Rio Tâmisa

Este é talvez o caso de despoluição mais famoso do mundo. O rio, que corta a capital britânica, sofreu intensamente com a evolução da indústria. A água deixou de ser potável em 1610. Mas, o pior aconteceu mesmo no século 18, quando os resíduos da indústria em crescimento eram despejados diretamente no rio, assim como uma grande quantidade de esgoto doméstico.

A situação era tão grave que o rio ficou conhecido como “O Grande Fedor” e foi considerado biologicamente morto. A mudança começou a acontecer em 1957, com a criação de legislações rígidas, que proibiam o lançamento do esgoto diretamente no rio. Acompanhado disso, a cidade de Londres investiu pesado em estações de tratamento. A estimativa é de que mais de cinco bilhões de reais tenham sido usadas em todo o processo. O resultado compensou. Hoje o Tâmisa possui 125 espécies de peixes, 400 de invertebrados e é palco para navegação e a prática de esportes náuticos. 



2. Rio Reno

A despoluição do Rio Reno foi um grande exemplo de esforço político entre países. Com 1,3 mil quilômetros de extensão, ele passa por seis países e diversas áreas industriais. Após ser considerado a “cloaca” europeia, as nações se uniram e resolveram dar um basta nessa fama e mudar a situação do Reno.

Em 1976, Suíça, Holanda, França, Bélgica, Luxemburgo e Alemanha criaram a Comissão Internacional de Proteção do Reno. Onze anos depois veio o passo decisivo e o início da operação para salvar o rio, com o Programa de Ação para o Reno. As operações custaram aproximadamente US$ 15 bilhões, obtidos através de iniciativas políticas e privadas. Vinte anos depois, o Reno é considerado oficialmente um rio limpo, com 95% de todo o esgoto que recebe sendo tratado. Além disso, suas águas acolhem 63 espécies de peixes, praticamente tudo o que vivia lá antes da poluição.



3. Córrego Cheonggyecheon

Localizado em Seul, na Coreia do Sul, o córrego urbano chegou até mesmo a ser coberto por concreto e nos anos de 1976 cerca de 5.6km de vias elevadas foram construídos acima dele. As construções permaneceram até 2003, quando urbanistas decidiram derrubá-la para revitalizar a área e ajudar Seul a se tornar uma cidade moderna e ecologicamente correta.

O projeto de restauração do Córrego Cheonggyecheon levou em torno de dois anos e custou por volta de 281 milhões de dólares, porém, foi criada uma linda área verde ao longo do centro da cidade. Hoje, além de possuir águas extremamente limpas e bem tratadas, mesmo com a urbanização ao seu redor, o córrego também é um ponto turístico, referência em beleza e uma alternativa para manter a natureza em meio ao centro urbano.



Fonte: Ciclo Vivo          Por Thaís Teisen 

Arquiteto russo projeta edifício que ajuda a despoluir o ar


De que maneira a presença humana pode reduzir o impacto ambiental no planeta? Usando a tecnologia, algumas respostas a essa pergunta começam a aparecer. Uma delas é o projeto do Hyper Filter Skyscraper, um edifício que absorve gases poluentes e devolve oxigênio para a atmosfera.

A construção é revestida com uma camada exterior formada por tubos e filtros. Este sistema permite ao prédio desempenhar função semelhante à respiração humana, porém com sentido inverso. A estrutura filtra dióxido de carbono e outros gases do efeito estufa e, após processos químicos, devolve oxigênio para o ar.


As substâncias nocivas resultantes do processo de “limpeza” do ar são armazenados em pequenos reservatórios para uso na indústria química. O projeto é o arquiteto russo Umarov Alexey, saiba mais aqui


Fonte: Catraca Livre       Via: Ciclo Vivo

16 de mai de 2014

CONHEÇA O MÓVEL QUE PODE REVOLUCIONAR O ESPAÇO DO SEU QUARTO

Quem nunca ficou irritado com a falta de espaço do quarto? Quando moramos com os pais ou em um apartamento pequeno, qualquer metro quadrado a mais é lucro. Se você tem um quarto sem espaço suficiente para uma cama e uma mesa, precisa conhecer essa invenção.

Muitas vezes nem paramos para pensar que ao invés de morarmos em uma casa ou apartamento maior, podemos otimizar nosso pequeno espaço de maneira simples. E as vezes apenas um móvel pode fazer grande diferença.

Temos publicado aqui diversas ideias de como otimizar espaço e histórias de pessoas que conseguem fazer muito, mesmo com pouco. Hoje, trazemos a invenção do designer Graham Phakos que promete revolucionar o espaço de um quarto.



Pensando no problema espacial e como solucioná-lo, o designer criou um móvel inteligente para ser usado tanto como cama, quanto como uma mesa de trabalho. Através de uma estrutura simples de madeira e um sistema de suspensão, a UrbanDesk oferece um uso prático para qualquer usuário. Ou seja, qualquer pessoa pode facilmente modificar a posição do móvel entre mesa e cama com apenas uma mão. O legal é que você não precisa retirar nada de cima da mesa ou de cima da cama.

O projeto foi submetido para financiamento no Kickstarter mas não conseguiu angariar a quantia necessária para a produção. Contudo, seu criador promete trazer sua invenção ao mercado ainda esse ano. Vamos dando notícias por aqui.

Projeto Banheiro Ecologicamente Correto

O Escritório Cria Arquitetura, acredita como eu, que podemos e devemos promover um modo de vida mais sustentável através de uma arquitetura de qualidade, que utilize tecnologias e materiais adequados, e estimule o maior número de pessoas possíveis. Com este intuito, foi desenvolvido o projeto de arquitetura de interiores para a mostra de decoração Campinas Decor 2006, denominado Ecobanheiro. O banheiro público do evento é o espaço destinado a este projeto vencedor do Prêmio Planeta Casa 2006na categoria Design de Interiores

Avaliação do Imóvel

O espaço foi recebido em fase de acabamento, tendo sido construído de maneira convencional.

A estratégia proposta após a avaliação do espaço foi a adoção de medidas que diminuíssem os impactos gerados por esta construção convencional, ou seja:
Tornar o ambiente menos dependente do uso e consumo de água e energia;
Criar um ambiente menos emissor de poluentes, portanto, mais saudável, melhorando a qualidade da atmosfera interior da edificação;
Aperfeiçoar a relação do ambiente com seu entorno, utilizando a iluminação e outros recursos naturais como ferramentas.
Metas do Projeto
Divulgar o conceito de arquitetura sustentável, responsabilidade social e respeito ao meio ambiente;
Demonstrar que a arquitetura pode ser bela, de qualidade, e ao mesmo tempo ser menos impactante ao meio ambiente;
Incentivar o consumo consciente e divulgar o mercado dos produtos sustentáveis, provando viabilidade, tanto econômica quanto estética.
Conceito do Projeto

O projeto utiliza conceitos da arquitetura sustentável aliados a uma linguagem minimalista, que se mostra como um caminho onde a estética busca sua força em formas simples, sem elementos supérfluos.

A intenção de criar novas sensações, com mínimas intervenções, requer um cuidado especial na escolha dos materiais, que têm papel fundamental na qualidade do ambiente.


A dinâmica do espaço é determinada pelo movimento gerado pela composição de planos, que também induzem percursos e delimitam usos.

O ambiente ganha um clima acolhedor pela predominância de tons naturais e iluminação amarelada. A cor branca é utilizada como moldura, destacando os materiais , além de auxiliar na reflexão da luz e na ampliação do espaço.
Layout

O layout é trabalhado de forma integrada, com harmonia e eficiência, garantido o cuidado com a natureza e com as pessoas.
Contempla as normas de acessibilidade;
Garante que o uso efetivo do banheiro não impeça sua visitação;
Composição, forro, painel e passarela de madeira: delimita a área das cabines e define os lados masculino e feminino;
Divisórias de solocimento determinam o hall de entrada;
Um sistema de cortinas: garante privacidade.

Especificações

A especificação de ecoprodutos e tecnologias ecoeficientes, foi utilizada com o intuito de melhorar a eco-eficiência do espaço e substituir produtos nocivos ao homem e ao meio ambiente. Tanto os Ecoprodutosquanto as tecnologias Ecoeficientes foram escolhidos principalmente em função de:


BMW lança projeto de garagem solar


Com o modelo i3 totalmente elétrico já no mercado e um carro híbrido plug-in prestes a ser lançado, a BMW apresenta também um novo conceito de garagem solar. Além de ser capaz de produzir energia limpa, ela tem o bambu como principal matéria-prima.

O conceito da garagem mescla alta tecnologia com um design que lembra os modelos característicos da tradicional montadora alemã. A estrutura é feita em carbono e bambu, sendo este o material mais utilizado. Para elevar a eficiência do sistema, o telhado foi coberto por módulos solares de vidro. Os painéis são translúcidos, muito resistentes e garantem alto rendimento energético.


A garagem não só garante a energia limpa, como também funciona para abastecer diretamente as baterias do carro elétrico, que pode ser conectado ao sistema e se tornar independente das redes de transmissão de eletricidade.


O consumidor consegue ter o controle, através de um painel, sobre toda a energia usada na recarga e ainda ter acesso a um comparativo sobre os custos da mesma quantidade proveniente da rede de transmissão. Caso a produção de energia solar for maior do que a necessidade do carro, o excedente pode ser encaminhado para uso doméstico. A BMW ainda oferece garantia de 30 anos para os modelos fabricados na Europa.

“Com o conceito da garagem solar optamos por uma abordagem holística: não só o próprio veículo é sustentável, mas também o seu fornecimento de energia”, explica Tom Alleman, responsável pelo projeto, em declaração oficial.

Fonte: CicloVivo

Escritório alemão projeta cidade saudável e sustentável na China


O escritório alemão de arquitetura, Peter Ruge, desenvolveu um projeto de Cidade Verde e Saudável para a província de Hainan, na China. A ideia possui uma abordagem inter-disciplinar e inter-cultural, com o intuito de oferecer qualidade de vida para a população ao mesmo tempo em que resgata a história do país.

O projeto é dividido em cinco bairros. Todos eles devem contar com estrutura médica, sistemas de produção de energia limpa e redes de transporte sustentáveis. Para complementar a estrutura, os arquitetos mantiveram os traços e o respeito pela identidade e história locais.

Imagem: Divulgação

Conforme informado pelo ArchDaily, toda a área urbana foi planejada para minimizar o consumo energético e a pegada de carbono da construção. Para garantir que 70% da energia seja proveniente de fontes renováveis, o projeto conta com turbinas eólicas, células fotovoltaicas, biogás e sistemas inteligentes para a distribuição de água e energia.

Imagem: Divulgação

Em termos de saúde, as centrais médicas serão equipadas e capazes de ajudar os pacientes em todo o processo clínico, fazendo desde a prevenção até a fase final de reabilitação. Os moradores também terão check-ups programados, cuidados específicos com os idosos e espaço para o desenvolvimento de pesquisas na área médica.

Imagem: Divulgação

As facilidades aplicadas em uma cidade do futuro incluem: fácil acesso a ônibus elétricos, carros elétricos, serviços públicos de aluguel e empréstimo de bicicletas, além de possuir vasta rede ferroviária operada com emissão zero de gases de efeito estufa. Todos os veículos particulares movidos a combustíveis fósseis devem ser proibidos na província.

Imagem: Divulgação

Fonte: CicloVivo

13 de mai de 2014

Designer cria embalagem de produto de limpeza recarregável


Sempre que um produto de limpeza chega ao fim o destino do recipiente é o lixo. Com exceção dos que conseguem reaproveitá-los para outros fins, a maior parte das pessoas não sabem o que fazer e foi pensando nelas que o designer Manuel Perez Prada criou um conceito em que o uso da embalagem é prolongado.


O produto funciona da seguinte maneira: basta inserir uma pastilha no compartimento da garrafinha e adicionar água da torneira - produzindo em casa o líquido para realizar a faxina doméstica. Isso significa que a própria embalagem é usada para fabricar um novo produto de limpeza. 


Batizado de “Pure Bottle”, o frasco foi criado para a empresa norte-americana Ziba. Adicionar apenas um concentrado de limpeza foi uma solução encontrada após a companhia constatar, por meio de uma pesquisa, que a água compõe 95% das soluções de limpeza.


Ainda com a opção de usar no modo spray ou esguicho, a garrafinha pode ser uma alternativa para a redução de resíduos plásticos. Imagine quantas embalagens seriam poupadas de terem o lixo como destinação final. O modelo venceu o concurso de design Red Dot Award em 2013.

Veja abaixo como funciona a “Pure Bottle”:






Fonte: CicloVivo

8 de mai de 2014

Italiano cria bicicleta dobrável que fica do tamanho de um guarda-chuva


O designer italiano Gianluca Sada achava os modelos tradicionais de bicicletas dobráveis pouco eficientes. Então, ele resolveu criar a sua própria bike, que traz consigo um design sofisticado e a praticidade de ser reduzida ao tamanho de um guarda-chuva.

Apelidada de Sada Bike, a bicicleta é fruto de um trabalho extenso de pesquisa, para que fosse possível reduzir, não só o tamanho do quadro, mas também o seu peso. Nos modelos comuns deste padrão, os quadros e rodas são menores, esse era justamente o fato que incomodava o designer, por reduzir a eficiência das pedaladas. Mas, o italiano encontrou uma solução.

  Foto: Divulgação

A Sada Bike possui dimensões bastante semelhantes à de uma bicicleta tradicional com aro 26, inclusive este é mesmo o tamanho do aro no modelo italiano. A roda tem um diferencial ainda maior que é o fato de não possuir raios, ela é totalmente vazada por dentro.

   Foto: Divulgação

Para dobrar a bicicleta basta forçar o selim e todas as dobradiças aplicadas entram em ação para que o quadro da bike fique do mesmo tamanho de um guarda-chuva grande. A estrutura cabe dentro de uma mochila, para facilitar o transporte.

   Foto: Divulgação

Sada iniciou a criação desta bicicleta há seis anos. Nesse tempo um protótipo feito em alumínio já foi produzido e o designer busca agora apoio financeiro para iniciar a produção em larga escala.


Fonte: CicloVivo

2 de mai de 2014

Guia: Como implantar a coleta seletiva

A coleta seletiva é mais simples do que se imagine e traz muitos resultados positivos

A coleta seletiva pode resolver parte dos problemas relacionados aos resíduos sólidos, apresentando benefícios ambientais, sociais e econômicos para o Brasil. Apesar disso, segundo a associação Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), apenas cerca de 8% das cidades brasileiras realizam coletas seletivas.

Mas a mobilização em prol da causa pode ser bem maior. É mais simples do que se imagina e traz muitos resultados positivos, basta seguir alguns procedimentos. Conheça-os:

1. Preparar e mobilizar o condomínio para a coleta: seja empresarial ou residencial

Uma comissão deve ser escolhida para coordenar as ações em um condomínio.

É importante o decreto de uma comissão responsável pelas atividades. Essas pessoas deverão ficar responsáveis por tomar decisões, tais como:
Como a separação dos resíduos será feita? Uma boa opção é a distribuição de sacos com cores diferentes para materiais recicláveis. A decisão evita confusões na hora de retirar o material;
Os funcionários do condomínio irão retirar o material reciclado dos apartamentos/estabelecimentos ou haverá uma lixeira grande, separada por tipo de resíduo? Neste caso, o custo para a compra do recipiente deve ser levado em consideração;
Onde o lixo reciclável vai ser acondicionado até ser coletado e quem irá retirar a coleta seletiva do condomínio? Seja a própria prefeitura, uma ONG, cooperativas ou catadores, o importante é que haja compromisso na coleta dos recicláveis.

2. Conscientização dos condôminos

Cartazes educativos e de incentivo à coleta seletiva devem ser mantidos por, pelo menos, três meses
Foto: Divulgação EcoD

Após tomar as primeiras decisões, sensibilizar toda população local é o mais importante. Palestras, reuniões e cartazes devem fazer parte da ação. Cartazes educativos e de incentivo à coleta seletiva devem ser mantidos por, pelo menos, três meses. Baixe, gratuitamente os cartazes do EcoD.

3. Orientação para que a coleta seja correta

Camapnhas frequentes são importante
Foto: Divulgação EcoD

Campanhas internas frequentes também podem ser um boa pedida. Os condôminos devem ser orientados acerca de como realizar a coleta seletiva de forma certa, reconhecendo a destinação de cada material, de recicláveis a orgânicos. Tire suas dúvidas sobre reciclagem.

Saiba como descartar:

4. Destinação que será dada ao material reciclado

Opte por trabalhar com uma cooperativa que apresente CNPJ
Foto: Maria Guadalupe

Saber a destinação que será dada ao material reciclado é fundamental. É bom procurar saber se, em sua cidade, a prefeitura não oferece algum tipo de coleta seletiva. Caso não, procure uma cooperativa ou uma ONG. Encontre postos de coleta seletiva em todo o Brasil. O ideal é que os resíduos sejam recolhidos de uma a duas vezes por semana, dependendo do tamanho do condomínio. Escolha trabalhar com uma cooperativa que apresente CNPJ.


Via:  EcoD