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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

28 de nov de 2013

Rio de Janeiro lança programa de reciclagem de óleo em escolas públicas


Estimular a reciclagem do óleo de cozinha para o uso como matéria-prima na produção de sabão e de fontes de energia alternativas, como o biodiesel. Esse é o objetivo das medidas de reciclagem e de sustentabilidade ambiental previstas no Programa de Reaproveitamento de Óleos Vegetais (Prove), adotadas a partir de segunda-feira, 18 de novembro, por escolas públicas do Estado do Rio de Janeiro.
O lançamento da iniciativa foi realizado no Colégio Estadual Brigadeiro Schorcth, no bairro da Taquara, zona oeste da capital fluminense. Ao todo, dez escolas participarão da primeira fase do projeto. Cada uma delas receberá uma unidade ambiental para recolhimento do óleo, chamadas de ecoponto. Nesses locais, os cidadãos poderão entregar o óleo que já foi utilizado, além de tirar dúvidas sobre reciclagem e produção de fontes alternativas de energia, informou a Agência Brasil.
No Colégio Brigadeiro Schorcth, a reciclagem de óleo proporcionou a três professores uma viagem pela América do Sul. A jornada foi a bordo de um carro Mercedes-Benz 58, movido a óleo de cozinha reciclado por alunos da instituição de ensino.

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Programa incentiva cadeia de coleta e reaproveitamento de óleo de cozinha usado na produção de sabão e biocombustível

A maior parte do óleo vegetal é despejada em ralos, comprometendo as tubulações dos edifícios e das redes de tratamento de esgoto
Os profissionais de educação percorreram 22.720 quilômetros, deste total, 8 mil quilômetros foram abastecidos com o combustível alternativo criado pelos estudantes. Durante 37 dias, os docentes visitaram 29 cidades do Uruguai, da Argentina e do Chile. O objetivo principal foi coletar dados para serem trabalhados com os alunos, abordando os temas nas diversas disciplinas a partir do material produzido pela expedição.
Poluição que custa caro
Segundo a Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), atualmente a maior parte do óleo vegetal é despejada em ralos, comprometendo as tubulações dos edifícios e das redes de tratamento de esgoto. Nas regiões onde não há rede coletora, o óleo vai diretamente para os rios e lagoas, aumentando significativamente a poluição e a degradação ambiental. Essa prática causa prejuízos à população, às concessionárias de saneamento e aos governos.

O armazenamento do óleo em potes de vidro e o encaminhamento do produto para postos de reciclagem gerou renda em 2010 para 1,8 mil trabalhadores em todo o país, segundo dados da Associação Nacional para Sensibilização, Coleta e Reciclagem de Resíduos de Óleo Comestível (Ecóleo).
Criado em 2008 pela SEA, em parceria com o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), o Prove têm como principal objetivo reduzir o impacto ao meio ambiente provocado pelo despejo de óleo. Atualmente, para entregar o óleo já usado, a pessoa deve procurar os ecopontos instalados em postos de combustível ou nas cooperativas de reciclagem de lixo.
Mais informações podem ser obtidas através do e-mail: prove@ambiente.rj.gov.br
Via: EcoD

Guia: Reutilize materiais de demolição

A sustentabilidade a cada dia que passa vem ganhando mais espaço nos projetos arquitetônicos. E dentro desta tendência, uma boa dica é reutilizar materiais. Se você gosta de misturar estilos e de investir em algumas peças marcantes, os materiais de demolição podem ser uma ótima opção.
Reutilizar é uma ótima maneira de não apagar as coisas boas do local. É transformar lembranças incríveis que levamos na memória, em decoração.
O mais legal é que além da reutilização criar belas peças, que mistura o moderno com o rústico, você utiliza um material sustentável, amigo do meio ambiente.
Conheça ideias incríveis de transformação. Materiais que iriam certamente para o lixo, podem fazer parte de sua casa.
Versatilidade das portas
As portas podem ser reutilizadas sem precisar de muito trabalho. Elas são capazes de virar desde painéis até mesas, mantendo suas características passadas. Nada de pintura e restauração, a beleza está no rústico.
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Janelas encantadas
As janelas velhas podem voltar para as paredes de sua casa. Dessa vez como decoração. Painéis e espelhos fazem parte das ideias criativas de reutilização.
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Azulejos coloridos
Depois de reformar ou construir sempre sobra uns azulejinhos que ficam lá juntando poeira. Eles podem ser reutilizados desde inteiros até quebrados. Nada de jogar azulejos no lixo, eles podem virar belas peças utilitárias.
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Blocos de cimento e tijolos
Um dos materiais mais utilizados nas construções são os blocos de cimento e os tijolos. E eles sempre acabam sobrando. Para aqueles que tem criatividade e boa vontade, a sobra pode se transformar em morada para passarinhos e peças de decoração. 
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Fonte: EcoD

Casal inglês reutiliza ônibus velho para fazer casa sustentável

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Fotos: Divulgação

A relação de muitos casais com a sustentabilidade é recorrente aqui no EcoD. Já mostramos, por exemplo, um casal que consegue viver com menos de R$ 15 mensais, um outro que aderiu as bicicletas em pleno dia do casamento e até um que construiu uma comunidade autossustentável no meio da floresta.
Dessa vez, os aplausos vão para Rob e Layla, que transformaram um ônibus velho e esquecido em uma confortável casa com vista para a região de Herefordshire, na zona oeste da Inglaterra.

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Batizado de Majestic Bus, o ônibus-casa ou casa-ônibus (como queira) tem um belo piso de madeira e está equipado com uma série de objetos feitos à mão. Bancadas de carvalho, um fogão a gás e um frigorífico compõem a sala/cozinha e suprem boa parte das necessidades do casal. Na parte de trás desta residência inovadora e inusitada está ainda um fogão a lenha e uma cama de casal (na verdade, o sofá em formato de L também se dobra e vira outra cama para dois).

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Mas não para por aí. As baterias dos celulares e laptops são carregadas com painéis solares instalados no telhado. Já do lado de fora, o casal construiu um rústico banheiro em madeira. Ao todo, é possível ter oito pessoas vivendo no Majestic Bus, quatro dentro e quatro acampando do lado de fora.

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A iniciativa do casal inglês é mais uma demonstração sobre a possibilidade de viver melhor com menos, um contraponto a sociedade de consumo e a cultura do desperdício tão disseminados no dia de hoje.

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E você: gostaria de morar em uma 'casa' dessas?

Fonte: EcoD 

Bairro no México é construído com 50 contêineres reaproveitados


Já foram vistos casas e até mesmo alguns hotéis feitos de contêiner, entretanto, alguns designers mexicanos levaram a reciclagem para uma escala maior e criaram a Container City, na cidade de Cholula, cerca de duas horas da Cidade do México.

Cholula é a mais antiga cidade habitada no México e é muito frequentada por turistas por suas pirâmides e tesouros arqueológicos.


O bairro de contêiner foi criado e construído por Gabriel Caram, designer da Universidade das Américas, México, em 2010. O designer se baseou em estudos de regiões metropolitanas e desenvolvimento sustentável. Sua tentativa foi criar uma área descolada que respirasse arte, moda e gastronomia, como os bairros de Soho, em Nova York, e Palermo, na Argentina.


O distrito possui cerca de cinco mil metros quadrados e faz uso de cinquenta contêineres de metal reciclados. Eles foram colocados em diferentes posições, criando ruas, becos e vielas. A "cidade" abriga lojas hippie, livrarias, galerias de arte, bares, restaurantes, escritórios, padarias, cafés e espaços de convivência.


Todos os contêineres possuem um sistema térmico para manter a temperatura ideal e isolamento acústico.

Além da reutilização dos contêineres marítimos, a cidade também utilizou material reaproveitado nos pisos e decoração. Toda a mão de obra para sua construção e funcionamento foi realizada por habitantes locais.


Por Mayra Rosa - Via: CicloVivo

27 de nov de 2013

Pontes vivas reduzem emissões de carbono e protegem animais


Erguidas sobre as rodovias que atravessam florestas e reservas naturais, as pontes vivas são passagens verdes que permitem que os animais circulem com segurança em seus habitats, além de cumprirem o fundamental papel de reduzir as emissões de carbono originadas dos automóveis, caminhões e dos centros urbanos de onde partem as estradas. 

Também chamadas de ecodutos, estas estruturas foram primeiramente construídas em países europeus, a exemplo da Holanda e da Alemanha, que possuem rodovias cruzando áreas verdes que servem de moradia para diversos animais – como linces, raposas, veados e outros mamíferos de grande porte. As pontes vivas também foram erguidas em outras partes do mundo, como na América do Norte e na Austrália, mas, infelizmente, ainda não existe este tipo de construção no território brasileiro.


Um dos exemplos mais bem sucedidos a aderirem a este tipo de construção é o Parque Nacional Banff, no Canadá, com um total de 41 ecodutos, locais em que circulam mais de dez variedades de espécies diferentes de grandes mamíferos acima da TransCanada, movimentada rodovia do país norte-americano.

As pontes verdes não só trazem ganhos para o meio ambiente, como também para quem circula sob elas, uma vez que, quanto maior a presença de vegetais na paisagem, menor o estresse dos usuários, que passam a estabelecer maior contato com a natureza – logo, não é exagero dizer que estas estruturas reduzem direta e indiretamente os acidentes de trânsito.


Para concretizar a alternativa sustentável, os arquitetos e engenheiros sempre precisam observar as camadas de pedra da base da estrutura, respeitar as características do solo, o clima e a vegetação do local. A via de travessia precisa ser coberta por diversas espécies de plantas da flora nativa, a fim de evitar desequilíbrios ambientais de todos os níveis.

Fonte: CicloVivo

Brasileiros dizem desafiar leis da física e gerar energia através da gravidade


Depois de anos de suspense e anúncios misteriosos nas páginas dos jornais de Porto Alegre, finalmente, segundo a empresa RAR Energia, foi concluída a montagem de um gerador que aproveita a força da gravidade para gerar energia renovável. Conhecido como moto-contínuo, o sistema aproveitaria uma fonte interminável sem emitir poluição no ambiente e nem aumentar a temperatura do planeta.

Disponível a qualquer hora, em qualquer lugar e na quantidade que for necessária, a energia da gravidade do planeta seria aproveitada sem causar desequilíbrios no meio ambiente, diferente dos métodos convencionais de geração, que culminam em diversos impactos na natureza. A máquina construída pela empresa seria a única em funcionamento, no mundo inteiro, que utilizaria a força da gravidade para a produção de eletricidade.

O sistema, também chamado de máquina de movimento perpétuo, desafia os consensos da física, uma vez que rompe com as leis da termodinâmica, e, ainda, a Lei Áurea da Mecânica – a qual estabelece que todo trabalho aplicado deva ser maior ou igual ao trabalho realizado. Ainda assim, durante as etapas de montagem do gerador, os cientistas disponibilizaram um exemplar do inacreditável sistema em menor tamanho na sede da empresa.


Segundo o site da empresa, o equipamento que aproveita a gravidade do planeta é acionado por um sistema mecânico e tem capacidade de geração de 30 kW – num primeiro momento, a ideia deles seria construir um conceito, a fim de impulsionar este método de geração no mundo todo.

Ainda segundo a empresa, um modelo idêntico ao que foi recentemente finalizado na capital gaúcha estaria sendo desenvolvido por eles na cidade de Gilman, no estado norte-americano de Illinois. A máquina foi inspirada num motor a combustão, em que um conjunto de pesos é equivalente ao combustível e aos pistões, que acionam as bielas conectadas ao virabrequim.

Em resposta a um email do site norte-americano PESWiki, Renato Ribeiro, presidente da RAR Energia, disse que este tipo de tecnologia tem sido estudado ao longo dos séculos, e por isso, é natural que as pessoas estejam céticas. Ele prometeu que a tecnologia irá surpreender a muita gente e disse que a patente já foi solicitada.

As informações foram divulgadas pela empresa no último sábado em um anúncio no jornal Folha de São Paulo e em seu site. Apesar disso, ainda não existe comprovação alguma da veracidade da máquina pela comunidade científica. Além disso, nenhum vídeo do sistema em ação foi divulgado. O CicloVivo procurou a RAR energia, porém não obtivemos retorno até o momento.

Por Gabriel Felix – Via: CicloVivo

Arquitetos projetam estrutura flutuante que despolui o ar e filtra água do mar


Os arquitetos do escritório francês Sitbon Architectes projetaram uma cápsula flutuante e parcialmente submersa que possui uma estufa orgânica de despoluição do ar, um sistema de conversão da água do mar em água potável e uma central de alertas meteorológicos, capaz de avisar a ocorrência ou aproximação de maremotos, tsunamis e outras catástrofes ambientais.

A mitigação dos efeitos do aquecimento global e dos impactos no meio ambiente é o principal motivo para a construção da estrutura. É por isso que a cápsula parcialmente submersa, batizada de Bloom, vai abrigar aquários gigantes repletos de fitoplânctons, seres microscópicos que habitam o oceano e retiram o dióxido de carbono da atmosfera.


Funcionando como estufas orgânicas no interior da Bloom, os aquários de desenvolvimento destas espécies serão supervisionados por uma equipe de cientistas, que poderão utilizar os pequenos seres para regular a concentração de oxigênio nas regiões oceânicas mais impactadas pelo aquecimento global, segundo informou o site InHabitat.

Além do método orgânico de filtragem do oxigênio, a estrutura também vai contar com um sistema capaz de transformar a água do mar em líquido potável, eliminando os sais, as propriedades peculiares e todos os resíduos encontrados no oceano, tornando a água própria para consumo, não apenas dentro da cápsula, mas também em terra firme.


Em linhas gerais, a Bloom pode ser classificada como uma estação ambiental futurística e de estudos de meteorologia, cujos responsáveis pelo projeto conseguiram as melhores classificações em um dos principais prêmios de arquitetura da Europa. O projeto é muito bem sucedido, entretanto, a cápsula flutuante ainda não tem data para ser construída.

Por Gabriel Felix - Via: CicloVivo

5 de nov de 2013

Britânico constrói casa sustentável com as próprias mãos


A residência de Simon Dale agrega várias técnicas e materiais sustentáveis empregadas por ele mesmo, com a ajuda de seu sogro. A construção foi feita dentro de uma Ecovila, na Escócia em apenas quatro meses.

Dale não tinha nenhuma experiência em carpintaria e arquitetura, mesmo assim conseguiu fazer uma casa interessante. Além disso, economizou dinheiro. Ao final foram gastos cerca de R$ 9 mil, valor bem abaixo do que pagaria para outros fazerem. Ele também não teve de pagar pelo terreno, pois o proprietário ficou satisfeito em ver sua propriedade, que estava abandonada, sendo cuidada.

Foto: Simon Dale

Do local, ele usou a madeira reaproveitada, também foram usados objetos que haviam sido descartados, como janelas e encanamento. Dale instalou uma clarabóia no telhado para permitir a entrada de luz natural e painéis solares. Os banheiros utilizam as técnicas da compostagem e a água do telhado.

Imagem: Simon Dale

“Essa construção parte de uma visão de vida que prega pouco impacto ao meio ambiente. Ela se baseia no conceito de viver em harmonia com o mundo natural e nós mesmos, fazendo as coisas de maneira simples”, afirmou Dale ao tablóide "Daily Mail".

Foto: Simon Dale

Para Dale, durante a construção houve momentos de muita exaustão, porém a satisfação e o incentivo das pessoas venceram este cansaço. A casa, inclusive, foi apelidada pelos vizinhos como hobbit, fazendo uma referência às casas da ficção produzida por J. R.R Tolkien nos livros "O Hobbit" e "O Senhor dos Aneis". 

Foto: Simon Dale

Fonte: CicloVivo

Valorização de pedestres é destaque no projeto de Lina Bo Bardi para o Anhangabaú


Jardim suspenso, gente pisando na grama e floresta. Foi assim que a arquiteta Lina Bo Bardi imaginou o Vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo, quando participou de um concurso para revitalização da área.

Realizado pela Prefeitura de São Paulo em 1981, o Concurso Nacional de Projetos para a Recuperação do Vale do Anhangabaú reuniu diversas ideias, uma delas vem à tona com a exposição “Anhangabaú: Jardim tropical”.

A arquiteta, que projetou o Masp, queria fazer um jardim e um longo viaduto elevado para carros, que ficou conhecido como “tobogã”. O solo seria permeável e o pedestre seria prioridade. “Liberando aos pedestres, o vale volta a viver”, afirma o projeto.

Desenvolvida por Lina e uma equipe composta por oito pessoas, a proposta fala sobre “devolver aos homens” o Anhangabaú e chama os carros de “perigosos inimigos”. Além de valorizar os moradores, o projeto demonstra preocupação em preservar a história do centro. Destaca que os velhos e pequenos prédios seriam mantidos e recuperados, sem destruições.

Créditos da foto: Curador Renato Anelli.

“Bancos de pedras debaixo das árvores e muitos vendedores: pipocas, sorvetes, churrasquinhos, livros velhos e jornais novos, cataventos, brinquedos caseiros. Será permitido pisar na grama (a grama será logo reposta quando estragada). Um exército de limpadores tirará cada segunda-feira (como nas maiores cidades do mundo) os restos de piqueniques e os papéis e plásticos jogados fora”, sugere o projeto.

O texto de Lina destaca que é, sim, um projeto caro, porém, “os sonhos são sempre a verdadeira realidade”. Entretanto, como se pode ver na região central da capital paulista, a proposta não foi escolhida, tendo o arquiteto Jorge Wilheim o projeto vencedor. Mas, pode ser conferida na mostra que integra a programação da X Bienal de Arquitetura.

A exposição reúne desenhos originais, croquis de Lina Bo Bardi e equipe e uma maquete confeccionada para a exposição, com curadoria do arquiteto Renato Anelli, diretor do Instituto Lina Bo e P. M Bardi. O evento, que teve início no dia 13 de outubro, segue até 24 de novembro, de quinta a domingo, das 11h às 16h, na Casa de Vidro: Rua General Almério de Moura, 200, Morumbi.


Fonte: CicloVivo

Holanda constrói ponte estaiada para ciclistas


Construído na cidade holandesa de Eindhoven, o Hovenring é uma das estruturas viárias para ciclistas mais impressionantes do mundo: situado acima do cruzamento mais movimentado da cidade, a ponte estaiada, com 72 metros de diâmetro, é uma alternativa para desafogar o trânsito e reforçar a segurança dos ciclistas que por ali passam.

A obra foi concluída no ano passado, e está localizada sobre o maior cruzamento da rodovia A2, uma das mais movimentadas do território holandês, com circulação média de 25 mil veículos. No país europeu, é comum as bikes trafegarem pelas pistas das rodovias, no entanto, é nos cruzamentos que ocorrem a maior parte dos acidentes envolvendo ciclistas.


Ao contrário da maioria das vias próprias para ciclistas do Brasil, a ponte estaiada para as bikes oferece segurança plena aos usuários: a estrutura, que é muito bem iluminada, conta com luzes de LED de baixo impacto ambiental em toda a sua extensão. Segundo informou o InHabitat, a obra foi realizada pelos engenheiros da empresa IPV Delft, e foi contemplada com prêmios de arquitetura e design desde sua implantação.

A Holanda é um dos países do mundo em que o hábito de andar de bicicleta é mais fortalecido: com grande número de ciclistas e de políticas de mobilidade urbana, o país conta com uma estrutura urbana consolidada, que oferece, até mesmo, ciclovias tecnológicas – há projetos de faixas iluminadas no chão com uma tinta capaz de armazenar energia, para que a ciclovia brilhe no escuro. Outro projeto é o aquecimento das pistas, com objetivo de incentivar as pessoas a andarem de bike no inverno e impedir o acúmulo de gelo na ciclovia.


Fonte: CicloVivo

Rede de hotéis francesa oferece quartos bolhas em meio à natureza

Esse projeto me levou aos anos 70 quando cursava faculdade de Arquitetura na USU e projetei um bairro onde os edifícios ficavam dentro de bolhas como essas para proteger as pessoas da poluição do ar. Dentro das bolhas existia oxigênio puro para que as pessoas pudessem respirar melhor, já que na minha imaginação o Planeta estaria com o ar muito poluído. Bem Aquariana!

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Uma rede de hotéis francesa inovou na maneira de acomodar seus hóspedes. Os quartos convencionais foram substituídos por grandes bolhas de plástico, colocadas em florestas com vistas deslumbrantes.

As 134 bolhas foram instaladas em quatro localizações diferentes, no litoral sudeste do país europeu. O contato com o meio ambiente é um dos principais diferenciais do hotel – nas acomodações, os amantes da natureza têm a oportunidade de passar a noite olhando para as estrelas.


A rede Attrap’ Rêves foi criada por uma família em 2010, e as bolhas plásticas são decoradas com cinco temas diferentes: os hóspedes podem desfrutar das suítes Chic & Design, Mil e Uma Noites, Zen, Glamour e Natureza.

As bolhas são muito procuradas para ocasiões especiais, como jantares e eventos, pedidos de casamento, noites de núpcias e também por mulheres que podem aproveitar um Day Spa nos espaços, com massagens e tratamentos de beleza. Todas as acomodações possuem um telescópio e um mapa celeste, para que os hóspedes admirem o universo. Além disso, a iluminação noturna das instalações é feita através de lanternas.


As tendas de plástico ficam envoltas por árvores e distantes entre si, dando privacidade aos hóspedes. Os hotéis possuem uma estrutura central com cozinha, banheiros e outros tipos de serviços.


Segundo Murielle Giovansili, representante da rede, a questão da ecologia também foi pensada. Além de o plástico usado para construir as bolhas poder ser facilmente reciclado, o impacto da construção no terreno é quase nulo. Isso porque, as acomodações podem ser desmontadas do local sem grandes dificuldades, e consomem energia apenas para um pequeno duto de ventilação. Além disso, a rede acredita que é responsável por ampliar a consciência ambiental dos hóspedes, fazendo-os se sentir como parte dela.


As acomodações custam cerca de 100 euros por noite, mas há diversos pacotes para diferentes períodos de tempo.

Fonte: Ciclo Vivo  -  Por Mayra Rosa