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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

22 de mar de 2013

Criado na Alemanha prédio que usa algas como fonte de energia


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 As algas marinhas têm alto potencial energético e os métodos aplicados para aproveitá-las não agridem o meio ambiente. | Foto: <a href='http://www.splitterwerk.at/database/' target='_blank'>Splitterwerk</a></p>
As algas marinhas têm alto potencial energético e os métodos aplicados para aproveitá-las não agridem o meio ambiente. | Foto: Splitterwerk
Um escritório de arquitetos alemães projetou o primeiro prédio do mundo que usa algas marinhas como fonte de energia. As plantas, que ficam na fachada da estrutura, também podem resfriar a temperatura interna, reduzindo o uso do ar condicionado nos aposentos.

O edifício será apresentado na Exposição Internacional da Construção, que acontece este mês em Hamburgo, na Alemanha. Batizado de Biarritz, o projeto foi elaborado em conjunto com outras empresas de arquitetura e construção, as quais afirmam que a nova solução sustentável já é produzida em larga escala, e, em breve, estará disponível no mercado.

A estrutura conta com uma fachada ecológica composta por algas e um sistema chamado de persianas biorreativas, que são responsáveis por confinar as plantas e fazer com que elas cresçam num ritmo mais rápido, ao mesmo tempo em que refrescam o interior do prédio. O mecanismo também garante a geração da eletricidade, que será utilizada por quem estiver dentro do edifício.

As algas marinhas têm alto potencial energético e os métodos aplicados para aproveitá-las não agridem o meio ambiente. Embora pouco usadas para abastecer circuitos elétricos, já há estudos avançados sobre a aplicação das algas nos processos de geração de biocombustíveis. Com informações do InHabitat.

Via: CicloVivo

Sul-coreanos planejam transformar lixo do oceano em continente habitável


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 Os arquitetos planejam levar vida ao continente artificial. | Imagem: <a href='http://inhabitat.com/the-kinetic-islands-are-floating-structures-that-help-clean-the-great-pacific-garbage-patch/kinetic-islands-2/' target='_blank'>Divulgação</a></p>
Os arquitetos planejam levar vida ao continente artificial. | Imagem: Divulgação
Em consequência da enorme quantidade de plástico produzida e descartada constantemente, os oceanos estão repletos de resíduos deste tipo. O Pacífico possui inclusive um ponto chamado de ilha de plástico. Uma dupla de arquitetos sul-coreanos planejou uma alternativa que deve minimizar este problema.
O projeto criado por Park Sung-Hee e Na Hye Yeon consiste em transformar essa enorme quantidade de plástico em uma base para a construção de um novo “continente”. Os arquitetos chamam a ideia de “Ilhas Flutuantes” e, se depender do lixo que está em movimento nos oceanos, é provável que a ideia se torne real.
A estrutura seria dividida em módulos, cada um deles contando com três coletadores, que além de permitirem a navegação pelo oceano, também coletam o lixo encontrado no caminho. Após estarem completos, os módulos são fechados e se conectam ao “continente”.
Os arquitetos planejam levar vida à superfície destes módulos, tornando-os verdadeiras ilhas habitáveis. Por isso, o módulo central deve ser coberto com solo, para permitir o cultivo de alimentos. Os módulos vazios seriam utilizados como um complemente para o ecossistema local, com mangues e pradarias.
O continente artificial ainda teria um resort e hidrovias que permitiriam a prática de atividades náuticas. Para deixar o local confortável e autossuficiente o complemento seria feito através da inserção de criações animais e vegetais. Com informações do Inhabitat.
Via: CicloVivo

Projeto de edifício em madeira pode inspirar novo modelo de construções


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 O “Big Wood” criado por Charcters foi pensado para funcionar como um complexo universitário de uso misto. | Imagem: <a href='http://inhabitat.com/big-wood-skyscraper-design-earns-honorable-mention-from-2013-evolo-skyscraper-competition/' target='_blank'>Divulgação</a></p>
O “Big Wood” criado por Charcters foi pensado para funcionar como um complexo universitário de uso misto. | Imagem: Divulgação
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 O projeto foi um dos grandes destaques do concurso internacional pelo uso do material alternativo. | Imagem: <a href='http://inhabitat.com/big-wood-skyscraper-design-earns-honorable-mention-from-2013-evolo-skyscraper-competition/' target='_blank'>Divulgação</a></p>
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 A estrutura deve oferecer apartamentos, espaços comerciais, uma biblioteca e áreas verdes usadas para o lazer. | Imagem: <a href='http://inhabitat.com/big-wood-skyscraper-design-earns-honorable-mention-from-2013-evolo-skyscraper-competition/' target='_blank'>Divulgação</a></p>
As grandes construções modernas, mesmo aquelas que seguem padrões sustentáveis, são normalmente feitas em concreto e aço. No entanto, o arquiteto norte-americano Michael Charters, acredita que a madeira seja um material mais adequado, por isso planejou um grande edifício, chamado de “Big Wood”.

O projeto foi desenvolvido com o intuito de participar da competição internacional Skyscraper eVolo, na edição de 2013 e, apesar de não ter vencido o concurso, foi um dos grandes destaques pelo uso do material alternativo.

As construções são grandes vilãs ambientais e representam 39% de todas as emissões de carbono geradas pelo homem. No entanto, Charters acredita que o uso da madeira poderia reduzir significativamente estes impactos. Esta matéria-prima pode ser usada em grandes e pequenas construções, mantendo a qualidade da estrutura.

Em termos ambientais, os benefícios funcionam da seguinte forma: as árvores, durante seu crescimento, sequestram carbono, que permanece armazenado em seu interior mesmo quando a madeira é utilizada como material de construção. De acordo com o site norte-americano Inhabitat, a madeira pode ser aplicada em prédios com até 30 andares.

O “Big Wood” criado por Charcters foi pensado para funcionar como um complexo universitário de uso misto, instalado ao longo do rio Chicago, na cidade estadunidense de mesmo nome. A estrutura deve oferecer apartamentos, espaços comerciais, uma biblioteca e áreas verdes usadas para o lazer. A proposta do arquiteto é de que este projeto sirva de inspiração para uma nova era arquitetônica. Com informações do Inhabitat.

Via: CicloVivo

Monte um filtro de água com garrafa PET


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 O filtro caseiro usa materiais de baixo custo, dá nova utilidade às garrafas PET e ainda pode ser usado em situações de sobreviência. | Foto: <a href='http://minabema.blogspot.com.br/2010/10/homemade-water-filter.html' target='_blank'>Reprodução/Once Upon a Family</a></p>
O filtro caseiro usa materiais de baixo custo, dá nova utilidade às garrafas PET e ainda pode ser usado em situações de sobreviência. | Foto:Reprodução/Once Upon a Family
A dica de hoje do canal “Faça Você Mesmo” parece ter saído de um manual de sobrevivência para situações extremas: usando uma garrafa PET, um pouco de areia e algumas pedras, é possível montar um filtro de água, capaz de retirar até mesmo grandes impurezas do líquido.

Para montar seu filtro sustentável, você vai precisar de:

- 1 garrafa PET
- Algodão
- Areia para aquário
- Pedras pequenas para aquário
- Carvão em pó
- Tesoura

Modo de fazer

Divida a garrafa em duas partes, medindo com cuidado, para que a parte do gargalo tenha, aproximadamente, 20 centímetros.

Corte a parte do gargalo com uma tesoura e coloque um chumaço de algodão no bico. Logo acima do bico da garrafa, forre uma camada de carvão, outra de areia, e, por fim, faça uma camada com as pedrinhas para aquário.

Encaixe a parte das camadas com a outra metade vazia. Assim, a parte que ficou separada dará apoio ao filtro e servirá como um pequeno reservatório da água filtrada.

Faça o filtro funcionar

Depois de pronto, o equipamento já pode ser usado, de preferência com a água da torneira. Isso porque, como a garrafa não suporta grandes quantidades de minerais, como o carvão e as pedras, que filtram a água, não será possível eliminar partículas muito pequenas, como o sal, por exemplo.

Os mais aventureiros podem misturar água e terra dentro da garrafa PET, já que as partículas do barro são maiores e ficam retidas no filtro. Quem fizer esta experiência vai perceber que a água barrenta fica um pouco turva, e pode ser filtrada novamente, até ficar o mais transparente possível.

No entanto, para evitar problemas, o líquido que tinha terra deve ser fervido e misturado com um pouco de hipoclorito de sódio. Com informações do Canal do Educador.

Via: CicloVivo

7 de mar de 2013

Designer grega transforma mesa de escritório em cama



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 Para ter mais conforto, é só empurrar a tábua lateral, que serve como descanso de cabeça.  | Foto: <a href='http://www.studionl.com/#/home/' target='_blank'>Studio NL</a></p>
Para ter mais conforto, é só empurrar a tábua lateral, que serve como descanso de cabeça.  | Foto: Studio NL
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 A montagem é prática. | Foto: <a href='http://www.studionl.com/#/home/' target='_blank'>Studio NL</a></p>
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 O funcionário pode trabalhar o quanto quiser e, se sentir sono, bastam alguns ajustes para montar sua cama.  | Foto: <a href='http://www.studionl.com/#/home/' target='_blank'>Studio NL</a></p>
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 A tampa da mesa desliza para frente. | Foto: <a href='http://www.studionl.com/#/home/' target='_blank'>Studio NL</a></p>

Imagine uma mesa de escritório que se transforma em uma cama compacta. Essa é a criação da designer grega Athanasia Leivaditou, do Studio NL, e pode ser uma alternativa para os viciados em trabalho, que não desgrudam dos papéis nem na hora de dormir.

Chamada de "1,6 SM of Life", as medidas da mesa são de 2 m x 80cm x 80cm. Tais dimensões podem ser personalizáveis, de acordo com a preferência do comprador. Em apenas um mês, o protótipo passou de um conceito para uma construção.

Nova York foi a cidade que inspirou a designer. Durante o tempo em que estudou e trabalhou no local, Athanasia percebeu que uma parcela da população trabalhava a maior parte do tempo em espaços fechados. Então, ela imaginou que a invenção “mesa-cama” seria uma boa opção para eles.

A ideia era solucionar o problema da falta de sono de quem tem uma agenda cheia de compromissos. Com o móvel, o funcionário pode trabalhar o quanto quiser e, se sentir sono, bastam alguns ajustes para montar sua cama.

O objeto foi construído com madeira certificada e uso de materiais que causam o menor impacto ambiental possível. Apesar de ter se inspirado em Nova York, a produção da mesa ocorreu na Grécia.

A "mesa-cama” pode interessar, principalmente, dois públicos: tanto quem quer evitar o congestionamento na volta do trabalho, como os funcionários que trabalham em casa.

O processo de transformação de mesa para cama é simples: A tampa da mesa desliza para frente. Em seguida, basta empurrar para baixo a tábua frontal, que já possui uma cama acoplada. Para ter mais conforto, é só empurrar a tábua lateral, que serve como descanso de cabeça. Vejas as imagens da galeria para entender como a montagem é prática. Com informações do Ecycle.

Via: CicloVivo

Designers britânicos produzem banquetas com plástico do mar

Os bancos são feitos a partir de resíduos plásticos retirados do mar. 
Foto: Reprodução/Vídeo

O Studio Swine desenvolveu uma linha de bancos feitos a partir de resíduos plásticos retirados do mar. A coleção é feita de maneira simples, utilizando ferramentas comuns, o que torna a criação replicável por pessoas em qualquer lugar do mundo.

De acordo com o site do estúdio de design, a coleta de plástico feita nas praias é a maneira mais fácil de conseguir plástico e ainda evitar que estes resíduos sejam levados para o alto mar, onde se transforma em um perigo aos animais. 

O primeiro cuidado tido pelos designers após a coleta do plástico é separado da areia, o que é feito usando apenas um balde com água. Depois disso, eles separam os plásticos de acordo com os pontos de fusão semelhantes. Existem gráficos e marcações em todos os plásticos fabricados que identificam seus componentes. Em alguns casos não é possível fazer a identificação correta. Assim, a sugestão é de que seja coletada uma quantidade grande do mesmo plástico.

Com os resíduos devidamente separados e secos, a equipe tritura-os, para que tenham tamanho médio de 1cm X 1cm, pois isso facilitará o derretimento do material. Para o derretimento, os designers utilizam uma panela adaptada com um filtro na tampa. Que ajuda a reduzir a quantidade de fumaça e elementos tóxicos liberados com a queima do plástico.

Os moldes usados para fazer as três pernas da banqueta são de alumínio e podem ser reaproveitados de resíduos de obra. O assento é feito simplesmente utilizando duas placas de pedra que pressionam a massa plástica até que ela fique reta e redonda. Para as pessoas que desejam replicar a ideia, uma pia de pedra pode substituir as placas.

Com todos os moldes prontos, os designers precisam apenas retirar as rebarbas do plástico, alinhar as pernas do banco e fixá-las ao assento utilizando parafusos. A equipe disponibiliza o passo a passo completo em seu site. Clique aqui para acessar.

Veja abaixo o vídeo que mostra o processo de produção da banqueta.


Fonte: Redação CicloVivo