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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

18 de fev de 2013

Concurso escolhe melhor projeto para apartamento funcional e sustentável



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 O projeto é do estudante romeno Catalin Sandu. | Foto: <a href='http://www.lifeedited.com/see-the-evolution-of-the-lifeedited-apartment-from-demo-to-completion/' target='_blank'>Divulgação/LifeEdited</a></p>
O projeto é do estudante romeno Catalin Sandu. | Foto: Divulgação/LifeEdited
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 É possível utilizar pequenos espaços para criar ambientes confortáveis e funcionais. | Foto: <a href='http://www.lifeedited.com/see-the-evolution-of-the-lifeedited-apartment-from-demo-to-completion/' target='_blank'>Divulgação/LifeEdited</a></p>
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 O estudante pensou nos detalhes de cada ambiente do apartamento de 126 m2. | Foto: <a href='http://www.lifeedited.com/see-the-evolution-of-the-lifeedited-apartment-from-demo-to-completion/' target='_blank'>Divulgação/LifeEdited</a></p>
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 A sala de estar, por exemplo, se transforma em dormitório, em escritório, em sala de jantar e até em “cinema”, comprovando a versatilidade da residência. | Foto: <a href='http://www.lifeedited.com/see-the-evolution-of-the-lifeedited-apartment-from-demo-to-completion/' target='_blank'>Divulgação/LifeEdited</a></p>
É possível utilizar pequenos espaços para criar ambientes confortáveis e funcionais. Para comprovar esta premissa, o norte-americano Graham Hill, criador do site TreeHugger, lançou um concurso no qual desafiou pessoas de todo o mundo a projetarem um apartamento usando a menor quantidade possível de materiais e espaço.

A ideia surgiu quando Hill comprou dois pequenos apartamentos em Nova York. A proposta era mostrar às pessoas que é possível fazer mais com menos. Além da redução no uso dos materiais, o local precisaria contar com acomodações para receber até dois hóspedes, um escritório, uma sala em que fosse possível utilizar um telão e um home theater e ainda que a sala de jantar suportasse receber, confortavelmente, até 12 pessoas.

O projeto foi chamado de LifeEdited e se tornou um sucesso. Mais de 300 pessoas ao redor do mundo enviaram projetos arquitetônicos para que Hill pudesse realizar seus “grandes sonhos” em um espaço tão pequeno, conforme descrito no site oficial.

O trabalho vencedor foi criado pelo estudante romeno Catalin Sandu, que pensou nos detalhes de cada ambiente do apartamento de 126 m2. Conforme informado pelos idealizadores, o projeto incorporou o uso de móveis planejados, que oferecem flexibilidade aos cômodos, e materiais de construção sustentáveis. Além de inteligente, o espaço interno precisava ser saudável, com bons níveis de qualidade do ar.

O apartamento se tornou a residência de Hill, mas acima de tudo se transformou em um modelo de projetos para outras residências. A sala de estar, por exemplo, se transforma em dormitório, em escritório, em sala de jantar e até em “cinema”, comprovando a versatilidade da residência.

O segundo projeto ainda está em discussão, mas é direcionado a um apartamento menor, com 105 m2, pensado para uma pessoa solteira. O LifeEdited foi criado para modificar o pensamento, para que as pessoas reflitam se realmente precisam de tudo o que desejam ou se as aquisições só irão atrapalhar a vida e deixar tudo menos sustentável e eficiente.

O resultado do primeiro apartamento está disponível no vídeo abaixo e na galeria de fotos.
Via: CicloVivo

Empresa comercializa escova de dente de bambu e faz doação a comunidades carentes


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 O uso do bambu reduz o impacto ambiental e torna o objeto acessível a comunidades carentes. | Foto: <a href='http://www.smilesforthepeople.com/product/12-month-toothbrush-subscription/#!prettyPhoto[product-gallery]/0/' target='_blank'>Divulgação</a></p>
O uso do bambu reduz o impacto ambiental e torna o objeto acessível a comunidades carentes. | Foto:Divulgação
A empresa norte-americana “Smiles for the People” desenvolveu o seu produto para ir além do apelo comercial. A especialidade da companhia é a fabricação de escovas de dente feitas em bambu. Isso reduz o impacto ambiental e torna o objeto acessível a comunidades carentes.

A escolha do bambu deve-se à sua durabilidade e vasta disponibilidade na natureza. Assim, estas escovas de dente são duráveis e impedem que toneladas de plástico sejam descartadas anualmente em lixões. Além de ter uma matéria-prima ecologicamente correta, o bambu precisa ser adquirido localmente, para evitar os impactos ambientais do transporte.

A empresa também tem como uma de suas missões ajudar a melhorar a qualidade de vida em locais carentes através de tratamentos odontológicos oferecidos às pessoas que não podem pagar por dentistas. Para alcançar este objetivo a “Smile for the Planet” se compromete a doar uma escova de dente a cada escova comercializada.

Em seu site, a companhia explica que esta troca pode ser repassada às comunidades de acordo com as necessidades específicas locais. Sendo assim, podem existir casos em que serão distribuídas escovas de dente, mas também pode haver ocasiões em que será repassado o valor monetário equivalente, para a construção de centros odontológicos ou para a compra de outros equipamentos.

Além da troca “um por um”, a empresa oferece a oportunidade para que parceiros que queiram participar do projeto ofereçam doações de produtos ou serviços.

As escovas ainda não estão disponíveis comercialmente, mas a expectativa é de que a loja virtual comece a funcionar ainda neste mês, para que pessoas de todo o mundo possam colaborar com este projeto.

Fonte: CicloVivo

Estudante alemão cria dispositivo que gera energia a partir de radiações eletromagnéticas



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 O dispositivo criado pelo estudante alemão é capaz de gerar energia através das ondas emitidas pela rede de distribuição de eletricidade, antenas e até mesmo celulares. | Foto: <a href='http://dennissiegel.de/electromagnetic-harvester/' target='_blank'>Divulgação</a></p>
O dispositivo criado pelo estudante alemão é capaz de gerar energia através das ondas emitidas pela rede de distribuição de eletricidade, antenas e até mesmo celulares. | Foto: Divulgação
O estudante alemão Dennis Siegel criou um gerador que transforma em energia as ondas transmitidas no ar por qualquer aparelho elétrico, desde cabeamentos de energia e antenas, até celulares e roteadores. O dispositivo aproveita as radiações eletromagnéticas para produzir eletricidade.

A brilhante invenção do estudante da Universidade de Arte de Bremem funciona em duas versões: tanto aproveitando as radiações de frequências baixas (entre 50 e 60 Hz), como gerando eletricidade através das altas frequências (ondas de rádio, telefonia, bluetooth e WiFi), que se propagam pelo ar.

Como os estudos não foram concluídos, ainda não é possível afirmar que há radiação e tecnologia suficientes para que o gerador seja mais eficiente e menos limitado em alcance e geração. No entanto, o estudante garante que o sistema é capaz de carregar uma bateria AA por dia, usando apenas a eletricidade obtida das radiações eletromagnéticas.

Siegel ainda não patenteou sua invenção, entretanto, o equipamento segue os mesmos princípios dos carregadores sem fios, que vêm sendo cada vez mais usados por smartphones. Porém, o desafio deste tipo de geração é direcionar a eletricidade para o aparelho em que será utilizada.

De acordo com especialistas, o sistema desenvolvido por Siegel é simples, já que qualquer aparelho ligado à eletricidade emite radiação eletromagnética – e, se canalizada em bobinas de cobre, por exemplo, esta força poderá gerar energia elétrica. O estudante não forneceu informações detalhadas sobre o dispositivo que ainda está em fase de testes e não tem previsão para chegar ao mercado. Com informações do Gizmag.

Via:  CicloVivo

3 de fev de 2013

Geração de energia solar em casa faz bem ao planeta e ao bolso

Uma residência que possui painéis solares deixa de utilizar a energia fornecida 
pelas distribuidoras, e, assim, reduz imediatamente a conta de luz. | Foto:Divulgação/Painel Solar

Em 2012, a Aneel aprovou as regras que regulamentam a geração de energia solar em casa. Agora, a eletricidade produzida por você mesmo pode diminuir o preço da conta de luz, zerar a tarifa e até mesmo render créditos com as distribuidoras.

As mudanças aprovadas pela agência reguladora servem como incentivo às energias alternativas que têm geração totalmente sustentável: a principal delas é a solar, a mais fácil de ser incorporada, não só nas grandes fazendas solares, mas também em prédios e casas das grandes cidades brasileiras. “É cada vez maior o número de interessados em produzir energia para uso doméstico, seja pelos benefícios ambientais, seja para suprir eventuais desligamentos da rede elétrica”, diz o site da empresa Minha Casa Solar, que comercializa sistemas de microgeração fotovoltaica no Brasil.

Uma residência que possui painéis solares deixa de utilizar a energia fornecida pelas distribuidoras, e, assim, reduz imediatamente a conta de luz. Isso porque, quando transformado em eletricidade, o sol alimenta os aparelhos ligados naquele momento. Se houver sobras de energia, as quantias serão lançadas na rede da companhia de distribuição, que retornará a quantidade excedente como crédito nas próximas tarifas a serem cobradas.

Se, num primeiro momento, a microgeração de energia solar demanda um investimento alto, a economia na conta de luz vira o jogo nos próximos meses: o investimento inicial gira em torno de R$ 15 mil a R$ 40 mil, dependendo do tamanho da residência e do padrão de consumo dos moradores. Entretanto, o cliente pode criar um sistema simples, formado por um ou dois painéis fotovoltaicos e, aos poucos, ir aumentando a quantidade de módulos. Com informações da Exame.

Via: CicloVivo

Usina de carvão na Austrália dá lugar a complexo sustentável



A nova “Paisagem Cultivada” deve ganhar características culturais e turísticas. | Imagem: <a href=‘http://inhabitat.com/the-cultured-landscape-sets-out-a-strategy-for-sustainable-transformation-of-an-australian-brownfield/naau-cultured-landscape-transiting-cities-competition-outr-rmit-melbourne-latrobe-australia-1/?extend=1‘ target=‘_blank‘ >Divulgação</a>
A nova “Paisagem Cultivada” deve ganhar características culturais e turísticas. | Imagem:Divulgação
O projeto consiste na revitalização de um bairro em que hoje está localizada uma fábrica de carvão. | Imagem: <a href='http://inhabitat.com/the-cultured-landscape-sets-out-a-strategy-for-sustainable-transformation-of-an-australian-brownfield/naau-cultured-landscape-transiting-cities-competition-outr-rmit-melbourne-latrobe-australia-1/?extend=1' target='_blank' >Divulgação</a>
Novas práticas de agricultura seriam levadas à região, | Imagem: <a href=‘http://inhabitat.com/the-cultured-landscape-sets-out-a-strategy-for-sustainable-transformation-of-an-australian-brownfield/naau-cultured-landscape-transiting-cities-competition-outr-rmit-melbourne-latrobe-australia-1/?extend=1‘ target=‘_blank‘ >Divulgação</a>
A região passará por modificação e recuperação total. | Imagem: <a href=‘http://inhabitat.com/the-cultured-landscape-sets-out-a-strategy-for-sustainable-transformation-of-an-australian-brownfield/naau-cultured-landscape-transiting-cities-competition-outr-rmit-melbourne-latrobe-australia-1/?extend=1‘ target=‘_blank‘ >Divulgação</a>
A proposta inclui o uso de energia solar e geotérmica. | Imagem: <a href=‘http://inhabitat.com/the-cultured-landscape-sets-out-a-strategy-for-sustainable-transformation-of-an-australian-brownfield/naau-cultured-landscape-transiting-cities-competition-outr-rmit-melbourne-latrobe-australia-1/?extend=1‘ target=‘_blank‘ >Divulgação</a>
O escritório australiano de arquitetura NAAU desenvolveu o projeto de revitalização de um bairro em que hoje está localizada uma fábrica de carvão. A ideia é deixar o local mais bonito, sustentável e torná-lo uma referência em energia limpa.

Apelidado de “Paisagens Cultivadas”, o projeto foi desenvolvido para o concurso “Cidades em transformação – Futuro de baixo carbono” e oferece uma proposta alternativa ao Latrobe Valley, em Melbourne (Austrália). Entre as modificações, alguns destaques são: inclusão de sistemas limpos de produção energética, agricultura sustentável e ecoturismo.

A usina de carvão, instalada atualmente no local, já tem prazo para deixar de funcionar. Conforme informações divulgadas no Inhabitat, as portas da fábrica deverão ser fechadas até 2030. A partir daí a região passará por modificação e recuperação total.

Os arquitetos explicam que não se trata apenas de reverter as condições atuais para modelos mais naturais. Através da reutilização das estruturas existentes, o bairro será sustentável, ao mesmo tempo em que terá a sua história preservada.

A proposta inclui o uso de energia solar e geotérmica, que seriam conectadas através da rede local. Além disso, novas práticas de agricultura seriam levadas à região, principalmente para incentivar a produção de alimentos a serem comercializados localmente. Para finalizar, a nova “Paisagem Cultivada” deve ganhar características culturais e turísticas, pela implantação de acampamentos, escolas e espaços para a prática de esportes ao ar livre. Com informações do Inhabitat.

Via: CicloVivo

Aprenda a fazer uma horta orgânica dentro de casa



Foto: godutchbaby

Uma boa maneira de economizar no supermercado e garantir frutas, verduras, legumes e hortaliças orgânicas e saudáveis é plantando você mesmo. Qualquer quintal ou área de serviço pode abrigar uma hortinha.

Ao contrário do que muita gente pensa, ter uma horta não exige tanto trabalho nem tempo. Basta ficar atento a alguns aspectos e seguir uma rotina de cuidados com sua pequena plantação.

Depois é só desfrutar dos alimentos colhidos na hora e livres de agrotóxicos e pesticidas. Confira aqui como montar sua horta de acordo com o espaço que você dispõe: pequeno, médio ou grande.

Horta orgânica: comida saborosa, saudável e sustentável.

Cultivar uma horta orgânica, independente do tamanho e da variedade de alimentos plantados, é sempre bom. Bom para a saúde e o bem-estar da família, que irá ingerir alimentos mais saudáveis e livres e agrotóxicos, e também para o meio ambiente, que deixará de receber produtos químicos e ter seus recursos naturais, como solo e água, explorados de forma insustentável. Fazer uma horta em casa aumenta o seu contato com a natureza e economiza nas feiras e supermercados.

É preciso ficar atento e tomar alguns cuidados na hora de montar a sua horta. Elas podem ser feitas em todos os tipos de casa e apartamentos, só precisam ser adaptadas ao espaço e aos recursos disponíveis.

Preparativos

Confira o clima, o solo, o local de plantio e as espécies antes de começar sua horta/
Foto: Almargem

Antes de iniciar sua horta, fique atento aos seguintes fatores:

Clima – ele é determinante na adaptação de certas culturas e deve ser levado em consideração na seleção de variedades. As diferenças entre estações, quanto à temperatura e volume de chuva devem ser verificados, servindo como base para um calendário de épocas de plantio.

Solo - muita atenção ao tipo e cuidado do solo. O solo é considerado um organismo vivo, que interage com a vegetação em todas as fases de seu ciclo de vida. Devem ser analisados em seus aspectos físico (textura e estrutura), químico (nutrientes) e biológico (organismos vivos existentes no solo).

Local – o lugar da instalação da horta tem de ser de fácil acesso, maior insolação possível, água disponível em quantidade e próxima ao local. Não devem ser usados terrenos encharcados. Os canteiros devem ser feitos na direção norte-sul, ou voltados para o norte para aproveitar melhor o sol. No local da horta não é aconselhavel a entrada de galinhas, cachorros ou coelhos.

Espécies – escolha com cuidado o tipo de vegetal que você irá plantar. Cada espécie precisa de um tipo de tratamento e possui um ciclo de crescimento próprio. Informe-se na hora de comprar as mudas e sementes e verifique se aquele tipo irá se adequar à sua horta.

Dentro de casa

Dentro de casa, prefira os vasos e as espécies menores, como temperos/Foto: Drang

Para montar uma horta em espaços pequenos, como apartamentos, prefira os vasos. Eles podem ser de qualquer tamanho, apenas assegure-se de só plantar espécies que irão se adaptar ali.

Passo a passo:

1. Escolha um vaso com furos;

2. Encha um terço do vaso com brita ou pó de brita, para a drenagem;

3. Coloque uma mistura de duas partes de terra, uma parte de composto orgânico e uma parte de húmus até a borda do vaso;

4. Espalhe um pouco de areia;

5. Plante as mudas;

Em espaços médios

Use sempre adubos orgânicos, como os compostos/Foto: terracotabolsas

Se você dispõe de um espaço um pouco maior, pode plantar as espécies diretamente na terra, em um canteiro. Você pode cultivar os mesmo alimentos indicados para os vasos, além de outros, que precisam de mais espaço.

Passo a passo:

1. Revolver o solo com enxada ou pá, deixando a terra bem solta e fofa;

2. Misturar o composto orgânico;

3. Deixar o canteiro 20 centímetros acima do nível do terreno;

4. A largura do canteiro deve ser de no máximo 1,20 m;

5. Marcar os espaçamentos (exemplo: os pés de alface devem ficar a dois palmos um do outro);

6. Posicionar as mudas de maneira intercalada, em forma de triângulo, para evitar a erosão;

7. Misturar as sementes com areia e espalhar com a mão sobre o canteiro de maneira mais uniforme possível;

8. Regar pelo menos uma vez ao dia. Em regiões quentes, duas vezes ao dia até as mudas emergirem. Regar nas horas frescas, de preferência pela manhã.

Em espaços grandes

Hortas grandes exigem mais cuidados, mas a recompensa pode ser grande/Foto: blog visão

Se você possui uma área maior, como um terreno ou um amplo quintal, pode fazer uma horta mais estruturada e com maior variedade de alimentos. Essas dão mais trabalho, mas certamente você será compensado.

Passo a passo:

1. Monte a sua horta orgânica em uma área sem muito movimento. Se você tiver animais, coloque uma cerca de bambu, madeira ou outro material para que eles não entrem. Escolha um lugar que receba muito sol. Se você mora em uma região seca, é preciso ter uma fonte de água próxima.

2. Limpe a área que será plantada. Você precisa tirar as ervas, o capim, as plantas velhas e as pedras. Aproveite esses resíduos naturais para produzir seu próprio adubo natural.

3. Are a terra quando tiver limpado o terreno. Use enxada ou arado para remover bem. A terra deve estar úmida para ser arada.

4. Coloque o composto orgânico na terra para que ela seja mais fértil e as frutas, verduras e legumes cresçam facilmente. Espalhe uma camada de 4 cm de adubo e misture bem com a terra da superfície.

5. Para plantar, faça um desenho da sua horta. Informe-se sobre como cresce cada fruta, verdura e legume que você pretende plantar, como eles devem ser agrupados e qual é a distância necessária entre eles para um bom crescimento.

6. Faça sulcos a cada 30 cm, que atravessem a horta inteira. Isso organizará suas frutas e verduras e permitirá que você se desloque sem problemas pela plantação. Coloque tijolos, pedras ou madeiras dentro desses sulcos para poder andar sem pisar nas plantas.

7. Siga as instruções das embalagens das sementes. Informe-se sobre o crescimento e agrupe-as de acordo com as informações que você obteve ou as indicações de um especialista.

8. Proteja a sua horta contra pragas e insetos. Remova as ervas-daninhas que crescerem entre as plantas, já que elas absorvem a água que a sua horta precisa para crescer.

Dicas:
Se o seu terreno é muito argiloso, acrescente areia junto com o adubo, para ele ficar mais permeável à água.
A irrigação é fundamental para um bom crescimento. O sistema por gotejamento é o ideal.
Você pode colocar palha nos sulcos para evitar o crescimento de ervas-daninhas.
Os tempos de crescimento de cada verdura, cada fruta e cada legume são diferentes, assim como as estações do ano em que cada um deve ser plantado. Informe-se bem a respeito e confira a tabela abaixo para saber quando plantar cada muda.


Com Informações dos sites:
www.jardimdeflores.com.br, www.wiki.bemsimples.com e www.planetaorganico.com.br





Tinta térmica reduz consumo de energia em até 60%

A tinta também diminui até 84% da radiação no telhado e entre 10 a 15% da temperatura por telha

Revestir o telhado com tinta térmica pode ser uma boa alternativa para economizar no consumo de energia, reduzir o impacto da radiação e a temperatura interna dos ambientes. Por quê? É que o produto é feito a base de água e microesferas ocas de vidro, que possibilitam a redução de até 60% do consumo de energia elétrica na refrigeração de residências, galpões, prédios e armazéns. 

A tinta, que também diminui até 84% da radiação no telhado e entre 10 a 15% da temperatura por telha, foi desenvolvida para revestir navios, aeronaves, tubulações e alvenarias em geral.

Além de custar menos, o produto é mais sustentável do que a espuma de poliuretano (derivado de petróleo), opção muito utilizada no mercado brasileiro, em obras de revestimento e isolamento térmico.

Walter Ferreira, diretor da WC Isolamento Térmico, um dos fornecedores de tinta térmica no mercado nacional, explicou à Agência Sebrae, que as microesferas utilizadas no produto são células que não permitem a propagação de temperatura e som. "A maior incidência de calor é no telhado. Se o local for bem ventilado, a sensação térmica no ambiente interno se torna agradável, sem precisar de ar condicionado", completou.

Regulamento

A Organização das Nações Unidas estão elaborando um novo regulamento para os editais de suas obras, visando adotar materiais de revestimento mais sustentáveis, apontou Ferreira. Segundo ele, a tinta térmica será um deles, pois a relação custo/benefício é positiva.

"Escolher materiais sustentáveis que vão solucionar o problema de temperatura e calor nos ambientes sem agredir o meio ambiente e, ainda, sem usar energia e produtos químicos, é o caminho. As leis vão exigir isso cada vez mais de empresas e indústrias", pontuou.

O produto pode ser aplicado em qualquer tipo de superfície e a durabilidade é de cinco anos. Após esse período, é necessário fazer manutenção como as pinturas comuns.

Fonte: Portal EcoD

1 de fev de 2013

Hotel construído com contêineres deve fazer tour pela Europa



Os contêineres podem ser instalados em um parque, na plateia de um show ou até mesmo em ruas movimentadas. | Foto: <a href='http://www.sleepingaround.eu/index.asp?taal=en' target='_blank' >Divulgação</a>
Os contêineres podem ser instalados em um parque, na plateia de um show ou até mesmo em ruas movimentadas. | Foto: Divulgação
O Sleeping Around é um hotel itinerante instalado em contêineres usados, que deverá passar por vários pontos da Europa. Além dos alojamentos, a estrutura também abriga um restaurante, uma sala de convivência e uma sauna, construídos com materiais sustentáveis.

Para executar o projeto, foram utilizados seis contêineres que estavam abandonados em um porto da Bélgica. De acordo com os criadores do projeto, muitas caixas metálicas gigantes são produzidas e utilizadas para o transporte de cargas em navios, mas, no final, são descartadas em portos por todas as partes do mundo.

Segundo a equipe responsável pela construção, oSleeping Around foi criado para oferecer uma experiência de conforto e aventura aos hóspedes. Quatro contêineres abrigam os quartos, elaborados com materiais sustentáveis.

O objetivo dos criadores é levar o hotel para vários lugares na Europa. Como ocupam pouco espaço e levam pouco tempo para serem montados, os contêineres podem ser instalados em um parque, na plateia de um show ou até mesmo em ruas movimentadas.

No site do Sleeping Around, um GPS informa a localização do hotel, que já levou hóspedes para perto de um museu. Não só ficou mais fácil visitar a exposição, mas os hóspedes também puderam desfrutar da visão de um rio e assistir aos shows que aconteciam em um palco, montado nas imediações do hotel.

A construção de acomodações em contêineres é uma tendência da arquitetura sustentável, uma vez que as caixas metálicas utilizadas para transportar mercadorias são reutilizadas e se adaptam facilmente aos mais diferentes lugares. Com informações do Gizmag.

Via:  CicloVivo

Arquiteto japonês segue método antigo para construção de casa sustentável


Os povos antigos chamam estas casas de “Chise”. | Foto: <a href=‘http://www.treehugger.com/green-architecture/kengo-kuma-experimental-cabin-blends-traditional-methods-modern-materials.html‘ target=‘_blank‘ >Divulgação</a>
Os povos antigos chamam estas casas de “Chise”. | Foto: Divulgação
De acordo com Kuma, é possível que os moradores passem um inverno confortável na casa sem a utilização de sistemas de aquecimento. | Foto: <a href='http://www.treehugger.com/green-architecture/kengo-kuma-experimental-cabin-blends-traditional-methods-modern-materials.html' target='_blank' >Divulgação</a>
Kuma substituiu a matéria-prima tradicional por materiais novos, resultando assim em uma casa translúcida. | Foto: <a href=‘http://www.treehugger.com/green-architecture/kengo-kuma-experimental-cabin-blends-traditional-methods-modern-materials.html‘ target=‘_blank‘ >Divulgação</a>
O arquiteto japonês Kengo Kuma apostou em um projeto experimental, que consiste na construção de uma casa seguindo métodos antigos com materiais modernos. O resultado foi uma moradia dinâmica e sustentável.

O formato aplicado por Kuma em sua edificação foi baseado nas residências erguidas por povos indígenas japoneses, que habitam regiões frias e não possuem sistemas tecnológicos de calefação. Os povos antigos chamam estas casas de “Chise”, elas normalmente são feitas com terra, bambu e gramíneas.

O projeto experimental de Kuma substituiu a matéria-prima tradicional por materiais novos, resultando assim em uma casa translúcida, que opera em ritmo e com padrões naturais de luz e aquecimento.

“Nós envolvemos a moldura de madeira com uma membrana de poliéster. A parte interna é coberta com um tecido removível de fibra de vidro. Entre as duas membranas está um isolante de poliéster, feito com garras PET recicladas”, explica o arquiteto em declaração ao site TreeHugger. A aplicação das diferentes camadas ajuda a circulação do ar e, consequentemente, auxilia a manter o conforto térmico interno.

Para manter a residência sempre quente em meio às altas temperaturas locais, a casa é equipada com uma lareira, que aquece o solo e mantém o calor durante o dia e a noite. As paredes translúcidas da estrutura permitem a iluminação natural, ajudando no conforto dos moradores.

De acordo com Kuma, é possível que os moradores passem um inverno confortável na casa sem a utilização de sistemas de aquecimento, fator que reduz consideravelmente o impacto ambiental de uma residência. Com informações do TreeHugger.

Fonte: CicloVivo