A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Com uma horta escolar, os alunos podem aprender conteúdos das salas de aula de forma lúdica e prática.
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As hortas podem promover a alimentação saudável, vinculando isso à educação e aos novos hábitos. | Foto: Rafael Silva/Cohab
O manual “A Escola promovendo hábitos alimentares saudáveis”, feito por pesquisadoras da Universidade de Brasília, a pedido do Ministério da Saúde, traz o passo-a-passo para a introdução de uma horta às atividades escolares. As instruções e aplicações são eficientes para qualquer tipo de instituição e podem ser aplicadas com alunos das mais diversas idades.
A primeira preocupação de projetos que inserem as hortas em escolas é promover a alimentação saudável, vinculando isso à educação e aos novos hábitos. Mas, este tipo de atividade vai muito além disso. Ao mesclar a prática do cultivo de alimentos com conteúdos trabalhados em sala de aula, os alunos podem aprender novos conceitos de forma lúdica e prática, reforçando o conhecimento teórico adquirido e fazendo a ligação entre os livros e a vida real. Segundo o manual, “a horta pode ser um laboratório vivo para diferentes atividades didáticas”, que ainda trazem outras vantagens à comunidade.
Para começar, os primeiros cuidados são com a escolha do local que receberá a horta e com a preparação deste espaço. Apesar de ser uma tarefa simples, o ideal é contar com a ajuda de alguém que já tem experiência nisso. Como nem sempre isso é possível, o manual traz diretrizes para ajudar a escolher o melhor local, bem como as ferramentas usadas na criação do espaço, os cuidados com o canteiro e o preparo das covas.
Na sequência, o guia apresenta as informações sobre o período ideal para o plantio de diversos alimentos e sobre os cuidados necessários para que a horta tenha uma produção abundante e bastante diversificada. O material também mostra quais são as épocas ideais para as colheitas e quais relações os alimentos têm com a saúde, de acordo com os nutrientes próprios de cada um.
Por fim, o guia de hortas escolares dá algumas sugestões de como preparar os alimentos produzidos na horta e quais atividades práticas podem ser feitas com os alunos, coo a aplicação de conteúdos de ciência e matemática, por exemplo.
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Fonte: Ciclo Vivo
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