A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Tornar os sistemas de produção de alimentos mais sustentáveis é uma das grandes preocupações atuais. Ao mesmo tempo em que a população cresce, as áreas para plantio se tornam cada vez mais escassas. Mas, no que depender do projeto italiano Pnat, este problema está com os dias contados.
Inspirados nas formas de uma água-viva, os biólogos e arquitetos que atuam no grupo desenvolveram uma estufa flutuante, que é capaz de produzir alimentos utilizando até mesmo a água salgada do mar. Apelidada de Jellyfish Barge, a construção é feita com materiais simples e é ideal para áreas costeiras.
Foto: Divulgação
O sistema não conta com grandes tecnologias, mas atinge uma eficiência tão alta que o cultivo pode ser feito utilizando a própria água do mar. A construção possui uma base de madeira de 70 metros quadrados, que flutua sobre tambores plásticos reciclados.
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Assim como as estufas tradicionais, a Jellyfish Barge também tem a sua cobertura feita em vidro, para permitir o crescimento de diferentes culturas. A produção descarta o uso de terra, usando apenas sistemas hidropônicos. Além de ser 70% mais eficiente e econômico do que a hidroponia tradicional, a estufa conta com sete unidades de dessalinização solar.
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Através dessa tecnologia, a própria estufa é capaz de produzir 150 litros de água fresca e limpa por dia. O princípio por trás do sistema é a destilação solar, que permite a evaporação da água para a retirada do sal e de outros resíduos poluidores.
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Fonte: CicloVivo
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