A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Designer usa nanotecnologia e fotossíntese para criar uma lâmpada viva, que funciona a base de algas.
A Latro (palavra latina para “ladrão”) precisa apenas de água, luz do sol e gás carbônico para funcionar.
A energia gerada durante o dia é armazenada em uma bateria e pode ser usada por horas a fio à noite. E para alimentar as algas basta soprar dentro da garrafa e preenchê-la com água.
O projeto de Mike Thompson é baseado em uma descoberta feita este ano por cientistas das Universidades Yansei e Stanford. Eles criaram uma técnica na qual eletrodos com 30 nanômetros de largura são inseridos em organismos fotossintetizantes (cloroplastos) de células de algas. Isso retira uma pequena corrente elétrica das algas quando elas realizam a fotossíntese.
Inseridas em uma lâmpada com um gargalo, as algas com os eletrodos produzem 0.6 milliamperes por centímetro quadrado. As celulas estão conectadas umas às outras e ligadas à uma bateria central. Para que armazenem energia, ela devem ser tratadas – como explica o designer – da mesma forma que um animal de estimação: precisam de alimentação e cuidados.
As etapas são bem simples: manter sempre o reservatório com água (colocada por meio de uma abertura lateral), colocar o jarro no sol e fornecer CO2. Esta última etapa é feita simplesmente soprando na abertura principal.
Em contato com o sol, as células sintetizam alimento usando CO2 e água. Um sensor de monitora a intensidade de luz, permitindo a passagem para os elétrons somente quando o nível atingir determinado limite (o que garante que as algas não serão mal-nutridas).
Fonte: Eco4planet

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