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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

30 de jun de 2017

Décor gringa: a robusta Casa Domo

A casa da madeira criada pelo britânico Timothy Oulton extrapola os limites do design. É livre de colunas e pilares, prima pela sustentabilidade e tem uma decoração minimalista que favorece o relaxamentoA inspiração foram os domos, presentes em diversas construções, dos iglus ao panteão grego. As paredes arqueadas criam a atmosfera de calma nos 160 metros quadrados de área útil. Fotos: Timothy Oulton Design / Divulgação

A Casa Domo, edificação de madeira projetada no sul da China pela Timothy Oulton Design, é o paraíso dos designers. Afinal, foi feita sob medida para os profissionais da área de uma empresa da redondeza. O espaço principal, concebido na forma de um domo, é um local comunal para os designers se reunirem para dialogar e criar.

No entorno da casa, estão localizadas outras sete residências redondas, com quartos e banheiros. Como explica o próprio Oulton, o ambiente de criação é decisivo para as ideias: quanto mais relaxante e criativo, mais as ideias fluirão.

A habitação levou alguns anos para ficar pronta, pois exigiu o desenvolvimento de técnicas construtivas novas. Isso porque os responsáveis pelo projeto quiseram eliminar as colunas e os pilares da estrutura. Confira nas fotos como ficou o resultado.

A casa seguiu o modelo alemão de construção sustentável, também chamado de passivhaus (casa passiva), que tem como uma de suas metas o menor consumo energético possível. No total, foram utilizados 70 paineis de madeira para formar a residência com 6,5 metros de altura

O espaço é flexível: os ambientes do primeiro piso são integrados, o mobiliário é solto e a escada central em espiral leva ao mezanino

Cozinha de aço e mármore escuro que abraça as paredes curvadas. Destaque para a iluminação intimista em harmonia com a luz natural

A construção foi pensada para interferir minimamente no ambiente. Além da casa domo, foram construídas sete residências redondas menores

A entrada remete à arquitetura tradicional chinesa com um portal circular de concreto e um caminho ladeado por bambus e árvores frutíferas

Pátio interno que liga as outras casas redondas criadas para a vila

O exterior de uma das casas circulares

Banheiro de uma das casas redondas adjacentes: revestimento em mármore e pastilhas, e concreto aparente

Quarto de uma das casas redondas menores: concreto aparente e madeira com toque minimalista

Domo Geodésico - Forma Perfeita de Buckminster Fuller


O Domo Geodésico. A forma que Richard Buckminster Fuller estudou e tornou conhecida pela sua extrema resistência estrutural. Dizem que ele passou por experiências traumáticas em sua vida e que pensou em se suicidar. Mas ao invés de tirar a vida, passou a dedicar-se a estudar soluções. Como ele mesmo definiu em suas palavras em fazer de sua existência dali em diante 

“(…) um experimento, descobrir como um único indivíduo pode contribuir para mudar o mundo e beneficiar toda a humanidade.”

Na área de arquitetura, o Domo Geodésico, além da facilidade de uso, se caracteriza pela:

Resistência aos ventos, tormentas e neve.
Resistência Estrutural
Coleta de energia solar passiva - sendo um concentrador de luz e calor
Economia para construção
Melhor facilidade de ventilação e distribuição de calor interno

Uma estrutura relativamente simples que pode ser construída por pessoas leigas com alguma instrução a respeito e que pode ter uma espaço interno super agradável. 


Uma alternativa interessante que tanto pode resultar em uma estufa, um abrigo de férias ou edificações maiores e mais complexas. São versáteis e de fácil montagem como mostra o vídeo abaixo.


Um homem interessante o seu Buckminster Fuller. Fez das suas experiências amargas de vida um combustível para estudar melhorias para outras vidas. Estudou a natureza e como ela se comportava para achar soluções. Teve uma visão sustentável de vida e mundo bem antes dos demais. Conseguiu 28 patentes, escreveu 28 livros, recebeu 47 títulos honorários.

Domo na Floresta from Diogo Coneglian on Vimeo.


“Procurar por princípios que governem o universo e auxiliar a evolução da humanidade de acordo com os mesmo… Encontrar meios de fazer mais com menos, para que todas as pessoas de todos os lugares possam ter mais e mais” 
Buckminster Fuller

Veja aqui um acervo digital com seus artigos. Via: Elenara Leitão

29 de jun de 2017

Casa gera sua própria energia, reaproveita toda água e produz alimentos

Além de ser sustentável, o projeto pretende questionar os custos das moradias nas grandes cidades.14 de março de 2017 • Atualizado às 11 : 33

O protótipo, desenvolvido para um concurso internacional, foi feito com materiais sustentáveis e sistemas eficientes para a produção de energia e uso da água. | Foto: Divulgação


O protótipo, desenvolvido para um concurso internacional, foi feito com materiais sustentáveis e sistemas eficientes para a produção de energia e uso da água. A casa é coberta com painéis solares, que garantem toda a energia necessária para o seu funcionamento, o que inclui iluminação, eletrodomésticos, eletrônicos, ar-condicionado e o abastecimento de um carro elétrico.

Imagem: Divulgação

Para reduzir o consumo de eletricidade, os estudantes acrescentaram um sistema de aquecimento solar de água e uma bomba de armazenamento. Aliás, o projeto leva a água extremamente a sério, com soluções que evitam todos os tipos de desperdício.

Uma cisterna capta a água da chuva, que passa por um sistema de filtragem, tornando-a potável, enquanto a água cinza também passa por um tratamento e é usada na máquina de lavar, pia, chuveiro, irrigação e abastecimento do sistema aquapônico para a produção de alimentos.
Imagem: Divulgação

A aquaponia é um sistema que associa o cultivo de plantas à criação de peixes. Este modelo é tão eficiente que pode economizar até 90% de água em relação ao plantio tradicional. Por ser totalmente fechado, ele ainda evita o descarte de efluentes no meio ambiente.

Além de ser eficiente em água, energia e produção de alimentos, a NexusHaus ainda foi planejada com um design inteligente e que valoriza a qualidade de vida dos moradores. Os espaços foram planejados para garantirem conforto independente da época do ano. Um exemplo é a área central da residência, que pode ser fechada ou aberta, de acordo com o clima externo. A casa ainda conta com uma cozinha com sala de jantar, sala de estar, um quarto, um banheiro e um escritório.
Imagem: Divulgação

Clique aqui para mais detalhes sobre este projeto.

Via: CicloVivo

Foi desenvolvida a célula solar mais eficiente do Brasil

O resultado do projeto de P&D é importante para o setor produtivo de módulos fotovoltaicos no Brasil. 

Um estudo da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) em parceria com a Eletrosul produziu células solares com a maior eficiência do Brasil, 17,3%, e de forma totalmente industrial. Intitulado “Desenvolvimento de Processos Industriais para Fabricação de Células Solares com Pasta de Alumínio e Passivação”, o projeto de P&D Aneel comprovou que é possível a produção de mais potência elétrica com a mesma quantidade de silício.

O projeto foi desenvolvido pela equipe do Núcleo de Tecnologia em Energia Solar (NT-Solar) da PUCRS e coordenado pelos professores da Faculdade de Física Izete Zanesco e Adriano Moehlecke, com apoio de alunos do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Tecnologia de Materiais da Faculdade de Engenharia. A maior eficiência registrada até então no Brasil, de 17%, era de uma célula solar produzida em laboratório pelo NT-Solar, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e com o Instituto de Energia Solar da Universidade Politécnica de Madri, da Espanha.

O resultado do projeto de P&D, iniciado pela PUCRS e Eletrosul em 2015, é importante para o setor produtivo de módulos fotovoltaicos no Brasil. A professora Izete Zanesco, umas das coordenadoras do estudo, explica que a célula solar foi desenvolvida em lâmina de silício grau solar e se diferencia do processo padrão da indústria atual de células solares de silício. Isso, porque o campo retrodifusor foi produzido pela difusão de boro, em vez de alumínio, o que possibilitou a passivação de ambas as faces da célula solar. Nesta célula solar, a passivação foi produzida por dióxido de silício que é crescido nas duas faces simultaneamente.

“Se o custo do processo não aumentar, então, há uma redução do custo da produção de energia elétrica a partir da conversão direta de energia solar”, explica Izete. A professora ressalta que o próximo passo é comparar o custo do processo desenvolvido pela equipe do NT-Solar com o custo atual do processo padrão da indústria.

Laboratório da Física. Foto: PUCRS/NT-Solar

Há mais de 10 anos, a Eletrosul vem pesquisando e incentivando tecnologias de produção de energia a partir do sol, e que deram origem ao recente desenvolvimento das células solares com a maior eficiência do Brasil. A primeira iniciativa se deu em 2004, quando a empresa participou de pesquisa coordenada pela PUCRS para o desenvolvimento de módulos fotovoltaicos com tecnologia nacional. Em seguida, a Eletrosul implantou em sua sede, em Florianópolis (SC), um projeto piloto de geração fotovoltaica (12 kilowatts), que funciona como uma planta de demonstração e estudos. A produção de energia elétrica atende parte do consumo do edifício.
Fonte: Ciclo Vivo

6 de jun de 2017

Brasileiros desenvolvem tinta ecológica que não prejudica crianças nem o meio ambiente

Novo modelo é 100% atóxico e é produzido com pigmentos naturais de folhas, raízes, frutas, flores e vegetais.


Existem diversas formas de desenvolver costumes sustentáveis dentro da educação. Em todos os casos, os ganhos da prática para a sociedade e, o mais importante, para o meio ambiente, são notórios, ajudando a estimular esse tipo de pensamento para futuras gerações, o que, por consequência, beneficiará o planeta.
Seguindo essa ideia, três designers cariocas fizeram um curso de tecnologia intuitiva e bioarquitetura, e, depois de se interessarem no estudo de tintas orgânicas, acabaram desenvolvendo uma nova versão que tem tudo para fazer um grande sucesso entre as crianças. Trata-se da criação da Mancha Orgânica, uma tinta ecológica que não prejudica crianças e nem o ambiente.
Produzida com pigmentos naturais de folhas, raízes, frutas, flores e vegetais, a Mancha é um material 100% atóxico, que apresenta características bem parecidas com as tintas convencionais e se destaca justamente pela ausência de substâncias com potencial para prejudicar à saúde em seu manuseio. Vale lembrar que essa prática não é nova, mas foi resgatada de maneira sustentável.
De acordo com seus criadores, Rafael D’Ávila, Amon Pinto e Pedro Ivo Costa, o novo produto conta com um catálogo de 50 cores, que podem ser aplicadas em madeira ou papel. Desta forma, além do público infantil – que popularmente utiliza o material para atividades escolares –, a Mancha pode também ser usada de maneira interessante na produção de materiais gráficos e pintura de móveis.
Para explorar essa oportunidade, os designers têm inserido a Mancha em participações de workshops de educação infantil e outras ações pontuais, com o objetivo de aproximar as crianças aos hábitos sustentáveis, através da relação entre cores e alimentos para utilização das novas tintas orgânicas.
Vale destacar que, no Brasil, marcas do segmento da moda, por exemplo, já fazem uso dessa novidade na criação de novas peças de roupas. A Mancha, inclusive, tem participado de programas e desafios sustentáveis com o intuito de promover à ideia e compartilhar seus valores.