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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

31 de mar de 2015

Telhado Solar Bonito e Prático

Não precisamos mais utilizar painéis solares feios. Amei a novidade.

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Unindo beleza e praticidade para capturar a energia do sol e aquecer a sua casa, ou combinado com células fotovoltaicas de Soltech dando-lhe um sistema de geração de energia elétrica. Estas telhas de vidro, fabricadas pela empresa Soltech Sistema são uma ideia real e inovadora, proporcionando outra alternativa para as nossas necessidades de aquecimento, além de esteticamente serem bonitas. 

solar_roof

Esse Teto solar é um produto patenteado, com multifuncionalidade para a arquitetura bio-climática. Primeiramente, é um material que pode cobrir qualquer tipo de construção. Em segundo lugar, é um sistema solar térmico que maximiza a área ativa da área do telhado. O resultado é uma configuração que mantém o clássico estilo de um teto inclinado de azulejos ao mesmo tempo gerando energia limpa e renovável.

Simples e Engenhoso

Em vez de telhas tradicionais feitas de betão ou argila, as telhas Soltech são específicamente feitas de vidro. As telhas de vidro são instaladas nos módulos solares do teto. SolTechs foi especialmente desenvolvido como módulo absorvedor de base líquida. Os módulos patenteados são fixados em ripas que fazem a integração e transporte para a superfície de absorção maximizada bem como é simples de ser instalado. Os módulos são interligados no telhado de modo a formar um sistema completo de coletor solar. A Energia solar gerada é armazenada no Acumulador Soltech Therm, que está ligado ao edifício pelo sistema de aquecimento central. Esta configuração permite que o uso de toda energia solar primeiramente absorvida pelo sol possa ser fornecida primeiro, e o sistema de aquecimento central irá intervir para fornecer aquecimento para aqueles momentos em que não haja energia do sol suficiente.

Um sistema flexível

Da mesma maneira como a Sigma Sistema SOLTECH o Techo Solar pode ser integrado com qualquer sistema de aquecimento central de água ou sistema de água quente com facilidade, independentemente da fonte de aquecimento.

Soltech Energia

"À primeira vista, o sistema consiste de pesadas telhas de vidro transparente que engloba dois sistemas de isolamento solar que se combinam para ambos converterem a energia solar, bem como proporcionar isolamento adicional dentro de qualquer edifício." - Soltech Energia.

27 de mar de 2015

Condomínio italiano possui uma verdadeira floresta em seus terraços


O arquiteto italiano Luciano Pia é o responsável por um projeto que prova que a natureza e o ambiente urbano podem combinar perfeitamente. Ele planejou um “condomínio-floresta”. A estrutura combina apartamentos com terraços repletos de árvores.

O edifício foi construído na cidade italiana de Turim. Sua estrutura é feita em aço e madeira. Todos os andares possuem terraços únicos, que se espalham por toda a fachada e são repletos de vasos gigantes com diferentes tipos de vegetações. O condomínio troca a ideia de moradias criadas como blocos fechados por espaços permeáveis, mutáveis e habitáveis.


De acordo com os detalhes do projeto, a estrutura conta com 150 árvores altas que, juntamente com outras 50 plantas. Esta vegetação produz 150 mil litros de oxigênio por hora. Durante à noite elas são capazes de absorver até 200 mil litros de dióxido de carbono.


Este formato cria um microclima ideal no interior, atenuando os extremos de calor durante o verão e frio no inverno. A madeira, colocada de forma irregular nos terraços, filtra parte dos raios de sol, mas, ao mesmo tempo deixa a luz entrar parcialmente nas casas.


Quem olha de fora consegue perceber a floresta que cerca o edifício. Mas, este não é o único diferencial da estrutura. O prédio, que possui 63 unidades residenciais, recebeu diversas soluções para minimizar seu impacto ambiental. Entre elas estão: isolamento térmico, paredes ventiladas, proteção contra a luz solar direta, sistemas de calefação que usam a água subterrânea, coleta de água de chuva, armazenamento e reuso para a irrigação.


As árvores usadas no telhado verde são de alturas diversas, que vão de 2,5 a nove metros de altura. De acordo com o arquiteto, quando toda a vegetação estiver em plena floração, os moradores sentirão como se vivessem em uma casa na árvore.

Fonte: CicloVivo

24 de mar de 2015

Fazenda urbana oferece alimentos frescos e oportunidades sociais


A Vertical Harvest é um projeto que deve mudar a realidade da agricultura urbana na cidade norte-americana de Jackson Hole. Construída dentro de um prédio de três andares, a estrutura servirá como uma estufa hidropônica gigante, fornecendo alimentos frescos e um novo negócio para a comunidade local.

O projeto é fruto do incansável trabalho de duas mulheres: Penny McBride e Nona Yehia. Durante cinco anos amadureceram a ideia, correram atrás de parceiros, patrocinadores e agora estão cada vez mais perto de transformar o sonho em realidade.

O escritório de arquitetura E/Ye é o responsável pelo projeto. De acordo com o desenho, o prédio contará com uma área construída média de quatro mil metros quadrados. O local será usado para o cultivo de diferentes espécies, que serão comercializadas na própria comunidade local. A expectativa é de que sejam produzidos anualmente 8,1 mil quilos de folhas verdes, duas mil toneladas de ervas e vinte toneladas de tomates.

Imagem: Divulgação

Além de ser referência em agricultura urbana, o Vertical Harvest quer ser referência em outras áreas. Osite do projeto deixa bem claro que a missão vai além do plantio. A fazenda deve ser usada para impactar positivamente o meio ambiente e a comunidade. O local fornecerá alimentos frescos, mas também dará suporte a pessoas com deficiência, capacitando-as para trabalhar e serem incluídas no mercado de trabalho. O último ponto apresentado pelos idealizadores é a implementação de expansão de programas e iniciativas nutricionais e educacionais dentro da Vertical Harvest.

O intuito não é usar a estrutura visando o lucro. Os ganhos financeiros serão apenas os necessários para cobrir as despesas, pagar os impostos e colaborar para o desenvolvimento local.

Fonte: CicloVivo

20 de mar de 2015

Florianópolis inaugura primeira creche totalmente sustentável


Na última quinta-feira (19), a Prefeitura de Florianópolis (SC) inaugurou sua primeira creche sustentável. A unidade, que está localizada no bairro Costeira do Pirajubaé, tem capacidade para atender 200 crianças.

Com 1.182 m², o prédio da Creche Municipal Hassis possui pátio coberto, refeitório com varanda, banheiros e dez salas para atividades infantis. Mas, sua melhor característica é ser totalmente voltada para os princípios sustentáveis. 

A creche é autossuficiente em relação ao consumo de eletricidade, graças aos painéis solares que geram toda a energia necessária para o local. O sistema é ainda interligado à rede pública, de forma que, se for gerada mais energia do que o consumido, o excesso pode ser injetado na rede da Celesc (Centrais Elétricas de Santa Catarina).

Foto: Petra Mafalda/PMF

O aproveitamento solar também é útil para o aquecimento de água. Para isso, foi equipado um sistema composto por coletores (placas) e reservatório térmico (boiler) para que a água possa ser utilizada em chuveiros, cozinha e lavanderia.

Ainda foi instalado um sistema que coleta água da chuva para fins não potáveis, como em torneiras de jardim e vasos sanitários. A unidade também conta com domus de lâmina acrílica no teto, o que contribui para que a iluminação natural incida durante a maior parte do dia.

Foto: Divulgação ALESC

Outras preocupações contribuem para a creche ser inovadora: os itens dentro da creche são de baixo consumo, não foram usados tintas tóxicas, foi colocado um piso tátil para deficientes visuais, entre outras soluções de acessibilidade, há um bosque com espécies nativas e árvores frutíferas, além de um “teto vivo” que será usado para trabalhos manuais com os alunos.

A prefeitura municipal garante que seguiu todos os critérios necessários para receber o selo LEED. Só pós passar por uma avaliação, a unidade saberá se ganhará o certificado de construção sustentável.

A obra custou R$ 4,4 milhões, sendo R$ 2,5 milhões oriundos do governo federal – 1,8 milhão do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e R$ 695 mil do Salário-Educação. O Banco Interamericano de Desenvolvimento contribuiu ainda com R$ 1,9 milhão.

Foto: Divulgação/Gisele Jacques 

Foto: Divulgação/ Ricardo Medeiros

Foto: Petra Mafalda/PMF

Foto: Divulgação/PMF


Fonte: CicloVivo

18 de mar de 2015

O que é uma Piscina Biológica – Veja exemplos.

Piscina Biológica

As piscinas biológicas ou ecológicas podem ser descritas como um sistema no qual não são utilizados cloro ou outros produtos químicos para o tratamento de sua água. De uma forma natural e sustentável, as plantas aquáticas substituem os filtros e químicos habitualmente associados à limpeza das piscinas convencionais. As plantas garantem a limpeza e a manutenção da própria piscina biológica, através da libertação de oxigênio que caracteriza o processo de fotossíntese. Algumas das plantas aquáticas utilizadas para a filtragem da água são as Nenúfares ou Ninféias. Porém a espécie da planta depende do clima do local onde será feito o projeto. Sempre é aconselhável procurar um especialista. 

Foto: Elle

A piscina natural é dividida em 2 áreas, uma para o banho propriamente dito e outra para a purificação biológica com as pedras e as plantas. 

No esquema abaixo, um exemplo de detalhe da construção de uma piscina ecológica: 

Imagem: http://www.naturalpoolsnz.com/concept.html 

Vantagens e desvantagens de uma piscina biológica: Vantagens: – A vantagem principal em construir uma piscina ecológica ou biopiscina é a ausência de cloro. Não necessita de produtos químicos. – Tempo e custos de manutenção reduzidos. – Como a piscina biológica não requer equipamentos elétricos, não existem custos energéticos. – As piscinas biológicas ajudam a equilibrar o ecossistema, eliminando a presença de insetos indesejados. – Promoção da biodiversidade (fauna e flora). – Apesar do seu aspeto natural e da existência de plantas aquáticas, as piscinas biológicas não atraem mosquitos. Desvantagens: – Custo inicial elevado. Somados todos os custos o valor de uma piscina ecológica fica em torno de 20% a mais que os modelos convencionais. – Pode haver a existência de animais anfíbios na zona das plantas aquáticas e que podem ocasionalmente surgir na zona de banhos.

piscina ecológica


piscina ecológica

Foto: Elle, ABC Piscinas Via: Sustentarqui

17 de mar de 2015

Designer espanhola produz couro ecológico com sobras de abacaxi


Uma alternativa aos tradicionais tecidos disponíveis no mercado foi desenvolvida pela espanhola Carmen Hijosa. A designer encontrou uma maneira de aproveitar um subproduto da colheita do abacaxi para produzir fibras de tecido sustentável.

O material é composto pelo caule e folhas do abacaxi, restos que geralmente não são aproveitados. O processo é simples: as folhas passam pelo descasque - onde parte do subproduto gera um fertilizante natural -, e as fibras são separadas e encaminhadas para o processo industrial e assim tornar-se um produto têxtil.

Foto: Divulgação

O resultado é um tecido semelhante ao couro, que pode ser tingido, impresso e tratado para se ter diferentes tipos de textura, podendo ser utilizado na criação de sapatos, bolsas, estofados, entre outras peças. Para produzir um metro quadrado de tecido são necessários cerca de 480 folhas, o que é equivalente ao subproduto de 16 abacaxis.

Nem sempre a sustentabilidade foi uma preocupação para Carmen, que trabalhou na década de 90 como consultora na indústria de artigos de couro das Filipinas. Mas, foi durante esse trabalho que a designer teve contato com as fibras de abacaxi e teve a ideia de fundar uma empresa, a Ananas Anam. A invenção do tecido foi patenteada com o nome de Piñatex.

Foto: Divulgação

Em entrevista ao The Guardian, Carmen afirma que o couro está virando artigo de luxo, pois há menos animais disponíveis do que demanda. Além de ser uma alternativa aos produtos oriundos de origem animal e de petróleo, a designer afirma que seu produto é baseado na preocupação social e ecológica. Ela garante que o ciclo é de aproveitamento e não está usando mais terras para plantar e produzir o material. 

O tecido de abacaxi foi lançada em dezembro do ano passado em Londres. Um tênis da marca Puma está entre as peças apresentadas.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Fonte: CicloVivo

15 de mar de 2015

Contêineres são transformados em estufas hidropônicas para cultivo diverso



Os contêineres são cada vez mais úteis para a construção civil. Mas, a funcionalidade não para por aí. Há sete anos o norte-americano Tripp Williamson resolveu pesquisar a transformação dessas latas gigantes em estufas hidropônicas. O trabalho deu certo e se tornou mais uma alternativa para a agricultura, principalmente urbana.

A família Williamson é famosa nos Estados Unidos por suas inovações para elevar a produtividade. O pai, Burl Williamson, ficou conhecido pela criação de uma estufa que modificou a forma como o tabaco era cultivado no país. Agora, chegou a vez do herdeiro inovar e tornar a produção de alimentos mais sustentável.

O CropBox é um contêiner que tem a sua estrutura externa intacta, quem olha de fora não imagina o tamanho de sua eficiência. Internamente ele foi totalmente adaptado para oferecer as condições ideais para o cultivo hidropônico, ou seja, “plantio” que usa água no lugar da terra.



O espaço é repleto de linhas e cubos, que disponibilizam 2.800 pontos de plantio. A iluminação aérea é fornecida por luzes fluorescentes e uma bomba mantém os 200 litros de água usados no sistema sempre circulando. Através de uma tecnologia aplicada na estrutura, os produtores conseguem acompanhar todos os detalhes da produção pelo computador ou smartphone remotamente. Informações como: temperatura, iluminação, água, Ph, CO2 e níveis de umidade estão sempre à disposição, aumentando o controle sobre todo o cultivo, que está em condições ideais durante todo o ano, independente da temperatura externa.


Além de ocupar um espaço muito pequeno e reaproveitar os contêineres para um novo uso, esta opção se torna muito eficiente em termos econômicos. De acordo com o fabricante, o CropBox utiliza 90% menos água do que o cultivo tradicional e 80% menos fertilizantes, ele ainda descarta totalmente o uso de pesticidas. Com essas condições, o fabricante garante que os alimentos podem ser comercializados com menos custos.

Fonte: CicloVivo

13 de mar de 2015

Tóquio tem hortas urbanas nas estações de metrô


As hortas urbanas estão cada vez mais populares em todo o mundo. No Japão, o projeto Soradofarm, incentiva a criação de jardins e hortas nos telhados das estações de trem e metrô. A alternativa também funciona como uma válvula de escape para a correria do dia-a-dia.

O aproveitamento de espaços públicos ou telhados para o plantio é uma das poucas alternativas que os moradores de grandes cidades têm para driblar a falta de espaço livre. Tóquio está entre as cidades que sofrem com este problema, por isso a ideia de aproveitar as estações se torna tão importante e genial.


O projeto conta com o apoio da companhia local de metrô e da Ekipara, uma companhia responsável pelo entretenimento e comércio dentro das estações. O funcionamento é simples, mas ao contrário das hortas comunitárias em que tudo é de todos, no Japão os usuários de tornam “proprietários” de um pedaço específico de terra.


Cada um dos participantes detém três metros de área verde onde podem ser plantados vegetais ou outras culturas, de acordo com sua própria vontade. Por terem que pagar uma tarifa simbólica anual, os “fazendeiros urbanos” contam com o apoio de especialistas e de todas as ferramentas necessárias para o manuseio da terra.


Para participar não é necessário ter conhecimento em jardinagem ou agricultura. Além de contar com vegetais frescos, esta também é uma possibilidade de interação entre a comunidade.


O Soradofarm já possui cinco hortas e jardins em Tóquio, mas a intenção é expandir para que ela esteja presente em todas as estações da cidade.

Fonte: CicloVivo

11 de mar de 2015

Empresa inglesa constrói casa flutuante que produz energia limpa


A WaterNest é uma casa sustentável com um grande diferencial: ser flutuante. Construída com princípios ambientalmente corretos em cada detalhe, ela ainda proporciona ao morador uma relação única com a natureza ao seu entorno.

O arquiteto italiano Giancarlo Zema é o responsável pelo desenho. A construção ficou por conta da empresa britânica EcoFloLife, especializada em casas flutuantes ecológicas.

A base para a construção da WaterNest é a madeira laminada. O processo de fabricação deste material coloca a madeira natural sob pressão, para reduzir os defeitos e aumentar a durabilidade da matéria-prima. Este processo também proporciona maior resistência mecânica ao peso, fogo e combustão, itens essenciais em uma casa.

Imagem: Divulgação

O segundo detalhe importante da estrutura da residência é o casco. Feito inteiramente em alumínio. Além de ser leve e resistente ao impacto e corrosão, ele é 100% reciclável. Neste caso, o casco precisa garantir que a casa flutue e ainda proporcionar meios técnicos para o funcionamento da unidade residencial.

O telhado desta casa flutuante é coberto com placas solares. De acordo com a fabricante, são 60 metros quadrados de painéis fotovoltaicos, que geram toda a energia necessária para abastecer a residência. Os modelos utilizados são flexíveis, podendo ser adaptados a qualquer tipo de cobertura, e são altamente eficientes, com baixo consumo de energia para o funcionamento.

Imagem: Divulgação

O sistema de ar-condicionado é automático, para reduzir o gasto energético e a manutenção. As grandes janelas proporcionam uma bela vista e também permitem o maior aproveitamento da luminosidade natural. Para o melhor conforto térmico, elas são feitas com camada dupla de vidro, que aumenta a vedação do calor e também acústica.

Imagem: Divulgação

Toda a casa está conectada a um sistema que controla a iluminação e os aparelhos eletrônicos. A tecnologia permite aos moradores modificar a música, a temperatura, as luzes e muito mais com apenas um clique no controle remoto.

Fonte: CicloVivo

3 de mar de 2015

Estúdio de arte e yoga se camufla em meio à natureza


O escritório norte-americano Feldman Architecture é o responsável pela construção de um verdadeiro refúgio em meio à natureza. O espaço, usado como ateliê de artes e yoga, foi planejado para estar em perfeita harmonia com o ambiente ao seu entorno.


Localizado na encosta de Mill Valley, na Califórnia, o estúdio foi construído com soluções sustentáveis e princípios da arquitetura bioclimática. Esses cuidados ajudam a reduzir o impacto ambiental da construção.


Ao invés de desmatar uma grande área, as duas grandes cabines foram projetadas para serem encaixadas entre as árvores já existentes, de modo a promover uma destruição mínima da natureza. Conforme informado pelo site Inhabitat, o local não é usado como residência, mas sim como um refúgio para artistas e praticantes de yoga, que vão até lá para desfrutar da tranquilidade e beleza natural.



A estrutura é repleta de grandes janelas, que se estendem por toda a parede, aumentando o aproveitamento da luminosidade e ventilação naturais. A fachada das cabines é feita em madeira, deixando-as camufladas entre as árvores. Mas, o auge está no telhado verde, usado para o plantio. Quando visto de cima, quase nem se percebe que existe uma construção no local.


Fonte: CicloVivo