A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
A GE Global Research anunciou o desenvolvimento de um turbina revolucionária, capaz de gerar energia elétrica para alimentar uma cidade inteira. O curioso é que essa turbina tem uma estrutura minúscula e custou apenas 150 libras para ser produzida (algo perto de 700 reais).
Embora pequena em estatura, a turbina pode ser a solução para os maiores desafios energéticos do mundo, segundo Doug Hofer, especialista em turbinas a vapor da GE Global. O modelo da turbina é feito de metal de alta resistência.
A máquina compacta poderá ser, no futuro, a chave para a geração de energia limpa e eficiente. O elemento que gira a turbina é o dióxido de carbono, espremido e aquecido para que forme um fluido supercrítico.
A GE Reports publicou recentemente um artigo mostrando como esta turbina poderá ajudar as empresas a transformar o CO2 em energia mais limpa. Além do programa de CO2 com a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada do Governo-Energia (ARPA-E), a GE também está trabalhando em outros programas com o Departamento de Energia dos Estados Unidos.
A tecnologia desenvolvida conseguirá aumentar a eficiência de usinas de energia centralizadas, gerando uma faixa de 500 megawatts, o suficiente para alimentar uma cidade grande.
O futuro da energia no planeta

Doug Hofer, GE Global Research, Mini Rotor
Estima-se que a demanda de energia no mundo aumente em cerca de 50% nas próximas duas décadas e, por isso, é tão importante investir em novas soluções de energia limpa para o planeta.
A tecnologia da GE ainda está em estágios iniciais de desenvolvimento, mas deve evoluir bastante no prazo de um ano. A empresa vê sua nova turbina como um forte rival para as baterias que armazenam energia em redes.
Atualmente, a GE Global Research está testando uma potência de pequena escala para abastecer até 10.000 casas. A turbina é acionada e conduzida pelo "dióxido de carbono supercrítico", em um estado de pressão muito alta e de até 700°C. Depois que o dióxido de carbono passa através da turbina, ele é resfriado e reprimido antes de retornar por outra passagem.
O tamanho compacto da unidade e a capacidade de torná-la útil no armazenamento em grade fazem com que essa turbina seja uma promissora promessa para o futuro. Doug Hofer, engenheiro da GE e responsável pelo projeto, disse que, além de ser mais eficiente, a tecnologia poderia ser mais útil em um cenário de armazenamento de energia.
Vale dizer que a maioria das turbinas usadas hoje é conduzida pelo vapor, o que exige que elas sejam maiores. Já esta nova tecnologia, à base de dióxido de carbono supercrítico, trabalha de forma altamente pressurizada e extremamente quente e, por isso, tem o tamanho reduzido.
A turbina é projetada para ser mais eficiente do que as turbinas a vapor no processo de conversão de calor em eletricidade. O design da turbina minúscula tem como objetivo aproveitar este poder do CO2.
Segundo o MIT's Technology News, essa tecnologia pode significar uma melhoria significativa em relação às turbinas de vapor, alcançando uma eficiência até 45% maior. O protótipo do projeto foi feito com uma turbina de 10 MW, e uma faixa de 500 megawatt. Os primeiros testes físicos já estão sendo realizados!
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