As tintas convencionais liberam compostos orgânicos voláteis (COVs) — substâncias tóxicas e potencialmente cancerígenas — que continuam sendo emitidas por semanas ou até meses após a aplicação, prejudicando a qualidade do ar interno e a saúde dos ocupantes. As "tintas ecológicas", por outro lado, são formuladas para eliminar ou reduzir drasticamente esses componentes nocivos, oferecendo uma alternativa mais segura para você e para o planeta. O que realmente define uma tinta ecológica? Nem toda tinta à base d'água é ecológica. Para ter esse apelo de verdade, ela precisa: - Ser "livre de COVs" ou ter níveis extremamente baixos; - Não conter solventes derivados do petróleo, metais pesados, formoldeído ou amônia; - Utilizar "pigmentos naturais ou minerais" em sua composição. Geralmente, as linhas ecológicas de marcas conhecidas já trazem essa indicação no nome ou na embalagem e são encontradas facilmente em lojas especializadas. Tintas naturais: tinta ...
As duas maiores feiras brasileiras do mundo da construção, Feicon Batimat e Revestir, mostrando, em março, o que vai agitar o mercado nos próximos anos. Entre 109 lançamentos selecionados para você, há desde a argamassa que seca rápido até a torneira que solta sabonete na sua mão. A diversidade de produtos deixa evidente a motivação dessa indústria: o gosto pela inovação. Itens sustentáveis, econômicos, práticos e tecnológicos, melhorados ou recriados, despontam na cena e demarcam tendências. Confira as mais importantes e o que vai se destacar em lojas e home centers do país. SUSTENTABILIDADE
Em tempos de reflexão sobre os efeitos da ação do homem no meio ambiente, materiais de construção produzidos segundo os critérios de sustentabilidade ganham espaço nas prateleiras e conquistam a simpatia do consumidor. Hoje, boa parte dos itens de uma casa pode ser ecologicamente correta. Piso drenante que evita alagamento, concreto feito com borracha reciclada e verniz à base de água, em vez de solvente - escolhas como essas são pequenas contribuições, fruto da conscientização de cada um. Algumas vezes, paga-se mais por algo menos agressivo. Por outro lado, muitos produtos se pagam a longo prazo ao propiciar economia nas contas (de luz e água, por exemplo).
Marcos Lima
| Da Interbagno, o lavatório da linha Tempo emprega madeira de cruzetas. A cuba é de vidro 19mm. Mede 94 x 54 cm. R$ 3.300 (sem a torneira) |
Marcos Lima
| Aparas de pneu e fibras vegetais combinadas a basalto, quartzo e mármore e constituem o piso Concreshok, da Brasthok. Placas de 11 x 22 x 6 cm, em 20 cores.Preçoç médio: R$ 28 o m². |
Marcos Lima
| O sistema de aquecimento solar Alo Solar (Alpina) trouxe inovações. O boiler (Thermotank) é de plástico de engenharia (não de metal). A água escorre pela placas coletoras, em vez de passar por tubulações. De R$ 2 mil a R$ 3 mil (para uma família de quatro pessoas). |
Marcos Lima
| Resíduos de corte de mármore, cerâmica e porcelanato dão origem ao Ecomosaico, da Fatto a Mano. Para piso e parede. R$ 120, em média (tela de 25 x 60 cm). |
Marcos Lima
| Para dar um visual mais moderno a coberturas de telhas onduladas, a Onduline Design 500 (feita de fibra vegetal) tem tamanho reduzido (1,05 x 0,50 m) três cores (verde, vermelho e marrom) e forma similar à das telhas romanas. Preço: R$ 8 a vermelha e a marrom; R$ 9 a verde. |
Marcos Lima
| Já estão nas prateleiras as vernizes e esmaltes à base de água da Lukscolor. A casa toda pintada com produtos ecológicos e de suave perfume. Preços sob consulta. |
Marcos Lima
| A porta Creative, da Sincol, leva 70% de madeira certificada (MDF no miolo e laminação no exterior). O cliente escolhe entre seis modelos em baixo-relevo. Por R$ 209 em São Paulo, sem frete. Fonte: Planeta Sustentável |
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