Translate

Google Translate
Arabic Korean Japanese Chinese Simplified Russian Portuguese
English French German Spain Italian Dutch

Quem sou eu

Minha foto

Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

Fale Conosco

- Deixe seu comentário ou envie um e-mail: celinalago@hotmail.com
- Se desejar receber as novidades do site seja um seguidor que o envio é automático.
- A sua participação é muito importante. Só assim, unidos conseguiremos reverter o processo de destruição planetária pelo qual estamos passando e encontrar um equilíbrio saudável.

Muita Luz e Amor,

Celina Lago

10 de ago de 2010

Empresa desenvolve acessórios feitos com mangueiras de incêndio

Carteira feita de mangueiras para incêncio tem os dizeres "Garota pegando fogo"

Se você é viciada em acessórios e sabe que a reciclagem é uma das bases para a sustentabilidade, vai se apaixonar por essas bolsas e acessórios. Desenvolvidos pela empresa ISSI, as bolsas são feitas com mangueiras utilizada por bombeiros.
A empresa lançou o desafio para várias revelações da moda e do design fazerem produtos bonitos, funcionais e utilizando material reciclado. Elvis & Kresse se encantou com a atitude e se juntou a outros nomes de peso como Lothar Götz, Olivier Millagou, Paul Morrison, and Simon Periton para idealizarem algo voltado para as mulheres.

Acessórios são produzidos a partir do conceito da reciclagem

O reaproveitamento foi total. Além das mangueiras, os designers utilizaram outros materiais como tecidos de paraquedas, de estofados e até mesmo jornais velhos.
Elvis & Kresse se uniram também com uma rede de supermercados local para transformar as sacas de café em eco-bags inteligentes, já que o material é completamente natural e bio-degradável. Parte do dinheiro será revertida para programas de incentivo ao cultivo do café.
No site oficial da marca você pode conferir outras peças e ainda adquirir a que mais se parece com você.


Especialistas elegem as cinco grandes construções verdes dos últimos 30 anos


Para edição do mês de agosto de 2010, a revista americana Vanity Fair perguntou a 90 especialistas quais seriam as “maiores obras arquitetônicas dos últimos 30 anos”. Com 28 votos, o Museu Guggenheim Bilbao, de Frank Gehry, foi o grande vencedor, seguido pelo Menil Collection, de Renzo Piano. A lista contou ainda com outras 19 construções tidas como as mais importantes ou memoráveis da arquitetura moderna.
Para o arquiteto e colunista da Architect Magazine, Lance Hosey, a única falha da seleção foi excluir as construções sustentáveis das candidatas. “Até as obra selecionadas de Piano e Norman Foster, arquitetos reconhecidos pela alta performance ambiental, são velhas e das menos ambiciosas. Pelo que eu vi, a sustentabilidade não tem sido o foco da elite da arquitetura”, opina.
Para Hosey, embora as construções verdes tenham-se popularizado com mais intensidade nas últimas três décadas, o fosso entre os padrões de excelência em design e desempenho ambiental pode ser cada vez maior. Pensando nisso, ele decidiu criar sua própria lista das “cinco construções verdes mais importantes desde 1980”.
Para isso, o arquiteto perguntou a 150 especialistas dos Estados Unidos, Europa e Ásia quais seriam os melhores representantes da área. Os selecionados foram:

Centro de Estudos Ambientais Adam Joseph Lewis


Inaugurado em 2000, o Centro de Estudos Ambientais Adam Joseph Lewis (AJCES), localizado no campus da Universidade de Oberlin, é um dos mais avançados exemplos de edifício auto-sustentável dos Estados Unidos. O AJCES produz toda energia que consome através de painéis fotovoltaicos, com potências instaladas de 60kW na cobertura e 100kW em área adjacente (estacionamentos).
O Centro Lewis ainda utiliza um sistema de tratamento de água chamado de "A Máquina Viva", que recebe a água de esgoto e a trata e purifica para que possa ser reutilizada nos vasos sanitários. O prédio ainda tem janelas posicionadas de maneira apropriada para aproveitar ao máximo a luz do dia e poços geotérmicos, que ajudam a aquecer e a resfriar a área interna da construção.

Academia das Ciências da Califórnia



Desenhada pelo conceituado arquiteto italiano Renzo Piano, a Academia das Ciências da Califórnia foi inaugurada em 2008 e definida como uma “construção revolucionária”. O telhado verde mantém o interior do edifício sempre fresco e os 13 milhões de litros de água usados por ano na rega das plantas são em grande parte reutilizados para outros fins no museu.
No telhado de vidro, janelas e cortinas controladas por computadores abrem-se e fecham-se para manter a temperatura adequada dentro do ambiente e facilitar a passagem da brisa do Pacífico. Calças jeans velhas foram utilizadas no isolamento das paredes e uma barreira de vedação envidraçada possui células fotovoltaicas integradas que geram 15 % da energia elétrica que o edifício consome.

Genzyme Center


O Genzyme Center, sede mundial da empresa de biotecnologia Genzyme Corporation inaugurada 2003, recebeu o selo de platina do Green Building Council EUA graças aos seus princípios ambientais. O aproveitamento da luz natural e uso inteligente da água contribuíram para uma redução de 42 % dos gastos anuais em eletricidade e 32% do consumo da água.

BedZED



Este bairro construído no Reino Unidos em 2002 é considerado um modelo de sustentabilidade urbana. Ele segue uma filosofia de composição heterogênea dos seus residentes e possui moradores de classe média, alta e baixa vivendo no mesmo local. O empreendimento ainda foi erguido com material de construção comprado na região, uso de materiais reciclados e mão-de-obra local, e possui um clube do carro exclusivo para os moradores.

Centro Ambiental Philip Merrill da Fundação Baía de Chesapeake


Inaugurado em 2001, o centro ocupa uma área construída de quase 3.000 m2 e segue padrões mundiais de conservação de energia, tendo recebido a certificação Platinum Rating do Green Building Council. Materiais reciclados e recicláveis foram usados na sua construção. Além disso, a utilização de um sistema de coleta de água de chuva associado a vasos sanitários compostáveis reduziu o consumo de água em 90%.






Home For Life propõe casa 100% carbono neutro

Fotos: Divulgação

As construções antigas, algumas do início do século XX, contrastam com a arquitetura moderna que cresce junto com a cidade de Aarhus, segunda maior da Dinamarca. Uma delas ganhou destaque em todo mundo graça à sua sustentabilidade: a Home For Life.
Desenvolvida em uma parceria entre a VKR Holding, VELUX, VELFAC, SONNENKRAFT, WindowMaster e AART Architects, a casa foi o resultado final de um projeto experimental que busca construir casa ecológicas por toda Europa: o Active Houses.
Construída em 2009, a casa tem 191 metros quadrados, três quartos e um amplo jardim. Mas o que mais se destaca é a eficiente energética da habitação. Com um desenho que prioriza o uso de iluminação e ventilação naturais, somado a um sistema de painéis fotovoltaicos e aquecedores solar, a casa consegue produzir mais energia do que utiliza, gerando uma “sobra” que neutralizará todas as emissões da construção até 2049.

Bombas calor e coletores solar cobrem uma área de 7,2 m2, o suficiente para aquecer a casa e toda a água utilizada pelos moradores. Outros 50 m2 são cobertor por painéis solares que geram 5.500 kWh anuais utilizados na iluminação artificial e no abastecimento dos dispositivos eletroeletrônicos.
Um sistema de controle do clima interno da casa garante a maximização da eficiência energética e economia de energia. Janelas verticais e horizontais permitem maior entrada de luz e ventilação naturais, cobrindo 40% da superfície da casa (em contraste com a média de 20 a 25% de cobertura da maioria das casas).
“A casa cobre todos os seus requisitos de energia principalmente através da coleta da energia solar e da sua conversão em calor e eletricidade, combinando soluções naturais com tecnologias avançadas e tornando-a neutra em emissões de CO2”, explica o arquiteto da AART Architects, Anders Tyrrestrup.


Test drive


Para provar que a casa sustentável é uma opção de moradia melhor que as tradicionais, os organizadores convidaram uma família para se mudar para o local e relatar sua experiência para todo o mundo.
Assim, há mais de um ano a família Simonsen detalha em seu blog como é viver em uma casa inteligente e ecologicamente correta. Os textos (em dinamarquês) contam experiências inusitadas, como aprender a lidar com as janelas que se abrem a todo o momento, as luzes que se apagam automaticamente e a constante visita de jornalistas e curiosos.

9 de ago de 2010

Instalado jardim vertical de seis andares em praça da Espanha

O jardim possui seis andares e fica localizado na frente de uma biblioteca

O verão da Espanha deve ficar um pouco menos quente do que o usual. O projeto mais recente de jardim vertical, localizado no sudeste da Espanha, ameniza o clima e ainda é um monumento de beleza para os olhos.
Projetado pelo arquiteto José Maria Chofre, o jardim vertical de seis andares foi instalado na fachada de uma biblioteca infantil em uma praça do município de San Vicente Del Raspeig, localizado na província de Alicante. O mais interessante do projeto é o contraste que se cria da união do urbanismo com o orgânico.


O misto de concreto e vegetação traz a beleza para a praça

O jardim é constituído por uma armação metálica construída sobre uma parede divisória entre a biblioteca e um prédio próximo. As plantas foram inseridas no quadro entre duas grades de metal usando feltro sintético, que pode ser facilmente acessado a partir de vários corredores e pode ser substituído. O andaime suspenso a partir da frente permite que os trabalhadores possam podar ou substituir as plantas, conforme necessário.



Várias espécies plantas herbáceas foram plantadas em toda a instalação. Há pelo menos um tipo de planta por metro quadrado, com espécies menores na parte superior e tamanhos maiores na parte inferior.
O jardim não surge apenas como uma forma de decorar o ambiente, mas também como uma saída para muitos dos problemas ambientais, como excesso de poluição, poeira e barulho, presença de ilhas de calor e alagamentos em época de chuvas.


Eco-chuveiro vem equipado com plantas que filtram a água

Eco-chuveiro reutiliza a água

Tomar banhos rápidos para poupar água e energia, você já sabe. Mas, que tal um chuveiro que utiliza plantas para filtrar a água utilizada? Esta é a ideia do Eco-chuveiro, projetado pelos designers Jun Yasamoto, Alban Le Henry, Olivier Pigasse e Vincent Vandenbrouk. Mecanismos de conservação da água e reaproveitamento estão juntos em um só produto.
A água que vem da pia e do próprio chuveiro segue para um processo de filtragem minucioso realizado pelo conjunto de plantas. Cada parte da planta desempenha um papel crucial na limpeza da água, desde a areia, por exemplo, que prevê a limpeza inicial retirando o bruto.


Como a água passa através das raízes das plantas, metais pesados e bactérias são removidas. Depois, se algumas partículas ainda insistirem em permanecer, um filtro de carbono termina o serviço limpando a água, que volta a ser utilizada na pia ou no chuveiro.
No site oficial de um dos designers do grupo você pode conferir o passo a passo do processo de filtragem, os tipos de plantas utilizadas e outros projetos.
Fonte: EcoDesenvolvimento
Site de um dos Designers: Jun Yasumoto

Vaso multifuncional traz os pássaros até você

Designer inova com bebedouro para pássaros que também é vaso de plantas/Fotos: Divulgação

Para muitas pessoas, não há nada melhor do que acordar ouvindo o som dos pássaros e com o cheirinho das plantas ao seu redor. É essa sensação de estar próximo da natureza que este vaso multifuncional trará para a sua casa. Criado pelo designer turco Emir Rifat Isik, o objeto é também um alimentador para pássaros e vaso de plantas.

A parte superior pode comportar tanto água quanto plantas

OKKO Feeder, como é chamado, pode ser pendurado como se fosse um poleiro, ou fincado no jardim com um poste servindo de base. Esse sistema de acomodação do produto funciona tanto para quem mora em casa quanto em apartamento.
O vaso-bebedouro é feito inteiramente de cerâmica e é uma opção para aqueles que querem ter a visita diária de várias espécies de pássaros. Com o vaso instalado, basta inserir a sua planta preferidana parte superior e, na parte de baixo, deixar migalhas de pão, grãos, frutas ou água. Depois é só esperar os pássaros chegarem.

Receba visitas de pássaros de várias espécies em sua casa


Aquecimento da água causa doenças em corais

O aumento da temperatura da água do mar é apontado como um dos causadores do branqueamento e surgimento de doenças em espécies de corais na costa brasileira.

Segundo o pesquisador do Instituto de Geociências da Universidade Federal da Bahia (Ufba) Ruy Kikuchi, integrante de grupo de pesquisa Recifes Globais e Mudanças Globais, as primeiras colônias de corais branqueadas – perda da coloração por morte ou perda das algas – relacionadas aquecimento dos oceanos foram registradas na década de 90.

Desde então, os cientistas perceberam que os recifes de corais mais próximos da costa – menos de 5 quilômetros – são os que sofrem branqueamento mais intenso. “Eles ficam mais expostos ao que acontece na zona costeira”, afirmou o pesquisador, durante palestra na reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

O branqueamento não é provocado apenas pela alteração térmica e nem significa a extinção do coral em todos os casos – depende do tempo da descoloração –, mas deixa os corais enfraquecidos. Ruy Kikuchi relatou que algumas espécies, por exemplo, retomaram a cor depois da normalização da temperatura da água.

No entanto, o surgimento de uma necrose em corais em Abrolhos, em 2005, provocado por um tipo de bactéria colocou os cientistas em alerta sobre o efeitos do aquecimento global nos recifes. Antes desse período, não havia registro de alteração nos corais da Bahia. “Estamos analisando se a bactéria [também] se prolifera com o aumento da temperatura”, disse: "O coral é um cnidário e forma colônias coloridas graças às algas pigmentadas."
Fonte: Info.Abril

Sofá gigante feito de grama é estratégia para afastar os ingleses do sedentarismo

Uma sala de estar ao ar livre leva os ingleses a saírem de casa

Uma pesquisa desenvolvida pelo National Trust da Grã-Bretanha atestou que a família inglesa passa em média 43 horas por semana sentada no sofá. Para incentivar as pessoas a saírem de casa, a organização desenvolveu sofás gigantes feitos de grama, que estão espalhados por toda a região. Uma opção para deixar o sedentarismo dentro de casa e curtir os dias de verão em contato com a natureza.
Os resultados da pesquisa são alarmantes: Apesar de 78% dos pais quererem sair e desfrutar do ar fresco com seus filhos, o tempo gasto no sofá equivale a 13 semanas por ano. O West Midlands foi nomeada como a região com a maioria das famílias sedentárias, seguido pelo Noroeste e Yorkshire - com 50 e 47 horas gastas no sofá por semana, respectivamente.

Feitos de grama e palha, os sofás são uma alternativa para os passeios em família

A partir desses dados, o National Trust convidou as famílias a experimentarem os sofás verdes. São dez em todo o Reino Unido que estão à disposição dos mais preguiçosos e que decidirem sair de casa e aproveitar o dia. Não há desculpa para ficar em casa, já que a organização ainda desenvolveu uma mesa de centro gigante para acomodar o tradicional chá inglês, formando assim, uma sala de estar ao ar livre.
Os sofás, que levaram um mês para serem construídos, são constituídos por uma base de palha (que foi molhada e cortada) e algumas camadas de grama. Cada sala contém uma mesa para chás e uma sofá, que possui oito metros de diâmetro. Os sofás foram colocados a partir do centro de Londres indo até a Irlanda do Norte. Com seu humor típico, os ingleses podem ter seu chá à beira-mar, no conforto da sua sala de estar familiar.






8 de ago de 2010

Os copinhos coloridos podem ser consumidos depois da bebida

E se você pudesse comer o seu copo? Essa é a proposta do Jelloware, um copo biodegradável e comestível. Designers americanas do grupo The Way We See The World, viram que um copo produzido inteiramente com Agar Agar, uma espécie de gelatina extraída de algas marinhas, era possível.
A divertida invenção ainda pretende acabar com os copos plásticos que tanto poluem o planeta. Já que é biodegradável, os copos podem ser depositados diretamente na terra ou na grama, o que alimenta o crescimento da planta, ou pode ser consumido, como a casquinha de um sorvete.


O copo é feito de Agar Agar, substância extraída de algas marinhas

Os copos possuem vários sabores, entre eles limão, hortelã e beterraba, e se adequam ao sabor de cada bebida depositada no produto. “Jelloware muda o conceito de consumo, e proporciona uma nova experiência, seja sentindo o gosto, o cheiro, o movimento ou até mesmo eliminando na natureza” diz o grupo de designers em seu site oficial.

O problema dos copinhos plásticos

Com o calor típico de um país tropical, é comum o consumo de água em copos e garrafas plásticas. Se jogados no lixo após a utilização, os copinhos tornam-se um grande problema para o meio ambiente.
Esses materiais levam cerca de 500 anos para se decompor, poluindo o meio ambiente e matando animais, que se confundem achando que são alimentos.


Os copinhos comestíves podem substituir os copos descartáveis que tanto poluem o meio ambiente

Que tal dirigir um carro movido pelo seu próprio… cocô?

O “número dois” de 70 casas é o bastante para mover esse New Beetle por um ano. Agora se você vai querer andar em um carro com um adesivo escrito “Movido por sua própria sujeira!” já é uma discussão completamente diferente.
O Bio-Bug (que por aqui possivelmente ficaria conhecido como Besouro Rola-Bosta) fará um tour pelas ruas de Bristol, na Inglaterra, no próximo ano, como parte de uma campanha para conscientizar a população sobre questões ecológicas.
O cálculo de “um ano” considera 10 mil milhas (equivalente a cerca de 16 mil kilômetros), para os quais o metano resultante do tratamento de esgoto de 70 casas médias durante esse período seria suficiente. Isso mesmo, é o metano quem faz o carro se mover, ufa, menos mal.

O gás metano já é usado na Suécia para substituir a gasolina, com cerca de 11.500 carros rodando a base de gases naturais.
Fonte: BBC via UberGizmo via Gizmodo

Plastiki chega a Sydney por volta do meio-dia, horário local

Após 130 dias e mais de 20 mil km, o Plastiki finalmente completou sua travessia do oceano Pacífico e chegou em Sydney, Austrália.
Os dez tripulantes saíram de São Francisco, nos Estados Unidos, e chegaram ao outro lado do mundo a bordo de um veleiro catamaran de 20 metros de comprimento feito de garrafas PET e outros materiais recicláveis e reciclados.
Elaborado pelo ecologista David de Rothschild, inglês descendente da famosa família de banqueiros, o projeto Plastiki é uma tentativa de chamar a atenção das pessoas para o problema do lixo no planeta.
Provando que é possível reutilizar materiais que iriam parar no lixo, a equipe contratada por ele projetou um sistema de flutuação com 12 mil garrafas de dois litros presas ao casco. Preenchidas com apenas 12 gramas de gelo seco, elas garantem que a estrutura, de plástico reciclável, não afunde na água.
Os mastros são feitos de canos de alumínio reciclado, enquanto as velas são fibras de um tipo de PET. As cabines também são feitas de plástico reciclável e são removíveis, podendo ser usadas como estruturas em terra firme.
Enquanto o teto do barco recolhe água da chuva para uso em banho, turbinas eólicas, painéis solares e duas bicicletas ergométricas adaptadas para exercícios da tribulação gerarão energia.
O barco foi a casa para10 membros da expedição nesses quatro meses (Jo Royle, David Thomson, David de Rothschild, Olav Heyerdahl, Graham Hill, Luca Babini, Matthew Grey, Max Jourdan, Singeli Agnew e Vern Moen).
Entre os locais visitados, está a passagem pelo grande depósito de plástico do Pacífico (Great Pacific Garbage Patch), uma região gigante de acúmulo do material logo abaixo da superfície do oceano.
Fonte: info.abril