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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

22 de dez de 2014

Para economizar espaço, escola chinesa ganha pista de atletismo no telhado


Espaço é um problema comum às grandes cidades em todo o mundo, na China não seria diferente. No entanto, o escritório de arquitetura Lycs deu um jeito nisso e conseguiu incluir uma pista de atletismo sem ocupar um espaço extra.

A solução encontrada foi desenvolver a área esportiva na própria cobertura da escola primária de Tian Tai. Ao invés de ter um telhado, a construção ganhou 200 metros de pistas vermelhas, ideais para que as crianças possam se divertir e iniciar no esporte.


De acordo com o escritório, o projeto se esforçou para proporcionar um ambiente bonito para o cultivo do conhecimento, cultura, aptidão física, arte e ética para crianças do ensino fundamental. Caso fosse construída no chão, a pista ocuparia 40% da área da escola, o que tornaria os outros espaços muito menores. Com a estrutura no telhado, a escola ganhou, em média, três mil metros quadrados de área útil.


Para garantir a segurança dos alunos, a pista é envolta por grandes placas de vidro, com 1,8 metros de altura e 50 centímetros de largura. Essa estratégia reduz também os ventos na pista, ao mesmo tempo em que mantém a vista para a paisagem exterior.


O restante da escola é repleto de grandes janelas, que maximizam a entrada da luz do sol, e grandes corredores, para facilitar a passagem de ar e ventilação natural.


Fonte: CicloVivo

12 de dez de 2014

Modificando As Cidades: Os Parklets Mais Criativos Do Mundo

Você já ouviu falar no termo “parklet” por aí? Esse é um termo que vem ficando cada vez mais comum no Brasil e se ainda não ouviu falar, ainda ouvirá muito.

Os parklets são intervenções urbanas que propõe uma solução prática para um dos maiores problemas que vivemos atualmente em grande parte do país e do mundo: As cidades pensadas para carros e não para pessoas. A nova tendência que veio para ficar consiste em promover a utilização de espaços públicos antes utilizados para estacionamento de veículos como áreas de convivência, lazer e socialização. As instalações geralmente são simples e podem ser feitas com diversos tipos de materiais como madeira, grama, pallets, objetos reaproveitados entre outros. A intenção é transformar através de pequenas mudanças, a dinâmica das cidades e com os desdobramentos dessa nova atitude, melhorar a qualidade de vida da sociedade que acabou desaprendendo a utilizar adequadamente os espaços públicos.

Literalmente estacionados nas beiras de calçadas, os parklets vem fazendo muito sucesso em todo mundo com altos níveis de aceitação. Amigos usam para bater um papo na hora do almoço, senhoras podem parar em uma área verde para descansar de uma caminhada, crianças podem brincar e solitários podem fazer leituras em um local aconchegante ao ar livre. O melhor é que essa ideia já chegou ao Brasil com força total e já pode ser vista e utilizada em cidades como São Paulo e Fortaleza.

Para te inspirar, selecionamos imagens de alguns dos parklets mais criativos do mundo. Quem sabe você não pode propor uma boa solução para sua cidade também?

Parklet ideal para descansar no Canadá

Parklet com bancos e mesas no Canadá

Participante do concurso Parking Day 2011

Uma vaga ocupada por parklet na Dinamarca

Espaço para balançar no Canadá

Ocupação pública na Irlanda

Proposta de intervenção do escritório Prillinger Architectes

Parklet para múltiplos usos no Canadá

Ocupação verde na Holanda

Espaço para café nos Estados Unidos

Espaço para relaxar nos Estados Unidos

Proposta para o festival Public Design Festival 2009

Parklets criativos na França

Parklet na Alemanha

Espaço para ioga no Parking Day

Modelo criado por Polymorphic

Parklet em São Paulo – Brasil


8 de dez de 2014

Modelo de Sustentabilidade na Arquitetura: Real Goods Solar Living Center

O trabalho do arquiteto Sim Van Der Ryn é notável na área da sustentabilidade. Segundo seu portifólio, ele segue o princípio do Design for Life, ou seja, “desenho para a vida“, projetos feitos para valorizar a vida, inspirados na natureza, nos seus processos e ciclos e formas.

O projeto Real Goods Solar Living Center é um dos maiores modelos de sustentabilidade aplicada à arquitetura. Está localizado na Califórnia, EUA e foi projetado em 1996. Seus princípios de arquitetura sustentável são:

- projeto bioclimático;

- paisagismo sustentável com criação de espécies orgânicas;

- autonomia de energia;

- uso de água de chuva;

- materiais de baixo impacto, como a terra estabilizada (paredes em taipa).

A forma do complexo construído partiu do formato da espiral áurea, que é uma espiral logarítmica com um valor específico para o fator de crescimento. Este padrão é muito encontrado na natureza e para muitos estudiosos, é uma proporção pela qual identificamos a harmonia das formas. Os edifícios ao redor são escalonados e permitem que a luz e o calor do sol entre em cada ambiente de acordo com a necessidade de cada estação do ano.


A arquitetura bioclimática dos edifícios faz uso de luz natural com proteção através de brises:


No centro deste complexo está um espelho de água em espiral que serve para melhorar a umidade do ar e criar um elemento natural harmonico no centro.



O uso e efeito da luz natural nos ambientes tem grande importância nos espaços e são tratados de forma especial pelo benefício que trazem para os usuários. Um exemplo disso é a iluminação natural da loja, que vende produtos naturais feitos no local, as aberturas superiores é suficiente para iluminar o ambiente e no meio da loja prismas criam um arco iris no chão pela incidência da luz solar.


As unidades habitacionais são criadas dentro do mesmo princípio, com formas orgânicas e paredes feitas em taipa. cada unidade tem sua produção própria de alimento:


O complexo é auto suficiente em energia, há fontes de energia alternativas em todos os espaços:


Fonte: Ecodhome

MINI MORADIAS ECOLÓGICAS

Por que complicar as coisas, se nossa vida pode ser simplificada?

A empresa Canadense Sustain Design Studio é especializada em fazer mini casas sustentáveis, que podem ser até carregadas para outros lugares ou receber mais cômodos caso a família cresça. São módulos de moradia, alguns feitos com conteiners. Os módulos são sustentáveis pois possuem brises, paredes isolantes e telhado verde para conforto térmico, possuem sistema de tratamento de esgoto, espaço para pequena horta e compostagem e uso de materiais atóxicos nos acabamentos:




Tudo o que você precisa para uma casa está neste modelo de casa conteiner da Port-a-Bach:




Conheça também a pequena Eco Shed:




De Ric Frankland, a mini eco casa chamada Dwelle:


Fonte: Ecodhome



6 de dez de 2014

Tecnologia recicla água cinza e produz calor para aquecer água limpa


O sistema Nexus eWater foi desenvolvido com o intuito de reduzir o desperdício de água e energia. A tecnologia recicla a água cinza, ao mesmo tempo em que aproveita o calor desta água residual para aquecer a água limpa novamente.

O aparelho, criado nos Estados Unidos, foi projetado principalmente para o uso residencial, sendo acessível e pequeno, capaz de ser armazenado dentro da própria casa. De acordo com os fabricantes, o Nexus eWater ajuda a reduzir o consumo de água em 34% e a produção de esgoto em 70%, ao mesmo tempo em que disponibiliza água quente gastando 75% menos energia.


O sistema funciona de forma diferente de outras tecnologias de aproveitamento do calor. Ao ser instalado próximo às áreas onde ocorre o consumo de água quente, como o chuveiro, pias e máquinas de lavar, um tanque armazena a água residual, que é purificada, e uma bomba de calor armazena o potencial para o aquecimento de água limpa.


A capacidade de armazenamento do sistema é de 200 litros por dia. Além disso, a água residual que passa pelo processo de descontaminação pode ser usadas para regar jardins, em descargas e para a limpeza em geral. Ela não se torna própria para o consumo humano ou para a higiene pessoal.


Esta é mais uma das opções para evitar o desperdício de água e energia em ambiente doméstico. O Nexus eWater está disponível para encomendas através do site da empresa fabricante. 

Fonte: CicloVivo

3 de dez de 2014

Edifício construído em São Paulo reduz consumo de água potável em 94%


O EcoCommercial Building (ECB), edifício que utiliza mais de 20 tecnologias para construções sustentáveis baseadas em matérias-primas produzidas pela Bayer MaterialScience, acaba de receber a certificação LEED-NC Platinum do U.S. Green Building Council, que reconhece as melhores estratégias e práticas sustentáveis.

Este é o sexto prédio deste tipo construído pela Bayer no mundo que, além de suas matérias-primas, contou com soluções em sustentabilidade de mais 13 empresas parceiras que atuam no país.

“Estamos muito orgulhosos com este reconhecimento. Soluções como o ECB são muito importantes, pois considerando as megatendências previstas para as próximas décadas - como a escassez de energia - edifícios como este podem se tornar soluções de médio a longo prazo, já que são capazes de gerar toda sua energia e reduzir em até 80% o consumo”, reforça Fernando Resende, gerente do Programa EcoCommercial Building no Brasil.

Foto: Divulgação

Com projeto assinado pelo escritório de arquitetura Loeb Capote, o ECB Brasil foi construído no bairro do Socorro, em São Paulo. O empreendimento reduziu o consumo de água potável em 94,8%, graças ao aproveitamento de água da chuva, uso de equipamentos de baixo consumo e espécies vegetais com baixa demanda de irrigação. Além disso, 97% de todos os resíduos gerados pela obra foram desviados de aterros sanitários e destinados à reciclagem ou ao reaproveitamento.

Para reduzir o consumo de energia, 100% dos espaços têm acesso à luz e ventilação naturais, e apenas 5% dos espaços têm ar condicionado. Também são utilizados recursos como isolamento térmico em tetos e paredes com poliuretano, placas translúcidas de policarbonato nas fachadas que bloqueiam calor e permitem entrada de luz natural, brises, persianas e películas para proteção solar, além de diversas aberturas para circulação de ar.

Outro ponto de destaque deste projeto é que nenhuma árvore foi removida do terreno: 17 árvores foram incorporadas ao prédio e contribuem, entre outras coisas, para proteção solar.

Além disso, toda a geração de energia solar, consumo de água e energia por tipo de uso, volume de águas de chuvas captado e emissões de CO2 evitadas são medidos e controlados em tempo real, segundo a segundo, para evitar desperdícios. “Ainda na questão energética, em simulação, verificou-se que o ECB poderá ser o primeiro prédio do Brasil a gerar energia solar para cobrir 100% de sua necessidade anual. Os resultados serão verificados na prática com um ano de medição, o que vai acontecer em março de 2015”, reforça Resende. 

Foto: Divulgação
Via: CicloVivo

2 de dez de 2014

Lixo produzido em Universidade da Califórnia vira energia para campus


A principal área de pesquisa de Ruihong Zhang, professora no Departamento de Engenharia Biológica e Agrícola da University of California, Davis, tenta resolver de uma só vez dois importantes problemas na atualidade: a falta de energia e o excesso de lixo.
Ruihong e os cientistas do grupo que coordena estudam o uso de bactérias para transformar lixo orgânico – principalmente sobras de alimentos – em energia. Ela pesquisa o tema há quase 20 anos em busca de solução para uma questão que se resume em “como transformar o máximo possível de lixo orgânico em energia renovável”.
A pesquisa deixou de ser básica para ser aplicada quando, em abril deste ano, a UC Davis inaugurou uma usina de biodigestão de lixo a partir da pesquisa de Zhang.

A usina ganhou o nome de Digestor Anaeróbico de Energia Renovável da UC Davis – ou simplesmente Read, na sigla em inglês. O custo foi de US$ 8,5 milhões.
Instalado no antigo depósito de lixo da universidade, o Read usa uma tecnologia desenvolvida por Zhang e licenciada pela UC Davis para a CleanWorld, empresa formada por ex-alunos de Zhang e da universidade. No sistema, microrganismos em grandes tanques sem oxigênio consomem o lixo orgânico produzido no próprio campus e lá armazenado.
O sistema utiliza um processo no qual, por meio da fermentação, bactérias devoram o lixo e produzem metano e gás carbônico, ou seja, biogás.

A usina foi projetada para converter 50 toneladas de lixo em 12 mil quilowatts-hora de energia por dia. Além de produzir energia renovável, o Read livra a UC Davis de 20 mil toneladas de lixo por ano.
Por estar instalada em um antigo depósito de lixo, que produz naturalmente grande quantidade de metano, a usina também combina o biogás produzido por meio das bactérias com o metano do antigo lixão. O resultado é a capacidade de gerar 5,6 milhões de quilowatts-hora de energia.

Japão termina construção de cidade inteligente e sustentável


A “cidade do futuro” já é realidade, pelo menos, no Japão. Na última semana o projeto da Fujisawa Sustainable Smart Town teve a fase de construção concluída. A Panasonic, responsável pelo complexo, trabalha agora nos últimos detalhes e na venda das residências.


A construção da cidade, na Província de Kanagawa, situada cerca de 50 km a oeste de Tóquio, faz parte de um projeto de recuperação de áreas devastadas pelo terremoto e tsunami realizado pela Panasonic com mais oito empresas parceiras. A prioridade na “Cidade Inteligente e Sustentável de Fujisawa” é a consciência energética e ecológica.


A iniciativa pretende demonstrar que saber articular tecnologias diversas ajuda na construção de uma cidade verde. Em consequência, isso contribui para que estas construções sejam mais valorizadas.


As casas já possuem painéis solares embutidos, que fornecem energia para a residência e ainda armazenam o excedente em uma bateria para uso posterior. O projeto também oferece um bairro exclusivo para moradores que não possuem carros próprios, com opções para o compartilhamento e alugueis de carros elétricos.


Toda a cidade é equipada com sensores em rede que controlam a iluminação pública e garante, que a energia não seja desperdiçada através de uma “smart grid” local. O município também tem um "eixo verde", com parques e plantio de vegetação ao longo das estradas principais. São várias soluções para alcançar um novo estilo de vida e um novo modelo de desenvolvimento econômico.



Via: CicloVivo