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Smart Buildings – Edifícios interligados com um futuro

Os modernos edifícios devem ser seguros e cômodos, assim como devem consumir o mínimo de energia possível. Estes requisitos podem ser satisfeitos com a automação e a interligação inteligente do equipamento técnico. A interligação do edifício é o maior mercado em crescimento na indústria da construção. Os edifícios ficam mais seguros, cômodos e energeticamente eficientes O que torna um edifício "inteligente"? Não basta introduzir nele um conjunto de sistemas eletrônicos "inteligentes" para uma operação técnica. Um edifício só se torna realmente inteligente quando todos os componentes funcionarem juntos de forma coordenada – entre todos os fabricantes, operado centralmente e facilmente. Aliás, isto aplica-se a todas as instalações: iluminação, aquecimento, ar condicionado, sombreamento, tecnologia de ventilação e segurança, bem como a tecnologia de portas e de janelas. Graças à sua tecnologia de edifícios automatizada e interligada, os edifícios intelig...

Arquitetos projetam estrutura flutuante que despolui o ar e filtra água do mar

Os arquitetos do escritório francês  Sitbon Architectes  projetaram uma cápsula flutuante e parcialmente submersa que possui uma estufa orgânica de despoluição do ar, um sistema de conversão da água do mar em água potável e uma central de alertas meteorológicos, capaz de avisar a ocorrência ou aproximação de maremotos, tsunamis e outras catástrofes ambientais. A mitigação dos efeitos do aquecimento global e dos impactos no meio ambiente é o principal motivo para a construção da estrutura. É por isso que a cápsula parcialmente submersa, batizada de Bloom, vai abrigar aquários gigantes repletos de fitoplânctons, seres microscópicos que habitam o oceano e retiram o dióxido de carbono da atmosfera.   Imagem: Divulgação Funcionando como estufas orgânicas no interior da Bloom, os aquários de desenvolvimento destas espécies serão supervisionados por uma equipe de cientistas, que poderão utilizar os pequenos seres para regular a concentração de oxigênio nas regiões oceân...

Conheça as Casas Flatpack

As casas flatpack da Britespace são fornecidas em três tamanhos - Sasha Moravec Há pouca dúvida de que a natureza cuidadosamente embalada de certos produtos de fabricantes de móveis suecos são um grande motivo para seu sucesso e, ultimamente, eles estão vendo como os kits flatpack podem ter um certo apelo para quem procura soluções alternativas de habitação. Aqui estão cinco casas das favoritas. Seja a conveniência de uma construção rápida, de estilo pop-up, a capacidade de transportar kits completos de moradias para locais remotos ou o custo relativamente baixo, as casas pré-fabricadas flatpack estão emergindo como uma opção cada vez mais popular para "House_Hunters" em todo o mundo. Às vezes elegantes, geralmente energeticamente eficientes e sempre comparativamente simples de construir, essas residências de dimensões reduzidas são vistas como complementos fofos no estilo Airbnb para alguns e soluções legítimas para crises imobiliárias por outros. Qualque...

Engenheiros agrônomos ensinam como fazer horta em casa

Nos últimos anos, o hábito de cultivar horta em casa cresceu e está se popularizando no Brasil. No Pará, a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado (Emater) aproveitou o período de isolamento social para elaborar uma cartilha completa de como fazer uma horta em casa. Além de se constituir como um item de segurança alimentar para as famílias, a prática serve também como terapia. As hortaliças podem ser cultivadas em varandas, áreas de serviço, calçadas e quintais. O importante é se organizar e seguir alguns critérios básicos como: espaço com boa luminosidade, arejado, de fácil acesso, próximo de alguma fonte de água e que não permita encharcamento do solo. Outra dica é evitar que muitas pessoas circulem pelo local para evitar acidentes domésticos. Para o engenheiro agrônomo da Emater, Valdeides Lima, a preferência é por culturas do grupo das folhosas, já que se adaptam melhor ao estilo de cultivo em vasos e jardineiras, além de serem utilizados como temperos re...

Geladeira de argila pode refrigerar alimentos sem eletricidade

Uma geladeira não é um produto acessível para milhões de famílias carentes em todo o mundo – o eletrodomésticos é um dos mais caros e, além do preço, o equipamento também precisa de acesso à eletricidade. Além disso sua produção e uso geram impacto ambiental negativo. Uma solução está em um material simples, usado muitas vezes em filtros de água: a argila. Sem usar eletricidade, estas geladeiras estão sendo fabricados ao redor do mundo, oferecendo uma possibilidade acessível e ecológica para quem precisa refrigerar alimentos, mas não tem condições de pagar por uma geladeira elétrica ou acesso à rede de eletricidade no local onde vive. A água evapora e leva junto o calor A Ecoplanet é uma geladeira feita com lama e areia, 100% ecológica e capaz de garantir temperaturas baixas sem o uso de eletricidade.  Desenvolvida por uma empresa mexicana chamada Depresa, o equipamento foi criado para as famílias que moram em regiões carentes onde não há eletricidade, para que os alimentos ...

Companhia aérea troca descartáveis por copos comestíveis

Pense em uma mistura de farinha de trigo, açúcar, ovo e baunilha. Já temos a base para fazer um biscoito, correto? É mais ou menos isso que a empresa Twiice faz: biscoitos em forma de copos. A companhia aérea Air New Zealand decidiu investir no produto e já oferece aos passageiros os inusitados utensílios para servir café. Segundo a fabricante, os copos não apenas são comestíveis como também gostosos. Com sabor predominante de baunilha, eles não vazam e resistem o suficiente para serem consumidos logo após a ingestão de um cafezinho quente ou de um gelado sorvete. Devido à natureza artesanal do produto, tamanhos e formas variam. Quem não poderá usufruir dos biscoitinhos são os veganos, uma vez que a composição leva ovo e ainda pode conter vestígios de laticínios. Entre os planos da Twiice está a criação de uma xícara de chocolate e também uma versão sem glúten. Sem plásticos nas alturas A opção ecológica vai ajudar a Air New Zealand que serve, anualmente, oito milhões de xícar...