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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

11 de nov. de 2019

Brasileiros criam micro usina hidrelétrica capaz de abastecer 5 casas

Dois engenheiros mecânicos de Curitiba se aproveitaram de suas habilidades e de seus conhecimentos sobre a capacidade hídrica do Brasil e desenvolveram uma micro usina hidrelétrica independente que pode ser instalada e utilizada em residências. O equipamento criado por Felipe Wotecoski e Juliano Rataiczyk tem capacidade de gerar até 720 Kilowatts/hora por mês. Na prática, essa potência representaria uma economia de cerca de R$ 500 mensais na conta de luz.
Para instalar a mini usina, que pode alimentar de três até cinco residências de uma vez, é necessário que o usuário resida próximo a uma fonte de água, seja um pequeno rio, riacho ou mesmo um vertedouro. O importante é que haja uma disponibilidade mínima de água e uma queda natural por gravidade de 15 metros de altura ou mais, já que a correnteza precisa ser forte o bastante para acionar a turbina da usina.
O equipamento, que ainda está em fase de aprimoramento de protótipo, foi aprovado pela Copel (Companhia Paranaense de Energia) e atende em 100% as normas da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). 


Esquema de funcionamento do sistema | Imagem: Metha Soluções

 Relógio bidirecional
Conforme a Resolução Normativa da ANEEL de Regulamentação da Microgeração e Minigeração de Energia no Brasil, todo o excedente de energia com potência instalada superior a 75 kW e menor ou igual a 5MW pode ser devolvido à rede de distribuição do município, contabilizando para o usuário créditos que podem ser usados em até 60 meses em qualquer propriedade cadastrada sob o mesmo CPF ou CNPJ.
Isso é possível graças ao relógio bidirecional do gerador, que contabiliza toda a energia gerada e também o que entrou e o que saiu da propriedade. Assim, o usuário pode saber quanto economizou, já que só vai pagar o valor referente à energia utilizada proveniente da rede municipal de distribuição e suas taxas.
Felipe e Juliano são fundadores da startup Metha, responsável pelo aprimoramento do protótipo da usina. A startup vai servir para gerenciar o valor de  R$ 1 milhão que a mini usina ganhou do programa Empresa Brasileira de Inovação e Pesquisa (Finep), para selecionar empresas distribuidoras dos equipamentos necessários e instalar sua linha de montagem.
Atualmente o gerador com um módulo custa R$ 19.900. Caso o usuário instale mais de um módulo, o valor adicional é menor. O equipamento extra pode aprimorar a produção de energia e ainda garante o funcionamento da usina caso um dos sistemas pare de funcionar. É esperado que a instalação da linha de montagem da usina ajude o valor do produto a ser barateado.
Fonte: Ciclo Vivo

Micro gerador usa a correnteza dos rios para produzir energia

O Brasil é especialista em usar a força das águas para gerar eletricidade, ocupando a lista dos maiores produtores de energia hidrelétrica. Apesar de ser considerado renovável, tais estruturas têm grandes impactos socioambientais. A boa notícia é que tem surgido micro usinas hidrelétricas que podem ajudar a aproveitar o potencial aquático sem causar tantos danos. Exemplo disso é o Waterotor, um pequeno gerador que pode ser usado até mesmo nas águas calmas de um rio.
Desenvolvido pela empresa canadense Waterotor Energy Technologies, o dispositivo produz energia hidrocinética, isto é, aproveita a própria correnteza dos rios para gerar energia. Desta forma, não é preciso construir barragens e formar lagos. A velocidade necessária para captar energia pode ser tão baixa como 3,2 km por hora, sendo que em 6,5 ​​km por hora o produto atinge o desempenho ideal.
Além disso, não precisa de combustível, funciona 24 horas por dia e é capaz de converter mais de 50% da energia disponível na água corrente em eletricidade. “É barato, simples, robusto, facilmente instalável e não prejudica a vida aquática”, garante a empresa desenvolvedora que já patenteou a tecnologia.
Pessoas que não têm acesso a eletricidade – mais de 800 milhões de pessoas, segundo relatório do Banco Mundial -, estão entre o público-alvo que a companhia almeja alcançar. O Waterotor pode ser instalado em córregos, rios, canais e vias navegáveis.
Veja o produto em funcionamento:
Fonte: Ciclo Vivo

5 de mai. de 2019

Cabana em meio à floresta gera sua própria energia


Qualquer pessoa que mora em uma grande cidade já pensou em buscar uma vida mais tranquila no interior -, nem que fosse por um momento. Foi para descansar do agito cotidiano e criar uma espécie de retiro que um pai com seus dois filhos construíram a cabana Hut, numa floresta em Ohio, nos Estados Unidos. 


Em apenas 55 metros quadrados, o trio conseguiu obter um verdadeiro canto de sossego, que é de fato um privilégio. A casa possui um estilo minimalista com poucos móveis e tudo em cores neutras. Isso dá um ar de elegância ao recinto ao passo que não entulha e deixa mais leve o espaço, ajudando a criar a atmosfera de tranquilidade. Enquanto isso, o telhado é coberto por cedro natural. 


A inspiração no design escandinavo e em “casas na árvore” busca enfatizar o rústico sem perder o estilo. Tais aspectos são ressaltados com a captação de energia solar que supre a demanda energética para o funcionamento da residência, sem depender de companhias elétricas. Além disso, coleta a água da chuva para reuso.


O local de construção foi recuperado e hoje possui florestas, campos e lagos. Tal paisagem fica bem à vista dos moradores, pois há extensas janelas -, o que também ajuda na entrada de luz e ventilação natural. A casa em si está em um ponto elevado e aproveita ao máximo a exposição do sol.



Todo esse trabalho foi projetado por um dos filhos, Greg Dutton, que possui o estúdio Midland Architecture. O projeto Hut ficou tão famoso que ganhou um episódio na série da Discovery, Building Off the Grid. Fonte: Ciclo Vivo

19 de abr. de 2019

CASA DOMO GEODÉSICO

Estruturas Arquitetônicas versáteis, baratas, eficientes energeticamente, leves e flexíveis.

Estrutura de 1,5m para estudos.

Estas cúpulas apresentam extraordinária resistência e leveza. A sua estrutura consiste em barras de qualquer material, e o domo pode ser feito em qualquer dimensão, desde que o tamanho das suas barras seja calculado corretamente.

Sua resistência deve-se ao formato esférico e aos triângulos que compõem sua estrutura. Qualquer força aplicada no domo se distribui igualmente até sua base, assim como os arcos na engenharia e arquitetura.
O inventor.

A arquitectura, para Fuller, deveria ter como objectivo criar abrigos versáteis, baratos, eficientes energicamente, leves e flexíveis: máquinas de habitar, capazes de se modificar conforme as necessidades de quem as habitasse.

Para alcançar esta meta, Fuller desenvolveu, como suporte teórico da sua experiência, o que chamou de “geometria energético-sinergética”. Esta base teórica envolve conceitos diversos onde filosofia e geometria se entrelaçam num todo que lembra a malha das cúpulas que lhe deram fama.

O termo “sinergia” é hoje aplicado numa infinidade de situações, querendo significar que o comportamento da totalidade de um sistema não é previsível a partir do comportamento das suas partes consideradas isoladamente. É uma visão holística, em que o todo é “maior que a soma das suas partes”.

Essas características permitem que estruturas desse tipo sejam utilizadas em muitas construções, como por exemplo, a que abrigou o pavilhão americano na expo-67 em Montreal no Canadá.

As cúpulas podem ser construídas com vários tipos de materiais, desde o bambu até os tirantes de fibras de aço-carbono.

A Geodésica pode ser composta por 12 pentágonos e 20 hexágonos, possuindo assim 32 faces 90 arestas e 60 vértices.

Confira algumas frequências possíveis

casa-geodesica-dome-3

18 de abr. de 2019

Estrutura geodésica de madeira de demolição revitaliza aldeia rural


A vila de Loutuowan, na cidade chinesa de Longquanguan, durante centenas de anos foi isolada por montanhas que a circundam. Com isso, houve um atraso no desenvolvimento econômico da aldeia e muitas famílias optaram por abandonar suas casas, muitas delas viraram ruínas.


Nos últimos anos, no entanto, o governo local alocou recursos financeiros e materiais para renovar e reconstruir as casas na aldeia e ajudá-la a se livrar da pobreza. Depois de esforços incessantes, a qualidade da vida dos moradores foi melhorando gradualmente.
Sobras de madeira de demolição
    

Durante a reforma, os moradores podiam optar por um telhado tradicional de madeira ou um telhado feito de concreto moldado no próprio local. A última solução foi a preferida pois era mais fácil de implementar e a maioria dos residentes eram idosos. Com isso, as vigas de madeira desmontadas das estruturas dos telhados foram deixadas sem uso no local.

O projeto de revitalização da aldeia já previa um pergolado para descanso e sombra. Porém, no projeto original, seria necessário levar até o vilarejo grandes estruturas de ferro e madeira que precisariam ser comprados, transportados e exigiam até mesmo guindastes. Foi então que a equipe de arquitetos da LUO Studio teve a ideia de elaborar uma solução mais simples e mais conveniente para criar o pergolado: fazer uma estrutura geodésica utilizando a madeira de demolição.

Com o sistema geodésico, é possível construir estruturas sólidas e grandes, utilizando o mínimo de material. A estrutura apresenta grades que melhoram seu desempenho para suportar diferentes forças da natureza, garantindo assim maior segurança por um longo período de uso.

As peças de madeira de demolição então foram separadas para que a maior quantidade de resíduos pudessem ser reutilizados e também para que as obras pudessem ser realizadas pelos próprios moradores. As vigas de madeira das antigas casas possuíam diferentes tamanhos, no entanto, nenhuma delas foi cortada.

Em vez disso, os arquitetos engenhosamente organizaram a posição de cada uma delas, criando uma estrutura de pérgula flexível em harmonia com o ambiente montanhoso ao seu redor. Com esse esquema de construção, o escritório economizou custos e ainda melhorou a eficiência.

Fonte: Ciclo Vivo

Elegante casa de adobe capta energia solar que quase zera conta

O caldeirão cultural repleto de histórias ricas compõem Santa Fé, a capital do Novo México, nos Estados Unidos. Por lá, as construções em adobe são comuns e os moradores encontram maneiras criativas de manter certas tradições sem perder a contemporaneidade. Exemplo disso é uma casa de adobe super interessante que está à venda na cidade.
  
Localizada a apenas 10 minutos do centro, a casa é enorme: possui quatro quartos e quatro banheiros. Os ambientes são amplos, possuem muita madeira, lareira, tons amarronzados e neutros e alguns toques de azul. Eles combinam perfeitamente com adobe, que é uma mistura de argila, areia, água e outros componentes naturais para a criação de tijolos crus. Para um leigo em arquitetura, ao uma olhar uma foto da residência seria fácil acreditar que trata-se de uma construção instalada em algum país do Oriente Médio.
Não bastasse a beleza interna, há um espaçoso pátio de entrada e uma vista para os famosos Montes Sangre de Cristo. A construção ressalta a entrada abundante de luz, que proporciona mais conforto e menos consumo de energia. Aliás, foi instalado um sistema solar eficiente que garante aos moradores contas de energia elétrica que não chegam a dez dólares -, algo impensável para os padrões do país. 
   
Em geral, todos os ambientes são compostos por móveis que aparentam ser antigos -, ainda que não sejam ou tenham sido reformados. Os ambientes que menos seguem este padrão são a cozinha e sala, que acabam sendo mais modernos. E a casa está à venda por US$ 918 mil dólares, pelo site dá para conferir mais fotos da residência.





Fonte: Ciclo Vivo


Designers criam coleção de móveis com fibra de bananeira

O sol, a natureza, a cidade. Esses elementos servem de inspiração constantemente na concepção dos móveis para áreas externas que levam a assinatura da Plantar Ideias, estúdio de arquitetura e design urbano comandado por Luciana Pitombo e Felipe Stracci. Pesquisadores ávidos por novos materiais e tecnologias, eles encontraram na fibra de bananeira e no concreto a combinação perfeita para a coleção Trópicos, recentemente apresentada na SP-Arte 2019, o maior festival de arte da América Latina.
  

Com linhas bem limpas, a coleção é composta por cadeiras, banquetas, módulos de estar, poltronas e mesas. “Usamos fibras ecológicas estruturadas com elásticos, o que resulta na resistência e no conforto de assento e encosto”, explica o designer e arquiteto Felipe. “Não há espuma nas peças, evitando que o móvel retenha água e molhe a roupa de quem sentar”, completa a designer e arquiteta Luciana.
  

Enquanto a fibra ecológica de bananeira oferece a elasticidade, o conforto e a durabilidade essenciais para que os móveis possam aguentar a exposição direta de sol e chuva, o concreto, com sua plasticidade, ajuda a dar forma nas peças que ganham status de esculturas no ambiente. A criação desses mobiliários só foi possível graças à experiência e da Lovato Móveis, fábrica de vanguarda no Brasil.
    

A Plantar Ideias celebra o início da parceria entre a L’oeil, marca com 25 anos de história na área de decoração que cuidará da comercialização das peças, e a Lovato Móveis. “O objetivo é unir as três pontas da cadeia produtiva em busca de oferecer um produto com design bem cuidado, alta durabilidade e fácil de ser encontrado”, explica Felipe.
    
    
Fotos: @sebastienabraminfotografo

Fonte: Ciclo Vivo



15 de abr. de 2019

A cidade de Bruxelas e a sustentabilidade

Imagem: Anamaria Rossi

Capital da Bélgica e conhecida também como a capital oficial da União Europeia, Bruxelas é uma linda cidade que, muitas vezes, acaba sendo ofuscada por sua proximidade com Paris e Amsterdã, cidades muito procuradas pelos turistas. Embora a concorrência seja grande, Bruxelas tem seus encantos, com destaque para sua arquitetura diversificada, que engloba desde construções medievais até prédios pós-modernos. A Grand-Place, localizada no centro de Bruxelas, é considerada uma das praças mais bonitas do mundo e nela é possível encontrar algumas delícias mundialmente conhecidas da região, como os chocolates, os waffles e os inúmeros tipos de cervejas. Além de todos estes diferenciais, Bruxelas também vem se destacando em outro quesito: a sustentabilidade.

Bianca Debaets

Durante o evento Connected Smart Cities 2016, o Blog Condomínios Verdes teve a oportunidade de conversar com a Secretária de Estado de Bruxelas, Bianca Debaets, que lhes contou algumas medidas que o governo tem tomado para tornar a cidade mais sustentável. Bruxelas tem um dos piores trânsitos de toda a Europa, por isso, a questão da mobilidade urbana é bastante discutida por lá. Nos últimos anos, o governo tem feito várias campanhas e ações para diminuir o número de carros nas ruas. Vamos conferir algumas delas:

– Caminhões:

Cobrança de uma taxa por km percorrido para todos os caminhões;

– Automóveis a diesel:

Por serem muito poluentes, terão que pagar uma taxa por essa poluição;

– Bicicletas:

Investimento pesado na construção de ciclovias;

– Compartilhamento de carros elétricos:

A cultura do compartilhamento tem crescido muito em Bruxelas, principalmente entre os jovens. Sites especializados em compartilhamento de carros são muito populares e autorizados por lei. Segundo Debaets, compartilhar é o futuro!

– Utilização dos canais:

Bruxelas está localizada no interior do país longe do mar, porém, alguns canais da região são usados para transporte de pessoas e cargas, o que ajuda a retirar os caminhões das ruas.

Além dos investimentos em mobilidade sustentável, que tem como meta, até 2018, transformar Bruxelas em uma zona de baixa poluição, a cidade tem avançado nas políticas de tratamento de água, que retorna tratada aos canais. Outra medida bacana envolve os novos prédios construídos, que precisam ter consumo passivo de energia, ou seja, além de produzirem parte de suas necessidades energéticas via fontes renováveis, o sistema de aquecimento dos edifícios, que terá como base um excelente isolamento térmico, deve ser feito através do reaproveitamento do calor interno.

O esforço para tornar Bruxelas uma cidade mais sustentável é notório, porém, como qualquer cidade, ela também possui muitos desafios e, talvez, o maior deles é encontrar soluções para a utilização de energias renováveis. Ao contrário de outras regiões, que possuem grandes áreas para a colocação de moinhos de vento, na cidade, existem poucos espaços disponíveis. De qualquer forma, esperamos que os exemplos de Bruxelas sirvam de inspiração para que outras cidades repensem sua relação com o meio ambiente para que possam melhorar a experiência dos turistas e a qualidade de vida dos moradores.