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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

15 de ago. de 2018

Empresas Criam Canudos Cosmetíveis


Empresas criam canudos comestíveis
A sustentabilidade está assumindo um grande papel nas relações entre empresas e consumidores. A todo momento, vemos iniciativas de mudanças bastante significativas em desenvolvimento e aplicação de produtos ecologicamente adequados. Agora, duas empresas lançaram linhas de canudos comestíveis, que utilizam produtos naturais.

Vamos abordar neste artigo, este novo e curioso produto, que respeita o meio ambiente e certamente vai conquistar consumidores no mundo inteiro!
Canudos comestíveis: responsabilidade, criatividade e inovação

Desenvolvidos por uma empresa norte-americana e uma espanhola, foram lançados no mercado como duas iniciativas inovadoras. E inclusive com apelo ecológico correto.

Canudos comestíveis são excelentes pedidas para evitar poluição. Ainda trazem satisfação e despertam a curiosidade dos consumidores por poderem degustar o produto.

A empresa Loliware, dos Estados Unidos, já havia inovado com a criação de copos comestíveis, e agora, lança os canudos comestíveis compostos por algas marinhas, em diversos sabores.

Essa empresa é uma startup que consegue recursos via campanhas de crowdfunding, que vem obtendo sucesso por apresentar projetos ecológicos e inovadores, como esses canudos comestíveis em cinco sabores.

O uso da alga marinha permite a absorção de gás carbônico enquanto estão sendo produzidas. Isso contribui para pequena melhora na qualidade do ar e ainda tem a característica de se decompor com facilidade, auxiliando na redução da poluição ao meio ambiente..

Já a empresa Sorbos, da Espanha, também lançou seus canudos comestíveis e biodegradáveis à base de açúcar, gelatina bovina e amido de milho, disponíveis em seis sabores diferentes.

Resultado de imagem para canudos comestiveis feito com algas

Esses canudos tem um prazo de vida útil de 25 minutos, após serem utilizados em bebidas frias (temperatura ambiente) e por uma hora em bebidas geladas, sem alterar o gosto original das bebidas.

Após ser premiada na Espanha em categorias de inovação e sustentabilidade, essa startup vem conseguindo atender os mercados da Alemanha, França, Itália e Portugal.

Muito mais que canudos comestíveis
Os canudos não são os únicos produtos descartáveis que já contam com suas versões comestíveis. Diversos outros produtos já existem ou estão sendo desenvolvidos desenvolvidos com este objetivo. Conheça alguns deles a seguir:
Copos comestíveis

Também lançados pela Loliware, são produzidos à base de caldo de cana evaporado e pectina natural, disponíveis em cinco sabores e são biodegradáveis;
Xícara comestível

Desenvolvida por Venezuelanos para a marca Café Lavazza. Produto composto por açúcar de confeiteiro e tem resistência a temperaturas das bebidas;
Pratos comestíveis

Desenvolvidos na Inglaterra, são compostos por massa de pão e estão disponíveis em oito sabores;
Colheres comestíveis

Criadas à base de arroz, trigo e painço (que necessita de menos água para ser cultivado). Este produto foi desenvolvido por um indiano, também em oito sabores. Não contém conservantes e, caso não sejam comidas, se decompõem entre 4 e 5 dias, após seu uso.

Considerações finais

A Dehon Plásticos apoia iniciativas como esta, pois acredita na importância da responsabilidade ambiental dentro das empresas. Pensando nisso, como forma de fazer a nossa parte e melhorar o impacto de nossos produtos nas empresas e na sociedade, em breve disponibilizaremos aos nossos clientes, a opção de rótulos biodegradáveis.

Além de minimizar o impacto ambiental dos rótulos, essa iniciativa visa tornar os produtos da sua empresa e a imagem da sua Marca, ainda mais valorizados pelos consumidores.

Fonte: Dehonplast

10 de ago. de 2018

Groningen: referência holandesa em mobilidade urbana

Ciclistas em Groningen: cidade holandesa é uma das referências no uso da bicicleta. Image © Claudio Olivares Medina, via Flickr. Licença CC BY-NC-ND 2.0

A cidade de Groningen, localizada ao norte da Holanda, é uma referência internacional em mobilidade urbana. Com pouco mais de 200 mil habitantes, Groningen é considerada como a Capital de Ciclismo daquele país – cerca de 61% de todas as viagens na cidade são realizadas através do uso de bicicletas.

Essa mudança de mentalidade remonta à década de 70, quando as cidades holandesas começaram a ser dominadas por carros e as realidades locais foram alteradas. A tendência era realizar reformas em vizinhanças antigas que pudessem dar espaço ao deslocamento de veículos para o centro.


No caso de Groningen, o caminho almejado era diferente. Max Van den Berg, um político local, surgiu com uma proposta revolucionária e que seria definitiva para a configuração atual da cidade: o Plano de Circulação de Tráfego (Traffic Circulation Plan). A princípio, houve muita resistência em relação as suas ideias, principalmente por parte das gerações mais antigas, contudo o Plano foi aprovado e colocado em prática.

Sua principal ideia consistia em dividir a área central da cidade em quatro quadrantes (conforme o mapa abaixo), proibindo os motoristas de cruzar seções. Essa condição implica sair da região central e dar a volta no anel exterior à área para poder chegar a outro quadrante.

Fonte: Genos

A medida se mostrou extremamente eficaz para tornar o centro da cidade um ambiente mais agradável e atrativo para os modos ativos de transporte (caminhada e bicicletas). Viagens que de carro demoravam 12 minutos poderiam ser realizadas, através do uso da bicicleta, em somente dois minutos.

Ou seja, além de diminuir o tempo de viagem, o Plano permitiu descongestionar as áreas centrais de um grande fluxo de veículos, promovendo segurança e conforto para aqueles que optam por formas alternativas de deslocamento na cidade.

Confira o vídeo abaixo, que mostra um pouco sobre a dinâmica de mobilidade na cidade de Groningen.
Fonte:Genos.eco     Via TheCityFix Brasil  e Archdaily