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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

18 de ago de 2017

O que são Sistemas Solares Passivos?


Os Sistemas Solares Passivos são os sistemas utilizados para captar e acumular o calor da energia solar diretamente. São chamados passivos porque não tem nenhum dispositivo eletro-mecânico para recircular o calor, isso acontece por conta dos princípios físicos básicos de condução, radiação e convenção de calor.

Conheça diferentes estratégias:

Ganho Direto – O sistema mais simples que consiste na captação de energia do Sol através de vidros que permite que o calor entre e impedem que o calor saia. Estas janelas devem ser dimensionadas e orientadas de acordo com a orientação em relação a trajetória solar e tipo de uso do ambiente.


Muro Trompe – Um muro construído com tijolos e concreto, pintado de preto. Para melhorar a captação, instala-se uma superfície de vidro para que produza o efeito invernadeiro. O vidro permite que a luz do Sol atravesse e o muro aqueça, emitindo raios ultra violetas que não podem atravessar o vidro. Por esse motivo a temperatura se eleva no Muro e na camada de ar existente entre o muro e o vidro. Podem ser instalados furos embaixo e em cima para que o ar entre diretamente da camada de ar aquecida ao ambiente.

Invernadero – Neste caso o espaço entre o muro e o vidro é habitável, fazendo com que sejam diminuídas as perdas de calor do interior ao exterior.

Estanques Solares – Em algumas regiões é possível usar a superfície teto para acumular calor porém é necessária a instalação de dispositivos móveis para não deixar que o ar escape durante a noite.

Coletores solares – É um sistema mais complexo que, através de uma camara de vidro fechada, posicionada na fachada ensolarada, capta o calor no ar ou na água e esse calor é transferido para uma camada abaixo do piso através de um sistema de serpentina. Aquecendo o ambiente naturalmente.


Fechando o Ciclo na Construção


Um edifício, além de ser uma estrutura física composta por elementos distintos, também é uma espécie de “máquina viva”, onde as pessoas desenvolvem suas atividades diárias, os eletrodomésticos consomem energia e a temperatura deve se regular.

Os impactos que eles produzem sobre o meio ambiente são muito variados, e os problemas existentes causados pelos processos relacionados a construção são inúmeros, como o aquecimento global, a redução da camada de ozônio, a perda dos habitats naturais e da biodiversidade, a erosão dos solos e a liberação de contaminantes tóxicos.

Os fatores que influenciam em um edifício, durante as fases de sua vida útil, se estabelecem durante os processos de projeto e construção. Por tanto, as decisões tomadas nesses momentos determinam o consumo de recursos e energia durante as etapas futuras. Logo, os aspectos que devem ser levados em conta se agrupam em cinco categoriais principias, sendo elas o controle de consumo de energia, o consumo de materiais, o consumo de água, a gestão de residuos e o controle de ruídos.

Uma abordagem útil seria projetar o futuro edifício como uma nova entidade, viva e saudável, criando uma parte integrante do local, de modo que os sistemas sejam um ciclo fechado e sustentável.
Fonte: Ecoeficientes

6 de ago de 2017

Holanda cria vila minimalista, colorida e repleta de verde para moradores em situação de rua

Foto: Divulgação/Estúdio Elmo Vermijs

Para quem vive muito tempo na rua, adaptar-se novamente a viver numa casa, junto com outras pessoas, dividindo espaço e compartilhando regras, nem sempre é uma tarefa fácil. Para ajudar essas pessoas no processo de adaptação, a iniciativa Trudo Housingcorporation, em parceria com o estúdio de arquitetura Elmo Vermijs, projetou uma vila minimalista para abrigar aqueles que saem das ruas.

O espaço é composto por diversas casas coloridas, com grandes janelas que propiciam a entrada de luz natural e muito verde no entorno. No chão, ainda há caminhos que levam de uma moradia para outra. Tudo para despertar nessas pessoas que viviam em situação de ruao senso de pertencimento em comunidade, mas sem que sintam que estão abrindo mão de sua individualidade e/ou liberdade. Bacana, não?

O inquilino que ganha uma casa na vila não tem prazo para sair – pode ficar até se sentir pronto para mudar para uma residência “mais convencional”. Mas precisa ajudar a comunidade com os gastos. Para barateá-los ao máximo, as casas foram construídas em modelo minimalista e equipadas com sistema de geração de energia fotovoltaica, a fim de eliminar os gastos com eletricidade.

Rodeado de tanto cuidado e humanidade, fica muito mais fácil vencer essa etapa tão difícil que é a saída das ruas!