Translate

Google Translate
Arabic Korean Japanese Chinese Simplified Russian Portuguese
English French German Spain Italian Dutch

Quem sou eu

Minha foto

Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

Fale Conosco

- Deixe seu comentário ou envie um e-mail: celinalago@hotmail.com
- Se desejar receber as novidades do site seja um seguidor que o envio é automático.
- A sua participação é muito importante. Só assim, unidos conseguiremos reverter o processo de destruição planetária pelo qual estamos passando e encontrar um equilíbrio saudável.

Muita Luz e Amor,

Celina Lago

30 de jun de 2015

Chuveiro utiliza 90% menos água e reduz 80% do consumo de energia

A economia do chuveiro se traduz em pelo menos € 1.000 (cerca de R$ 3.130) nas contas de energia a cada ano

Inspirado nos chuveiros utilizados em estações espaciais, o designer industrial sueco Mehrdad Mahdjoubi desenvolveu um sistema que utiliza 90% menos água que um aparelho convencional e reduz em 80% o consumo de energia.

A água que sai do chuveiro "OrbSys" passa por um filtro a fim de ser purificada e volta para ser reutilizada.

"Com o meu chuveiro, que está em constante reciclagem da água, você só usaria cerca de cinco litros de água por um banho de 10 minutos. Em um banho regular, você iria usar 150 litros de água, 30 vezes mais. É muita economia", explica Mahdjoubi.

Economia na conta
Segundo uma pesquisa realizada pela sua empresa, a economia do chuveiro se traduz em pelo menos € 1.000 (cerca de R$ 3.130) nas contas de energia a cada ano.

O sistema possui mais de uma aplicação possível. Se implantado em uma escala maior, a tecnologia de purificação desenvolvida pelo OrbSys poderia ser usada em torneiras e bebedouros nos países em desenvolvimento do mundo, onde doenças relacionadas com a água são abundantes.

Assista a reportagem da CNN:

Fonte: EcoD 

29 de jun de 2015

Escola é construída em vilarejo só com materiais encontrados na floresta

O grupo decidiu utilizar materiais encontrados na floresta que cerca o vilarejo
fotos: MASS Design Group/ Divulgação

O conceito de educação ambiental pode ir muito além da teoria em sala de aula e estar presente desde a construção das instituições de ensino. Aqui no EcoD, por exemplo, já mostramos escolas feitas de bambu e alimentadas por energia solar. Agora, a novidade fica por conta de um colégio construído apenas com recursos naturais.

O desafio dos arquitetos do escritório norte-americano MASS Design Group era construir uma escola em Ilima, no Congo (África), um vilarejo que exigiu deles uma verdadeira jornada de três voos e seis horas de moto, no meio da floresta. Como o acesso ao local é extremamente difícil, levar os materiais de construção até ele se tornava uma missão muito complicada.

Além das opções ambientalmente corretas, os arquitetos não quiseram impor um estilo arquitetônico com o qual os moradores de Ilima não estão acostumados

Ao conversar com os moradores, além de realizar trabalho em campo e pesquisa, o grupo decidiu utilizar apenas materiais encontrados na floresta que cerca o vilarejo. Em vez de concreto ou tijolos comuns, foram utilizados na construção blocos criados com barro e reforçados com óleo de palmeira, planta abundante na região.

Água da chuva

Para o telhado, o grupo poderia ter optado por folhas dessa mesma planta, porém, elas não são duráveis o suficiente e precisariam ser trocadas a cada oito meses. A fim de solucionar o problema, chegou-se a uma árvore cuja madeira é bastante resistente e um sistema de telhas foi criado.

Por ser uma região muito quente e sujeita a secas, a escola foi construída com um vão entre as paredes e o telhado, que conta com um sistema de coleta da água da chuva para uso na agricultura.


Além das opções ambientalmente corretas, os arquitetos não quiseram impor um estilo arquitetônico com o qual os moradores de Ilima não estão acostumados. Por meio do treinamento que os moradores receberam para construir a escola, eles poderão realizar toda a manutenção da estrutura e trabalhar em novas construções no vilarejo.

O vídeo abaixo detalha o projeto:

GALERIA DE FOTOS




Fonte: EcoD

18 de jun de 2015

Sistema que reaproveita 80% da água do chuveiro é vendido no Brasil


A empresa brasileira startup Lakefarm, que desenvolve produtos de utilidade doméstica criou o Aguawell, um sistema que coleta mais 80% da água do chuveiro para ser utilizado como reúso nas descargas do vaso sanitário ou para lavar pisos e calçadas. O produto tem capacidade de 12 litros e é suficiente para duas descargas. 

A ideia surgiu após a observação de várias propostas de coleta de água de banho para fins de reúso. O Aguawell é um equipamento simples, que consiste em um container de plástico (PEAD, Polietileno de Alta Densidade), uma placa de topo de borracha microporosa antiderrapante e uma tampa de rosca. Ele pesa 1,5 kg vazio e mede aproximadamente 55cm x 56cm. Não há necessidade de instalação, o que dispensa custos adicionais. Basta que o usuário coloque o objeto sobre o tapete do box embaixo do chuveiro e comece a usar.

Imagem: Divulgação

O produto, no entanto, ainda é um protótipo feito à mão e a ideia é produzi-lo em escala industrial. O intuito é destiná-los às populações que mais têm necessidade, mas não têm condições financeiras para adquiri-lo.

Imagem: Divulgação

Pensando nisso, o grupo de criadores do Aguawell, formado por três empresários, a brasileira Flavia Arantes Jensen e os dinamarqueses Jens Lachenmeier e Soren Jensen, decidiu lançar o produto por meio de uma campanha de financiamento coletivo no site Kickante, na qual os patrocinadores (pessoas físicas, empresas e fundações) poderão apoiar o projeto.

A meta de arrecadação para a produção do equipamento no Brasil é de 80 mil reais. Os produtos serão entregues para as pessoas em comunidades de baixa renda em parceria com uma ONG, que ainda será selecionada.

Lachenmeier ressalta a importância da realização do projeto no Brasil e em outros países. "Estamos felizes em produzir o produto no Brasil, gerando emprego com um produto inovador”, disse. “Esperamos ajudar muitas pessoas com o nosso produto. Além de atender o mercado brasileiro, queremos exportar para outros locais que sofram com a falta de água".


Como adquirir um?

Apesar de o intuito da campanha seja angariar fundos para produzir equipamentos suficientes para doar às comunidades carentes, quem colabora também pode adquiri um exemplar. As doações a partir de R$ 149 são recompensadas com os equipamentos. Até mesmo as grandes empresas podem colaborar com valores mais altos e, em troca, receberem até cem exemplares do Aguawell para utilizar na companhia ou distribuir entre os funcionários.

O projeto Aguawell foi selecionado para o Concurso “Acelera Startup”, da FIESP, na categoria “Água”, juntamente com mais de 90 inventores. Os projetos candidatos foram apresentados no evento nos dias 16 e 17 de junho.

Clique aqui para apoiar o projeto.

13 de jun de 2015

5 telhados verdes modernos na cidade de São Paulo


Os telhados verdes são ótimas opções para reduzir os impactos das ilhas de calor, diminuir os gastos com sistemas de ar-condicionado e ainda trazer a biodiversidade de volta às cidades. Os benefícios que essas estruturas podem oferecer são tão importantes que elas já viraram lei em alguns locais. A cidade de Recife é um desses exemplos. Desde janeiro de 2015 as novas construções de prédios residenciais e comerciais devem incluir o telhado verde no próprio projeto original.

O ambientalista e mestre em botânica, Ricardo Cardim, é especialista em criar coberturas vegetais que ajudam a resgatar a biodiversidade nativa. Através do projeto Árvores de São Paulo e da empresaSkyGarden, ele tem colaborado para trazer a floresta novamente à capital paulista. Se é impossível destruir as construções para dar lugar às árvores, então a solução é aproveitar as superfícies de edifícios e outros espaços inutilizados para criar verdadeiras florestas urbanas.

Os cinco telhados verdes listados abaixo foram idealizados por Cardim e são espaços modernos e que proporcionam novas áreas de lazer, biodiversidade e cultivo de alimentos.

1. Espécies da Mata Atlântica na Avenida Faria Lima


2. Jardim dentro de um edifício na Marginal Pinheiros


3. Telhado com espécies quase extintas no cerrado na Vila Madalena


4. Gramado com flores nativas na Zona Sul de SP


5. Mata Atlântica em telhado de edifício na Avenida Paulista


Fonte: CicloVivo

9 de jun de 2015

Casa de 42 m² pode ser rebocada para qualquer lugar


A ToyBox é uma casa itinerante criada pelos designers Frank Henderson e Paul Schultz. A pequena residência, que mescla o design contemporâneo com elementos criativos e divertidos, pode ser transportada para qualquer lugar através de um reboque.


A base da casa é feita em madeira. O seu exterior é coberto por um teto branco de termoplástico e paredes coloridas feitas em fibra de vidro ondulado e cedro. A fachada é repleta de janelas, o que aumenta a passagem da luminosidade e ventilação natural.


A área total da residência é de 42 metros quadrados, o tamanho é bastante semelhante ao de pequenos apartamentos de um ou dois dormitórios. No entanto, o seu diferencial é realmente a praticidade em poder ser carregada para qualquer lugar.


O interior da casa é dividido em sala de estar, sala de jantar, cozinha, banheiro e loft. O maior espaço é ocupado pela sala de estar, que também pode ser transformada em um quarto. Ela é equipada com oito cubos de armazenamento móveis, que se adaptam a diferentes usos e formatos.


A cozinha possui uma pequena bancada de aço inoxidável, uma pia com torneira de baixo fluxo, freezer, geladeira, torradeira, micro-ondas, fogão, forno e armários. O cômodo é finalizado com uma mesa de parede dobrável e multifuncional.


A casa possui um aquecedor de água com capacidade para 20 litros, usado para abastecer o banheiro, que, por sua vez, é equipado com um vaso sanitário, pia e chuveiro.


A ToyBox é comercializada por US$ 48 mil. 

Fonte: CicloVivo

7 de jun de 2015

Tower House: Uma casa com aspecto de aldeia e horta compartilhada


O arquiteto australiano Andrew Maynard desafiou a lógica ao conceber o projeto de uma residência que externamente tem todas as características de uma aldeia, mas por dentro tem seus ambientes completamente integrados.

A Tower House, criada como solução de expansão de uma residência existente de uma família em crescimento, foge da concepção de edificação por um bloco monolítico e consegue otimizar o espaço do lote através de áreas de interligação entre os ambientes e convivência ao livre. Localizada em Alphington, no subúrbio de Melbourne, Victoria, Austrália, a casa original já não possuía o tamanho suficiente para atender as necessidades de seus moradores, e por isso foi readequada de um modo que conseguisse mais espaço interno continuando com aspecto de casa pequena quando vista da rua.

A residência é dividia em setores que podem ser separados quando fechados ou ligados ao serem abertos. A edificação original conta com dois quartos, duas salas e um banheiro enquanto os anexos possuem espaços para estudo, lazer e cozinha. Além disso, na área externa há uma horta que pode ser utilizada por toda vizinhança.

Enquanto a edificação original é constituída basicamente por tijolos vermelhos, o arquiteto optou por revestir os novos blocos com telhas de madeira e revestimento metálico branco.

Outro aspecto interessante do projeto é a atenção dada às coberturas da casa. Segundo Maynard, os telhados deveriam receber a mesma qualidade estética do restante da edificação, pois devido às novas tecnologias de mapeamento aéreo, haviam se tornado uma figura importante da casa. “O Google Earth fez com que o telhado se tornasse a face pública dos nossos edifícios, acessíveis a qualquer um a qualquer momento. Com isso em mente, a concepção da Tower House foi feita para que fosse muito bonita também quando vista do céu”, conta o arquiteto.








6 de jun de 2015

Casa Wilkinson por Robert Orhatz


A Casa Wilkinson, esse incrível projeto do Arquiteto Robert Orhatz foi desenhado em 1994 e terminado em 2004 em Portland. Os desafios incluíam: um terreno em forma de cachimbo, que a casa estivesse integrada ao máximo ao ambiente densamente arborizado e suas formas representassem a fluidez da música. Sim, o cliente era aficionado por música…

O resultado foi de muitas formas orgânicas, muita madeira e muito vidro. Optou-se por dividir os ambientes mais reservados dos principais em dois andares, de modo que o andar principal ficasse na altura das copas das árvores e os quartos na parte inferior para terem mais privacidade.


O ambiente é bem ventilado e usa e abusa da luz natural. Um grande deck com acesso a vegetação dá uma sensação de integração com fauna e flora ainda maior. Os acabamentos irregulares e as texturas são praticamente uma camuflagem, dando a impressão de que a casa cresceu ali junto com as árvores. As belas fotos são de Cameron Nielson e os desenhos do designboom.






Terreno em formato de cachimbo


Pavimento térreo (quartos)

Cortes

5 de jun de 2015

Paisagista cria jardim sensorial com pallets para casa-contêiner

Apesar de casa contêiner não ser a melhor casa do mundo porque o metal do contêiner amplifica o eletromagnetismo existente dentro de uma residência, a menos que seu interior seja todo revestido adequadamente para isolar essa possibilidade, estou postando pois achei muito interessante o projeto.

Com o objetivo de criar um espaço totalmente sensorial, com elementos que permitem vivenciar novas experiências por meio de cheiros e toques, a paisagista Fernanda Almeida criou o “Jardim das Sensações”. O ambiente complementa a área externa de uma casa-contêiner, ambos projetos estão presentes no evento de arquitetura Casa Cor, em São Paulo.

Foto: Fernanda Almeida

Trata-se de um jardim projetado sem a utilização de aparatos tecnológicos, o que transmite simplicidade e bem-estar. Para garantir a percepção por meio do olfato, a paisagista uniu plantas aromáticas como alecrim, manjericão e pimentas com lavandas e a utilização da Ipoméia Rubra. Além disso, diversas plantas complementam a naturalidade do local, entre elas estão Beaucarneas , Viburnum , Phormiuns.

Foto: Fernanda Almeida

O Jardim das Sensações ainda conta com diversos materiais de reuso, como pallets, cascas de pinus e caixas de laranja, onde serão plantados diversos temperos. “Optamos por criar um conceito simplista e minimalista, onde as pessoas poderão contemplar a experiência sensorial, por meio da união de aromas e a presença de elementos que recriam o quintal de nossas casas”, ressalta a paisagista Fernanda.

Foto: Fernanda Almeida

Foto: Fernanda Almeida

Atividades para crianças

Durante o evento da Casa Cor, que acontece no Jockey Club, o jardim contará com oficinas e atividades lúdicas para crianças de três a sete anos, que poderão manusear a terra, plantar, ver as flores e entender a importância da sustentabilidade e a preservação ambiental. “A ideia é oferecer um trabalho enriquecedor para as crianças, para que elas possam desabrochar o interesse pela natureza”, afirma Fernanda. As oficinas ocorrerão aos sábados e domingos.

Casa-contêiner

Assinada pelo arquiteto Daniel Kalil e a designer de interiores Karina Buchalla, trata-se de uma casa com área total de 170m², construída a partir de 4 containers HC-4O de 12 metros em sua estrutura principal, além de um container de 6 metros, onde está localizado o mini spa, com deck e piscina.

Construída em menos de 15 dias, a casa é um projeto que conta com containers reutilizáveis em toda sua estrutura. O forro de gesso possui um revestimento térmico e acústico especial, feito de lã de garrafas PET. Além disso, toda a iluminação é feita por lampâdas LED, que possui um consumo de energia menor que as comuns. "Pensamos em um projeto totalmente inovador e 100% sustentável", afirma Daniel Kalil.

Foto: Karina Buchalla/ Daniel Kalil

Na composição do ambiente, os profissionais utilizaram papel de parede, painéis de MDF e cerâmicas estampadas, garantindo uma concepção sofisticada. O projeto possui cozinha totalmente integrada à sala de jantar, uma ampla sala de estar e galeria com acesso direto à área externa da casa. Para Karina Buchalla, designer responsável pelo projeto, "a ideia é trazer inspiração para os clientes por meio da união de conceitos e estilos fundamentais para a inovação e originalidade”. 

Foto: Karina Buchalla/ Daniel Kalil

No interior dos quartos, o destaque fica por conta do sistema Surprise. Trata-se de uma tela, com imagens impressas ou até mesmo de um projetor, que substitui a televisão no quarto e permite a abertura total do armário, o que comprova a qualidade e novas tendências deste projeto. Por fim, a área de lazer conta com uma piscina de cinco metros, um mini spa para seis pessoas com vista para um bosque e área verde preservada.

Foto: Karina Buchalla/ Daniel Kalil

Foto: Karina Buchalla/ Daniel Kalil

Foto: Karina Buchalla/ Daniel Kalil
Fonte: Ciclo Vivo