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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

26 de jan de 2015

Arquitetura Bioclimática

Reproduzo aqui o artigo publicadopo por Paula Leme Warkentin

A arquitetura bioclimática busca minimizar os impactos da construção civil no meio ambiente. Iluminação natural e conforto ambiental são bastante visados. (Foto: Artica)

Estratégias para maior aproveitamento dos recursos naturais aliam-se aos elementos da arquitetura, criando empreendimentos mais eficientes e menos impactantes.


O objetivo é construir o empreendimento adaptado às características do local onde está ou será inserido, ou seja, se o local apresenta baixas temperaturas, construir de modo que absorva eficazmente o calor do sol. Ou o contrário: em países tropicais, construir de modo que haja menor absorção de calor e aumento da ação dos ventos.

A expressão "Projeto Bioclimático" surgiu durante um congresso sobre arquitetura vernacular (um tipo de arquitetura construtiva com técnicas regionais), na Universidade de Princeton, onde os irmãos Olgyay eram professores. Em 1963, Victor e Aladar Olgyay publicaram o livro "Design with climate".

O conforto ambiental é bastante citado na arquitetura bioclimática, buscando condições favoráveis aos ocupantes e utilizando recursos disponíveis de acordo com o local (clima, disponibilidade de luz, água, ventos, entre outros). 

A iluminação natural é considerada nesses projetos e, quando bem aproveitada, diminui a necessidade de iluminação artificial e, consequentemente, de condicionadores de ar, considerando que a luz artificial é convertida em calor. Porém, é preciso que o espaço seja muito bem planejado para garantir que não haja demasiada radiação solar direta, promovendo aquecimento do ambiente. 

Como a maioria dos edifícios não considera princípios como a incidência solar, acaba buscando maior conforto no resfriamento artificial, já que o ambiente se torna quente e depende de ar-condicionado ou de ventiladores. Segundo Heitor da Costa Silva, arquiteto, Ph.D. e professor nos cursos de graduação e pós-graduação da Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, o projeto deve levar em consideração aspectos que aumentem a condição de iluminação interna, principalmente quando há demanda de iluminação natural, para o conforto dos ocupantes. Segundo ele, em edifícios para escritórios, a compatibilização entre luz natural e artificial é mais elaborada: "O acesso de luz natural também representa incremento de carga térmica, principalmente considerando que equipamentos e mesmo a luz artificial para iluminação são de uso frequente. Nessas condições, nos períodos quentes, sazonais e diários, o projeto da edificação deverá sempre considerar elementos de controle de radiação solar direta".

A ventilação é outro fator que pode ser mais aproveitado nesse tipo de arquitetura, pois promove a renovação do ar, refresca o local e ajuda a remover a umidade. Além disso, em ambiente bem planejado, considerando a direção dos ventos, a circulação de ar pode dispensar ou reduzir o uso de resfriamento artificial, que consome energia elétrica.

Esse tipo de iluminação também favorece a saúde física e mental: quem não sente prazer ao estar em ambiente iluminado por janelas que permitem a luz do sol? 

Costa Silva, que, além de professor da UFRGS, presta consultoria em arquitetura bioclimática, concedeu uma pequena entrevista ao Sustentabilidade Allianz.

A carta bioclimática foi criada a partir de estudos dos efeitos do clima sobre o homem. Ela pode ser considerada indispensável aos profissionais que desejam implantar projetos bioclimáticos?
Trata-se de uma ferramenta que pode ser utilizada para projetos bioclimáticos. Uma ferramenta didática que permite ao projetista fazer especulações sobre estratégias em diversas escalas de desenho, a partir de dados muito elementares, como temperaturas médias mensais, até um apurado detalhamento de elementos construtivos, como temperaturas horárias, anuais ou por períodos.

A carta bioclimática não resolve problemas de adaptação entre o clima e o homem, ela sensibiliza o projetista quanto aos critérios de projeto para a determinação de estratégias para um clima específico e seus efeitos para o conforto e a habitabilidade nos ambientes construídos.



Você acredita ser possível adaptar as edificações aos princípios da arquitetura bioclimática em capitais brasileiras?
Arquitetura bioclimática é a maneira de pensar a construção e o planejamento do espaço habitável, portanto aplicável às diversas etapas ao longo do processo, do projeto e da construção. Para as edificações existentes, as estratégias bioclimáticas são condicionadas às pré-existências que, de certa maneira, limitam os potenciais benefícios de um pensamento bioclimático. Em qualquer circunstância, pensar “bioclimaticamente” parece ser um dever técnico e uma responsabilidade de quem constrói o ambiente e, em qualquer situação, mais ou menos benefícios sempre serão aspectos de um pensamento responsável, isso em qualquer região climática, no Brasil ou em outras partes do globo. Os climas são variáveis de acordo com a região, por isso as estratégias variam, mas a condição de habitabilidade e de conforto higrotérmico, visual e acústico é para o ser humano, e as faixas de aceitação do homem são bastante limitadas. Dessa forma, o clima muda, mas a aceitação ao ambiente é reduzida, pois o homem é muito sensível e exigente em relação a sua sobrevivência.

Em sua opinião, qual é a maior dificuldade encontrada em um projeto bioclimático?
A maior dificuldade de um projeto bioclimático é a falta de criatividade e conhecimento técnico. Todos os espaços habitáveis pelo homem, pelo menos em tese, são cheios de ar, necessitam luz para que aí sejam realizadas diversas atividades visuais e são ocupados por seres humanos. Pensando dessa maneira, é natural que se explorem perceptivamente o potencial prazeroso que um espaço pode oferecer pelo condicionamento natural do ar “fresco para a respiração", para o descanso da atividade visual em níveis de iluminamento adequados e para as necessárias trocas de calor entre o corpo humano e o ambiente de forma a evitar o “estresse” térmico, tanto pelo calor quanto pelo frio. Isso é tão elementar que somente a falta de criatividade ou o desconhecimento técnico podem impedir que todos os espaços planejados e projetados para o homem ofereçam o máximo desse conforto sem remeter a soluções com sofisticações tecnológicas para o atendimento dessas necessidades humanas básicas. Além disso, essas sofisticações são dependentes de altos recursos energéticos. É óbvio que alguns espaços necessitam desses recursos energéticos, dadas as sua especificidades. Um centro cirúrgico, por questões elementares, deve ser uma cápsula altamente condicionada, pois aí o controle sobre o meio deve ser total. Por outro lado, o uso de iluminação artificial para edifícios de comércio, durante o dia, onde é possível o uso da luz natural (shoppings, por exemplo), é total descenso, tanto para o conforto quanto para o uso racional da energia, principalmente elétrica, no Brasil ou em qualquer outro clima ou cultura.
Fonte: Allianz

23 de jan de 2015

Brasileiro desenvolve sistema natural para tratamento de esgoto


Um dos grandes problemas de áreas rurais por todo o país é a falta de acesso a sistemas de tratamento de esgoto. Em consequência disso, muitas comunidades acabam despejando dejetos sem tratamento em áreas de mananciais. Diante desta dificuldade, o engenheiro ambiental Jonas Rodrigo dos Santos desenvolveu um sistema natural, que retira a maior parte das impurezas e evita a contaminação da água.

A experiência foi feita em Capanema, na área rural do Paraná, e o sistema foi tão bem sucedido que recebeu destaque em um dos concursos realizados pela Agência Nacional de Águas (ANA). A situação do local é semelhante à de muitas regiões brasileiras que não estão conectadas às redes de distribuição de água e não possuem qualquer estrutura para o saneamento básico.

Antes da instalação do sistema, todos os esgotos e dejetos produzidos na propriedade do sr. Denilson José dos Santos eram despejados em uma fossa negra sem qualquer tratamento. De acordo com o engenheiro responsável pelo projeto, o reservatório não possuía isolamento ou contenção. Em consequência, os resíduos contaminavam o solo, os recursos hídricos e ainda colaboravam para o desenvolvimento de vetores.

Com a instalação da pequena central de tratamento, os dejetos humanos e de 12 suínos pertencentes à propriedade passaram a ser tratados. O sistema conta com cinco fases de limpeza: fossa séptica e tanque de zona de raízes, que é dividido em filtro de pedras grossas, filtro de pedra brita, filtro de pedrisco e carvão ativado. Para potencializar ainda mais o processo, foram utilizadas plantas para a purificação, como bananeiras e taiobas.

Os resultados obtidos foram satisfatórios. Após passar pelo processo de limpeza, a água residual alcançou um nível alto de qualidade. Ao chegar no sistema o efluente possuía 8.381 miligramas de material sólido por litro. Ao final do tratamento eram apenas 170 miligramas por litro. A quantidade de fósforo, amônia e coliformes termotolerantes também foram mínimas.

Foto: Arquivo pessoal/Jonas Rodrigo dos Santos

Conforme apresentado pelo engenheiro, a capacidade de purificação obtida pelo sistema foi altamente eficiente. Após passar pelo processo, o engenheiro garante que o efluente final pode ser liberado em rios, córregos ou lagos, sem causar contaminação, pois as suas qualidades são muito semelhantes a das águas dos mananciais. Outro diferencial do sistema é a sua aparência. Semelhante a um jardim, ele pode facilmente ser integrado à paisagem local.

O engenheiro responsável pelo projeto está disponível para dar mais informações sobre o sistema através do e-mail: jr.eng.ambiental@hotmail.com

Por Thaís Teisen – Via: CicloVivo

15 de jan de 2015

Ciclistas de Roma decidem solucionar por sua própria conta a falta de ciclovias


Uma equipe de pesquisadores coreanos do Instituto de Pesquisa de Tecnologia Química e Universidade de Sungkyunkwan desenvolveu o modelo de célula fotovoltaica mais eficiente que existe. A criação se baseia no uso de materiais diferentes dos tradicionais.

Conforme publicado na revista científica Phys.org, a base para a nova fórmula é a mistura de perovskita, materiais com a mesma estrutura de óxido de titânio e cálcio. Essa novidade permitiu aos cientistas alcançarem uma boa potência, a partir de materiais de baixo custo e por um processo simples.

A busca por células solares mais baratas e eficientes é uma constante. Ao longo da última década os preços desses equipamentos foram reduzidos significativamente. No entanto, ainda não é barato o suficiente para que todas as pessoas tenham acesso a estruturas deste tipo para o uso residencial e, até mesmo, comercial.

Mesmo com todo o esforço científico, o melhor percentual de eficiência já atingido havia sido 3,8%, em 2009. Esse número demonstra a importância da descoberta dos coreanos, já que o modelo criado por eles alcançou eficiência de 17,9%.

A equipe atingiu este resultado misturando brometo de chumbo metilamio com formamidínio. Além de usar materiais baratos, os pesquisadores informaram que neste processo, as células podem ser produzidas em um processo de impressão, o que baratearia toda a produção.

Mesmo com resultados tão positivos, ainda existem restrições ao sistema. A primeira delas é em relação à durabilidade do material. Os componentes utilizados são solúveis em água, um problema para equipamentos que estão expostos ao sol e chuva constantemente. Além disso, os pesquisadores ainda precisam testar a eficiência em áreas maiores, já que as experiências foram feitas em células de 0,1 centímetro quadrado.

Fonte: CicloVivo

13 de jan de 2015

Como Construir um Coletor de Água de Chuva


Junto com o aumento da população, cada vez mais, se incrementa o uso da água potável no mundo todo. Coletar água de chuva é um processo simples que preserva o líquido que nós consumimos. O processo envolve simplesmente armazenar a água da chuva que cai, dentro de tanques para quando necessário poder usá-la.

A água da chuva é imprópria para consumo humano. Em contrapartida, ela pode ser usada para tarefas que não exigem água potável, e que nós a desperdiçamos, como regar plantas ou lavar o chão. Com os sistemas mais complexos, você ainda pode usar na descarga do banheiro.


1. Primeiramente reúna o material necessário
Consiga um Barril. Você também pode comprá-lo, mas será mehor conseguir um usado. Assim, 

Assim, você economiza o custo do mesmo. Algumas empresas usam para armazenar alimentos ou outros produtos, e talvez possam te dar um que eles estejam para descartar. Você também pode usar uma grande lata de lixo. Em qualquer caso, certifique-se que ele possa armazenar de 100 a 200 litros de água.


Se você decidir começar com um barril usado, certifique-se que não tenha sido usado para armazenar petróleo, pesticidas ou qualquer outra substância tóxica, já que você não vai conseguir remover os produtos químicos. Assim, o barril seria perigoso para a sua saúde.

Se você pretende captar muita água, consiga dois ou três barris. Você pode conectá-los uns com os outros, formando um sistema. Então, você vai conseguir ter muitos litros de água.

Você poderá obter o restante dos materiais necessários para fabricar o sistema de coleta em lojas de ferragens ou jardinagem.


Você vai Necessitar de:

1 chave para mangueira padrão com rosca 2,5 centímetros para tubos de 1,8 centímetros (assim você poderá tirar a água do barril)
1 junta de1.8 cm x 1,8 cm
1 bucha de 1,8 cm x 1,8 cm
1 tubo de rosca de 1,8 cm com adaptador para mangueira de 2,5 cm
1 locknut de 1,8 cm
4 arandelas de metal
1 rolo de fita de teflon
1 tubo de silicone selante
Um cotovelo calha em forma de "S" (para a passagem da calha de água para o tambor de chuva)
1 tela de aluminio (para evitar que as folhas, insetos e outros detritos caiam na água)
4-6 blocos de cimento
2. Construir uma plataforma base para os barris
Alise a área ao lado da calha, onde o tubo de metal ou de plástico que vai das calhas até o chão. Você precisará redirecionar a calha para o seu barril, então você terá que preparar uma plataforma em uma área próxima do local onde a água vai desembocar.
Em primeiro lugar, elimine as pedras ou detritos que se encontrem no local. Se o piso não for plano, pegue uma pá e coloque terra suficiente para aplanar o espaço que vai ocupar os barris.
Se a sua canaleta de água desemboca numa superfície de cimento, como a calçada ou entrada de garagem com uma inclinação, construa uma superfície plana com madeira compensada na superfície menos elevada até que iguale e fique plana.
Se você tiver mais de uma calha pluvial em sua casa, escolhe a que é mais próxima do jardim para que você não tenha que mover tanta água quando for utilizá-la.


Formar uma camada de cascalho para obter uma melhor drenagem em torno dos barris de chuva. Além disso, isso vai ajudar a manter a água longe da fundação da sua casa. Primeiro, você deve cavar um retângulo 13 cm de profundidade na área que aplainou para colocar os barris. Em seguida, encha com 1,2 cm de cascalho.

Ignore este passo se a sua canaleta leva a uma superfície de concreto.


Blocos de tijolos de concreto empilhados em cima do cascalho. Coloque-os lado a lado para criar uma plataforma elevada para os seus barris. A mesma deve ser suficientemente larga e suficientemente longo para que todos fiquem numa mesma altura. Além disso, devem ficar numa área plana para que não se inclinem, nem virem.

3. Adicione a Torneira

Perfurar um buraco para ser colocado a torneira, em um dos lados do barril. Faça isso em um local com uma altura que deixe espaço suficiente para colocar em baixo um balde ou uma garrafa.

O tamanho da bitola padrão dessas torneiras é de 1,8 cm. Faça um buraco deste tamanho para que encaixe bem. Se você tem uma torneira com outras medidas, faça um furo de acordo com a bitola de sua torneira.


Colocar selante na borda do buraco, tanto na parte interna quanto externa do barril.

Colocar a torneira unindo-a a junta. Utilize a fita teflon para envolver a rosca da torneira. Assim, conseguirá um melhor selamento e evitará que vaze água.

Coloque uma arandela na rosca do tubo pela parte frontal do barril, e outra pela parte de dentro. Coloque uma bucha para que fixe a chave em seu lugar. Se sua chave for diferente, segue as indicações da mesma para colocá-la. 


Adicione uma válvula de escape. Fazer outro furo a poucos centímetros do topo do barril. O mesmo deve ser 1,8 cm ou do mesmo tamanho que o primeiro buraco que você fez.

Passe selante sobre o buraco de vedação, tanto em seu interior quanto no exterior do tubo. 

Coloque uma arruela no adaptador da mangueira e coloque-a dentro do buraco pelo lado de fora. Ponha outra arruela na rosca pela parte de dentro, e passe um pouco de fita teflon. Coloque então uma porca para ajustar tudo. Você também pode colocar uma mangueira diretamente conectada à torneira.

Se você quiser adicionar outro barril, você vai ter que fazer um terceiro buraco no primeiro terço do barril, conforme foto ao final desse artigo. Fazer na mesma altura que o ladrão, mas vários centímetros para o lado. Em seguida, fazer uma abertura de 1,8 cm no segundo tambor na mesma altura que a primeira. Coloque um tubo conectando os dois barris através de uma mangueira, como descrito acima. Repita essas etapas para cada barril que você deseja incluir., 

4. Monte o sistema de captação de água

Conecte o joelho até a calha. Decida como colocar o barril na plataforma anteriormente construída. Eles devem estar perto o suficiente para que você pode conectá-lo ao joelho.

Faça uma marca na calha 2,5 cm abaixo da altura do cilindro ou barril. Você vai ter que unir a calha ao joelho para que a água chegue ao barril. Corte a calha com um serrote. Prenda-a com parafusos e certifique-se que estejam bem apertados.

Enquanto você estiver medindo e ajustando o joelho à calha, certifique-se de que a borda do joelho desemboque dentro do barril para não derramar água. Não é suficiente que fique acima do barril. 


Conecte o barril ao joelho. Se o barril tiver uma tampa, utilizar um serrote para fazer um buraco nessa tampa, do tamanho suficiente para que a borda do joelho encaixe nesse buraco. Se sua calha for fechada, faça um buraco na mesma, e cubra a área em torno do orifício com uma tela de metal.


Coloque um filtro em cima da calha para evitar que folhas e outros detritos causem entupimento no sistema coleta de água.


Una os barris adicionais. Se você tiver mais barris colocá-los na plataforma, e conectar as partes através de uma mangueira entre as válvulas.


Em um Apartamento

Se você morar em apartamento, não vai ter muito espaço para colocar barris, mas isto não significa que não possa coletar água pluvial.

Simplesmente, coloque alguns recipientes no peitoril de uma janela que receba água da chuva. Se não tiver esse lugar, provavelmente conseguirá fazê-lo em uma varanda.


Você pode reutilizar copos de plástico ou de vidro, que você iria jogar fora. SOmente assegure-se de limpá-los muito bem antes de usá-los. Será importante também, que eles tenham tampa, já que a água parada poderá se encher de mosquitos; Nas regiões com dengue, isto será especialmente importante. Assim que os recipientes estiverem cheios, você deverá tampá-los.

Fonte: La Bio Guia

12 de jan de 2015

Em 40 dias, estação de coleta recebe 1,5t de lixo reciclável em Curitiba


Quarenta dias após ser inaugurada, a primeira Estação de Sustentabilidade de Curitiba, localizada na Regional Boa Vista, coletou 1.502 quilos de lixo reciclável. O equipamento é um local preparado para entrega voluntária de resíduos por moradores da região. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente pretende, nos próximos anos, implantar pelo menos uma estação em cada um dos 75 bairros de Curitiba.

O novo modelo visa envolver os cidadãos na gestão dos resíduos sólidos, aperfeiçoar a coleta seletiva e criar mais um mecanismo de inclusão social, ao delegar a administração dos resíduos para associações de catadores.

A estação da Boa Vista recebe 12 tipos de materiais recicláveis, como vidro incolor e colorido, papel branco, papelão, papel colorido, embalagem longa vida, plásticos, rótulos, tampas e garrafas pet, além de latas de alumínio e outros metais. Antes de serem depositados nos locais apropriados, os materiais devem ser limpos e separados por tipo.

Desde o final de novembro, dos 1,5 mil quilos coletados, 70% referem-se a vidro, 18% a papel, 9% a plástico e 3% a metal. A Estação de Sustentabilidade é monitorada por fiscais da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e as quantidades são auferidas na saída do próprio local.


A unidade, localizada na esquina das ruas Flavio Dallegrave e Jovino do Rosário, permanece aberta 24 horas e os moradores do entorno podem realizar o descarte quando for conveniente, não precisando mais esperar pela coleta seletiva domiciliar. O objetivo é criar mais um mecanismo para evitar o descarte irregular de resíduos e os consequentes problemas ambientais e sanitários.

No final de 2014, técnicos devidamente identificados fizeram um trabalho personalizado, passando de casa em casa da região, distribuindo uma cartilha com orientações para o correto descarte dos materiais. Tanto os catadores como técnicos da Administração Regional Boa Vista passaram por capacitações para operar a estação e orientar a população da área de abrangência.


8 de jan de 2015

Mini Moradias Ecológicas

Por que complicar as coisas, se nossa vida pode ser simplificada?

A empresa Canadense Sustain Design Studio é especializada em fazer mini casas sustentáveis, que podem ser até carregadas para outros lugares ou receber mais cômodos caso a família cresça. São módulos de moradia, alguns feitos com conteiners. Os módulos são sustentáveis pois possuem brises, paredes isolantes e telhado verde para conforto térmico, possuem sistema de tratamento de esgoto, espaço para pequena horta e compostagem e uso de materiais atóxicos nos acabamentos:



Tudo o que você precisa para uma casa está neste modelo de casa conteiner da Port-a-Bach:




Conheça também a pequena Eco Shed:




De Ric Frankland, a mini eco casa chamada Dwelle:


Fonte: Ecodhome




Brasileiros criam eletrodoméstico para o plantio de hortas em locais fechados


Você já imaginou ter uma horta altamente tecnológica? Pode parecer estranho, mas esta é a melhor definição para o Plantário. Criado por três engenheiros brasileiros, o sistema é uma espécie de eletrodoméstico que recria o ambiente natural e permite a produção de vegetais orgânicos dentro de qualquer residência.

O sistema é totalmente automático. Para chegar ao modelo ideal, os amigos Bernardo Mattioda, George Haeffner e Thomas Kollman investiram horas de trabalho e pesquisa, além de R$ 500 mil. A ideia surgiu ainda na faculdade e hoje eles trabalham exclusivamente neste produto.

O Plantário possui pequenas dimensões. São 45 cm de largura, 49 cm de profundidade e 73 cm de altura. Por seu tamanho, ele pode ser instalado até mesmo em residências pequenas. Considerado um eletrodoméstico, ele possui sistemas de iluminação, irrigação e ventilação.


Ventiladores silenciosos mantêm o ar interno sempre fresco, ao mesmo tempo em que as lâmpadas de LED garantem a iluminação e bombas com sensores liberam apenas a quantidade de água necessária para o crescimento ideal dos alimentos cultivados.


Em cada um dos equipamentos é possível cultivar até nove espécies, cada uma em um vaso individual. O único esforço necessário é com a escolha dos alimentos e a colocação das sementes, já que os recipientes vêm com o substrato orgânico pronto. Depois disso, o usuário precisa apenas conectá-lo à rede elétrica e todo o restante será feito automaticamente.

O produto está à venda em uma loja física em Porto Alegre, mas também é comercializado pelo site da empresa. Clique aqui e saiba mais.

Fonte: CicloVivo

Fazenda de algas é instalada em viaduto para remover CO2

Projeto de empresa de design na Suíça utiliza fazenda de algas instalada em viaduto para remover gases do efeito estufa da atmosfera


Grande parte da poluição das grandes cidades é proveniente das emissões de veículos automotores. Uma empresa de design meio francesa e meio holandesa, a Collective Cloud, teve uma ideia simples e elegante para tentar amenizar esses danos. Ela criou uma fazenda de algas suspensa sobre um viaduto em Genebra, na Suíça.

Parece simples não? Carros emitem CO2. As algas absorvem o CO2 e o convertem em oxigênio.


Claro que um viaduto é o último lugar em que se espera ver uma fazenda de algas (ou até mesmo qualquer tipo de fazenda, quem é o louco que teve essa ideia?). Porém, as algas, assim como as plantas, geram energia da fotossíntese utilizando a luz do sol e dióxido de carbono, enquanto produzem oxigênio.


Como o CO2 é um poluente produzido pelos motores dos carros, um viaduto movimentado se torna um lugar perfeito para a instalação de uma fazenda de algas urbana. Ela é instalada sobre a rodovia e consiste em um sistema fechado de tubos transparentes preenchidos com algas. Além disso, os tubos são ligados a equipamentos secundários, como filtros, bombas e painéis solares, que provêm energia ao sistema.


Utilizando o CO2 (que é abundante nesse ambiente) e a radiação solar, as algas crescem dentro dos tubos, podendo ser usadas para diferentes aplicações. De acordo com a Cloud Colletive, algumas delas incluem a fabricação de biodiesel, de medicamentos, de cosméticos e até mesmo de comida.

Neste momento, a fazenda de algas é apenas uma prova de um conceito, feita como parte do festival de jardim de Genebra, chamado Villes et Champs, que foca na coabitação da cidade com a natureza em contexto com a expansão urbana de Genebra. Porém, essa experiência demonstra como esse sistema pode se tornar prático se for instalado em locais similares.


Confira abaixo o vídeo do projeto (em inglês):

Fonte: Ecycle 

5 de jan de 2015

Arquiteto constrói casa contemporânea reutilizando materiais


O arquiteto norte-americano David Bakers construiu uma casa usando materiais reaproveitados. Toda a estrutura foi pensada com o intuito de explorar formas avançadas de design sustentável, isso lhe rendeu o selo LEED Platina para residências.


A casa foi apelidada de Zero Cottage e construída em São Francisco, EUA. Além da certificação pela construção, Bakers espera que a residência também receba o selo que a qualifique como sendo passiva energeticamente. Pelo exterior já é possível perceber que esta é uma edificação bastante diferente dos padrões tradicionais.


As fachadas são decoradas com placas de metal reaproveitadas. Por serem velhas, muitas delas possuem diferentes cores e textura. Para o arquiteto, este é um toque especial, pois elas fazem barulho com o vento e ele considera este pequeno ruído encantador.


O telhado da Zero Cottage é destinado à jardinagem. O modelo escolhido por Baker é um conjunto de vasos feitos a partir de pneus de motocicletas reaproveitados. Também existe um espaço livre e o restante da área abriga placas solares, que auxiliam na produção energética da casa.


A construção combina o isolamento de espumas com janelas de vidro triplo. Além disso, existe um sistema de recuperação de calor pela ventilação, que elimina a necessidade dos sistemas tradicionais. Nos dias quentes o isolamento reduz a absorção de calor, mantendo o ambiente interno agradável.


A casa ainda conta com iluminação de LED, que é altamente eficiente, e foi estruturada para aproveitar a água das chuvas. Os pisos de madeira e boa parte da mobília utilizada na residência foram reaproveitados e tratados com óleo de linhaça, sem a utilização de compostos orgânicos voláteis.


Fonte: CicloVivo

3 de jan de 2015

MODELO DE SUSTENTABILIDADE NA ARQUITETURA: REAL GOODS SOLAR LIVING CENTER

O trabalho do arquiteto Sim Van Der Ryn é notável na área da sustentabilidade. Segundo seu portifólio, ele segue o princípio do Design for Life, ou seja, “desenho para a vida“, projetos feitos para valorizar a vida, inspirados na natureza, nos seus processos e ciclos e formas.

O projeto Real Goods Solar Living Center é um dos maiores modelos de sustentabilidade aplicada à arquitetura. Está localizado na Califórnia, EUA e foi projetado em 1996. Seus princípios de arquitetura sustentável são:

- projeto bioclimático;

- paisagismo sustentável com criação de espécies orgânicas;

- autonomia de energia;

- uso de água de chuva;

- materiais de baixo impacto, como a terra estabilizada (paredes em taipa).

A forma do complexo construído partiu do formato da espiral áurea, que é uma espiral logarítmica com um valor específico para o fator de crescimento. Este padrão é muito encontrado na natureza e para muitos estudiosos, é uma proporção pela qual identificamos a harmonia das formas. Os edifícios ao redor são escalonados e permitem que a luz e o calor do sol entre em cada ambiente de acordo com a necessidade de cada estação do ano.


A arquitetura bioclimática dos edifícios faz uso de luz natural com proteção através de brises:


No centro deste complexo está um espelho de água em espiral que serve para melhorar a umidade do ar e criar um elemento natural harmonico no centro.



O uso e efeito da luz natural nos ambientes tem grande importância nos espaços e são tratados de forma especial pelo benefício que trazem para os usuários. Um exemplo disso é a iluminação natural da loja, que vende produtos naturais feitos no local, as aberturas superiores é suficiente para iluminar o ambiente e no meio da loja prismas criam um arco iris no chão pela incidência da luz solar.


As unidades habitacionais são criadas dentro do mesmo princípio, com formas orgânicas e paredes feitas em taipa. cada unidade tem sua produção própria de alimento:


O complexo é auto suficiente em energia, há fontes de energia alternativas em todos os espaços:


Fonte: Ecodhome