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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

30 de abr de 2014

Como aproveitar o espaço sob as escadas com um jardim


Realçar o cantinho debaixo da escada com vasos ou com um pequeno jardim é uma excelente opção para quem deseja valorizar esse espaço e torná-lo mais sofisticado, para apreciação das visitas e para aumentar o bem-estar dos moradores. Especializada em Feng Shui e jardinagem orgânica, a paisagista Marizeth Estrela faz algumas recomendações para quem quer dar forma a essa ideia e acomodar um pequeno jardim sob as escadas.

O principal alerta está relacionado com a escolha das espécies a serem plantadas. As opções incluem pequenos arbustos, folhagens, trepadeiras, flores. “Deslocar vasos de outras áreas para esses cantinhos também é possível. O cuidado está apenas em considerar plantas de acordo com a luminosidade do espaço. A mudança brusca do tempo de exposição ao sol poderia causar dano à planta”, afirma a paisagista.

Entre as espécies que se adaptam bem a pouca luminosidade estão as dracenas, o pacova, as bromélias, zamioculcas, trevo-da-sorte, espada-cilíndrica, lírios-da-paz, palmeira Chamaedorea. “Os vasos permitem brincar com tamanhos, formas e cores, trazendo harmonia ao ambiente. Investir um pouco em iluminação indireta também irá diferenciar o ambiente e trazer conforto visual quando anoitecer.” Essa opção também permite acabamento com seixos, pedriscos brancos, entre outros materiais para finalização.

A opção de acomodar um jardim sob a escada, por sua vez, requer mais atenção. Nesse caso, será preciso construir um canteiro. O material - granito, mármore, cimento - pode ser escolhido de acordo com o gosto ou estilo do morador. “Essa opção exige um dreno para escoar a água da irrigação. Quem puder investir um pouco mais pode planejar um sistema de irrigação automático com timer. A iluminação pode ser com lâmpadas de led”, indica Marizeth. Segundo ela, é preciso tomar cuidado para não colocar lâmpadas que possam queimar as plantas. “As lâmpadas precisam ser específicas para iluminação de plantas.”

Para o plantio direto no canteiro, é preciso tomar o cuidado de cobrir completamente as raízes das plantas, não as deixando expostas.


Marizeth dá duas dicas de projetos. Em um deles, a paisagista prioriza o uso de vasos mais baixos, encobertos por pedriscos, luminárias e um trevo da sorte. Os vasos, em tom cobre, com pontos dourados na cor ouro, reluzem com a incidência de luz. Para o piso branco é usada uma manta bidin antes da colocação das pedras.

No outro, a paisagista usa a dinâmica para melhorar o Chi (energia) de entrada. São utilizadas plantas com folhagens vistosas, muitos cristais e madeira cajarana. As espécies que compõem o jardim sob as escadas são as ciclantus, o pacova e os lírios da paz.

A escada simbolizaria uma ligação entre dois níveis - a transição de um lugar para outro -, por isso um projeto para acomodar um jardim sob as escadas, segundo Marizeth, precisa levar em conta a energia de influência dos ambientes da casa. “O espaço requer atenção especial no processo de harmonização, por conduzir as pessoas a outro nível”. O jardim estabilizaria essa energia necessária sob as escadas transmitindo segurança aos moradores.


Fonte: Ciclo Vivo

Telhado do prédio da Gazeta vira oásis natural em meio à Av. Paulista


A vegetação nativa de São Paulo volta a ter espaço na Avenida Paulista. O local escolhido para dar um tom verde em meio ao concreto da região foi o topo do tradicional prédio da Gazeta, que recebeu um enorme telhado orgânico. Se antes o edifício era famoso pela importância arquitetônica e cultural, agora ele ganha também extremo valor ambiental.

Através da ação Árvores da Cidade, idealizada pelo ambientalista e mestre em botânica, Ricardo Cardim, a região da Paulista ganhou uma área de 700 metros quadrados preenchidos com vegetação nativa. A opção é uma forma eficiente de aproveitar espaços urbanos e resgatar espécies da fauna e flora que estão ameaçadas de extinção.

Em entrevista ao CicloVivo, Cardim explicou que a cidade de São Paulo já foi repleta de vegetação nativa. Porém, com o passar do tempo, a cidade se tornou mais populosa, vieram novas construções e boa parte das espécies originais foi substituída por plantas estrangeiras. Essa mudança gera um extermínio em massa, não só no que se refere à flora, mas também à fauna, que é diretamente afetada. Um exemplo disso é a baixa incidência de cigarras na cidade, como explica o especialista.

Como é praticamente impossível destruir os prédios para criar jardins em São Paulo, uma das saídas é aproveitar espaços inutilizados, como os telhados. O mestre em botânica garante que ao criar telhados verdes com plantas endêmicas é possível disseminar a vegetação original por toda a área ao seu redor. “A missão é resgatar a biodiversidade nativa, que eu acredito ser a maior riqueza do planeta”, informa Cardim.

Foto: Divulgação

A técnica utilizada no jardim suspenso do prédio da Gazeta é japonesa e, conhecida como Sky Garden. Trata-se de uma espécie de manta natural que permite o plantio sobre qualquer superfície. O sistema é totalmente orgânico e livre de materiais tóxicos, como o petróleo.

O maior diferencial e, ao mesmo tempo, benefício deste projeto é a utilização de vegetação endêmica. Cada uma das plantas foi pensada a partir de extenso trabalho de pesquisa. Assim, foi possível recriar um pedaço do que era a região da Avenida Paulista há mais de cem anos. O jardim conta com 130 tipos de árvores, que chegarão a até quatro metros de altura. Além disso, existe uma área reservada para flores e árvores frutíferas, que com o tempo devem atrair animais, como pássaros e borboletas.

Foto: Divulgação

Espécies da Mata Atlântica foram utilizadas, mas o ponto mais importante para Cardim é a área de 40 metros quadrados destinados à vegetação do Cerrado. Espécies como o Língua de Tucano, Araçá do Campo, Capim Barba de Bode, Pau Santo, Capim Rabo de Burro, que estão perigosamente ameaçadas de extinção, foram usadas no projeto.

Além de ser um refúgio ambiental, o uso dessas espécies permite economia financeira. O especialista informa que o de Sky Garden utiliza até 60% menos água no sistema de irrigação e consegue reduzir em até 18ºC a temperatura da laje, aumentando o conforto térmico no jardim e também no prédio. Pelo tipo de espécies usadas, a manutenção também é muito menor do que em um jardim com plantas exóticas.

Foto: Divulgação

Apesar de ter sido aplicado no topo do prédio da Gazeta na Av. Paulista, o jardim suspenso precisa de cuidados semelhantes ao de jardins tradicionais e pode ser replicado para qualquer local, desde que sejam usadas plantas nativas da região a ser instalado.

Por Thaís Teisen – Via: CicloVivo

29 de abr de 2014

8 incríveis projetos verdes futuristas para melhorar as cidades

Pensando em resolver dois problemas comuns aos grandes centros urbanos – a poluição e a falta de áreas verdes - arquitetos e designers propõem soluções criativas para recuperar o meio ambiente.

Urban aviary, um santuário para aves em NY 

Você sabia que uma das maiores causas de morte de pássaros nas grandes cidades são os arranha-céus envidraçados? As aves simplesmente não conseguem distinguir o que é reflexo do que é real e por isso vira e mexe colidem contra edifícios envidraçados, morrendo na queda livre. Pensando em melhorar as condições de vida desses animais nos centros urbanos e também em tornar os prédios mais eco-amigáveis, o "Stone Design", um escritório de arquitectura em Nova York projectou o "UrbanAviary ". A estrutura idealizada para ocupar o Central Park tem como propósito servir de abrigo e habitat seguro para as aves em uma das cidades mais populosas dos Estados Unidos.
No Urban Aviary, os pássaros poderão construir ninhos entre os pisos vegetados. A ideia é reproduzir no interior um mini-ecossistema florestal, onde as criaturas voadoras possam obter comida, água e tranquilidade.

Algae Green Loop produz bicombustível

O retrofit verde já virou uma tendência mundial. Nem o famoso complexo de edifícios em formato de espiga de milho Marina City, localizado às margens do Lago Michigan, em Chicago, escapam da modernização com técnicas ecológicas. Um projecto recente idealizado pelo estúdio Influx propõe um mix de soluções eco-amigáveis, que incluem uma cobertura de algas na fachada, para produção de biocombustível que abasteceria os veículos dos moradores e um sistema biorreator interno, capaz de produzir energia a partir dos resíduos gerados pelo edifício.Além disso, o prédio contaria com painéis solares e geradores eólicos. A electricidade produzida seria usada para abastecer o edifício e o excesso seria vendido para a rede eléctrica.

Tour Vegetale de Nantes tem árvores na fachada 

Cultivar jardins ou vasos de planta no espaço limitado de um apartamento nem sempre é fácil. E que tal morar em um edifício que tem a natureza como principal atracção? Foi pensando nisso que o arquitecto francês Edouard François,conhecido por incorporar a vegetação à arquitectura, projectou o Tour de Nantes Vegetale. Em formato orgânico, o edifício tem a fachada tomada por plantas de espécies adaptadas para crescer em rochas. O projecto idealizado para cidade de Nantes prevê que a vegetação cresça dentro de tubos de aço inoxidável instalados nas varandas dos apartamentos. A ideia por trás do visual é que, visto de longe, o prédio se assemelhe a uma montanha de verde espectacular encravada no meio da cidade. Não só isso, claro. O revestimento de árvores contribui para deixar o clima do ambiente interno sempre agradável. Além da função residencial, o edifício de uso misto também vai abrigar escritórios empresariais e um mini shopping.

Jardim em forma de barco pode filtrar água do mar 

O Physalia é outro projecto criativo que busca melhorar o meio ambiente nas cidades. Criado pelo escritório de arquitectura Vicent Callebaut, essa espécie de embarcação ecológica é um jardim autos-suficiente capaz de navegar com emissão zero e, ainda, ajudar a purificar as águas do mar. A característica de filtro d´água se deve à sua estrutura de aço coberta por alumínio de dióxido de titânio, que reage com os raios ultravioletas, criando um efeito foto-catalisador, que purifica a água poluída por rejeitos químicos industriais e de embarcações. No tecto, a Physalia possui painéis fotovoltaicos e, no casco, traz hidro-turbinas que geram energia com o fluxo fluvial. Com isso, a embarcação é capaz de produzir mais energia do que necessita para se locomover. Com nome e design inspirados em uma espécie marítima - a caravela-portuguesa “Physalia Physalis” -, a embarcação também tem fins turísticos, podendo navegar entre os principais rios da Europa, como o Danúbio, Reno e Volga.

Beirut Wonder Forest: o jardim suspenso do Líbano 

Pensando num visual mais ecológico e capaz de renovar o ar da capital libanesa, o escritório de arquitectura Studio Invisible projectou um gigante jardim suspenso, que prevê a simples instalação de árvores no topo de todos os edifícios da cidade. Cada árvore ficaria presa por fios de aço que impediriam acidentes durante fortes ventanias. Segundo os arquitetos, espécies de pequeno porte, como a amoreira-branca e a oliveira, se adaptariam bem ao clima mediterrâneo. O Wonder Forest melhoraria os níveis de oxigênio, gerando um ambiente mais saudável. Além disso, a camada de árvores forneceria sombra e, consequentemente, amenizaria o clima, cada vez mais quente e árido, que por sua vez levaria a um menor nível de consumo de energia nos prédios. Mais, dependendo da escolha de árvores e plantas, estes jardins poderiam evoluir para um tipo de agricultura urbana, gerando uma produção pequena, mas valiosa.

Bionic Arch: uma joia verde em Taiwan 

Preocupada em reduzir suas emissões, a cidade de Taichung em Taiwan lançou no ano passado um concurso de projetos de arquitetura para ocupar uma área antes ocupada pelo aeroporto local, que mudou de endereço. O vencedor da competição foi ninguém menos do que o visionário arquiteto belga Vincent Callebaut, que projetou uma imensa torre verde que não só combina como supera os principais indicadores de um edifício ecológico. Chamada de Bionich Arc, a torre orçada em 85 milhões de reais terá emissão zero de carbono. Com jardins suspensos integrados em toda sua fachada, a torre de 119 m vai produzir sua própria energia a partir de fontes alternativas, como solar e eólica.

Sea Tree: a árvore marinha anti-poluição 

Preocupado com a falta de espaço para a fauna e flora, o arquiteto alemão Koen Olthuis bolou uma solução curiosa: o edifício "Sea Tree". Trata-se de uma estrutura de 30 metros de altura projectada para cidades próximas ao mar ou rios, como Londres e Nova York, e capaz de reproduzir todo o ecossistema de uma árvore, servindo de abrigo para os bichos. Por ser dividida em camadas, a estrutura flutuante poderia hospedar vários tipos de animais, incluindo os que vivem no mar. A ideia é que árvore do mar seja construída a partir de tecnologias offshore bastante semelhantes ao das plataformas de petróleo em mar aberto e que as companhias petrolíferas façam doações de “Sea Tree” para as cidades onde actuam. 

Piscina flutuante pode despoluir rio em Praga 

Durante anos, o Vltava, maior rio da República Checa, que atravessa a capital Praga, sofreu com a poluição. Hoje, são cada vez maiores os esforços para recuperá-lo.Os arquitetos Adrea Kubná e Ondrej Lipensky projetaram até uma piscina flutuante para despoluir as águas do rio. Uma membrana têxtil que reveste toda a instalação circular removeria partículas de sujeira, bactérias e odores desagradáveis. Depois a água retornaria renovada para o rio. A piscina flutuante serviria como centro recreativo para os moradores da cidade. Capaz de receber até 900 pessoas, a atração contaria com vestiários, saunas, lanchonetes e até cabines individuais para locação. Durante os meses de inverno, quando as temperaturas chegam fácil aos 15 graus negativos, a atração no Vltalva seria convertida em uma pista de patinação no gelo.

28 de abr de 2014

A sustentabilidade do canteiro na visão de cada metodologia BREEAM, HQE, H&E, GBToII, entre outras, estabelecem procedimentos

Bacia de sedimentação
(crédito: Petinelli)
- Redução da produção de resíduos – exigida apenas pela HQE e LEED for Homes, embora seja fundamental;

- Gerenciamento dos resíduos do canteiro – presente em todas as metodologias. Explicitam ou não aspectos com quantificação dos resíduos (BREEAM, HQE, H&E, GBToII), avaliação dos custos de destinação (H&E), definição de plano de gerenciamento dos resíduos ou a organização da triagem e da coleta (BREEAM, HQE, H&E, GBToII, LEED NC), qualidade da triagem (HQE), rastreabilidade dos resíduos transportados (HQE);

- Valorização da reciclagem e do reuso (CASBEE, H&E, GBToII, LEED NC), sendo que três se preocupam explicitamente com a origem da madeira usada nas construções temporárias;

- Limitação dos incômodos causados pelo canteiro (sonoras, visuais, etc.) (BREEAM,HQE, H&E);

- Limitação das poluições causadas pelo canteiro (solo, água, ar, etc.), incluindo exigências para a proteção do ecossistema local da obra e para se evitar erosões e assoreamentos (todas, exceto CASBEE);

- Limitação dos consumos de recursos demandados pelo canteiro (água e energia) (HQE);

- Criação de instrumentos gerenciais que minimizem os impactos – ideias complementares aparecem em quatro das metodologias: implementação de um Sistema de Gestão do Empreendimento (HQE); criação de um conjunto de procedimentos (mecanismo de comunicação com a vizinhança e de tratamento de queixas; contratação das construtoras levando em conta os aspectos ambientais; realização da etapa de preparação do canteiro e realização de balanço ambiental do canteiro ao final da obra) (H&E); implementação de medidas de controle da qualidade da construção (BREEAM, LEED).

Sete tendências para o setor de construção

Eficiência energética e retrofit em prédios históricos são algumas delas
Revestimentos vegetados contribuem para redução da carga térmica
(crédito: Divulgação)
“Edifício verde é o tsunami do futuro que irá inundar todo o setor imobiliário”. O alerta é do especialista Jerry Yudelson, um dos principais consultores do mundo em construção sustentável, e autor de mais de 13 livros sobre o tema. Confira sete das principais tendências apontadas por Yudelson para o mercado em 2014.

1 - Mercado em alta

No topo da lista de Yudelson está a previsão de que o mercado de construção sustentável vai continuar seu forte crescimento em 2014, com a edificação de novos imóveis comerciais em conjunto com o governo, universidades e instituições sem fins lucrativos. "Edifício verde é o tsunami do futuro que irá inundar todo o setor imobiliário", diz.

No Brasil, o mercado da construção sustentável tem passado ileso pelo desempenho errático da economia nos últimos anos. De acordo com um estudo realizado pela EY (antiga Ernst & Young), em 2012, os prédios verdes movimentaram R$ 13,6 bilhões no país. O valor dos imóveis que reivindicam a certificação alcançou 8,3% do total do PIB de edificações naquele ano, que foi de R$ 163 bilhões.

2 – Eficiência energética é palavra de ordem

A segunda megatendência na lista do especialista é o crescente foco em eficiência energética em todos os tipos de edifícios, comerciais e residenciais, incluindo o papel crescente da automação predial utilizando sistemas baseados em nuvem.

Tamanho e dimensão das janelas e os tipos de vidro escolhidos, iluminação, que avalia, por exemplo, a intensidade de luz natural no prédio e o desligamento automático do sistema estão entre soluções que ajudam a evitar o desperdício de energia.

3 - Prédios de Energia Zero

Outra megatendência são os Edifícios de Energia Zero (zero energy buildings ou ZEBs, na sigla em inglês), que produzem mais energia do que consomem ao longo de um ano. Longe de um exercício de futurologia, os ZEBs já estão sendo incorporados na estratégia energética de diversos países no mundo, como Alemanha e Noruega e também nos Estados Unidos.

Os métodos de produção podem ser os mais diversos. Nos Estados Unidos, o mais comum é o fotovoltaico, que usa a energia do sol para gerar energia. Tudo depende das características de cada região.

4 – Retrofit ecológico em prédios antigos

O foco da indústria de construção verde continuará a mudar dos novos projetos para a adaptação de edifícios existentes aos padrões sustentáveis. Esta tendência, chamada de retrofit verde, cresce desde 2010 e é um caminho mais rápido para que edifícios antigos e clássicos atinjam um padrão sustentável em comparação à construção de um novo projeto.

Nos Estados Unidos, o mercado da construção sustentável saiu dos míseros U$ 10 bilhões em 2005 para atingir U$ 236 bilhões atualmente. O exemplo de maior destaque é o Empire State Building.

5 – Novas certificações na disputa

A principal certificação de construção sustentável, o LEED (sigla em inglês de “Leadership in Energy and Environmental Design”) vai atrair competidores como nunca. Yudelson prevê que o custo e a complexidade da certificação abrirá o mercado para outros concorrentes.

Nos EUA, por exemplo, um dos recém-chegados é o sistema de classificação Green Globes, que conta com ajuda de ações recentes do governo Obama para ficar em pé de igualdade com o LEED nos projetos federais. No Brasil, um dos selos mais procurados, além do Leed, é o selo Aqua.

6 – Energia solar, um bom negócio

O uso de energia solar em edifícios vai continuar a crescer, segundo Yudelson. As oportunidades de financiamento para projetos dessa natureza ajudarão a fornecer capital para instalação de sistemas de cobertura de edifícios comerciais, estacionamentos, armazéns e lojas de varejo, além de residências. Atualmente, gerar energia solar em casa, no Brasil, por exemplo, já permite que não se tenha que pagar nada na conta de luz no fim do mês e até ficar com crédito com a distribuidora de energia.

7 – Abaixo o desperdício de água

A consciência de que a água é um recurso escasso vai aumentar globalmente, alimentada pelo risco de uma crise de abastecimento de água potável. Para Yudelson, os edifícios verdes pode ser um aliado no combate ao problema, por meio da incorporações de sistemas que otimizam o uso de água. Exemplos que vão da instalação de descargas que usam menos água nos banheiros à incorporação de telhados verdes, que coletam água da chuva para reuso no prédio. Do Portal Sebrae.

Via: Portal EA

PELE DUPLA PROTEGE EDIFICAÇÃO E PERMITE VENTILAÇÃO NATURAL

O VOLUME CONTORCIDO E ENVIDRAÇADO ABRIGA AS INSTALAÇÕES DO CENTRO TECNOLÓGICO DE ENERGIA SUSTENTÁVEL, DEDICADO À PESQUISA DE FONTES ENERGÉTICAS ALTERNATIVAS E TÉCNICAS SUSTENTÁVEIS DE CONSTRUÇÃO. COMPOSTO POR EDIFÍCIO DE CINCO PAVIMENTOS E EMBASAMENTO SUBTERRÂNEO, ELE SOMA 1,3 MIL METROS QUADRADOS DE ÁREA CONSTRUÍDA E DEU À EQUIPE DE MARIO CUCINELLA ARCHITECTS, EM 2008, O PRÊMIO SUÍÇO MIPIM/GREEN BUILDING.

Durante uma apresentação no Brasil de projetos desenvolvidos na Europa e na Ásia pelo escritório franco-italiano, o arquiteto Luca Bertacchi se referiu ao paradigma da eficiência energética e da sustentabilidade do ambiente construído com uma espécie de afirmação interrogativa. Embora a responsabilidade ambiental se apresente como a grande oportunidade criativa para a arquitetura neste início de século, a ela corresponderia uma nova linguagem?, questionou o arquiteto.

A julgar pela exposição que Bertacchi fez sobre o Centro Tecnológico de Energia Sustentável(CSET, sigla do nome em inglês), a resposta é não. Embora se trate de edifício impactante, marcado pela geometria irregular de fachadas envidraçadas que se flexionam tridimensionalmente por meio das angulações de um quadrado disforme, os mecanismos de sustentabilidade e eficiência energética são visualmente discretos, por vezes até subterrâneos ou isolados da edificação.


A cidade chinesa de Ningbo tem 6 milhões de habitantes e é suscetível a condições climáticas extremas. Verão e inverno rigorosos fazem parte do cotidiano do CSET, implantado em área ribeirinha do grande lago que atravessa o campus chinês da Universidade de Nottingham, do Reino Unido, a que ele pertence. A figura do leque e dos biombos translúcidos, tradicionais naarquitetura oriental, serviram de inspiração aos arquitetos, que utilizaram o artifício da fachada dupla para proteger os interiores das bruscas variações de temperatura e permitir a ventilação natural em estações climáticas amenas. A pele externa, constituída por vidro laminado e impresso, minimiza a incidência solar e o ofuscamento dos interiores; a fachada interna, feita com dupla camada de concreto, atua no sentido de manter a temperatura média computada em ciclos diários.

O vazio perimetral que percorre todo o volume da edificação possibilita a ventilação natural tanto no inverno quanto no verão, sem a contrapartida negativa do resfriamento ou aquecimento em decorrência do contato com o ar externo. A saída do ar frio incidente pela base da fachada dupla é induzida através da abertura das chaminés localizadas na cobertura. No verão, direciona-se o ar dos exteriores, já aquecido por mecanismo alimentado por energia solar, do topo em direção à base da edificação. A cobertura verde do subsolo atua de modo similar, colaborando para o conforto térmico dos laboratórios e da sala de exposições nele localizada. Tanto o edifício quanto seu embasamento são atendidos, portanto, por mecanismos naturais - ou passivos, como se costuma denominá-los - de bom desempenho energético.

A energia geotérmica foi outro recurso explorado pelo projeto da equipe do estúdio de Mario Cucinella: a temperatura constante da terra, transmitida aos interiores através de tubulações subterrâneas e da laje radiante do piso do subsolo, pode resfriar ou aquecer convenientemente os ambientes.

Quanto ao aporte de fontes de energia eólica e fotovoltaica para a iluminação artificial, o trunfo do projeto, sob a perspectiva da sustentabilidade, extrapola sua linguagem de impacto. Não é a estética que importa, alertou Bertacchi, referindo-se à necessidade de pensar a profissão em um sistema amplo, no qual a arquitetura atua como mediadora.











Ficha técnica
Centro Tecnológico de Energia Sustentável
Local Ningbo, China
Início do projeto 2006
Conclusão da obra 2008
Área construída 1.200 m2
Arquitetura Mario Cucinella Architects - Mario Cucinella, Elizabeth Francis, Angelo Agostini e David Hirsch (autores); Eva Cantwell, Francesco Fulvi, Giuseppe Perrone e Luca Stramigioli (colaboradores); Richard Ceccanti (3D); Caterina Maciocco (software STRL) ; Debora Venturi (estratégias ambientais)
Estratégias ambientais Universidade de Nottingham/Reino Unido - Brian Ford, Saffa Riffat, Rosa Schiano e Mauricio Hernandez Tascon
Estrutura Luca Turrini
Gerenciamento Universidade de Nottingham/Reino Unido - Chris Jagger; Universidade de Nottingham/China - Charles Lee e Orlando Shi
Equipamentos e tecnologias energéticas Universidade de Nottingham/China - Jo Darkwa Arquiteto local Guo Xiao Hui
Construção WEG
Luminotécnica Tifs Engineers e Roberto Zecchin
Fotos Daniele Domenicali

Fonte: Arcoweb

27 de abr de 2014

Empresa carioca transforma tampa de garrafa PET em brinquedo


Utilizar as tampinhas de refrigerante para brincar é uma prática bem comum entre as crianças. Afinal, com a imaginação e criatividades que elas têm, qualquer coisa pode ganhar um interessante uso. Entretanto, uma empresa carioca foi além: criou brinquedos a partir desses materiais.

A companhia “Clever Pack” é a responsável por desenvolver as tampas que já saem da fábrica com duas funcionalidades. A primeira é um sistema de fechamento, seguras e compatíveis com embalagens tradicionais. Na segunda, são blocos de montagem, que montam entre si e com outros blocos vendidos no mercado, garantindo um exercício criativo às crianças.

Inspiradas no conceito de reuso, elas são não precisam ser recicladas, uma vez que já saem de fábrica com uma "segunda vida". De acordo com a fabricante, as tampas, batizadas de “Clever Caps”, também podem ser brinquedos para crianças carentes, materiais para artesãos e ferramentas didáticas para estimular a consciência ecológica.


A empresa tem como objetivo principal criar embalagens mais sustentáveis e com uma melhor usabilidade. São desenvolver tanto as soluções e conceitos próprios, quanto a criação personalizada, de acordo com a necessidade do cliente.


Fonte: CicloVivo

Bem-vindo a bordo do earthship


Quando eu era adolescente, sonhava com a minha casa perfeita; numa encosta, com piso de terra e copas de árvores cobrindo o telhado. Captação de águas pluviais, janela de madeira que encontrei por aí, e onde poderia plantar e colher minha própria comida, vivendo o mais possível, em contato com a natureza.

Naquela época, por volta de 1994, eu pensava ser a única pessoa a ter essa ideia, e me alegrava com isso, apesar de ser tida como uma hippie sonhadora. Bem, é que eu realmente não era a única a pensar numa moradia desse gênero. 

Bem-vindo ao Earthship. Não, não é um navio feito de terra , e não, não é uma nave espacial feita para explorar audaciosamente indo onde nenhum homem jamais esteve. É um tipo inovador de casa, tipicamente construída de material reciclado e recuperado, onde a própria casa funciona como um ecossistema. A pegada ecológica vai de mínima a inexistente, e a maioria deles são completamente fora da grade, usando painéis solares e fogões a lenha para o aquecimento, e os projetos semi- artísticos para a regulação da temperatura . Alguns usam banheiros de compostagem , ou apenas um simples alpendres em amistosos climas durante todo o ano .

Eles começaram no Novo México - um clima quente e seco, otimizado para a captação da luz solar através de células fotovoltaicas, e usando os materiais disponíveis no ambiente circundante imediato. O Arquiteto Mike Reynolds, construiu o primeiro earthship no final de 1970. As pessoas achavam que ele estava louco, mas acontece que ele estava realmente no caminho certo.

Confira este pequeno documentário sobre Casa dos Potter para saber como eles estão vivendo a vida de sonho, longe da corrida de ratos . Em vez de uma conclusão, vou deixar que as casas falem por si. Fixem seus olhos sobre a diversidade de casas - todas construídas com as mãos, e com materiais reciclados em vários locais ao redor do mundo .

Temos reciclado garrafas Pet para fazer belas casas, Earthships com estufas incríveis dando um toque tropical , pneus com o solo compactado para obedecer à lei da termodinâmica - absorvendo e distribuindo calor onde é necessário nas casas! Agora, quem não gostaria de viver em uma casa assim? Sem hipoteca, total controle criativo, e as Concessionárias não recebem um centavo mais de você. Na verdade, um sonho tornado realidade .

Fonte: forgetthebox

24 de abr de 2014

Casa na árvore em meio à mata funciona como restaurante na Nova Zelândia


O restaurante “The Redwoods Threehouse” foi construído numa sequoia de quarenta metros de altura, como uma “casa na árvore”. Situado à beira de uma mata, ao norte de Auckland, na Nova Zelândia, a estrutura teve todo seu conceito baseado nas fábulas infantis e nas formas da natureza.

A estrutura foi feita para uma campanha da empresa Yellow Pages, serviço de páginas amarelas neozelandês, em 2008. A pedido da empresa, todos os materiais e serviços utilizados pelos arquitetos do escritório Pacific Environments Architects foram solicitados através da publicação. Quando a campanha chegou ao fim, o local passou a funcionar como um restaurante.


A estrutura, que tem forma de casulo, foi construída a dez metros de altura em uma floresta de sequoias. Uma enorme árvore da espécie, com mais de quarenta metros de altura e 1,7 metros de diâmetro, foi a escolhida para abrigar a casa na árvore.

O acesso ao restaurante é feito por meio de uma passarela elevada a sessenta metros de altura. O hall principal, que se encontra em uma das maiores árvores do topo do vale, abriga confortavelmente trinta pessoas, mais a equipe de garçons. A cozinha, os banheiros e serviços estão localizados no nível do solo.


O formato do restaurante foi inspirado em muitas formas encontradas na natureza, como a crisálida (casulo em que a lagarta se transforma em borboleta), e as conchas do mar.

A planta do restaurante é circular, com quase dez metros de largura e com pé direito de doze metros de altura. Foram utilizadas treliças de madeira para fazer o salão principal. As ripas curvas do exterior foram feitas de pinho laminado. Toda a estrutura foi fixada à árvore com peças metálicas, tanto na parte superior, como na parte inferior.

Durante o dia, o local fica praticamente camuflado à paisagem. Já de noite, se parece com uma lanterna, brilhando em meio à mata.


Fonte: CicloVivo     Por: Mayra Rosa 

Canadense projeta minicasa itinerante e ecológica


O canadense Laird Herbert desenvolveu uma pequena casa ecológica que pode ser levada para onde for. Esta é uma boa solução para os que gostam de viajar muito e, por isso, quase não sobra tempo para se estabelecer em um local fixo.

Com criatividade em projetar e construir, Herbert comercializa as casas portáteis. Ele testou vários protótipos até chegar ao modelo atual, que chama de “versão 2”. Apesar de pequena, a casa tem um espaço confortável e pode acomodar mais de uma pessoa.


A residência apresenta uma sala de estar com sofá-cama, cozinha funcional, banheiro com banheira compacta e uma área de jantar. Além disso, a casa dispõe de muitos elementos sustentáveis, como a compostagem do banheiro, sistema eficiente para aquecimento e armazenamento de água e iluminação de LED.


Morador da cidade canadense de Whitehorse, Herbert projetou a casa com isolamento para suportar o clima frio da região. Toda a estrutura é feita com madeira certificada pelo selo FSC, com reaproveitamento de materiais, acabamentos naturais e produtos ecológicos. Um bom exemplo do cuidado ambiental é que ele deu preferência por utilizar tintas livres de solventes orgânicos voláteis.


Além disso, a minicasa possui grandes janelas, o que facilita a entrada de luz e reduz o uso de qualquer tipo de energia durante o dia, e painéis solares no teto. As casas podem ser personalizadas a pedido do cliente.


O jovem abriu seu próprio negócio e comercializa a Leaf House. Para informações sobre valores e condições para compra acesse o site

Fonte: CicloVivo

22 de abr de 2014

Telhados verdes unem beleza e sustentabilidade

Alguns exemplos de telhado verde, porém devemos saber que telhado verde não é telhado com grama. A grama cresce, dá mosquito, e sua conservação em um telhado não é nada prática. Existem muitas plantas mais apropriadas  para esse fim, e já postei artigos sobre o assunto. Abaixo, transcrevo o artigo do site Quem Inova 

A implantação de telhados verdes, ou eco telhados, em casas e prédios tem sido crescente no Brasil. Além de embelezar as construções, os telhados têm a função de diminuir grandes variações internas de temperaturas. No verão, é mais fresco, e no inverno, é mais quente.

Há muitos tipos de eco telhados, que variam em estrutura e cobertura. São diversos os tipos de vegetação que podem ser utilizados, que vão desde grama até árvores. Confira algumas projetos ao redor do mundo:

Exemplos de telhados, alguns não são nada práticos, mas outros são bem interessantes:

 

 

   

 
                   Fotos:  Imgur

Fonte:  Quem Inova 



20 de abr de 2014

Lilypad, a cidade futurista projetada pelo designer belga Vincent Callebaut

As alterações climáticas deste século e a consequente previsão da subida do nível do mar irão provocar milhares de desalojados. No entanto, o arquitecto belga Vincent Callebaut diz ter encontrado a solução para contornar este problema: uma cidade flutuante. Auto-suficiente e ecológica, Lilypad combina uma rede de infra-estruturas semelhante à vida terrestre, recriando espaços urbanos em plena sintonia com o oceano.
© Vincent Callebaut, "Lilypad".

Todos os anos, milhares de pessoas em todo o Mundo são afectados pelo clima, ficando desalojadas depois de perderem as suas casas. Os habitantes das zonas costeiras são as maiores vitimas em épocas de tempestades ou cheias. Segundo a ONU, o nível do mar deverá subir cerca de um metro durante o século XXI. Isto fará com que, em 2100, o número de refugiados aumente devido às inundações. Países como os Estados Unidos, China, Egipto, Vietname ou Bahamas verão várias das suas cidades desaparecer.

O arquitecto belga Vincent Callebaut apresentou um projecto que diz ser a solução para realojar estes habitantes: uma cidade flutuante. Esta funcionaria de forma semelhante à vida nas cidades terrestres, mas sobre o oceano – e sendo auto-sustentável, (re)aproveitaria as energias e os resíduos produzidos.

Uma unidade urbana no mar

Chamada Lilypad, a sua construção foi inspirada num nenúfar gigante descoberto na Amazónia por Thaddeaus Haenke, no início do século XIX. O botânico alemão baptizou-o de Vitória régia, em homenagem à rainha Vitória de Inglaterra.

Vincent ampliou a forma desta espécie natural duzentas e cinquenta vezes, projectando assim uma unidade urbana com capacidade para 50.000 pessoas. O seu objectivo passava por criar um sistema harmonioso entre homem e natureza, bem como explorar novos modos de vida, integrando o mar em espaços sociais e colectivos. Segundo o arquitecto, Lilypad proporcionará também a proximidade entre cidadãos, num eco polis que combina todas as infra-estruturas necessárias à sua sobrevivência.

© Vincent Callebaut, "Lilypad".

© Vincent Callebaut, "Lilypad".

A cidade do futuro?

Por ser flutuante e auto-suficiente, a cidade poderá estar em qualquer mar e até mesmo ser multiplicada. A sua estrutura centra-se num lago, a partir do qual estão organizadas as três grandes áreas: a zona de trabalho, a de lazer e a dos serviços. Cada uma delas terá uma marina e uma montanha artificial. Os barcos da marina serão a ligação entre Lilypad e o continente. Já as montanhas, uma paisagem saudosa da vida terrestre.

Um conjunto de vias unirá não só as montanhas, como dará acesso às habitações e jardins suspensos construídos igualmente na perspectiva “ondulante” da cidade. Vincent refere que Lilypad será fabricada com fibras de poliéster, cobertas por camadas de dióxido de titânio. Não emitirá gases poluentes e a energia necessária para consumo será produzida de maneira eco-sustentável: o lago central terá água doce recolhida das chuvas, e um reservatório natural com água potável; a energia será fornecida apenas pelas renováveis, como a das marés, eólica e solar. Para além disso, os resíduos e desperdícios dos habitantes seriam reciclados.

Para o arquitecto, “Lilypad é uma antecipação da literatura de Júlio Verne, mas também uma alternativa possível em perfeita simbiose com os ciclos da natureza.” Dentro de noventa anos, talvez esta cidade anfíbia seja o refúgio e a solução para uma resposta rápida às vítimas das alterações climáticas do globo.

© Vincent Callebaut, "Lilypad".

© Vincent Callebaut, "Lilypad".

© Vincent Callebaut, "Lilypad".

Fonte: Obvius