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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

26 de set de 2013

Designer cria casa de papelão para abrigar pessoas sem-teto

A criação se chama Cardborigami
Fotos: Divulgação

Enquanto as instituições públicas não acham uma solução global para combater o problema dos moradores em situação de rua, a designer norte-americana Tina Hovsepian criou o Cardborigami - um abrigo feito de papelão, em formato de origami, que serve como "casa" temporária para pessoas sem-teto. O projeto está instalado em Los Angeles, na Califórnia (EUA).

"Nossa visão é a de preencher a lacuna entre o design e a humanidade por meio da sensibilização para a questão dos sem-teto, a colaboração inspiradora, e direcionando recursos adicionais para aliviar a causa da falta de moradia", afirma Tina, em seu site.


Segundo a designer, a ideia não é que as pessoas vivam nesses abrigos, mas que eles possam servir, temporariamente, para suprir as necessidades das pessoas em situação de rua. A segunda parte do projeto é o Cardborigami Outreach Center, onde os sem-teto aprenderão a usar o abrigo e terão toda a ajuda necessária pra encontrar uma casa definitiva, noticiou o site Hypeness.


O nome Cardborigami é uma mistura do inglês cardboard (papelão) com origami, e explica em que consiste o abrigo. Ele foi projetado em duas versões diferentes: a 1.0, pensada mais pra catástrofes naturais, e a 2.0, mais portátil, desenvolvida para abrigar um sem-teto. É nessa segunda que Tina tem concentrado seus esforços. O protótipo pesa cerca de 5 Kg e inclui um retardador de fogo e um revestimento resistente à água, protegendo assim o seu interior.
Fonte: EcoD

Arquiteto transforma antiga caixa d’água em apartamento


Uma histórica caixa d’água da cidade de Antwero, na Bélgica, foi transformada em um apartamento de seis andares. O projeto da reforma foi feito por Jo Crepain, arquiteto premiado na Bélgica que infelizmente faleceu em 2008. O apartamento, chamado de Woning Moereels, marcou o trabalho do arquiteto, revelando que a simplicidade muitas vezes nos leva à soluções mais elegantes.

O reservatório de água permaneceu abandonado por muitos anos, até que a prefeitura da cidade decidiu vendê-lo. Um arquiteto paisagista local decidiu transformar a construção em sua casa dos sonhos. Trabalhando juntamente com Jo Crepain, os dois criaram um projeto simples de apartamento com seis andares e com um jardim de inverno no andar abaixo da antiga caixa d’água de concreto.


A casa foi construída com um vão livre de seis metros anexo à quatro andares do reservatório. O edifício foi vedado com painéis de vidro translúcido.

A residência tem vista para as florestas adjacentes de Braaschaat e uma escada liga todos os andares.

Lâmpadas fluorescentes iluminam a fachada do apartamento, tornando o edifício em uma espécie de “farol” da cidade. As paredes de vidro fazem com que a iluminação natural penetre na residência, porém, elas não são transparentes o suficiente para que quem esteja passando na rua enxergue o que está acontecendo lá dentro.


A antiga torre de concreto e a nova fachada de vidro “reforça a ambição do simbolismo industrial entre o novo e o velho.” Woning Moereels é um projeto de adaptação de reuso que aumenta as qualidades da antiga construção, enquanto cria um novo espaço útil.


Crepain e seu cliente trabalharam com um orçamento pequeno para fazer o projeto e, como o próprio arquiteto disse em 2008, “Nós fomos sortudos por não termos dinheiro, porque o que temos agora é um lindo edifício simples e soberbo. Às vezes é difícil fazer algo simples, mais difícil que fazer algo complicado. Nós temos que manter em mente o “menos é mais” do famoso arquiteto modernista Mies van der Rohe e trabalhar duro para fazer menos.”


Por: Mayra Rosa Fonte: CicloVivo

Prefeitura lança campanha "Salvador vai de bike" e inaugura primeira ciclofaixa



Um movimento de incentivo ao uso de bicicleta na capital baiana foi lançado no último domingo (22), em que foi celebrado o Dia Mundial Sem Carro. A população poderá alugar bicicletas durante a semana e pedalar com tranquilidade aos finais de semana na nova via instalada na cidade.

Foram inauguradas as primeiras estações de compartilhamento de bikes e a primeira ciclofaixa, que vai de Campo Grande até o Centro Histórico da cidade. O evento contou com a participação do prefeito, ACM Neto, que realiza a ação em parceria com o banco Itaú e a empresa Serttel, e integra o "Movimento Salvador Vai de Bike".


É um consenso – tanto da população, quanto de visitantes frequentes – que o trânsito de Salvador está cada vez mais caótico. Entretanto, agora, os moradores têm a opção de usar as magrelas para percorrer pequenos trajetos, sendo uma alternativa para fugir do engarrafamento.

A bike repórter Renata Falzoni, que foi convidada para participar do lançamento do projeto, se mostrou otimista em relação à implantação do programa. “Conversando com o prefeito, eu senti muito mais determinação e vontade política. Ele está muito mais empenhado e mais elucidado do que se tem que fazer, do que propriamente os discursos das outras cidades, que é mais tímido”, afirmou em entrevista concedida a Valci Barreto, da Folha do Recôncavo. “Conheci Salvador nos anos 70 e fiquei abismada de ver o que está acontecendo aqui. A cidade está atormentada pelos carros, então, (o projeto) chega em um momento muito oportuno”.


As primeiras estações foram inauguradas na Praça Castro Alves, Praça da Piedade, Campo Grande, Porto da Barra e Jardim Apipema. Todas as bicicletas têm chips e são monitoradas 24 horas.

De acordo com a assessoria da prefeitura, o uso do sistema será praticamente gratuito, diferente do que acontece em outras capitais. O usuário arcará apenas com o credenciamento anual, no valor de R$10, e não haverá cobrança de tarifas diárias ou mensais. Já a ciclofaixa, funcionará aos domingos das 7h às 16h.


Para mais informações sobre o sistema de aluguel de bike clique aqui

Por Marcia Sousa - Fonte: CicloVivo

9 de set de 2013

Galeria de fotos: Longwood Gardens Paredes Verdes

Situada no Vale do Brandywine, sudeste da Pensilvânia, Longwood Gardens é um dos jardins mais importantes da América do Norte. A mundialmente famosa vitrine de horticultura partiu para fazer uma declaração ousada, optando por adicionar uma parede verde no interior da expansão Leste de seu Conservatório. Projetado pelo arquitecto paisagista, Kim Wilke, e instalado pela equipe de Projetos Especiais Ambius 'liderada por Denise Eichmann, os 4.072 m² de parede verde em Longwood Gardens superou a anterior maior parede verde da América do Norte em 1210 m².

Por seu trabalho, Denise Eichmann foi elogiada no Prêmio PIA de 2011 para o Longwood paredes verde, ganhando o prêmio anual de honra e gala do setor "best-in-show", o Prêmio do Juiz. Percorra esta galeria de fotos de parede verde para apreciar a verdadeira natureza singular do projeto.









Veja uma variedade de Paredes Verdes grandes e pequenas Aqui
Fonte: Ambius



7 de set de 2013

Telhado Verde com Suculentas

Não, não é isso que eu quero dizer e sim sobre telhados verdes ou telhados de suculentas.

"Telhados verdes me encantam por diversos motivos, são lindos e transformam grandes cidades. Terraços e coberturas de edifícios são espaços perdidos que vistos em grupos não passam de concreto cinza e sem graça alguma, felizmente isso vem mudando e inúmeras empresas que instalam esses tetos verdes estão espalhas por aí e prometem inclusive que você pode plantar até melancia num telhado verde". 

Espaços sendo transformados pelo verde.

"Agora, imagine todos os terraços de edifícios com tetos verdes? A vista seria incrível a qualidade do ar seria melhorada consideravelmente, a quantidade de aves e outros animais aumentaria muito, as enchentes seriam menores (há uma considerável absorção de água da chuva), as pessoas trabalhariam menos estressadas (tirando uns minutos pra andar no jardim ou mesmo olhando pra fora da janela), isso sem mencionar a economia de energia, pois certamente a qualidade ambiental dentro do edifício fica melhor tanto no inverno quanto no verão. Árvores de pequeno porte podem ser plantadas em grande tetos verdes, jardins inteiros com fontes e lagos podem ser criados e espaços realmente magníficos implantados para um uso real das pessoas".



"As suculentas ganham muito espaço quando o assunto é telhado verde, elas tem vantagens consideráveis em relação a outras plantas, pois são infinitamente mais resistentes, há telhados que são preenchidos apenas por suculentas e isso se dá principalmente em casos de manutenção zero, claro que a preparação para um telhado verde inclui desde a projeção e na hora da execução a drenagem e a impermeabilização devem ser primorosas para que não tenha surpresas desagradáveis.

Eu sinceramente acho isso incrível.

Telhado com baixíssima manutenção.
Um gramado pode ser substituído por sedum e assim não haverá manutenção alguma como podas por exemplo.

Terraços.




"Se você gostou da ideia, pode começar experimentando em telhados menores como: casinhas de cachorro, depósitos, galinheiros"...

   


 

 
Casinha de passarinho, quão lindo é isso? By The Succulent Perch.

Demarcação de entradas.
Esquema da drenagem e manta de impermeabilização.



5 de set de 2013

telhado ecologico = telhado vivo

Telhados ecológicos! O que são??

Podem ser várias coisas, ou assumir várias formas Vou abordar os telhados vivos que são diferentes de telhas ecológicas que podemos abordar num próximo post!


Os primeiros registros de utilização de telhados vivos vêm dos tempos da Babilônia

Os Jardins da Babilônia, considerados uma das sete maravilhas do mundo antigo, eram irrigados pela água bombeada do rio Eufrates. Nessas coberturas, estavam plantadas árvores e flores tropicais, além de alamedas de palmeiras.

Principais benefícios

Custos: as despesas para instalação da estrutura completa de uma cobertura ecológica – incluindo o subtelhado – é em torno de R$ 150 por metro quadrado, valor similar a de um telhado de cerâmica envernizada, com bom acabamento. Pluvial: o telhado ecológico pode diminuir o risco de enchentes em áreas urbanas. Durante a chuva, a água se acumula no substrato, retardando em praticamente 15 minutos a velocidade de escoamento para os bueiros. Esse processo dá tempo para que haja uma maior vazão no sistema pluvial
Redução do aquecimento urbano: a água acumulada nos substratos da ecotelha consome energia do ambiente para evaporar, acarretando o arrefecimento do calor urbano aglomerado em áreas asfaltadas e com grandes massas de concreto.
Conforto térmico: em função de ser uma estrutura compacta, a cobertura viva tem um grande poder de isolamento térmico, evitando a perda de calor dos ambientes internos para o exterior em períodos de frio. No verão, o ecotelhado acaba arrefecendo as dependências por meio da evapo-transpiração das plantas.
Conforto acústico: pela sua massa o telhado, consegue evitar a reverberação dos sons internos para a rua, assim como impede a penetração dos sons do exterior para dentro da cobertura.
As plantas mais utilizadas são as xerófilas, similares aos cactos, que economizam água e podem sobreviver em condições adversas em cima do telhado.
Essas espécies não necessitam de regas nem de podas Antes da instalação das ecotelhas, o subtelhado é coberto com uma geomembrana extremamente forte que impede a passagem de umidade no telhado, assim como a entrada de insetos e animais. São instaladas quatro telhas por metro quadrado Módulos de cimento com dimensões de 68cm x 35cm, onde são cultivadas plantas que exigem pouco substrato e pouca irrigação.
O telhado vivo pode amenizar o superaquecimento urbano, além de auxiliar na retenção da água da chuva – afirma o engenheiro agrônomo João Manuel Linck Feijó, que há três anos desenvolve o sistema arquitetônico. Essa nova opção de design também cria um diferenciado visual paisagístico nas cidades, em espaços até então tomados pelo concreto.

Vejam esta seqüência de preparação para colocação das espécies e as perguntas e respostas do internautas deste site sobre o produto


1) O ECOTELHADO vegetado atrai insetos?

Existem insetos que são caracteristicos do interior de casas como baratas, moscas, mosquitos, pulgas, que em geral são atraidos por detritos humanos.

O Telhado vivo atrai insetos como borboletas, besouros e outros de hábitat externo a moradia. Esses insetos são essenciais a vida de outros seres como pássaros.

Uma das vantagens dos telhados verdes é reestabelecer o espaço vital para outras espécies nas cidades.

2) Como se dá a manutenção do ECOTELHADO?

Todo Telhado Verde requer alguma manutenção em algum tempo. Para o ECOTELHADO recomenda-se fazer uma ou duas visitas anuais que possa verificar a presença de espécies indesejadas como arbóreas. Em caso de notar fraqueza nas plantas, pode se utilizar fertilização com algum composto orgânico em pequena quantidade. Esse fertilizante pode ser encontrado em floriculturas, casas rurais e supermercados.

3) É necessário irrigação?

É recomendável reservar um ponto de água com boa pressão para irrigação ou sistema de irrigação automatizado para telhados maiores, mesmo que para uso eventual. Em locais do Brasil de estiagens prolongadas o uso da irrigação é imprescindível. As plantas selecionadas para o ECOTELHADO possuem o mecanismo de fotossíntese chamado metabolismo ácido das crassuláceas, que as faz resistentes à seca. Elas fecham os estômatos durante o dia e trocam os gases durante a noite de forma a não perder água. Isto faz com que o metabolismo seja mais lento.

4) É preciso podar o telhado de grama?

No sistema modular ecotelhado, não recomendamos a grama porque ela exige muita água e tambem cortes frequentes. Utilizamos plantas de porte baixo como os sedum que não exigem poda e requerem pouca água.

Quando faz-se necessário o uso da grama optamos pelo sistema laminar para lajes planas.

5) As ECOTELHAS (módulo ecotelhado) agüentam uma pessoa caminhando sobre elas?

Sim, foram projetadas para suportar tráfego ocasional durante as manutenções. Entretanto não é recomendável o pisoteio das plantas.

6) O ECOTELHADO funciona como um telhado comum? Ele passa umidade?

O ECOTELHADO é composto do conjunto formado pela Ecotelha vegetada e sub-telhado que pode ser de telha de fibrocimento, metálica, laje de concreto impermeabilizada, telha cerâmica e/ou Geomembrana de PEAD. O sub-telhado fornece a estanqueidade do telhado enquanto que a Ecotelha possui os outros atributos que se quer de uma cobertura. A impermeabilização constituída pela telha e/ou Geomembrana PEAD isolam totalmente o interior do ambiente, da umidade, enquanto que a Ecotelha vegetada, que vai sobreposta ao sub telhado, tem a finalidade principal do isolamento térmico e acústico, além dos benefícios ecológicos ao ambiente e à beleza natural da vegetação.

7) Porque eu trocaria meu telhado comum por um telhado de grama?

Porque o telhado vivo é muito bonito; Porque transmite bem estar e empatia a quem olha; Porque tem excelente conforto térmico no inverno e verão; Porque tem ótimo isolamento acústico, absorvendo ruídos; Porque reduz o calor urbano; Porque reduz o impacto de dióxido de carbono, a poluição de nitrogênio e neutraliza o efeito da chuva ácida; Porque reduz o volume do pluvial e seu impacto sobre cursos d’água; Porque vivem melhor, as pessoas que estão em harmonia com a natureza. Porque o telhado verde proporciona conforto térmico excepcional.

O que é a ecotelha? De que é feita?

A ecotelha é composta de um substrato rígido com características de drenagem ideais e componentes retentores de umidade e nutrientes. O conjunto previamente plantado com espécies selecionadas pode ser transportado com facilidade.

9) O ECOTELHADO não é muito mais pesado que o telhado tradicional?

O Sistema Modular Ecotelhado é classificado como extensivo e seu peso saturado é de 50kg/m² que é o peso de um telhado cerâmico convencional.

10) Qual a diferença de preço entre o Ecotelhado e os telhados tradicionais?

O valor do investimento é em geral o mesmo, considerando-se um telhado de boa qualidade.O ecotelhado pode ser colocado diretamente sobre a laje impermeabilizada, não necessitando de armação de madeira.

Quando levamos em conta os benefícios de conforto térmico, retenção de água, limpeza do ar e vida útil de duas a três vezes maior, a vantagem é grande a favor do telhado verde.

11) O sistema ECOTELHADO é aplicável a grandes terraços ou nesse caso, seria mais adequado utilizar uma cobertura de solo e plantas diretamente sobre a laje?

O Sistema é vantajoso tanto em casos de pequenas como grandes áreas, planas ou inclinadas. Proporciona uma boa fixação para as plantas com boa drenagem com suprimento de água adequado. A estrutura rígida da ecotelha (módulo ecotelhado) evita a compactação do substrato nutritivo e do sistema radicular das plantas. O módulo Ecotelhado evita a erosão do substrato em telhados inclinados.

Uma das vantagens é a do módulo do telhado vivo poder ser movido com facilidade em caso de eventual manutenção sem perda das plantas.

A ecotelha pode ser colocada sobre a geomembrana, proporcionando vantagens de rapidez, drenagem, mobilidade, isolamento térmico e acústico a custo reduzido quando comparada a outros métodos.

12) O Telhado Verde diminui o calor?

Os telhados convencionais feitos de concreto, telhas cerâmicas, telhas metálicas, ou fibrocimento, acumulam o calor e o transferem para dentro do prédio. No telhado verde a cobertura vegetal se encarrega de dissipar ou consumir esta energia pela evapotranspiração e pela fotossíntese, não restando nada a ser transferido para o interior da casa.

http://www.ecotelhado.com.br