Translate

Google Translate
Arabic Korean Japanese Chinese Simplified Russian Portuguese
English French German Spain Italian Dutch

Quem sou eu

Minha foto

Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

Fale Conosco

- Deixe seu comentário ou envie um e-mail: celinalago@hotmail.com
- Se desejar receber as novidades do site seja um seguidor que o envio é automático.
- A sua participação é muito importante. Só assim, unidos conseguiremos reverter o processo de destruição planetária pelo qual estamos passando e encontrar um equilíbrio saudável.

Muita Luz e Amor,

Celina Lago

22 de abr de 2013

Curitiba quer tornar obrigatória a implantação de telhados verdes em edifícios


curitiba-telhado-verde.jpg
A vegetação usada na cobertura deve ser, preferencialmente, nativa e exigir pouca quantidade de água
Foto: Divulgação/Câmara Municipal de Curitiba

Em 2010 Curitiba foi eleita a metrópole mais verde da América Latina, segundo um estudo sobre meio ambiente apresentado pela empresa alemã Siemens e a unidade de estudos da revista britânica The Economist. Mas, pelo visto, a cidade quer mais. Além de pioneira em novas formas de pensar o transporte público e a qualidade de vida, a capital do Paraná almeja agora ter todos os seus edifícios compostos por telhados verdes. Isso pode acontecer, graças a um novo Projeto de Lei (PL) que prevê esta medida como condição necessária para a aprovação dos empreendimentos.

Inspirada em um PL que já existe em São Paulo, a medida pretende reduzir a poluição do ar, as ilhas de calor e facilitar a drenagem da água da chuva, ajudando a evitar inundações. Ela trará ainda conforto térmico e isolamento acústico aos moradores e utilizadores dos prédios.

O projeto determina que os empreendimentos residenciais ou comerciais que possuam mais de três unidades agrupadas verticalmente devem prever a construção de um telhado verde na sua cobertura. Ele define ainda que a vegetação usada na cobertura deve ser, preferencialmente, nativa e exigir pouca quantidade de água, para que não sirva de habitat a mosquitos como o Aedes aegypti, transmissor da dengue.

O projeto de lei apresentado pelo vereador Galdino à Câmara Municipal, já foi aprovado pela Comissão de Legislação, Justiça e Redação e agora está sendo analisada da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Para que se torne lei, o projeto precisa ainda ser votado no plenário da Câmara Municipal de Curitiba e sancionado pelo prefeito da cidade.
Fonte: Portal EcoD

Casa sustentável é construída em apenas 6 semanas na Tailândia



<p>
  </p>
<p>
 Areen escolheu uma fazenda orgânica de mangas para ser o jardim de sua casa e técnicas simples que deixassem o local atraente, sem a necessidade de gastar muito tempo e dinheiro. | Foto:<a href='https://www.facebook.com/steve.areen/photos_albums' target='_blank'> Reprodução/Facebook</a></p>

Areen escolheu uma fazenda orgânica de mangas para ser o jardim de sua casa e técnicas simples que deixassem o local atraente, sem a necessidade de gastar muito tempo e dinheiro. | Foto:Reprodução/Facebook
<p>
  </p>
<p>
 A casa do ex-assistente de voo se tornou um exemplo pela rapidez com que foi construída e finalizada e também pelos baixos custos da obra, que saiu por apenas oito mil dólares. | Foto:<a href='https://www.facebook.com/steve.areen/photos_albums' target='_blank'> Reprodução/Facebook</a></p>
<p>
  </p>
<p>
 A edificação teve como base a utilização de materiais simples adquiridos localmente. | Foto:<a href='https://www.facebook.com/steve.areen/photos_albums' target='_blank'> Reprodução/Facebook</a></p>
<p>
  </p>
<p>
 A residência levou apenas seis semanas para ficar pronta, mesmo que o proprietário e construtor contasse com apenas dois ajudantes. | Foto:<a href='https://www.facebook.com/steve.areen/photos_albums' target='_blank'> Reprodução/Facebook</a></p>
O ex-assistente de voo, Steve Areen, decidiu se aposentar das aeronaves e embarcar em uma nova aventura. Após viajar pelo mundo, o norte-americano resolveu construir, com suas próprias mãos, uma residência sustentável na Tailândia.

A inspiração veio a partir de sua paixão pela cultura local e também por incentivo de seu irmão e seu cunhado. Com a ideia em mente, Areen escolheu uma fazenda orgânica de mangas para ser o jardim de sua casa e técnicas simples que deixassem o local atraente, sem a necessidade de gastar muito tempo e dinheiro.

A residência levou apenas seis semanas para ficar pronta, mesmo que o proprietário e construtor contasse com apenas dois ajudantes. A rapidez deve-se ao formato de construção escolhido, mas também às facilidades permitidas pela legislação local.

A edificação teve como base a utilização de materiais simples adquiridos localmente. Além dos tijolos, ele usou bambu e outras plantas comuns em telhados tailandeses. A residência possui uma área de 150 metros quadrados, distribuídos em pequenos e aconchegantes cômodos.

Areen não conseguiu aplicar tecnologias que o libertassem totalmente das redes de transmissão de energia e água. Mesmo assim, foram aplicados elementos para reduzir os gastos energéticos, como as imensas janelas que circundam a casa e as claraboias utilizadas para elevar a quantidade de luz natural que adentra ao ambiente.

A casa do ex-assistente de voo se tornou um exemplo pela rapidez com que foi construída e finalizada e também pelos baixos custos da obra, que saiu por apenas oito mil dólares, pouco menos que R$ 16 mil. A intenção do norte-americano é replicar o projeto em outras construções ao redor do mundo. Com informações do Inhabitat.

SP ganha prédio com cobertura ecológica e tomadas para carros elétricos



<p>
 O edifício, localizado na Avenida Faria Lima, vai reduzir o uso de ar condicionado e reaproveitar a água por meio de um telhado ecológico. | Foto: <a href='http://www.facebook.com/photo.php?fbid=589155044430565&set=pb.258121894200550.-2207520000.1366309959.&type=3&theater' target='_blank'>Reprodução/Facebook</a></p>
O edifício, localizado na Avenida Faria Lima, vai reduzir o uso de ar condicionado e reaproveitar a água por meio de um telhado ecológico. | Foto:Reprodução/Facebook
Um edifício comercial inaugurado recentemente na zona oeste de São Paulo é exemplo de arquitetura e construção sustentável. O moderno prédio oferece um sistema de carregamento para carros elétricos e sua estrutura ainda conta com um telhado ecológico e um estacionamento para bicicletas.

O edifício comercial Alvino Slaviero foi construído na Avenida Faria Lima para abrigar escritórios. Porém, um de seus maiores destaques é o telhado ecológico, cobertura de árvores da mata atlântica que tem por função ajudar a diminuir a temperatura interna, uma alternativa natural para o ar-condicionado, muito usado em edifícios comerciais.

Além disso, o telhado verde vai captar a água da chuva, que será direcionada a um sistema de tratamento e filtragem, para, depois, ser reutilizada para usos não potáveis (por exemplo, nos lavatórios e nas descargas).

Outra estratégia adotada na torre de escritórios é o reuso da água de condensação (liberada pelos aparelhos de ar-condicionado) e da água que sai das torneiras, reduzindo o desperdício e aumentando a eficiência do consumo do recurso nas dependências do prédio.

O edifício Alvino Slaviero também conta com um estacionamento especial para as pessoas que vão trabalhar de bike. Fora isso, a estrutura do prédio oferece tomadas para carregar os carros elétricos que pararem no local, embora poucos veículos na capital paulista sejam movidos à energia elétrica.

De acordo com a Brasilincorp, responsável pela construção, o prédio custou apenas 7% a mais do que os empreendimentos comuns na região – um grande salto para as construções verdes, que, em 2007, custavam cerca de 30% mais que as obras convencionais. Com informações do Portal Exame.

13 de abr de 2013

Casa da década de 70 é eleita modelo de construção passiva




<p>
 Os arquitetos Vagn Korsgaard e Esbensen Torben foram os responsáveis pelo projeto que iria inspirar outras construções europeias feitas com baixo impacto ambiental e gasto energético zero, antes mesmo que o termo sustentabilidade fosse inventado. - Foto: <a href='http://www.passivehouse-international.org/index.php?page_id=76' target='_blank'>Divulgação</a></p>
Os arquitetos Vagn Korsgaard e Esbensen Torben foram os responsáveis pelo projeto que iria inspirar outras construções europeias feitas com baixo impacto ambiental e gasto energético zero, antes mesmo que o termo sustentabilidade fosse inventado. - Foto: Divulgação
O Instituto Passivhaus acaba de escolher uma residência construída na década de 70 como exemplo de edificação projetada para ser energeticamente passiva. A casa está localizada em Copenhague e foi a vencedora do concurso anual da organização internacional.

Os arquitetos Vagn Korsgaard e Esbensen Torben foram os responsáveis pelo projeto que iria inspirar outras construções europeias feitas com baixo impacto ambiental e gasto energético zero, antes mesmo que o termo sustentabilidade fosse inventado.

“A obra de Korsgaard e Torben demonstrou nos anos 1970 que a tecnologia de eficiência energética realmente funcionam. A construção deste edifício foi uma importante base para desenvolvimentos posteriores na Europa e ao redor do mundo”, explicou o Dr. Wolfgang Feist, diretor e fundador do Instituto Passivhaus.

A casa, que agora é reconhecida internacionalmente, foi erguida nos campus da Universidade de Copenhague e desde 1974 tem servido como uma espécie de laboratório. A residência foi utilizada como base para testes, que incluem a simulações e medições para a otimização de componentes e serviços de construção.

Como exemplo de alguns itens incorporados à obra, os arquitetos utilizaram isolamentos móveis em frente às janelas, um dispositivo de recuperação de calor, sistemas de aquecimento com 42 m² de placas solares e um tanque de armazenamento de água quente com capacidade para 30 m³.

Fonte: CicloVivo

Los Angeles ganha escola sustentável com fachada que produz energia solar



<p>
 A fachada da Green Dot Animo é constituída por 650 painéis solares, responsáveis por 75% da eletricidade utilizada nas dependências da escola. | Foto: <a href='http://www.greendot.org/page.cfm?p=1747' target='_blank'>Divulgação</a></p>
A fachada da Green Dot Animo é constituída por 650 painéis solares, responsáveis por 75% da eletricidade utilizada nas dependências da escola. | Foto: Divulgação
Construída recentemente em Los Angeles, a escola pública Green Dot Animo Leadership possui uma fachada totalmente composta por painéis solares. Além de usar energia renovável em larga escala, a instituição também vai mitigar as emissões de carbono – prometendo reduzir, por ano, uma quantidade equivalente à emitida por mais de mil automóveis. 

A fachada da Green Dot Animo é constituída por 650 painéis solares, responsáveis por 75% da eletricidade utilizada nas dependências da escola. Assim, o colégio não é só um exemplo de arquitetura sustentável e geração fotovoltaica, mas também serve de modelo para a construção de escolas no mundo inteiro, principalmente nas regiões que recebem altas incidências de raios solares.

Outra importante ação desenvolvida pelo colégio em nome do meio ambiente é a criação de um programa de redução de emissões de carbono, que pretende mitigar, anualmente, até 1,36 milhão de quilos da propriedade que polui o ar – o equivalente à quantia produzida por mais de mil carros ao longo de um ano.

Além de ter uma eficiente estrutura para geração de energia fotovoltaica, a construção do colégio aproveita ao máximo a ventilação natural e a luz do sol, reduzindo o uso de ar condicionado e de iluminação nos ambientes. Os funcionários podem regular a intensidade da luz que entra no colégio. Nas partes externas em que a fachada do prédio não está revestida por painéis solares, foram instaladas telas que estimulam a interação dos alunos com o ambiente que cerca a escola. Com informações do InHabitat.

Via: CicloVivo

Programa CicloVivo fala sobre agricultura urbana




O Programa CicloVivo conversou com Claudia Visoni. Nascida em São Paulo, a jornalista e agricultora urbana está entre o grupo de pessoas que buscam transformar a capital paulista em um lugar mais agradável e saudável para se viver. Claudia faz parte de dois coletivos que trabalham com o plantio de hortas em espaços urbanos. Praças, terrenos abandonados e outros espaços de São Paulo se tornam terreno fértil para diversos plantios. Em consequência disso, muitas áreas são revitalizadas e se tornam realmente úteis.

Fonte: Ciclo Vivo

Ex-detento cria cooperativa em Brasília e lucra R$ 1 milhão ao ano


<p>
 O empresário conta com uma equipe de 80 colaboradores, a maioria ex-presidiários e detentos em regime semiaberto. | Foto: <a href='http://www.facebook.com/pages/Cooperativa-Sonho-de-Liberdade/405490219546374?fref=ts' target='_blank'>Reprodução/Facebook</a></p>
O empresário conta com uma equipe de 80 colaboradores, a maioria ex-presidiários e detentos em regime semiaberto. | Foto:Reprodução/Facebook
Depois de encontrar dificuldades para conseguir um novo emprego, o ex-detento Fernando Figueiredo decidiu montar uma cooperativa de madeira reciclada em Brasília. Atualmente com uma equipe de 80 funcionários – a maioria composta por presidiários e ex-detentos – o empresário dá uma lição de empreendedorismo social.

A experiência adquirida nas oficinas de trabalho artesanal na cadeia deram base para que o atual empresário montasse sua cooperativa de madeira sustentável em Brasília. Fernando Figueiredo, que passou mais de seis anos na cadeia por roubo de automóvel e uso de entorpecentes, criou a companhia com mais três colegas, que sofreram preconceito ao buscar um novo emprego. “Eu e alguns colegas já tínhamos discutido a possibilidade de abrir uma empresa caso o mercado fechasse as portas para a gente. Só tínhamos três caminhos: conseguir emprego, abrir uma empresa ou voltar ao crime. Ficamos com a segunda opção”, conta Figueiredo.

A empresa gera lucro aproximado de um milhão de reais por ano. Lá são produzidos móveis, bolas e a empresa ainda tritura madeira para transformá-la em combustível. A madeira utilizada como matéria-prima nos primeiros trabalhos foi encontrada no lixo. A estrutura foi levantada a partir do dinheiro dos próprios cooperativados. Hoje, o empreendimento conta com uma extensa lista de clientes, dentre eles a multinacional Bunge.

Além de combater o descarte irregular de madeira na cidade em que foi instalado, o negócio dá uma nova oportunidade às pessoas que passaram algum tempo à margem da sociedade. “Não damos oportunidade para quem tem currículo bom e está com ficha-limpa. Oferecemos vagas para quem precisa mudar de vida como eu precisei. Não estamos investindo em banco, estamos investindo em vidas”, alerta o empresário, que conta com uma equipe de 80 colaboradores, a maioria ex-presidiários e detentos em regime semiaberto. Com informações do Tribuna Hoje.

<p>
 O empresário conta com uma equipe de 80 colaboradores, a maioria ex-presidiários e detentos em regime semiaberto. | Foto: <a href='http://www.facebook.com/pages/Cooperativa-Sonho-de-Liberdade/405490219546374?fref=ts' target='_blank'>Reprodução/Facebook</a></p>
O empresário conta com uma equipe de 80 colaboradores, a maioria ex-presidiários e detentos em regime semiaberto. | Foto:Reprodução/Facebook
Depois de encontrar dificuldades para conseguir um novo emprego, o ex-detento Fernando Figueiredo decidiu montar uma cooperativa de madeira reciclada em Brasília. Atualmente com uma equipe de 80 funcionários – a maioria composta por presidiários e ex-detentos – o empresário dá uma lição de empreendedorismo social.
A experiência adquirida nas oficinas de trabalho artesanal na cadeia deram base para que o atual empresário montasse sua cooperativa de madeira sustentável em Brasília. Fernando Figueiredo, que passou mais de seis anos na cadeia por roubo de automóvel e uso de entorpecentes, criou a companhia com mais três colegas, que sofreram preconceito ao buscar um novo emprego. “Eu e alguns colegas já tínhamos discutido a possibilidade de abrir uma empresa caso o mercado fechasse as portas para a gente. Só tínhamos três caminhos: conseguir emprego, abrir uma empresa ou voltar ao crime. Ficamos com a segunda opção”, conta Figueiredo.
A empresa gera lucro aproximado de um milhão de reais por ano. Lá são produzidos móveis, bolas e a empresa ainda tritura madeira para transformá-la em combustível.  A madeira utilizada como matéria-prima nos primeiros trabalhos foi encontrada no lixo. A estrutura foi levantada a partir do dinheiro dos próprios cooperativados. Hoje, o empreendimento conta com uma extensa lista de clientes, dentre eles a multinacional Bunge.
Além de combater o descarte irregular de madeira na cidade em que foi instalado, o negócio dá uma nova oportunidade às pessoas que passaram algum tempo à margem da sociedade. “Não damos oportunidade para quem tem currículo bom e está com ficha-limpa. Oferecemos vagas para quem precisa mudar de vida como eu precisei. Não estamos investindo em banco, estamos investindo em vidas”, alerta o empresário, que conta com uma equipe de 80 colaboradores, a maioria ex-presidiários e detentos em regime semiaberto. Com informações do Tribuna Hoje.i


<p>
 O empresário conta com uma equipe de 80 colaboradores, a maioria ex-presidiários e detentos em regime semiaberto. | Foto: <a href='http://www.facebook.com/pages/Cooperativa-Sonho-de-Liberdade/405490219546374?fref=ts' target='_blank'>Reprodução/Facebook</a></p>
O empresário conta com uma equipe de 80 colaboradores, a maioria ex-presidiários e detentos em regime semiaberto. | Foto:Reprodução/Facebook
Depois de encontrar dificuldades para conseguir um novo emprego, o ex-detento Fernando Figueiredo decidiu montar uma cooperativa de madeira reciclada em Brasília. Atualmente com uma equipe de 80 funcionários – a maioria composta por presidiários e ex-detentos – o empresário dá uma lição de empreendedorismo social.
A experiência adquirida nas oficinas de trabalho artesanal na cadeia deram base para que o atual empresário montasse sua cooperativa de madeira sustentável em Brasília. Fernando Figueiredo, que passou mais de seis anos na cadeia por roubo de automóvel e uso de entorpecentes, criou a companhia com mais três colegas, que sofreram preconceito ao buscar um novo emprego. “Eu e alguns colegas já tínhamos discutido a possibilidade de abrir uma empresa caso o mercado fechasse as portas para a gente. Só tínhamos três caminhos: conseguir emprego, abrir uma empresa ou voltar ao crime. Ficamos com a segunda opção”, conta Figueiredo.
A empresa gera lucro aproximado de um milhão de reais por ano. Lá são produzidos móveis, bolas e a empresa ainda tritura madeira para transformá-la em combustível.  A madeira utilizada como matéria-prima nos primeiros trabalhos foi encontrada no lixo. A estrutura foi levantada a partir do dinheiro dos próprios cooperativados. Hoje, o empreendimento conta com uma extensa lista de clientes, dentre eles a multinacional Bunge.
Além de combater o descarte irregular de madeira na cidade em que foi instalado, o negócio dá uma nova oportunidade às pessoas que passaram algum tempo à margem da sociedade. “Não damos oportunidade para quem tem currículo bom e está com ficha-limpa. Oferecemos vagas para quem precisa mudar de vida como eu precisei. Não estamos investindo em banco, estamos investindo em vidas”, alerta o empresário, que conta com uma equipe de 80 colaboradores, a maioria ex-presidiários e detentos em regime semiaberto. Com informações do Tribuna Hoje.



<p>
 O empresário conta com uma equipe de 80 colaboradores, a maioria ex-presidiários e detentos em regime semiaberto. | Foto: <a href='http://www.facebook.com/pages/Cooperativa-Sonho-de-Liberdade/405490219546374?fref=ts' target='_blank'>Reprodução/Facebook</a></p>
O empresário conta com uma equipe de 80 colaboradores, a maioria ex-presidiários e detentos em regime semiaberto. | Foto:Reprodução/Facebook
Depois de encontrar dificuldades para conseguir um novo emprego, o ex-detento Fernando Figueiredo decidiu montar uma cooperativa de madeira reciclada em Brasília. Atualmente com uma equipe de 80 funcionários – a maioria composta por presidiários e ex-detentos – o empresário dá uma lição de empreendedorismo social.
A experiência adquirida nas oficinas de trabalho artesanal na cadeia deram base para que o atual empresário montasse sua cooperativa de madeira sustentável em Brasília. Fernando Figueiredo, que passou mais de seis anos na cadeia por roubo de automóvel e uso de entorpecentes, criou a companhia com mais três colegas, que sofreram preconceito ao buscar um novo emprego. “Eu e alguns colegas já tínhamos discutido a possibilidade de abrir uma empresa caso o mercado fechasse as portas para a gente. Só tínhamos três caminhos: conseguir emprego, abrir uma empresa ou voltar ao crime. Ficamos com a segunda opção”, conta Figueiredo.
A empresa gera lucro aproximado de um milhão de reais por ano. Lá são produzidos móveis, bolas e a empresa ainda tritura madeira para transformá-la em combustível.  A madeira utilizada como matéria-prima nos primeiros trabalhos foi encontrada no lixo. A estrutura foi levantada a partir do dinheiro dos próprios cooperativados. Hoje, o empreendimento conta com uma extensa lista de clientes, dentre eles a multinacional Bunge.
Além de combater o descarte irregular de madeira na cidade em que foi instalado, o negócio dá uma nova oportunidade às pessoas que passaram algum tempo à margem da sociedade. “Não damos oportunidade para quem tem currículo bom e está com ficha-limpa. Oferecemos vagas para quem precisa mudar de vida como eu precisei. Não estamos investindo em banco, estamos investindo em vidas”, alerta o empresário, que conta com uma equipe de 80 colaboradores, a maioria ex-presidiários e detentos em regime semiaberto. Com informações do Tribuna Hoje.   

<p>
 O empresário conta com uma equipe de 80 colaboradores, a maioria ex-presidiários e detentos em regime semiaberto. | Foto: <a href='http://www.facebook.com/pages/Cooperativa-Sonho-de-Liberdade/405490219546374?fref=ts' target='_blank'>Reprodução/Facebook</a></p>
O empresário conta com uma equipe de 80 colaboradores, a maioria ex-presidiários e detentos em regime semiaberto. | Foto:Reprodução/Facebook
Depois de encontrar dificuldades para conseguir um novo emprego, o ex-detento Fernando Figueiredo decidiu montar uma cooperativa de madeira reciclada em Brasília. Atualmente com uma equipe de 80 funcionários – a maioria composta por presidiários e ex-detentos – o empresário dá uma lição de empreendedorismo social.
A experiência adquirida nas oficinas de trabalho artesanal na cadeia deram base para que o atual empresário montasse sua cooperativa de madeira sustentável em Brasília. Fernando Figueiredo, que passou mais de seis anos na cadeia por roubo de automóvel e uso de entorpecentes, criou a companhia com mais três colegas, que sofreram preconceito ao buscar um novo emprego. “Eu e alguns colegas já tínhamos discutido a possibilidade de abrir uma empresa caso o mercado fechasse as portas para a gente. Só tínhamos três caminhos: conseguir emprego, abrir uma empresa ou voltar ao crime. Ficamos com a segunda opção”, conta Figueiredo.
A empresa gera lucro aproximado de um milhão de reais por ano. Lá são produzidos móveis, bolas e a empresa ainda tritura madeira para transformá-la em combustível.  A madeira utilizada como matéria-prima nos primeiros trabalhos foi encontrada no lixo. A estrutura foi levantada a partir do dinheiro dos próprios cooperativados. Hoje, o empreendimento conta com uma extensa lista de clientes, dentre eles a multinacional Bunge.
Além de combater o descarte irregular de madeira na cidade em que foi instalado, o negócio dá uma nova oportunidade às pessoas que passaram algum tempo à margem da sociedade. “Não damos oportunidade para quem tem currículo bom e está com ficha-limpa. Oferecemos vagas para quem precisa mudar de vida como eu precisei. Não estamos investindo em banco, estamos investindo em vidas”, alerta o empresário, que conta com uma equipe de 80 colaboradores, a maioria ex-presidiários e detentos em regime semiaberto. Com informações do Tribuna Hoje.
Via: Ciclo Vivo

2 de abr de 2013

Cientistas dos EUA criam painéis solares recicláveis de compostos vegetais



<p>
 A criação das novas células solares é um importante avanço para a geração limpa de energia, mas ainda são necessárias muitas pesquisas até a tecnologia ser comercializada. | Foto: <a href='http://www.gatech.edu/inc/hgImage.php?nid=202051' target='_blank'>Georgia Tech/Divulgação</a></p>
A criação das novas células solares é um importante avanço para a geração limpa de energia, mas ainda são necessárias muitas pesquisas até a tecnologia ser comercializada. | Foto: Georgia Tech/Divulgação
Cientistas norte-americanos desenvolveram um novo tipo de células fotovoltaicas, elaboradas com compostos orgânicos derivados das plantas. Ao contrário dos painéis de geração convencionais, o novo equipamento de captação solar pode ser facilmente reciclado após o uso.

As células solares orgânicas foram criadas por pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Geórgia, em parceria com a Universidade de Purdue, nos EUA. A inovação sustentável é composta por substratos de celulose de nanocristais (CNC), estruturas reutilizáveis depois de serem colocadas em um recipiente com água morna.

Para Bernard Kippelen, professor do Instituto de Tecnologia da Geórgia e coordenador da pesquisa, as fontes de geração de energia limpa precisam ser elaboradas com materiais mais verdes. “Se as células orgânicas não fossem recicláveis, em vez de resolvermos um problema, criaríamos outro: uma tecnologia que produz energia renovável, mas que não pode ser reaproveitada ao final de seu uso”, preocupa-se Kippelen.

Os substratos de CNC em que as células solares são fabricadas são transparentes, o que permite a passagem de luz pelo meio. Depois, as radiações solares são absorvidas por um semicondutor, que, finalmente, produz a quantidade de eletricidade.

Embora a criação das células solares represente um avanço para a geração sustentável de energia, as pesquisas ainda precisam ser aprimoradas para que a solução torne-se viável e seja comercializada em larga escala.

Até o momento, o novo método de geração de energia apresenta eficácia de 2,7% na conversão da luz em eletricidade, bem menor que as tecnologias de geração convencionais, que têm eficiência em torno de 10%.
Fonte: InHabitat e  Nature.    Via: Ciclo Vivo

Resort lança abrigo pré-fabricado que pode ser instalado em qualquer lugar



<p>
 A habitação possui baixo impacto ambiental e foi projetada de maneira a oferecer conforto e segurança para as pessoas que querem manter a conexão total com a natureza. | Imagem: <a href='http://www.nomadicresorts.com/' target='_blank'>Divulgação</a></p>
A habitação possui baixo impacto ambiental e foi projetada de maneira a oferecer conforto e segurança para as pessoas que querem manter a conexão total com a natureza. | Imagem: Divulgação
<p>
 Cada uma das “casas” possui um banheiro, uma sala, um quarto, um pequeno escritório e uma sala de estar interna, mas que pode também ser aberta. | Imagem: <a href='http://www.nomadicresorts.com/' target='_blank'>Divulgação</a></p>
<p>
 O grande diferencial da estrutura é que ela não deixa impactos no local após ser removida. | Imagem: <a href='http://www.nomadicresorts.com/' target='_blank'>Divulgação</a></p>
A Nomadic Resorts é uma empresa formada por arquitetos, designers e engenheiros, especializada na criação de hotéis em meio à natureza. Entre as criações da equipe está o Looper, um modelo de apartamentos pré-fabricados que podem ser facilmente transportados para qualquer lugar.

A habitação possui baixo impacto ambiental e foi projetada de maneira a oferecer conforto e segurança para as pessoas que querem manter a conexão total com a natureza em ambientes como: selvas, montanhas ou praias.

O grande diferencial da estrutura é que ela não deixa impactos no local após ser removida. Ela é montada sobre a superfície e descarta qualquer necessidade de adaptação no solo. As moradias se parecem com grandes cabanas, feitas com um tecido de leve tração, esticado sobre uma armação de madeira.

A inspiração para os arquitetos foi a forma de uma lagarta, que possui “divisões” em seu corpo. No caso da Looper, essas segmentações servem para dobrá-la, resultando em uma estrutura curvilínea. Cada uma das “casas” possui um banheiro, uma sala, um quarto, um pequeno escritório e uma sala de estar interna, mas que pode também ser aberta.

Para garantir que os impactos ambientais dos turistas que utilizam a estrutura sejam mínimos, os arquitetos equiparam as cabanas com placas fotovoltaicas, que alimentam as lâmpadas de LED e o ar-condicionado. A água usada no banho é aquecida por um sistema solar e toda a água da chuva e residuais é reaproveitada.

O formato do Looper permite a ventilação natural cruzada, fornece sombra e também aproveita a iluminação natural. O tecido usado na estrutura é feito para durar, no mínimo, uma década. Mesmo assim, após perder a sua utilidade original, ele pode ser totalmente reciclado. Com informações do Inhabitat.

Fonte: CicloVivo