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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

28 de ago de 2012

Soluções integradas são saída inteligente para cidades mais sustentáveis


Projeto da Fujisawa Sustainable Smart Town (Fujisawa SST), cidade japonesa que 
deve ficar pronta até 2014.  Foto: Divulgação

Um dos grandes erros da gestão pública é tentar solucionar uma questão como se ela fosse um fato isolado. A questão da mobilidade, por exemplo. Mesmo que se invista em transporte público de massa, por si só, essa ação não resultará em uma mobilidade eficiente dentro das cidades. Para que isso aconteça é necessário olhar também para outras áreas, como segurança (será que é seguro virar ciclista ou andar a pé na cidade?) e finanças (o que tem maior custo-benefício, andar de metrô ou tirar meu carro da garagem?).

Do mesmo modo, ao solucionar o gargalo da mobilidade urbana, diversas questões são equacionadas: melhoria da qualidade de vida, redução da poluição, aumento da produtividade, redução de problemas de saúde ligada à poluição, entre outras. Assim, um problema jamais deve ser visto (e combatido) como uma questão isolada, sem uma cadeia de ligações por detrás. Tendo isso em vista, países como o Japão e a Suécia estão começando a procurar soluções integradas para as cidades.

Integração

Uma destas ações é o projeto sueco Simbiocity. Com o objetivo de promover o desenvolvimento urbano sustentável por meio da sinergia de problemas urbanos, o sistema busca soluções que sirvam a diferentes questões. Por exemplo, o projeto utiliza águas residuais na geração de biocombustível para o transporte público, resolvendo os problemas de tratamento de esgoto e otimização dos sistemas de transporte de uma só vez.

Antes bairro industrial, Hammarby Sjöstad é o símbolo do requinte atualmente
Um exemplo de que as soluções integradas são mais eficazes é a própria capital sueca, Estocolmo. Eleita em 2010 a capital mais verde da Europa, a cidade já foi a pior do continente em questões como qualidade da água, do ar e de saúde. A receita do sucesso foi justamente as soluções integradas, como aconteceu no bairro de Hammarby Sjöstad. O local, hoje um dos mais disputados da capital sueca, era uma zona industrial com cais e portos na década de 1990.

Por meio de soluções sustentáveis, o governo local reduziu em 40% o estresse ambiental do distrito, hoje com 50% menos eutrofização, 45% menos ozônio no solo e um consumo de água 40% menor.

Esses resultados em Hammarby Sjöstad foram obtidos justamente devido aos sistemas complexos: os resíduos do tratamento de água e esgoto são reutilizados e geram de energia (biogás) para as residências; a arquitetura é pensada junto ao planejamento de habitações energeticamente eficientes; há sistemas subterrâneos automáticos de coleta de lixo; a eletricidade e a água quente são geradas por energia solar e sistema de transporte de bicicletas.

Fujisawa está sendo pensada a partir de soluções integradas
Foto:divulgação
Inteligência

Na terra do sol nascente, o Japão, soluções integradas começam a ser pensadas já no planejamento de novas ocupações urbanas. No país, está sendo criada a cidade Fujisawa Sustainable Smart Town (Fujisawa SST), que deve abrigar cerca de mil residências e ser finalizada até 2014. Intitulada de “inteligente e sustentável”, a nova cidade terá uma rede energética inteligente, geração de energia solar residencial, sistema de transporte público movido a eletricidade e a biocombustível, além de edificações com o máximo possível de eficiência energética.

As ruas principais de Fujisawa devem ainda conter um eixo verde, com parques e vegetação. A ideia é que a cidade, parte de um projeto de recuperação de áreas devastadas pelo terremoto e tsunami de 2011, deverá emitir 70% menos CO2 em comparação com os níveis de 1990. Para viabilizar a ideia, o governo japonês fechou parceria com nove grandes companhias para construir a cidade.

Assista a apresentação do projeto pela Panasonic, uma das empresas no consórcio (em inglês).


Fonte: Portal EcoD

Alemão projeta esfera de vidro para captação solar eficiente



Gerador solar esférico, capaz de aumentar em 35% a eficiência da captação energética. | Foto: Divulgação
 
O arquiteto alemão André Broessel anunciou a criação de um gerador solar esférico, capaz de aumentar em 35% a eficiência energética, em comparação aos sistemas fotovoltaicos comuns. O projeto foi apresentado no site Designboom.

Por se tratar de uma lente no formato de uma bola gigante, a novidade tem como grande benefício o aproveitamento da luminosidade independente de como ela incide sobre a estrutura. Não é necessário que os raios sejam totalmente direcionados, pois ao passarem pela lente, ela se encarrega de direcioná-los todos na mesma direção, para serem mais bem aproveitados.

Ao redor das lentes são instalados os eixos de monitoramento e as células, que identificam o foco de luz e trabalham na captação deste potencial específico. Os testes foram feitos em sistemas diferentes. Em alguns casos, dependendo da estrutura disponível, é instalada somente uma grande lente esférica. Em outras situações podem ser aplicadas placas com 12 lentes menores.

De acordo com Broessel, que vive em Barcelona, o sistema é indicado para a aplicação em qualquer tipo de superfície. Este é outro diferencial em relação às placas fotovoltaicas comuns, que normalmente são instaladas em superfícies inclinadas, para aproveitarem melhor os raios solares.

As lentes esféricas ainda captam de forma eficiente a luz da lua e o reflexo da iluminação noturna das cidades. O projeto ainda é apenas conceitual e está em fase de testes, por isso não está disponível comercialmente. Com informações do Designboom.

Baianos trocam resíduos recicláveis por desconto na conta de luz


O programa é idealizado pela Companhia Baiana de Energia Elétrica (Coelba) e deve alcançar os habitantes de dez bairros soteropolitanos. l Foto: Niels Buus/SXC

Os moradores de alguns bairros da capital baiana, Salvador, serão beneficiados por um projeto que incentiva a reciclagem, em troca de descontos na conta de energia elétrica. A ação, apelidada de Vale Luz, acontece nesta semana.

O programa é idealizado pela Companhia Baiana de Energia Elétrica (Coelba) e deve alcançar os habitantes de dez bairros soteropolitanos: da Paz, Águas Claras, Massaranduba, Sussuarana, Novos Alagados, Bate Facho, Penambués, Valéria, Jardim das Margaridas e Nova Brasília.

Conforme informado em reportagem do G1, o caminhão da empresa de energia deverá passar pelas comunidades entre segunda (27) e sexta-feira (31), das 9h às 15h30. A população que tem interesse em receber o benefício deve levar os resíduos recicláveis de metal, papel, papelão e plásticos já higienizados até o caminhão.

A Coelba informa que não serão aceitos materiais com resíduos que possam interferir na pesagem. Os papéis e plásticos também não podem estar sujos ou molhados, para que estejam adequados ao processo de reciclagem. Todo o material coletado será destinado a uma cooperativa local.

Os moradores também poderão trocar lâmpadas por modelos mais eficientes. As lâmpadas incandescentes serão trocadas por modelos fluorescentes, mais resistentes e econômicas. Para participar os interessados devem apresentar uma conta de energia com o comprovante de pagamento. Com informações do G1.

Fonte: CicloVivo

21 de ago de 2012

As 10 melhores cidades do mundo para viver


Nem Himalaia nem Europa. As cidades mais próximas do que seria a Shangri-lá, descrita como um paraíso na Terra pelo inglês James Hilton, estão situadas na Austrália e Canadá, segundo a Unidade de Inteligência da revista americanaThe Economist.
A organização elaborou um estudo com 140 cidades ao redor do mundo e determinou quais delas são as melhores para se viver. O resultado coloca sete das dez cidades que lideram o ranking nestes dois países. Pelo segundo ano consecutivo, Melbourne (Austrália) foi eleita a melhor cidade do mundo para se viver.
O ranking avaliou as cidades de acordo com 30 fatores divididos em cinco áreas: saúde, violência e estabilidade, educação, infraestrutura e, por fim, meio ambiente e lazer. Segundo estes critérios, a cidade ideal seria média, com baixa densidade populacional, com um bom leque de atividades recreativas, boa infraestrutura e baixos índices de criminalidade.
E é justamente a relação entre a qualidade de vida (o acesso à saúde pública, opções de lazer, qualidade das habitações) e conforto (pouca violência ou congestionamentos) que faz algumas conhecidas megalópoles ficarem bem abaixo no ranking.
Este é o caso de Paris (16), Tóquio (18), Berlim (21), Roma (49) ou Londres e Nova York, que nem mesmo são listadas no Top 50. Também não há qualquer cidade da América Latina entre as cinquenta melhores cidades para se viver. Conheça o TOP 10:
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Melbourne (Austrália)
Com apenas 62 mil habitantes na cidade, Melbourne obteve as pontuações máximas nas áreas de educação, saúde e infraestrutura. Outros fatores consagraram a cidade como a melhor do mundo para se viver: a sua numerosa comunidade multicultural; o trio artes, comidas e vinhos mundialmente famosos; bem como as melhores oportunidades de compras, lazer e esportes da Austrália.
Viena (Áustria) 
Além de imensamente arborizada, a capital austríaca possui um legado cultural muito forte: na cidade não faltam museus, teatros e cinemas. As ciclovias permeiam todo o município e ainda não há perigo de ninguém dormir no ponto: bonde, metrô, trem e ônibus são intercalados e são rápidos para buscar o passageiro.
Vancouver (Canadá)
Cercada de montanhas cobertas de neve e portos azuis cristalinos, Vancouver se destaca pela interação com a natureza. Há vários parques, estações de esqui e opções de lazer na metrópole canadense. A cidade é quase toda plana, o que facilita a locomoção e quase a deixa livre de congestionamentos.
Toronto (Canadá)
Diferentemente da pacata Vancouver, a intensa programação cultural, a vida noturna e a diversidade de Toronto fizeram-na receber o apelido de “pequena Nova York”. Mesmo com toda a agitação, a cidade é silenciosa. Com bom transporte público e ruas limpas, Toronto se destaca ainda pela população, extremamente solícita e educada.
Calgary (Canadá)
Mais tranquila do que as outras duas cidades canadenses do Top 10, Calgary possui um bom custo de vida e é considerada calma, limpa, segura e bem organizada. Apesar da vida noturna mais leve, os habitantes da cidade contam com uma estrutura dinâmica, contendo tudo que uma cidade desenvolvida pode oferecer: cinemas, teatros, bares, restaurantes, zoológicos, parques, museus, entre outros.
Adelaide (Austrália)
A cidade situada na costa sul australiana exala charme no seu centro histórico, praias, parques (ocupam a metade do território), além de savanas e vinhedos. Adelaide conta com um “espírito libertário”, que a fez ser pioneira na proibição da discriminação sexual e racial, no reconhecimento dos direitos de terra aborígene, na concessão de voto às mulheres e até na legalização do nado nu.
Sidney (Austrália)
Rica em biodiversidade e com mais de 40 praias de tirar o fôlego, Sydney faz por merecer o título de sétima melhor cidade do mundo para se morar. Moderno, o município cultua um diferenciado estilo de vida ao ar livre. As áreas verdes e parques públicos aumentam a qualidade de vida e a sustentabilidade da metrópole.
Helsinki (Finlândia)
Com uma infraestrutura invejável, a cidade finlandesa de Helsinki possui outras qualidades que a deixam a menos de dois pontos (em um total de 100) do primeiro lugar do TOP 10: baixa criminalidade, taxas de geração de postos de trabalho sólidas, um sistema educacional mundialmente reconhecido e gastronomia de alta classe. Outro ingrediente é a cultura jovem de negócios que preza pelo empreendedorismo e inovação em prol da cidade.
Perth (Austrália)
A cidade de Perth exala qualidade de vida e belezas naturais. A elevada expectativa de vida da população, superior a 84 anos, demonstra a atenção dada aos seus moradores. O estilo despojado ajuda na longevidade: os idosos por lá andam descalços nas ruas ou até mesmo usam chinelos para trabalhar. Além disso, o custo de vida é 20% a 30% mais barato do que em outras metrópoles australianas.
Auckland (Nova Zelândia)
Não é por ser a lanterninha da lista que Auckland é uma cidade menos fascinante que as outras. Conhecida mundialmente como a capital dos esportes radicais, a descolada metrópole é o principal centro financeiro do país e mescla beleza natural e modernidade. As atrações da cidade vão das galerias de arte aos vulcões, passando por um zoológico imperdível e cassinos disputados. Na cidade da aventura, não faltam trilhas de mata fechada, escaladas em gigantescos glaciares e descidas de corredeiras.

Fonte: Portal EcoD

Tribunal Federal determina paralisação das obras de Belo Monte



Os procuradores da República já haviam entrado com uma ação civil pública pedindo a suspensão da obra | Foto: Valter Campanato/ABr
 
O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) determinou a paralisação das obras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. A decisão foi tomada após o tribunal identificar ilegalidade em duas etapas do processo de autorização da obra, uma no Supremo Tribunal Federal (STF) e outra no Congresso Nacional. Caso a empresa Norte Energia não cumpra a determinação, terá de pagar multa diária de R$ 500 mil.

A decisão foi tomada pela 5ª Turma do TRF1, em embargo de declaração apresentado pelo Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA). Os procuradores da República haviam entrado com uma ação civil pública (ACP) pedindo a suspensão da obra, mas o pedido fora recusado. A Norte Energia informou à Agência Brasil que só vai se manifestar nos autos sobre a decisão.

“Na decisão anterior, o desembargador Fagundes de Deus partiu de premissa equivocada, de que STF tinha declarado a constitucionalidade do empreendimento. Só que esse julgamento não foi feito. O que houve foi uma decisão monocrática da [então presidenta] ministra Ellen Gracie, de atender pedido de liminar da AGU [Advocacia-Geral da União], quando a matéria só poderia ter declarada sua constitucionalidade se aprovada por dois terços da composição plenária da suprema corte”, disse à Agência Brasil o relator do embargo de declaração no TRF1, desembargador Souza Prudente.

Segundo ele, houve vícios também na forma como o Congresso Nacional tratou da questão. “A legislação determina realização prévia anterior à decisão pelo Congresso Nacional, e o que houve foi uma oitiva posterior [à autorização da obra]”, explicou o desembargador.

“O Congresso Nacional fez caricatura e agiu como se estivesse em uma ditadura, colocando o carro na frente dos bois. Com isso acabou tomando uma decisão antes mesmo de ter acesso aos estudos técnicos – feitos por equipe multidisciplinar, apontando previamente os impactos ambientais da obra – necessários à tomada de decisão”, argumentou o desembargador.

Pedro Peduzzi, da Agência Brasil              Via: Ciclo Vivo

Biblioteca sustentável é inaugurada nos Estados Unidos



Na fachada foi utilizada madeira e vidro. | Foto: Plataforma Arquitectura
 
A biblioteca Francis Gregory, erguida em Washington, capital dos EUA, é mais que um estímulo à leitura. Trata-se de uma construção planejada de forma ecologicamente correta. Além dos leitores assíduos, a novidade tem atraído novos visitantes.

Os responsáveis pelo projeto são os escritórios de arquitetura Adjaye e Wiencek. Eles planejaram uma área construída com boa parte de seus elementos sustentáveis.

No caso da fachada, por exemplo, foi utilizado madeira e vidro. A proposta é facilitar a entrada de luz durante o inverno e controlar a exposição do sol e calor durante o verão. Para este último caso, uma cobertura foi posicionada sobre o pavilhão, com o intuito de auxiliar o controle de calor interno.

O prédio, localizado em meio à vegetação natural, possui dois andares em cerca de dois mil metros quadrados de área construída. Foram espalhadas caixas de madeira reformadas no espaço. Elas servem como bancos para acomodar os visitantes.

O projeto de construção teve o investimento de US$11 milhões, cerca de R$22 milhões. A biblioteca foi inaugurada em junho e está atraindo adultos, adolescentes e crianças da região. Com informações da PEGN.

16 de ago de 2012



As primeiras unidades da tecnologia já estão em funcionamento em Amsterdã, na Holanda | Foto:Divulgação
 
É do sol que vem a energia necessária para congelar os sorvetes da Springtime, empresa de design holandesa. A máquina ajuda a manter a textura consistente e cremosa da massa.

O carrinho possui painéis fotovoltaicos no teto. A estrutura se mantém suspensa com a ajuda de quatro suportes. As placas captam a energia solar, que é retida e armazenada em baterias. O que fica retido é suficiente para fornecer energia para o congelador mesmo em dias nublados.

O teto solar pode ser facilmente levantado e a posição ajustada com as mãos, sempre que necessário, para acompanhar o sol e melhorar a eficiência do sistema. Também, se for preciso, é possível recarregar as baterias em tomadas.

As primeiras unidades da tecnologia já estão em funcionamento em Amsterdã, na Holanda. A empresa tem o patrocínio da companhia de alimentos orgânicos Odenwald e a empresa de sorvetes ijs & Zopie. Os primeiros protótipos foram homenageados com dois prêmios internacionais de inovação.

A empresa Springtime foi fundada pelos amigos John Kock e Marcel Schreuder. Os designers investem toda a criatividade em produtos inovadores e sustentáveis. O serviço completo vai desde a fabricação até a distribuição internacional. Eles trabalham o produto, a marca e a mídia com a colaboração de especialistas. Fundada em 1995, o negócio já tem clientes como Nike, Coca-Cola e Toyota. 

Fonte: CicloVivo

Impressora japonesa não usa tinta e papel pode ser reutilizado até 1000 vezes



A máquina utiliza apenas o calor para transmitir as informações digitais para o papel l Foto:Reprodução/DigInfo
 
A empresa japonesa Sanwa Newtec desenvolveu uma impressora sustentável. O equipamento não utiliza tinta para fazer as impressões e as folhas especiais usadas pela tecnologia podem ser reaproveitadas até mil vezes, tornando o impacto do uso extremamente baixo, em relação aos modelos tradicionais.

A PrePeat, como foi chamada a impressora, oferece resultados semelhantes aos tradicionais, cuja impressão depende de cartuchos de tinta ou tambores de toner. No lugar destes itens a máquina utiliza apenas o calor para transmitir as informações digitais para o papel. Por causa disso, as impressões são sempre em preto e branco, no entanto, variam em sua tonalidade.

Além do benefício ambiental, com a poupança de recursos naturais e materiais, a impressora também propicia mais higiene aos ambientes de trabalho, pois evita acidentes com tintas e o pó liberado pelos equipamentos que utilizam toner.

Por ser uma impressora especial, é de se esperar que as folhas utilizadas também sejam incomuns. De fato são. Segundo a empresa, as folhas não são feitas de celulose, que é o material mais comum, e sim de uma película de PET. Assim, a PrePeat utiliza um sistema de calor controlado que é capaz de escurecer ou clarear o papel. Para manter os detalhes da impressão, o cabeçote funciona como uma agulha térmica.


A impressora ainda não está à venda no Brasil, mas a empresa a está comercializando por 500 mil yenes, o equivalente a pouco mais de R$10.200. O papel especial também é um pouco caro, com cada pacote de mil folhas custando seis mil reais. No entanto, o valor é justificado pela vida útil do material, que pode ser reaproveitado para as impressões por até mil vezes.

Fonte: CicloVivo

Máquina chinesa transforma papeis usados em lápis



A invenção foi apelidada de P&P e trata-se de um processador de resíduos para escritórios. l Imagem: Divulgação
 
Um grupo de designers chineses desenvolveu um equipamento altamente útil para a reciclagem em escritórios. O produto parece uma impressora. No entanto, invés de cuspir papel, ela produz lápis a partir de papel usado.

A invenção foi apelidada de P&P e trata-se de um processador de resíduos para escritórios. A novidade é capaz de resolver de uma só vez, ao menos dois problemas comuns: o descarte de papéis e a necessidade dos lápis. Essa é a chave para uma proposta realmente efetiva de design: ser bonito e altamente funcional.

De acordo com os fabricantes, o uso da máquina é bem simples, basta alimentá-la com uma folha de papel pela entrada superior, que ela se encarregará de envolver o grafite, despejando um lápis pronto para o uso. Assim, é necessário abastecer o equipamento com três “ingredientes”: grafite, papel e cola.

A “impressora” pode funcionar automática ou manualmente e a cobertura, feita em plástico transparente, permite que o usuário acompanhe todas as etapas do processo. Os lápis já saem apontados, no entanto a P&P também possui um apontador, instalado na lateral.

Apesar de ter enorme potencial, a máquina ainda não está disponível comercialmente e os designers ainda não têm previsão para que ele chegue às lojas. Com informações do Inhabitat.

Via: CicloVivo

Ilha que pertenceu a Marlon Brando terá hotel sustentável



A construção teve início em 2009 e a previsão é de que já seja inaugurada no próximo ano. | Foto: Divulgação
 
Uma ilha particular na Polinésia Francesa terá um hotel totalmente sustentável em 2013. O proprietário fará uma homenagem ao antigo dono, batizando o espaço de “The Brando”.

A ilha Tetiaroa pertenceu ao ator Marlon Brado, que tinha o sonho de transformá-la em um local sustentável, inclusive, com um hotel ecológico. O astro comprou a ilha enquanto filmava na região e, junto com sua esposa, construiu uma pousada. Entretanto, o projeto foi abandonado após sua filha, aos 25 anos, cometer suicídio.

Brando faleceu em 2004 e o arquiteto Harry Gesner resolveu levar o projeto do ator adiante e começou a planejar o eco resort. A construção teve início em 2009 e a previsão é de que já seja inaugurada no próximo ano.

Gesner é também presidente-executivo da empresa Tahiti Beachcomber SA e trabalhou com o ator nos anos que antecederam sua morte. "Marlon sempre achou que, mais do que qualquer outro povo do mundo, os polinésios têm uma maneira calma e bem humorada de viver. Ele sempre esperou que sua vida pudesse ser tão descomplicada quanto a deles, mas isso, infelizmente, não aconteceu", afirmou o arquiteto à agência Reuters.

O hotel terá 35 ecovilas que serão abastecidas por energia renovável. Parte dela será gerada por painéis solares e a restante contará com geradores movidos a óleo de coco.

Também será implantado um sistema de ar condicionado que utilizará da própria água do mar, captada em grande profundidade. Além disso, a construção segue padrões ecológicos exigidos pelo Green Building Council dos EUA (Conselho Americano de Construção Sustentável).

A ilha Tetiaroa fica próxima ao Taiti. É uma cadeia de 13 ilhas cercada por corais e pelo Oceano Índico. O governo local só liberou a construção de “The Brando”, após muitos anos de estudo sobre os impactos ambientais. Com informações da Exame e Terra.

Via: CicloVivo

Empresa fabrica cadeiras com plásticos do lixão do Oceano Pacífico



O objeto é feito com o plástico da “ilha de lixo”, localizada no Oceano Pacífico.
 
O acúmulo de lixo nos oceanos suja as praias e prejudica a vida marinha causando doenças e mortes dos animais. Uma alternativa para reduzir esses resíduos foi criada pelo Studio Swine.

A empresa inglesa, em parceria com o designer Kieren Jones, criou a “Sea Chair” (cadeira-mar). O objeto é feito com o plástico da “ilha de lixo”, localizada no Oceano Pacífico. A região é uma espécie de lixão no meio do oceano, que aumentou cem vezes de tamanho nos últimos quarentas anos, de acordo com um estudo publicado no periódico Biology Letters, da Royal Society.

Para fazer a cadeira é utilizada uma máquina que separa os pequenos resíduos plásticos capazes de serem reciclados. Estes resíduos são então são levados para outra etapa que alia compressão e calor para moldar o material até dar forma ao banco.

A cadeira é produzida apenas com plástico recuperado com a ajuda da máquina. O projeto é tão interessante que aparece na Feira de Design de Milão, um dos eventos mais renomados na área de design.

Os plásticos no mar comprometem, principalmente, a vida de pássaros, peixes, tartarugas, baleias entre outros animais. Uma pesquisa divulgada no ano passado afirmou que os peixes que vivem nas zonas intermediárias do Oceano Pacífico ingerem de 12 a 24 mil toneladas de plástico por ano.

Segundo o Studio Swine, a ONU estima que nos oceanos do mundo há cerca de cem milhões de toneladas de plástico. O número deve aumentar à medida que o consumo da nossa sociedade é mais estimulado. 

Fonte: CicloVivo