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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

21 de jul de 2012

EcoD Básico: Energia Eólica



 eolica
Energia eólica é renovável e de pouco impacto ambiental/Foto: sparktography

Tida atualmente por boa parte dos especialistas como a fonte energética mais promissora do mundo, a energia eólica é produzida através dos ventos. Ela é uma fonte renovável de energia, limpa e está disponível em diversas regiões do planeta. 

Para a avaliação do potencial eólico de uma determinada região é necessária uma coleta de massas de ar feita com precisão e qualidade, capaz de fornecer um mapeamento adequado.

Como funciona

A força dos ventos gira uma hélice gigante conectada a um gerador que produz eletricidade. Quando vários mecanismos como esse, também conhecidos como turbinas de vento, são ligados a uma central de transmissão de energia, temos então uma central eólica. Já a quantidade de energia produzida por uma turbina varia de acordo com o tamanho de suas hélices, sem esquecer, é claro, da intensidade dos ventos na região em que está instalada.

As hélices têm o formato de asas de aviões e usam o mesmo sistema de aerodinâmica. Em movimento, elas ativam um eixo que está ligado à caixa de mudança. Por meio de uma série de engrenagens, a velocidade do eixo de rotação aumenta. O eixo de rotação está conectado ao gerador de eletricidade que com a rotação em alta velocidade gera energia. Um aerogerador consiste num gerador elétrico movido por uma hélice, que por sua vez é movida pela força do vento. A hélice pode ser vista como um motor a vento e a quantidade de eletricidade gerada depende de quatro fatores:

• da quantidade de vento que passa pela hélice
• do diâmetro da hélice
• da dimensão do gerador
• do rendimento de todo o sistema

Não é só a velocidade dos ventos que conta. Também é importante que eles sejam regulares, não sofram turbulências e nem estejam sujeitos a fenômenos climáticos como, por exemplo, os tufões. A explicação é de Everaldo Feitosa, vice-presidente da Associação Mundial de Energia Eólica.

Economia

Atualmente, o mercado da energia eólica já movimenta cerca de US$ 2 bilhões anuais em todo o planeta. Um dos empecilhos atuais para a instalação das centrais eólicas é o fato de que a energia gerada por essa alternativa costuma custar entre 60% e 70% a mais que a mesma quantidade oriunda de uma usina hidrelétrica. No entanto, financiamentos (sobretudo estatais) em todo o mundo têm conseguido reduzir esses valores.

Houve um crescimento de 28,8% na produção dessa fonte energética em 2008, no comparativo com 2007, segundo dados da Global Wind Energy Council (GWEC). As instalações deste segmento geram 120,8 gigawatts (GW), equivalentes a nove vezes a capacidade instalada da Usina de Itaipu. O que isso significa? Esta potência quantitativa evitará que 158 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) sejam emitidos na atmosfera. Até o mês de junho de 2009, os principais produtores de energia eólica no mundo são:

1º Estados Unidos;
2º Alemanha;
3º Espanha, 
4º Portugal
5º China
6º Áustria
7º Suécia

Brasil

Descontadas as reservas florestais e as cidades, onde não se poderiam erguer turbinas, pode-se dizer que o potencial de geração de energia eólica no Brasil é de 30 mil megawatts, o equivalente a potência de duas hidrelétricas do tamanho da Itaipu. No entanto, esse potencial é subutilizado. O Brasil tem hoje apenas 218 MW de capacidade instalada em parques eólicos no Ceará, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul. O maior deles está no município gaúcho de Osório, que produz 150 megawatts. Quando o assunto é a participação eólica no consumo mundial de energia eólica, o Brasil aparece na 10º colocação, com 0,23%.

Países com maior participação eólica no consumo de energia elétrica - em porcentagem total:

1º Dinamarca – 21,4% 
2º Espanha – 8,8% 
3º Portugal - 7% 
4º Alemanha – 7% 
5º Índia – 1,7% 
6º Inglaterra – 1,5% 
7º Itália - 1,3% 
8º Estados Unidos – 0,8% 
9º França – 0,7% 
10º BRASIL – 0,23%

Fonte: Portal EcoD